Oi!!!
De todos os filmes de horror de que eu já falei aqui, um subgênero que nunca mencionei foram os filmes de canibais. Então, hoje vamos falar sobre o assunto.
Esse foi um tipo muito comum de filme de horror durante os anos 70, principalmente no Cinema Italiano. E nos anos 80 esses filmes começaram a entrar em decadência até que praticamente se extinguiram.
O tema era sempre o mesmo: um grupo de europeus ou de estadunidenses entram em alguma floresta inexplorada da América do Sul, da África ou da Ásia, onde são perseguidos e/ou capturados por uma tribo de canibais, que comem pelo menos 1 deles.
Talvez algumas pessoas se perguntem:
“Mas isso é filme de terror? Parece mais aventura!”
É claro que esses filmes têm características de filme de aventura. Mas eles geralmente também têm cenas explícitas de mortes brutais, de esquartejamentos, de estripações e, obviamente, de canibalismo. Cenas assim caracterizam um filme de terror, né?
Provavelmente, esse tipo de filme acabou porque no final dos anos 80 já não colava mais contar uma história desse tipo. Hoje fica até difícil imaginar uma floresta tããããão fechada assim e pensar que alguém vai entrar ali e encontrar canibais que vivem 100% isolados do resto do Mundo. Fica mais fantasioso do que contar uma história de terror em que o monstro é uma assombração.
Além disso, esses filmes também tinham um tom meio ofensivo contra alguns países, já que passavam uma imagem direta ou indireta de que só os Estados Unidos e a Europa é que são “civilizados”.
Eu, particularmente, não sou muito fã de filmes de canibais. Não que eu tenha nada contra o uso desse tema, mas simplesmente não chama a minha atenção.
Mas, como foi um subgênero que deixou a sua marca na História do Cinema de Terror, decidi falar sobre um deles aqui. Se trata de La Montagna del Dio Cannibale.
O filme começa mostrando um avião chegando a um aeroporto. E enquanto ele faz o pouso, a imagem é congelada e aparece um pequeno texto na tela, afirmando que a Nova Guiné talvez seja a última região na Terra que ainda contém imensas áreas inexploradas e cheias de mistério, onde a vida continua nas suas condições mais antigas. E diz que nos dias atuais (lembrando que a história se passa em 1978), na aurora de Era Espacial, parece inimaginável que a menos de 20 horas de Londres ainda exista um lugar tão selvagem e inalterado.
E o texto termina avisando que é isso que vamos ver nessa história.
A imagem descongela, o avião pousa e uma mulher chamada Susan desembarca, sendo cercada imediatamente por dezenas de repórteres.
O irmão mais novo dela, chamado Arthur, tava esperando por ela no aeroporto e leva ela ao consulado britânico do país. E lá, enquanto eles conversam com o cônsul, explicam o que tá acontecendo: o Arthur já tá lá há 1 mês, esperando pelo regresso do marido da Susan, um cientista famosíssimo que foi fazer uma expedição na Selva de Marabata e que deveria ter voltado na semana em que o Arthur chegou lá... Mas não voltou nem deu mais nenhum sinal.
O Arthur demorou a comunicar o fato às autoridades porque o cunhado tinha feito a expedição escondido, já que o Governo da Nova Guiné proíbe que estrangeiros andem por aquela parte da selva. Mas, mesmo assim, eles fizeram algumas buscas e não encontraram nada. E aí a Susan resolveu vir da Inglaterra pra ver o que podia fazer.
O cônsul explica que não há mais o que fazer. Mas parece dar uma indireta de que a Susan e o Arthur podem fazer uma busca por si sós, pois aconselha eles a procurarem o professor de Arqueologia Edward Foster, que mora ali perto e, além de ser o maior conhecedor da Selva de Marabata de que se tem notícia, também já conversou bastante com o marido da Susan várias vezes no passado.
O próprio Arthur já tinha conversado com o Edward antes. E assim, eles vão à casa dele, onde são bem recebidos pelo professor. Mas um jovem chamado Asaro, que é uma espécie de mordomo dele, passa o tempo todo olhando pra eles fixo e de uma forma estranha.
O Edward explica à Susan que o marido dela não revelou em nenhum momento o motivo da expedição dele à selva. E que quando o Edward se ofereceu pra ir junto, ele simplesmente partiu logo depois, falando alguma coisa sobre encontrar um tesouro...
A única coisa mais consistente que ele conseguiu descobrir é que o marido da Susan pretendia ir à Ilha de Roka, a Noroeste da Ilha de Kar Kar. E então, o Edward mostra à Susan um mapa da Selva de Marabata, revelando que ela fica próxima ao Mar.
E que a 5 milhas da praia fica a tal Ilha de Roka.
Bom, a Ilha de Kar Kar existe mesmo na vida real. Mas a Ilha de Roka é 100% fictícia.
O Edward conta que já teve na ilha em 1972. E que depois disso, conversou com o marido da Susan sobre o lugar, dizendo a ele que o ponto mais alto da ilha é uma montanha chamada Ra-Ra-Me, aonde os habitantes da ilha não se atrevem a ir e sobre a qual nem gostam de falar!
O Edward explica que a proibição do governo de que estrangeiros entrem na selva é exatamente pra evitar que eles vão à ilha e subam a tal montanha: com tantos tabus dos nativos em relação a Ra-Ra-Me, todos começaram a entender que a montanha é amaldiçoada. E ele diz que ele próprio só chegou à ilha porque uma tempestade empurrou ele pra lá enquanto ele navegava nas proximidades. Mas ele responde com evasivas quando a Susan pergunta sobre a estadia dele lá.
Mesmo assim, ela pede a ele que guie ela até a ilha, sem que o governo saiba, pra procurarem o marido dela lá.
