sábado, 28 de abril de 2012

NÃO EXISTEM MUÇULMANOS GAYS?! AH, SEI...

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no ativista de Direitos Humanos iraniano Arsham Parsi.
Ele nasceu em Fars, em 20 de Setembro de 1980.
Quando percebeu que era gay, o Arsham não pôde falar com ninguém sobre isso, já que, no Irã, a homossexualidade costuma ser punida com a morte. E foi só quando tinha 15 anos que, através do contato com a Internet, ele pôde conversar abertamente com outras pessoas sobre o assunto. E pouco depois, começou a ajudar pessoas que passavam por problemas por não serem heterossexuais, como adolescentes gays que pensavam em se matar e, através de e-mails, eram confortados por ele e desistiam da ideia.
Devido à perseguição que todos os não-heterossexuais sofrem no Irã, ele manteve essas atividades no mais absoluto segredo em relação a todos que ele conhecia pessoalmente.
Em 2001, com 21 anos, o Arsham fundou o Rangin Kaman, um site voltado a princípio pra divulgação dos casos de violência contra pessoas não-heterossexuais no Irã. E em 2004, ele mudaria o nome do site pra Persian Gay and Lesbian Organization.
Em Março de 2005, ele percebeu que a polícia do Irã tava tentando localizar ele. E então, fugiu pra Turquia, onde ficou até Abril do ano seguinte.
Sem ter como voltar pro Irã, o Arsham tomou o rumo do Canadá, onde vive até hoje. E desde então, ele luta abertamente pelos direitos dos muçulmanos gays.
Ainda em 2006, ele mudou de novo o nome do site dele pra Iranian Queer Organization.
Em 2007, como vocês devem lembrar, o tirano do Irã Mahmoud Ahmadinejad declarou que não existem homossexuais no Islamismo.
Ou seja, de acordo com ele, o Abdellah Taïa não existe, o Adnan Ali não existe, o El-Farouk Khaki não existe, o Faisal Alam não existe, o Samir Bergachi não existe... Até o Califa Al-Hakam II não existiu, de acordo com esse porco ignorante!
Pouco depois, um dos aspones dele tentou botar panos quentes nas palavras dele. Mas não adiantou muita coisa, né? Só os puxa-sacos do porco é que tentaram confirmar esses panos quentes.
E o Arsham se manifestou contra essas declarações, evidentemente, se apresentando como uma das provas vivas de que existem gays que são muçulmanos e iranianos, por mais que certos ignorantes digam o contrário.
Em 2008, ele fundou outro site: o Iranian Railroad for Queer Refugees. Esse se empenha em encontrar lugares seguros pros não heterossexuais iranianos.
E aqui vai o link pro site oficial do Arsham:


Oggi parleremo un po’ dell’attivista per i Diritti Umani iraniano Arsham Parsi.
Lui è nato in Fars, il 20 Settembre 1980.
Quando Arsham ha capito che era gay, non ha potuto parlare con nessuno di questo, visto che in Iran l’omosessualità è spesso punibile con la morte. Così, soltanto quando aveva 15 anni, attraverso il contatto con l’Internet, ha potuto parlare apertamente con altre persone su di questo. E poco tempo dopo, lui ha cominciato ad aiutare le persone che avevano problemi perché non sono eterosessuali (per esempio, dei ragazzi gay che pensavano di uccidersi e lui riusciva a farli rinunciare a questa idea).
A causa della persecuzione che i non eterosessuali tutti quanti soffrono in Iran, lui ha continuato queste sue attività nel più assoluto segreto per tutti ciò che conosceva personalmente (le cose cambierebbero soltanto quando sarebbe andato a vivere in Canada).

En 2001, cuando Arsham tenía 21 años, fundó el Rangin Kaman, un sitio de Internet dedicado a la divulgación (denuncia, en verdad) de casos de violencia contra personas no heterosexuales en Irán. Y en 2004, él cambiaría el nombre de su sitio a Persian Gay and Lesbian Organization.
En Marzo de 2005, él se dio cuenta de que la policía de Irán estaba tratando de localizarlo. Y por cuenta de eso, huyó a Turquía, donde permaneció hasta Abril del año siguiente.
Sin tener condiciones de regresar a Irán, Arsham fue forzado a irse a Canadá, donde todavía vive. Y desde entonces, ha luchado abiertamente por los derechos de los musulmanes gays.
Todavía en 2006, él cambiaría otra vez el nombre de su sitio. El nuevo nombre sería Iranian Queer Organization.

