Oi!!!
Hoje a gente vai dar uma olhada no ativista de direitos humanos paquistanês Faisal Alam.

Ele não parece ter documentos que comprovem com exatidão a data de nascimento dele. Mas foi em 1977.
O Faisal nasceu numa família muçulmana. E desde criança, ele sempre ouviu coisas como “Não existem gays muçulmanos!” e “Homossexualidade é invenção do Ocidente!”. E isso deixava ele meio sem entender as situações, pois desde o final da infância ele já tinha percebido que tinha tendências homossexuais.
Em 1987, quando ele tinha 10 anos, a família dele se mudou pros Estados Unidos, onde ele mora até hoje.
Na adolescência, sem a família saber, o Faisal começou a frequentar bares gays de Boston. E viveu essa vida dupla por algum tempo.
Quando tinha 19 anos, ele ficou noivo de uma muçulmana, mas viu que não ia dar certo se casar. E aí decidiu assumir que era gay e deixou de frequentar mesquitas.
Em 1997, o Faisal abriu um grupo do Yahoo! na Internet no qual pretendia reunir muçulmanos que fossem gays, lésbicas, bis e trans que tivessem passado pelas mesmas situações que ele. E conseguiu.
Logo depois, ele fundou a Al-Fatiha Foundation, uma organização de intercomunicação entre os GLBTs muçulmanos.
E desde então, o Faisal vem se empenhando nessa causa. E já viajou por vários Estados dos Estados Unidos e outros países pra participar de conferências sobre o assunto.
Ele estima que 95% dos muçulmanos que decidiram assumir que não eram héteros já tinham deixado a religião antes disso, porque já eram rejeitados lá. E muitos se juntam a grupos GLBT muçulmanos procurando uma espécie de caminho de volta pra religião, mas agora na companhia de pessoas iguais a eles.
De qualquer forma, o Faisal diz que os muçulmanos dos Estados Unidos não costumam se preocupar tanto com os ‘não-héteros’, pois tem problemas mais emergenciais pra se preocupar, como o preconceito quase absoluto da sociedade estadunidense contra eles depois do atentado terrorista de 2001. Então, é até raro encontrar um muçulmano dos Estados Unidos que seja radicalmente homofóbico ou que pregue a violência física contra homossexuais.
Oggi parleremo un po’ dell’attivista dei diritti umani pakistano Faisal Alam.
Lui sembra non avere documenti che provano la sua data esatta di nascita. Ma l’anno è stato il 1977.
Faisal è nato in una famiglia musulmana. E quando era bimbo, c’era già sempre qualcuno che gli diceva qualcosa come “Non ci sono gay musulmani!” o “L’omosessualità è un’invenzione dell’Occidente!”. E lui non riusciva a capire alcune situazioni a causa di questo, perché aveva già notato che aveva delle tendenze omosessuali.
Nel 1987, quando lui aveva 10 anni, la sua famiglia si è trasferita negli Stati Uniti, dove lui ancora vive.
Quando era ragazzo, Faisal ha cominciato a frequentare dei bar gay di Boston. Ma la sua famiglia non lo sapeva. E lui ha vissuto questa vita doppia per qualche tempo.
Cuando Faisal tenía 19 años, se comprometió en matrimonio con una musulmana. Pero le fue posible entender que eso no seguiría adelante. Y por lo que decidió asumir que era homosexual y dejó de irse a mezquitas.
En 1997, él inició un grupo del Yahoo! en Internet donde tenía la intención de reunir hombres y mujeres musulmanes que fueran homosexuales, bisexuales y transexuales que hubieran vivido en las mismas situaciones que él. Y logró a hacerlo.
Poco después, Faisal fundó la Al-Fatiha Foundation, una organización de intercomunicación entre los musulmanes LGBTs.
Y desde aquella época, él ha estado luchando en esta causa. Y ha estado viajando por varios Estados de EE.UU. y también por otros países para hablar en conferencias sobre el tema.
Faisal estimates that 95% of the muslims who have decided to declare in public that they aren’t heterosexuals had left their religion before that because they were already rejected there. And many of them join LGBT muslims groups looking for a kind of way back to their religion. But in this case they’ll go back to their religion with people like them.
Anyway, he affirms that muslims in the United States tend not to worry too much about people who aren’t heterosexual. They have more urgent problems to worry about. For example, there have been an almost absolute (and sometimes increasing) bias of American society against muslims from the September 11 attacks. So, it’s even rare meeting a muslim from the United States or who has ever lived there who is radically homophobic and preaches physical violence against LGBT people.
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