Eles pegam um helicóptero e sobrevoam a selva até o ponto mais próximo possível da praia, onde pousam: o piloto explica que não pode ir além daquele ponto com o helicóptero ou vai chamar a atenção da polícia florestal. Assim, eles vão ter que caminhar na selva por mais 1 semana até chegar à praia. E vão ser guiados por um grupo de nativos, tendo o Asaro como líder.
Num determinado momento, os nativos resolvem fazer um ritual religioso no qual sacrificam e comem um lagarto.
Detalhe: pra fazer essa cena, eles mataram um lagarto de verdade e comeram ele cru na hora!
Mas enfim: quando acendem uma fogueira pra encerrar o ritual, os nativos chamam a atenção de um helicóptero da polícia florestal, que sobrevoa o lugar.
Os brancos se escondem nas moitas pra não chamar a atenção. E o policial no helicóptero, ao ver que só tem nativos lá embaixo, não dá importância e segue em frente. Mas o Arthur, achando que eles foram descobertos, destrói a fogueira deles a chutes e começa a xingar os nativos. E aí o Edward vem em defesa deles e os 2 saem no tapa.
A briga assusta os nativos, fazendo com que metade deles fujam pela floresta, ficando só 4.
Aliás, como a gente vai ver, o personagem que menos presta na história é o Arthur.
Quando finalmente chegam à praia, atravessam o estreito a bote e chegam à ilha, eles encontram uma faca caída na areia que era do marido da Susan, não restando dúvida de que ele tá mesmo na ilha. Mas, perto da faca, encontram um estranho amuleto de osso, que o Asaro reconhece e passa a levar com ele. E a partir daí, ele e o Edward ficam de cochichos pelos cantos...
Eles entram pela floresta da ilha e não percebem que tão sendo observados por homens que usam estranhas máscaras rústicas, têm pequenos ossos amarrados pelo corpo e têm o corpo todo pintado de cinza.
Mas eles também não demoram a entender que não tão sozinhos, pois é possível ouvir alguém fazendo barulhos em código entre as árvores, como se mandasse um sinal pra alguém que tá mais a diante.
O Asaro parece reconhecer o sinal e olha pro amuleto dele. E na mesma noite, enquanto todos acampam e dormem, ele se levanta, se afasta alguns metros do acampamento e se encontra com um dos homens que tão espreitando eles. Os 2 parecem se reconhecer, mas a cena termina em aberto.
Na manhã seguinte, eles veem que o Asaro sumiu sem deixar vestígios. E apesar de não conseguirem entender como, resolvem continuar a viagem.
Quando atravessam um rio, um crocodilo come um dos guias. E um pouco mais à frente, enquanto eles voltam a ouvir aquele estranho barulho em código entre as árvores, outro guia deles cai numa armadilha cheia de espinhos e morre.
Em pânico, o último guia restante sai correndo sozinho pela floresta, enquanto o Edward e o Arthur saem correndo atrás dele, deixando a Susan pra trás.
Se perdendo pela floresta, o nativo acaba voltando ao lugar onde o outro foi preso na armadilha. Mas aí vê que o corpo dele sumiu, ficando só uma perna decepada lá. E segundos depois, um dos homens mascarados chega e corta a cabeça dele com um golpe de machado!
Ao mesmo tempo, outro mascarado ataca a Susan. Mas, quando vai matar ela com um golpe de lança, um homem branco aparece e espanta o nativo com um tiro de espingarda.
Ele diz que se chama Manolo. E pouco depois, revela que foi morar na ilha há 2 anos, vivendo lá como uma espécie de eremita, embora mantenha contato com as tribos pacíficas que moram lá. E quando o Arthur e o Edward voltam, o Manolo leva eles até uma aldeia de pescadores ali perto.
O Edward passou por aquela aldeia quando teve na ilha e conhece inclusive um padre que mora ali há anos, realizando uma missão.
Enquanto conversam sobre o nativo que atacou a Susan, o Manolo explica que ele não se parecia com nenhum outro nativo que já tivesse visto. E o Edward pergunta se o nativo trazia um osso amarrado ao braço, o que a própria Susan confirma na hora. E então o Edward declara que ele só podia ser um dos membros de uma tribo chamada Puka.
O padre parece querer convencer a todos ali de que isso não é possível e diz que os pukas já tão extintos. Mas o Edward revela que foi capturado pelos pukas na outra vez em que teve na ilha.
Ele conta que os pukas pretendiam matar ele. Mas, como ele viu que o filho do chefe da aldeia tava doente e ele carregava alguns remédios junto com ele, conseguiu curar o garoto. E a partir de então, decidiram poupar a vida dele, apesar de manterem ele prisioneiro na aldeia. E ele tentou escapar 3 ou 4 vezes, mas era sempre recapturado.
Um dia, uma tribo inimiga atacou os pukas e, enquanto massacravam todos os membros da aldeia, o Edward aproveitou a confusão e fugiu. E depois de andar pela floresta por semanas, ele chegou à praia, foi avistado por um barco e recolhido.
O Manolo explica à Susan que os pukas foram os primeiros habitantes da ilha e todos tinham medo deles por causa do estilo de vida pré-histórico que seguiam: eles faziam sexo com animais...
As cenas que mostram eles comendo serpentes vivas são reais. Já as cenas de canibalismo e zoofilia foram só simuladas. Também não foram tão realistas assim, né?rsrs
Mas enfim: na verdade, foram os pukas que deram nome à misteriosa montanha da ilha: na língua deles, o nome Ra-Ra-Me significa “Montanha do Deus Antropófago”.