In 2007, the tyrant of Iran Mahmoud Ahmadinejad stated that there are no homosexuals in Islam.
Then, according to him, Abdellah Taïa doesn’t exist, Adnan Ali doesn’t exist, El-Farouk Khaki doesn’t exist, Faisal Alam doesn’t exist, Samir Bergachi doesn’t exist... Caliph Al-Hakam II has never existed!
A little later, one of his “slaves” tried to convince people he was misunderstood when said that... Does anybody believe it? I mean, except for the tyrant’s ass-kissers, surely.
Of course Arsham spoke out against these statements. Anyway, he himself is living proof that there are gays who are muslims and/or Iranians.
He founded a new website in 2008: Iranian Railroad for Queer Refugees. It seeks safe havens for LGBT people both within and without Iran.
You can click on the link above to visit Arsham’s official website.

Eu volto em Maio. Até lá!

quinta-feira, 26 de abril de 2012

PARABENIZANDO A AMBEV E TIRANDO ALGUMAS DÚVIDAS



Oi!!!

O post de hoje vai ser só em Português, porque é voltado pra mais uma situação específica do Brasil.
Vocês já devem ter visto o comercial da AMBEV, transmitido por (acredito que) todos os canais de TV aberta do Brasil.
Se você não viu, dê uma clicada nesse link:


Como vocês viram, a AMBEV defende o consumo de bebida alcoólica por pessoas adultas. Mas deixa claro que bebida alcoólica é proibida pra menores.
Então, quero dar meus parabéns aos responsáveis pelo comercial. E tenho que dizer que seria ótimo se as demais instituições se preocupassem em transmitir a mesma mensagem com mais frequência.
Eu concordo e assino embaixo que um menor não pode consumir esse tipo de bebida, como concordo e assino embaixo que adultos, por serem adultos, têm o direito de consumir (evidentemente, dentro dos limites do bom senso, da civilização e do autocontrole).
Aproveito pra dizer que os meus 18 anos já vão longe (vou fazer 37 esse ano) e NÃO TENHO O HÁBITO DE CONSUMIR BEBIDA ALCOÓLICA. Mas defendo o direito de qualquer pessoa adulta consumir (repito: dentro dos limites do bom senso, da civilização e do autocontrole).
Aproveito mais ainda a oportunidade pra dizer que não fumo cigarros (lícitos) nem uso drogas ilícitas.
Agora imaginem se algum pentecostal ler essas últimas frases, hein!rsrsrs Pentecostais, que gostam de transmitir a ideia de que TODOS os seres humanos que não fazem parte da igreja deles são bêbados, fumantes e drogados... Ver alguém que não é da igreja deles e não faz nada disso deve ser uma facada no estômago!
E no meu caso, que sou candomblecista, deve ser uma facada no estômago com uma faca quente e rodando a faca de um lado pro outro lá dentro, já que pentecostais costumam passar a imagem de que candomblecistas vivem bêbados, fazem orgias sexuais no meio de rituais satânicos, fazem sacrifícios humanos diante de estátuas do diabo e por aí vai.
Se você está duvidando que os pentecostais descrevem os candomblecistas fazendo coisas desse tipo, dê uma passeada aí por meia dúzia de sites pentecostais que você já vai encontrar esse tipo de informação sendo transmitido. Ou então entre pessoalmente em alguma igreja pentecostal, daquelas mais “populares”, e pergunte a meia dúzia de pessoas lá dentro quais são as informações que eles têm sobre quem é candomblecista.
Bom, vou linkar uns posts aqui que talvez esclareçam algumas coisas pra quem não é pentecostal. Por exemplo, os protestantes das igrejas mais antigas (“protestantes tradicionais”, como eles gostam de ser chamados), vão obter algumas informações talvez importantes vendo esses posts. Mas não vou convidar pentecostais pra verem esses posts porque a maioria deles nem vão entender o que é dito lá.
Esse post explica a questão das lendas sobre sacrifícios humanos no Candomblé:


Esse explica a questão das estátuas do diabo em alguns rituais ligados ao Candomblé (ou, mais comumente, ligados à Umbanda):


E quanto às orgias sexuais, se tem candomblecistas que praticam, eles praticam por vontade própria: não há nenhum dogma do Candomblé que mande ninguém fazer surubas nem adjacências. Mas, se você quiser conhecer melhor os dogmas do Candomblé sobre comportamento sexual (pelo menos na Tradição Queto, da qual eu faço parte), pode dar uma clicada nesse outro link:


Dúvidas? Se ficou alguma coisa mal explicada, podem deixar perguntas no box dos comentários, como sempre.

