Oi!!!
O site de utilidade pública que eu vou linkar aqui esse mês é o da Amicca, uma instituição especializada em cuidar de crianças com câncer. Lá vai:
http://www.amicca.org.br/site/index.htm
Bom, eu poderia até fazer o post de hoje em outras línguas também. Mas talvez o tema dele tenha mais a ver com a situação do Brasil atual, devido à reprise da novela O Clone.
Como a maioria de vocês devem saber bem, um dos temas principais abordados pela novela é o Islamismo. E como alguns personagens muçulmanos retratados ali talvez pareçam simpáticos ao público GLBT, isso pode até criar uma impressão de que, na maioria das vezes, vai ser possível haver uma convivência pacífica entre um gay e um muçulmano... Bom, eu não duvido que, em casos específicos, haja. Mas posso afirmar que, na maioria das vezes, é pouco provável que haja.
Agora, falando sobre pessoas mais influenciáveis, eu não duvido que alguns gays, por simpatia ou identificação com algum personagem visto na novela, acabe cogitando a ideia de se tornar muçulmano...
Bom, antes de tudo, quero lembrar que existem, sim, gays muçulmanos. No Super CECG&B eu até fiz um post uma vez sobre o El-Farouk Khaki, que é um gay muçulmano. Pra quem não viu, esse é o link:
http://centrogb.blogspot.com/2009/11/caminhada-de-um-muculmano-gay.html
Mas, não podemos negar que não é uma coisa muito comum de se ver, né? E eu suponho que um gay que queira ser muçulmano só vai conseguir fazer isso seguindo caminhos alternativos do Islamismo.
A meu ver, não é a religião mais indicada pra quem é gay ou bi. E nem é a religião mais indicada pra qualquer pessoa que pretende levar uma vida de paz, tolerância, ausência de violência e livre arbítrio.
O site de utilidade pública que eu vou linkar aqui esse mês é o da Amicca, uma instituição especializada em cuidar de crianças com câncer. Lá vai:
http://www.amicca.org.br/site/index.htm
Bom, eu poderia até fazer o post de hoje em outras línguas também. Mas talvez o tema dele tenha mais a ver com a situação do Brasil atual, devido à reprise da novela O Clone.
Como a maioria de vocês devem saber bem, um dos temas principais abordados pela novela é o Islamismo. E como alguns personagens muçulmanos retratados ali talvez pareçam simpáticos ao público GLBT, isso pode até criar uma impressão de que, na maioria das vezes, vai ser possível haver uma convivência pacífica entre um gay e um muçulmano... Bom, eu não duvido que, em casos específicos, haja. Mas posso afirmar que, na maioria das vezes, é pouco provável que haja.
Agora, falando sobre pessoas mais influenciáveis, eu não duvido que alguns gays, por simpatia ou identificação com algum personagem visto na novela, acabe cogitando a ideia de se tornar muçulmano...
Bom, antes de tudo, quero lembrar que existem, sim, gays muçulmanos. No Super CECG&B eu até fiz um post uma vez sobre o El-Farouk Khaki, que é um gay muçulmano. Pra quem não viu, esse é o link:
http://centrogb.blogspot.com/2009/11/caminhada-de-um-muculmano-gay.html
Mas, não podemos negar que não é uma coisa muito comum de se ver, né? E eu suponho que um gay que queira ser muçulmano só vai conseguir fazer isso seguindo caminhos alternativos do Islamismo.
A meu ver, não é a religião mais indicada pra quem é gay ou bi. E nem é a religião mais indicada pra qualquer pessoa que pretende levar uma vida de paz, tolerância, ausência de violência e livre arbítrio.
Caso isso pareça algum exagero da minha parte, eu selecionei 10 dos motivos que me permitem chegar a essa conclusão:1- O Islamismo é uma religião feita só pra quem é homem & hétero. Quaisquer outros tipos de ser humano, ou seja, os homens gays, os homens bis e as mulheres em geral são vistos como seres humanos de 2ª classe por essa religião. Por mais que os xeiques muçulmanos progressistas digam que não existem superioridade nem inferioridade nesse sentido, não é difícil ver que uma mulher muçulmana que passa por qualquer problema é sempre tratada com menos direitos do que um homem muçulmano que passa pelo mesmo problema. E os homens gays e bis simplesmente enfrentam uma tentativa de erradicação por parte dessa religião.
2- O que se espera de um muçulmano é que ele não tenha mentalidade própria: ele tem que pensar e agir de acordo com o que o Alcorão dita, sem discordar de nada do que tá escrito ali.
3- Todos os dias, por pelo menos 5 vezes, todo muçulmano tem que parar o que tá fazendo pra rezar virado pra Meca, não importa o que ele tenha que deixar de fazer pra fazer isso.
4- Um muçulmano, seja homem ou mulher, não pode mostrar as pernas. Pode passar pelo calor que for, mas tem que tá com as pernas cobertas até os calcanhares. E as mulheres, além das pernas, também têm que cobrir a cabeça.
5- Um muçulmano, seja homem ou mulher, não pode ter nenhum contato sexual com ninguém antes do casamento. Nem sequer com o próprio noivo ou com a própria noiva. Se isso acontecer, ele recebe algum castigo físico.
6- Quando acontece um casamento muçulmano, o homem é obrigado a trabalhar com a intenção de sustentar a esposa e a mulher é proibida de trabalhar e obrigada a aceitar o sustento do marido.
7- Um muçulmano é obrigado a dar razão aos pais mesmo que os pais estejam errados e obedecer os pais mesmo que os pais estejam errados.
8- Um muçulmano tem que considerar as pessoas que não são muçulmanas como coisas impuras, semelhantes a urina e fezes (se você tá duvidando dessa parte, é só fazer uma pesquisa sobre o aiatolá Ruhollah Khomeini pra ver que foi ele mesmo que ensinou isso).
9- Embora os muçulmanos digam que a religião deles prega o respeito a outras culturas e outras religiões, se a gente fizer uma pequena pesquisa sobre as ideias e as atitudes do Mahmoud Ahmadinejad, dá pra ver que não é assim que a coisa funciona na prática.
10- Embora os muçulmanos digam que a religião deles é contra o assassinato e o suicídio, não é difícil encontrar alguns milhões de exemplos de muçulmanos que mataram outras pessoas em atentados suicidas.
Bom, posto tudo isso, eu quero lembrar que não estou desestimulando ninguém que queira se converter ao Islamismo por vontade própria. Se é da forma que eu descrevi acima que você gosta de viver e se é da forma que eu descrevi acima que você gosta de ser tratado, vá em frente. Gosto é gosto. O que é de gosto é regalo da vida.
Além disso, eu, como pagão, não posso ser proselitista. Então, não posso tentar fazer uma pessoa sair de uma religião se ela tá nessa religião por vontade própria.
Mas, se você tem alguma intenção (ou talvez curiosidade) de virar muçulmano, primeiro leve tudo isso em conta. E se mesmo assim você decidiu seguir em frente, siga em frente.
Eu volto em Março. Até lá.