Bom, até aí já ficou claro que a montanha não tem maldição nenhuma, né? Simplesmente ninguém ia lá porque tinham medo de encontrar os pukas, pois, de acordo com as lendas, era em algum lugar dessa montanha que ficava a aldeia deles.
Na mesma noite, o Edward e o Manolo veem um daqueles mascarados rondando a aldeia. Mas ele foge e some na floresta logo depois.
O Edward diz ao Manolo que tem certeza de que aquele era um puka. E então confessa a ele o resto da experiência que viveu junto a essa tribo: eles obrigaram o Edward a comer carne humana como condição pra não matarem ele. E isso afetou profundamente o lado psicológico dele, fazendo com que ele desejasse voltar um dia e exterminar todos os pukas. E foi por isso que ele aceitou acompanhar a Susan e o Arthur nessa expedição.
A partir do dia seguinte, a Susan começa a dar em cima do Manolo e acaba convencendo ele a ir junto com eles até a montanha, chegando mesmo a sugerir que deixem os outros pra trás e vão só eles 2.
Aí a gente já começa a ver que tem alguma coisa estranha aí no meio: se ela tá indo lá exatamente pra procurar o marido, por que ela tá cantando o outro pra ir lá sozinho junto com ela?
Bom, ao anoitecer, uma mulher da aldeia entra na cabana onde o Arthur tá dormindo e se oferece pra ele. E logo depois o marido dela entra também... Calma! Não vai rolar nenhuma suruba, não!rsrs O marido dela só olha os 2 lá se esfregando, sai de cabeça baixa sem falar nada e se enforca numa árvore ali perto.
Meio esquisito, né? Por mais pacíficos que sejam esses pescadores, é estranho que ele reaja dessa forma tão submissa.
Logo depois, um puka invade a cabana e joga uma lança contra o Arthur. Mas acaba acertando só a mulher, que morre imediatamente.
O Edward ouve os gritos, vê o puka fugindo da cabana e corre atrás dele pelo meio das árvores. O puka ataca o Edward e dá uma machadada na coxa dele. Mas ele puxa uma pistola e mata o puka com 3 tiros. E tirando a máscara do cadáver do canibal, ele vê que era o Asaro!
Na manhã seguinte, enquanto o padre enterra os mortos, o Edward revela aos outros uma parte da história que tinha omitido: o garoto que ele curou na aldeia dos pukas 6 anos antes era o Asaro. Quando ele fugiu da aldeia durante o massacre, levou o garoto com ele (aparentemente, como refém, caso algum puka tivesse sobrevivido e perseguisse ele).
Como em todas as vezes até ali em que eles viram um puka rondando eles era sempre 1 sozinho que aparecia e sempre usando máscara, o Arthur conclui que era simplesmente o mesmo, ou seja, o próprio Asaro. O Arthur supõe que ele pretendia impedir que invasores entrassem na “terra sagrada” dele, já que todos os outros pukas pareciam ter morrido no massacre mencionado pelo Edward e os corpos deviam ter ficado por ali.
Como o Edward agora tá com a perna ferida, a Susan propõe que ele fique na aldeia esperando eles voltarem da montanha. Mas o padre, assim que volta do enterro, excomunga os recém-chegados e expulsa eles da aldeia, alegando que foram eles que trouxeram todas aquelas desgraças.
Nesse momento, o padre deixa evidente que a aldeia dos pescadores e a aldeia dos pukas sabiam da existência uma da outra, mas tinham convivido pacificamente até aquele instante.
Bom, os 10 minutos que se seguem são bem monótonos e só mostram o Edward, o Manolo, o Arthur e a Susan andando penosamente pela floresta, que já começa a ficar com o chão inclinado, mostrando que já começaram a subir a montanha.
Quando sobem um rochedo, o Manolo e a Susan vão na frente. E o Arthur, ao ver que o Edward, ainda com a perna bem ferida, precisa de ajuda pra subir, simplesmente se recusa a dar a mão a ele, deixando ele cair lá do alto.
Apesar de furioso com o Arthur, o Manolo fica com pena da Susan por ela querer encontrar o marido e decide continuar seguindo em frente com ela e o Arthur.
Subindo um pouco mais, eles encontram marcas de sangue fresco e restos de carcaças humanas semi-devoradas espalhadas pelo chão. É a prova definitiva de que os pukas ainda existem e tão ali por perto!
De repente, o Arthur se afasta dos outros e a Susan vai correndo atrás dele. O Manolo vai atrás. E quando alcança eles, vê que eles entraram numa caverna, onde sacaram um detetor de metais e começaram a passar nas paredes. E agora tão felizes da vida ao constatarem que as paredes da caverna são de urânio puro.
Nesse instante, eles revelam ao Manolo que só foram ali buscar o urânio, pois sabiam desde o início que o marido da Susan tinha ido ali também atrás disso.
Ao ver o que tá acontecendo ali, o Manolo resolve abandonar o Arthur e a Susan. Mas o Arthur ameaça ele com uma arma. Só que a alegria dele não dura muito: ele é morto por um golpe de lança, enquanto vários pukas invadem a caverna e imobilizam o Manolo e a Susan com as armas deles. E aí levam eles a outra caverna, também de urânio puro, ali do lado.
A maioria deles não parecem tão assustadores. Usam umas peruquinhas cinzentas bem falsas e ficam o tempo todo olhando pro Manolo e pra Susan com cara de caipiras daquelas cidades do interior do interior do interior olhando pra alguém que veio da “cidade grande”. E outra coisa: apesar de todos tarem pintados de cinza, dá pra ver que alguns deles são brancos!
Muito provavelmente, o diretor contratou alguns figurantes de forma avulsa pra fazer essa cena e as roupas deles foram feitas lá de qualquer jeito.
Bom, o chefe da tribo (provavelmente, o pai do Asaro) carrega com ele uma foto, na qual a Susan aparece junto com o marido dela. E aí leva ela até outra parte da caverna, onde se encontra nada menos que o cadáver decomposto do marido dela com um detetor de metais enfiado do lado esquerdo do tórax.
E agora, como viram a Susan naquela foto junto com ele, tão pensando que ela é uma deusa também. E aí as mulheres da tribo levam a Susan pra outra parte da caverna e vestem ela de deusa.
Enquanto isso, os outros canibais estripam e cozinham o cadáver do Arthur numa fogueira... Estranho, né? Já que eles comem animais crus, por que cozinham carne humana?
Mas enfim: quando trazem a Susan de volta vestida como deusa, o chefe da tribo oferece a ela um pedaço assado do Arthur. E ela come sem problema, embora o Manolo tente impedir aos gritos que ela coma aquilo. Os canibais inclusive batem nele até ele desmaiar pra fazer ele calar a boca.
Quando a Susan come o pedaço do Arthur que deram a ela, isso provoca uma orgia na caverna e todos os pukas começam a transar e se masturbar.
Mas não se animem muito: não dá pra ver o piru de ninguém nessas cenas.rsrs
Apesar de a Susan não parecer oferecer resistência nenhuma, os pukas mantém ela amarrada a uma espécie de altar. E pouco depois, quando todos tão dormindo, um jovem puka tenta estuprar ela.
Os outros pukas escutam o barulho, vêm correndo e pegam ele. E o chefe da tribo castra ele como castigo.
A cena da castração é mostrada de forma explícita, mas ficou meio falsa. Como vocês podem ver, colocaram uma genitália falsa na frente da genitália de verdade do ator (prestando atenção, dá pra ver o saco de verdade dele atrás do saco falso), mas dá pra ver claramente que não é de verdade. Talvez tivesse ficado melhor se a câmera não tivesse se aproximado tanto.
Bom, em seguida, o chefe da tribo leva o cadáver do estuprador até a Susan, desamarra ela e coloca um facão na mão dela, dando a entender que ela deve cravar o facão no estuprador. Mas ela aproveita e dá uma facada é no chefe, matando ele.
Aí os pukas entendem que ela não é uma deusa, mas mantêm ela e o Manolo presos. E depois vão dormir.
Aliás, parece que a vida deles se resume a dormir, transar, matar e comer (essas 3 últimas atitudes, tanto com humanos quanto com animais, né? rs).
E outra coisa meio esquisita é que eles praticamente não falam! No máximo, aparece o chefe da tribo gritando uma palavra solta e aí a tribo toda repete a palavra.
Bom, desde que o Manolo e a Susan chegaram na caverna, tem um canibal anão que fica apurrinhando o Manolo o tempo todo. E agora ele se aproxima e começa a espetar o Manolo com uma lança. Até que o Manolo consegue dar um chute nele e fazer ele chocar a cabeça contra uma pedra, matando ele... Aliás, que porrada que ele deu: chegou a arrebentar a cabeça e ficar com o cérebro exposto!
Bom, o Manolo consegue pegar a lança com os pés e aí usa ela pra cortar as cordas que prendem ele. E aí ele rouba um machado de um puka adormecido, vai até onde a Susan tá e solta ela. E depois disso, eles correm até a saída da caverna, matam uma meia dúzia de canibais acordados que encontram pelo caminho e que tentam impedir eles de fugir e aí se atiram num rio lá fora.
Mais uns 2 ou 3 pukas aparecem pra atrapalhar, mas o Manolo mata eles com o machado que roubou.
Depois disso, ele e a Susan se agarram a um tronco de árvore que encontram encalhado numa margem e descem o rio abraçados a ele.
E o filme acaba.
Bom, um fim um tanto estranho, né? Vamos levar em conta que nem dá pra ter certeza se o Manolo e a Susan sobreviveram, se lembrarmos que os pukas não ficavam só na montanha, mas sim espalhados pela ilha toda (o amuleto de osso que eles encontraram quando desembarcaram na ilha, que obviamente era um amuleto puka, mostra que eles iam até a praia mesmo). Então, se eles quisessem perseguir eles e matar, não teriam dificuldades em fazer isso.
A versão completa de La Montagna del Dio Cannibale filme tem 103 minutos. Mas pelo menos uns 15 ou 20 minutos poderiam ser reduzidos aí, porque o filme tem muitas cenas demoradas e muitas cenas desnecessárias também.
Por exemplo, ao longo do filme todo, aparecem cenas aleatórias de animais atacando um ao outro e comendo um ao outro. Pra quê mostrar isso no filme se isso nem tem nada a ver com a história?
E pra quem gosta, também tem bastante cena gratuita de mulheres mostrando as tetas. Inclusive a Ursula Andress, que interpreta a Susan.
Todas as cenas externas (ou seja, o filme quase todo) foram gravadas nas florestas do Sri Lanka. Aliás, apesar de ser um filme de terror, temos que admitir que conseguiram fazer cenas com algumas paisagens muito bonitas.
O filme foi escrito pelo Cesare Frugoni e dirigido pelo Sergio Martino.
Apesar de La Montagna del Dio Cannibale ser uma produção ítalo-cingalesa, o 1º país em que o filme foi exibido foi a Alemanha, em Maio de 1978. Na Itália, ele só foi lançado em Agosto do mesmo ano.
No Brasil, foi lançado com o título de A Montanha dos Canibais.
Na Inglaterra é que a coisa foi mais complicada, porque ele foi lançado e relançado algumas vezes e a cada vez tinha mais cenas cortadas e recebia um título diferente. Então, por lá ele se chamou Primitive Desires, Prisoner of The Cannibal God, Slave of The Cannibal God e The Mountain of The Cannibal God.
Lá vai o link pro trailer do filme, pra quem quiser ver:
http://www.youtube.com/watch?v=wNcusEfZY1Y
Fra tutti i film dell’orrore di cui ho parlato qui, c’è un sottogenere che non ho mai menzionato: i film di cannibali. Così, oggi parleremo un po’ di questo.
Si trata di un tipo di film dell’orrore che era molto comune negli anni 70, soprattutto nel Cinema Italiano. Questi film hanno cominciato a diventare più rari negli anni 80 e sono quasi scomparsi dopo questo.
Il tema era sempre lo stesso: un gruppo di europei o americani entrano in una foresta inesplorata di Sud America, Africa o Asia, dove sono perseguitati e/o catturati da una tribù di cannibali, che mangiano almeno 1 di loro.
Qualcuno sicuramente dirà:
“Ma questo è un film dell’orrore?”
Sì. Perché questi film quasi sempre hanno scene esplicite di omicidi brutali, di smembramenti e, ovviamente, di cannibalismo. Queste sono scene di un film dell’orrore, vero?
Probabilmente, questo tipo di film è stato quasi estinto nella fine degli anni 80 perché allora nessuno credeva più in una storia di questo genere. Oggigiorno è difficile immaginare una giungla così pienamente fitta e pensare che qualcuno andrà in là e incontrerà cannibali che vivono al 100% isolati dal resto del Mondo. Una storia dove il cattivo è un mostro soprannaturale è più credibile.
Inoltre, questi film avevano anche un tono un po’ offensivo contro alcuni paesi, perché mostravano direttamente o indirettamente che solo gli Stati Uniti e l’Europa sono “civilizzati”.
Personalmente, io non sono un fan dei film di cannibali. Non ho niente contro l’uso di questo tema. Semplicemente non mi piace.
Ma si tratta di un sottogenere che ha lasciato il suo segno nella Storia del Cinema Horror. Così, ho deciso di parlare di uno di questi film qui. Si trata di La Montagna del Dio Cannibale (1978).
Il film inizia mostrando un aereo arrivando a un aeroporto. L’immagine è in pausa e un piccolo testo appare sullo schermo dicendo che la Nuova Guinea è forse l’ultima regione della Terra che contiene ancora vaste aree inesplorate piene di mistero, dove la vita continua nelle sue condizioni più primitive. E il testo ci ricorda che oggigiorno, all’alba dell’Era Spaziale, sembra inconcepibile che meno di 20 ore da Londra c’è ancora un posto così selvaggio e immutato.
Il testo si conclude avvertendo che questo è ciò che vedremo in questa storia.
Il film va avanti, l’aereo atterra e una donna di nome Susan arriva. Ed è subito circondata da decine di giornalisti.
Suo fratello minore, di nome Arthur, la stava aspettando all’aeroporto e la porta al Consolato Britannico della Nuova Guinea. Loro parlano con il console e spiegano a lui cosa sta succedendo: Arthur è stato lì per 1 mese, in attesa del ritorno del marito di Susan, uno scienziato molto famoso che è andato in una spedizione nella Giungla di Marabata e dovrebbe esser tornato nella settimana che Arthur è arrivato... Ma l’uomo non è tornato e nessuno sa nulla di lui.
Arthur non l’ha segnalato alle autorità così in fretta perché suo cognato era in una spedizione clandestina. Il Governo della Nuova Guinea vieta gli stranieri di camminare attraverso quella parte della giungla. Ma anche così, hanno fatto alcune busche e non hanno trovato nulla. E per questo, Susan è venuta dell’Inghilterra per vedere cosa potrebbe fare.
Il console spiega a loro che non c’è niente ancora da fare, ma sembra dire a Susan e Arthur indirettamente che possono fare una busca per conto proprio: lui li consiglia di parlare con il Professore di Archeologia Edward Foster, che è un grande specialista nella Giungla di Marabata ed ha anche parlato a lungo con il marito di Susan diverse volte in passato.
Arthur stesso aveva già parlato con Edward prima. E così, vanno a casa sua, dove sono accolti dal professore. Ma un giovane di nome Asaro, che è una sorta di maggiordomo del professore, spende tutto il suo tempo a guardarli in modo strano.
Edward spiega a Susan che suo marito non ha mai rivelato a lui il motivo della sua spedizione nella giungla. Edward dice che quando si è offerto di andare con lui, l’altro semplicemente è andato via, dicendo qualcosa su come trovare un tesoro...
L’unica cosa che lui è riuscito a scoprire è che il marito di Susan voleva andare all’Isola di Roka. E così, Edward mostra a Susan un mappa della Giungla di Marabata, rivelando che rimane vicino al Mare. Lui mostra che questa Isola di Roka rimane 5 miglia dalla spiaggia ed al Nord-Ovest dell’Isola di Kar Kar.
L’Isola di Kar Kar esiste realmente nella vita reale. Ma l’Isola di Roka è un luogo immaginario al 100%.
Edward dice che è stato sull’isola 6 anni fa ed ha saputo che il punto più alto dell’isola è una montagna chiamata Ra-Ra-Me. Ma gli abitanti dell’isola non hanno il coraggio di andare nella montagna e a loro non piace nemmeno parlarne! E dopo questo, ha parlato dell’isola con il marito di Susan.
Edward spiega che il governo vieta agli stranieri di entrare nella giungla proprio per impedirli di andare all’isola e di salire sopra quella montagna: con così tanti tabù dei nativi contro Ra-Ra-Me, tutti hanno cominciato a credere che c’è qualche forza soprannaturale del male nella montagna. E lui dice che è andato nell’isola solo a causa di una tempesta che l’ha spinto lì mentre lui era in navigazione nelle vicinanze. Ma lui risponde evasivamente quando Susan chiede della sua permanenza lì.
Anche così, lei gli chiede di portarla nell’isola.
Loro prendono un elicottero e sorvolano la giungla fino al punto più vicino alla spiaggia, dove atterrano. Il pilota dice che non può andare oltre quel punto con l’elicottero. Se lo fa, attirerà l’attenzione della polizia forestale. Pertanto, loro dovranno camminare nella giungla per più di 1 settimana fino a raggiungere la spiaggia. Saranno guidati da un gruppo di nativi e Asaro sarà il loro leader.
Ad un certo punto, gli indigeni decidono di fare un rito religioso in cui vanno a uccidere e mangiare una lucertola.
Per filmare questa scena, loro hanno davvero ucciso una lucertola e l’hanno mangiata cruda!
Comunque sia, quando i nativi accendono un fuoco alla fine del rito, chiamano l’attenzione di un elicottero della polizia, che vola sopra loro.
I bianchi si nascondono nei cespugli. E quando il poliziotto in elicottero vede che ci sono soltanto nativi laggiù, non se ne cura e va via. Ma Arthur pensa che adesso sono stati scoperti. E così, distrugge il fuoco dei nativi e comincia a imprecarli. Edward arriva a difendere i nativi e i 2 uomini cominciano a combattere.
La lotta spaventa i nativi. Così la metà di loro va via correndo attraverso gli alberi. E adesso ci sono solo 4.
Arthur è un personaggio davvero odioso.
Dopo alcuni giorni, loro finalmente raggiungono la spiaggia, attraversano lo stretto in barca e arrivano all’isola. Loro trovano un coltello sulla sabbia che apparteneva al marito di Susan: così, non c’è dubbio che lui si trova sull’isola. Ma vicino al coltello, trovano uno strano amuleto di osso che Asaro riconosce e decide portare con sé. E da allora, possiamo vedere che lui e Edward hanno qualche sorta di segreto tra di loro...
Loro entrano nella foresta dell’isola e non si rendono conto di essere osservati da alcuni uomini misteriosi. Questi tipi hanno strane maschere rustiche e piccole ossa legate ai loro corpi. E tutti i loro corpi sono dipinti con cenere. Ma in questa isola ognuno capisce subito che non è così solo: si può sentire qualcuno facendo rumori in codice tra gli alberi, come se fosse un segnale a qualcun altro.
Asaro sembra riconoscere il segnale e guarda il suo amuleto. E alla stessa notte, mentre gli altri dormono, lui si alza, si allontana a pochi metri dal camp e incontra uno degli uomini che li stanno guardando. Possiamo vedere che uno sa chi è l’altro, ma non si vede cosa succede dopo.
La mattina dopo, gli altri vedono che Asaro è scomparso senza lasciare traccia. E anche se non riescono a capire come questo sia possibile, decidono di andare avanti.
Solo Edward comincia a capire cosa sta succedendo: lui sa che Asaro è il principe di un villaggio di cannibali. E ora ha trovato la sua gente!
La Montagna del Dio Cannibale (La Montaña del Dios Caníbal), de 1978, es una película de horror de canibales. Y nos muestra los ingleses Edward, Susan y Arthur caminando por una isla florestal de Nueva Guinea. Estan buscando el marido de Susan, que creen que está perdido allí.
Al cruzar un río, un cocodrilo come uno de los guías del grupo. Y un poco más tarde, otro guía se cae en una trampa llena de espinas y se muere.
En pánico, el último guía restante se va corriendo solo por la floresta. Edward y Arthur lo siguen, pero se olvidan de Susan...
Perdido entre los árboles, el guía regresa al lugar donde el otro había sido muerto en la trampa. Pero luego se ve que el cuerpo del otro ha desaparecido, dejando sólo una pierna amputada allí. Y segundos más tarde, ¡un indígena enmascarado llega y le corta la cabeza con un hacha!
Al mismo tiempo, otro enmascarado ataca a Susan. Pero cuando la va a matar con una lanza, un hombre blanco viene y sorprende al indígena con un disparo de escopeta, haciéndolo irse.
El dice que se llama Manolo. Y poco después, revela que vive en la isla hay 2 años como una especie de ermitaño, manteniéndose en contacto con las tribus pacíficas que viven allí. Y cuando Arthur y Edward regresan, Manolo les lleva a un pueblo de pescadores cerca.
Edward pasó por aquél pueblo cuando estuvo en la isla 6 años antes. Y conoce hasta mismo un cura que vive allí desde hace años, en la realización de una misión.
Mientras que hablan del indígena que atacó a Susan, Manolo dice que no era semejante a ningún otro nativo que ya hubiera visto antes. Y Edward le pregunta si el indígena había un hueso atado al brazo, al que la propia Susan dice que sí. Y entonces, Edward dice que era ciertamente un miembro de una tribu llamada Puka.
El cura parece querer convencer a todos allí que esto no es posible y dice que los pukas ya se han extinguido. Pero Edward revela que fue capturado por los pukas en la otra vez que estuvo en la isla.
El dice que los pukas tenían la intención de matarlo. Pero cuando vio que el hijo del jefe del pueblo estaba enfermo y que él llevaba consigo algún medicamento, pudo curar al niño. Y después de eso, decidieron no matarlo. Pero él continuó como prisionero en el pueblo. Hizo lo que pudo para escapar 3 ó 4 veces, pero siempre fue recapturado.
Un día, una tribu enemiga atacó a los pukas. Y mientras que todos los miembros del pueblo eran masacrados, Edward se aprovechó de la confusión y escapó. Y después de caminar por la floresta durante semanas, llegó a una playa de la isla, donde fue avistado por un barco que lo recogió.
Manolo explica a Susan que los pukas fueron los primeros habitantes de la isla y todos tenían miedo de ellos debido a la forma de vida prehistórica que seguían: ¡ellos tenían relaciones sexuales con animales, se alimentaban con animales vivos y (lo que más asustaba a todos) eran caníbales!
Las escenas que los muestran comiendo serpientes vivas son reales. Pero las escenas de canibalismo y bestialismo fueron solamente simuladas, es claro.
Como sea, fueron los pukas que dieron nombre a la montaña más alta de la isla: Ra-Ra-Me (que en su lengua significa “Montaña del Dios Antropófago”). Y es en esa montaña que, según los mitos locales, se queda el pueblo donde vive esa gente.
En la misma noche, Edward y Manolo ven a uno de aquellos enmascarados cerca del pueblo donde están. Pero él se escapa y desaparece en la floresta poco después.
Edward dice a Manolo que está seguro de que se trataba de un puka. Y luego le confiesa el resto de la experiencia que tuvo con esta tribu: obligaron a Edward a comer carne humana como condición para no matarlo. Y eso afectó profundamente a su aspecto psicológico y le dio ganas de volver algún día y acabar con todos los pukas. Y es por eso que aceptó acompañar a Susan y Arthur en esta expedición.
A partir del día siguiente, Susan empieza a hacer lo que puede para seducir a Manolo, diciéndole hasta mismo para irse a la montaña solamente con ella y olvidar los otros.
Aquí ya comenzamos a ver que hay algo extraño en esta historia: si ella se va allí propiamente para buscar a su marido, ¿por qué quiere seducir a otro hombre y llevarlo con ella en esta busca?
Bueno, al anochecer, una mujer del pueblo entra en la choza donde Arthur está durmiendo y se le ofrece a él sexualmente. Y poco después, llega su marido... Oh, ¡no! No es una escena de sexo grupal que vemos aquí. El marido solamente los mira, se va y se mata ahorcado en un árbol.
Extraño, ¿no? Muy bien: ellos son un pueblo de pescadores pacíficos. ¿Pero el hombre sería tan sumiso en esta situación?
Poco después, un puka invade la choza y hecha una lanza en contra de Arthur. Pero quien es golpeada y se muere es la mujer.
Edward oye los gritos, ve el puka que se escapa de la choza y lo persigue a través de los árboles. El puka ataca a Edward y le da un golpe en el muslo con su hacha. Pero él saca una pistola y mata al puka con 3 disparos. Y tomando la máscara del cuerpo del caníbal, ve quien era él...
A la mañana siguiente, mientras el cura entierra a los muertos, Edward revela a los demás una parte de la historia que había omitido: cuando dejó en pueblo de los pukas 6 años antes, llevó consigo el chico enfermo que había curado, llamado Asaro (al parecer, se utilizó del niño como rehén, si acaso algún puka hubiera sobrevivido y empezara a seguirlo). Y era él el caníbal a que mató anoche.
Puesto que en todas las veces que ellos vieron un puka cerca había siempre 1 solo y usaba siempre una máscara, Arthur llega a la conclusión que se trataba del mismo, es decir, de Asaro. Arthur supone que Asaro tenía la intención de evitar que los invasores entraran en su “tierra santa”, puesto que todos los otros pukas parecían haber sido muertos en la masacre mencionada por Edward y sus restos mortales ciertamente estaban todavía en los alrededores.
Como sea, Edward está ahora con su pierna lesionada. Y así, Susan cree que es mejor que él se quede en el pueblo y espere que los otros regresen de la montaña. Pero como el cura regresa, excomulga a los recién llegados y los expulsa del pueblo, alegando que fueron ellos los que trajeron todas aquellas desgracias.
En este punto, el cura muestra que el pueblo de pescadores y el pueblo de caníbales eran conscientes uno de la existencia del otro, pero habían convivido pacíficamente hasta ese momento.
Bueno, los 10 minutos que siguen son muy monótonos. Vemos a Edward, Manolo, Arthur y Susan caminando dolorosamente por la floresta, que ya empieza a tener el suelo inclinado, mostrando que ya han comenzado a subir por la montaña.
Al subir por una gran roca, Manolo y Susan siguen adelante. Y Arthur, al ver que Edward, todavía con la pierna herida, necesita ayuda para subir, simplemente se niega a darle la mano y lo hace caerse y morirse.
A pesar de estar enojado con Arthur, Manolo tiene todavía un dolor en el corazón porque Susan desea encontrar a su marido. Y así, decide seguir adelante con ella y Arthur.
Subiendo un poco más, ellos encuentran marcas de sangre fresca y restos de cadáveres humanos medio comidos dejados por el suelo. ¡Es la prueba definitiva de que todavía hay pukas y que ellos estan cerca!
De repente, Arthur se aleja de los demás, Susan va corriendo tras él y Manolo la sigue. Y cuando llega a ellos, ve que entraron en una cueva y empezaron a mover un detector de metales sobre las paredes. Y ahora están felices en ver que las paredes de la cueva son hechas de uranio puro.
En ese momento, revelan a Manolo que estaban solamente buscando el uranio que hay allí, porque sabían desde el principio que el marido de Susan también había ido allí para buscarlo.
Al ver lo que está acurriendo allí, Manolo decide irse, pero Arthur lo amenaza con un arma de fuego. Pero su alegría no dura mucho tiempo: él es asesinado por una lanza, mientras que varios pukas invaden la cueva e inmovilizan a Manolo y Susan con sus armas. Y después los llevan a otra cueva cerca, donde Susan verá lo que ocurrió con su marido...
The uncut version of La Montagna del Dio Cannibale is 103 minutes long. But at least 15 or 20 minutes of the film could have been reduced. Because the film has many tedious or just unnecessary scenes.
For example, throughout the entire film, we see random scenes of animals attacking each other and eating each other. Why using these scenes in this film if they have nothing to do with the story?
And (if you like it) there are lots of gratuitous scenes of women showing their tits. Including Ursula Andress (as the heroine/villainess Susan).
All the scenes filmed in the woods (and it includes almost the whole movie) were made in the forests of Sri Lanka. By the way, in spite of being a horror movie we have to admit it has some beautiful landscapes.
The film was written by Cesare Frugoni and directed by Sergio Martino.
In spite of being a Sri Lankan-Italian production, La Montagna del Dio Cannibale was 1st released in Germany. It was in May 1978. In Italy, the film was not released until August of that year.
Here in Brazil it was released as A Montanha dos Canibais (“The Mountain of the Cannibals”, in Portuguese).
In England things were more complicated: the film was released and released again for a few times and each time an increasing number of scenes were cut and the film got a different title. Then the English have called it Primitive Desires, Prisoner of The Cannibal God, Slave of The Cannibal God and The Mountain of The Cannibal God.
The film shows Susan walking across the jungles of a New-Guinean island where her husband disappeared almost 2 months ago. She and a guy named Manolo are captured by a cannibal tribe (the other members of her crew were killed by the cannibals or by natural disasters along the way). But only after 75 minutes of runtime we really see the cannibal tribe. They live inside a uranium cave.
Most of them don’t seem so scary. They wear very false gray wigs and spend all their time looking at Manolo and Susan like people from VERY small towns looking at someone who’s come from the “big city”. And there’s also another strange thing: in spite of all of them are painted with ashes, you can see that some of them are white!
Apparently, the director hired miscellaneously some extras to film this scene and their clothes were made anyway.
Well, let’s continue...
The cannibal king keeps a picture with him. And... Surprise! Susan and her husband are together in the picture! And then, the excited cannibal king carries Susan and Manolo to another side of the cave. So we finally understand what’s happening: Susan’s husband is there, rotting with a metal detector put in the left side of his chest.
While the cannibals tie Manolo and Susan, he tells her the cannibals are supposed to have killed her husband 1 month ago. But when they saw his metal detector beeping endlessly (don’t forget their whole cave is made of uranium) they understood the machine was actually his heart. So they haven’t eaten him because of that: if his heart is still working after his death, they think he must be an immortal god. And their culture was based exactly on an anthropophagus god.
And now the king can see Susan with his “god” at the picture. Then, he’s sure she is a goddess too. And then the women of the tribe take Susan to another part of the cave and dress her as a goddess.
At the same time, the other cannibals gut the corpse of Susan’s brother (they killed him some scenes ago) and cook him in a fire.
Anyway, when Susan is brought back already dressed as an anthropophagus goddess, the king offers her what they were eating. She eats her brother’s butt, intestines or whatever it is without offering any resistance. Manolo is surely far more disgusted than her. He even shouts to Susan in order to prevent her from eating that. And the cannibals hit him in order to stop him.
When Susan eats her brother’s... well, her brother’s piece, it causes a crazy orgy in the cave: the cannibals start masturbating and fucking to each other (and even to animals!) wildly. But no cock is shown in these scenes. Sorry...
They tie Susan to a kind of an altar as well as they did to her husband’s corpse. And later, while everybody goes to sleep, a young male cannibal tries to rape her.
The other cannibals listen to something and go to the altar to see what’s happening. They get the rapist and the king decides to castrate him as a punishment.
The castration scene is shown explicitly. But it has a really cheap effect. As you can see above, they put a fake genitalia on the actor’s true genitalia (pay attention and you’ll see his natural balls behind the fake ones) and we can see it’s made of some cheap material. Perhaps it would have been better if the camera wouldn’t have approached so much to the actor.
Well, minutes later, the king carries the rapist’s dead body to Susan. He sets her free and gives her a knife. And she understands he wants her to stab the rapist. But she actually gets this chance to kill the king with the knife.
Then the cannibals understand she isn’t a goddess who is there to bless them. They tie her back and go to sleep again.
By the way, this people do only 4 things: sleeping, fucking, killing and eating (and they do the 3 last ones to both humans and animals).
And another strange thing: they rarely speak. At most, their king says 1 word and the others repeat the same word.
Well, since Manolo and Susan’s arrival to the cave, there’s a cannibal dwarf who has bothered Manolo all the time. And now he goes to Manolo and starts torturing him with a spear. But Manolo is able to kick the dwarf making his head colliding against a stone and killing him... By the way, it’s an exaggerated scene: the guy’s head explodes and his brain almost jumps out from it!
Well, Manolo gets the spear and uses it to free himself from the ropes around him. He steals an ax from a sleeping cannibal, goes to where Susan is and frees her too. And then they run to the cave mouth, kill some cannibals who they meet in their way and pull into a river which they see outside the cave.
Some few other cannibals arrive and Manolo kills them with the ax.
After that, he and Susan hold a tree branch which they see on the river banks and use it as a buoy while they go down the river.
And the film ends.
It’s a strange end, isn’t it? By the way, we even can’t affirm Manolo and Susan have survived. Because when they arrived at the island’s beach, we already could see the cannibals used to go there. Then, they can go to any place on the island... Don’t forget there are some dozens of cannibals sleeping in the cave who will be very angry when they wake up and see their dinner has run away. And consequently, they can go after Manolo and Susan to kill (and eat) them with no difficulty.
You can click on the link above to watch the trailer.
Até!
Nenhum comentário:
Postar um comentário