Bom, até mais!

terça-feira, 24 de abril de 2012

O 2º RANGER PRETO E VERDE

Oi!!!

Esse mês eu vou adiantar o post de utilidade pública, que geralmente posto no final do mês. Acontece que, visitando o blog do nosso amigo Iziel Albuquerque, encontrei ele divulgando um pedido de ajuda do jovem Oziel de Oliveira, que perdeu uma parte do rosto devido a uma doença somada a uma rejeição que sofreu depois de uma cirurgia. E ele tá exatamente a procura de ajuda pra reconstruir o rosto.
Então, o site que vou linkar esse mês é o site dele, pra quem puder ajudar. Lá vai:


Bom, hoje a gente vai rever um ator que trabalhou nas primeiras temporadas de Power Rangers e ainda voltou ao seriado mais tarde pra fazer algumas participações especiais: o ator, diretor, dublador, cantor e guitarrista estadunidense Johnny Yong Bosch.
Já fiz um post sobre ele uma vez no CECG&B. Mas, como aconteceram novidades de lá pra cá, vamos ver um post atualizado sobre ele:
John Jay Bosch nasceu no Missouri, em 06 de Janeiro de 1976.
Ele, o irmão e as 2 irmãs dele são filhos de pai estadunidense e mãe coreana.
Logo depois que o John nasceu, a família se mudou pro Texas, onde ele estudou Shaolin Kung Fu.
Em 1991, ele estreou como ator falando Japonês na minissérie nipo-estadunidense Koko wa Greenwood. E ali ele adotou o nome artístico de Kevin Hatcher.
No final de 1993, o professor do Kevin mostrou a ele um artigo num jornal que anunciava que a produção de Power Rangers tava procurando atores pra participarem da 2ª temporada do seriado, que seria gravada no ano seguinte. E o Kevin se inscreveu lá, entrando no seriado no ano seguinte, com o personagem Adam.
Então, ele resolveu mudar o nome artístico: virou Johnny Yong Bosch.
Pouco depois disso, o Walter Emanuel Jones, que interpretava o ranger preto, saiu do seriado. E o personagem do Johnny substituiu o dele, como novo ranger preto.
O Walter não participou do capítulo em que foi feita a substituição. E pra fazer a cena, foram usadas algumas imagens de footage dele combinadas com cenas de um dublê de costas. E aqui vai o link de um post sobre o Walter:


Com 1, 78m de altura e um tipo físico oriental, o Johnny se enquadrou bem no seriado.
Em 1995, ele teve no cinema, interpretando ainda o Adam em, Mighty Morphin Power Rangers: The Movie.
Naquele ano também foi feita a 3ª temporada do seriado. Mas como no final dessa temporada tinha se percebido uma queda meio preocupante na audiência, os diretores e produtores resolveram fazer algumas mudanças no visual do seriado na 4ª temporada, que seria gravada em 1996. O Johnny continuou lá, interpretando o mesmo personagem, só que com outra cor: ele deixou de ser o ranger preto e passou a ser o verde.
Em 1997, ele teve no filme Turbo: A Power Ranger Movie. Só que o resultado financeiro não foi muito bom... Enquanto o retorno do 1º filme tinha sido de U$ 30.000.000,00 no mesmo ano, esse 2º não passou dos U$ 8.000.000,00. Só quando o filme saiu em DVD e VHS é que teve um retorno maior.
Bom, logo depois do filme, começou a 5ª temporada de Power Rangers, quando o personagem do Johnny até ganhou um pouco mais de destaque do que antes. Mas, poucas semanas depois disso, os produtores do seriado decidiram substituir 4 dos atores principais (entre eles o Johnny) por outros 4 mais jovens!
O motivo disso nunca ficou muito claro... Mas o que costuma se contar é que, dali pra frente, os atores que já tavam no seriado iam começar a ficar meio velhos pra interpretar rangers (que, até aquela época, eram sempre personagens adolescentes, né?). Mas os atores que entraram eram pouquíssimo mais jovens do que os que tavam saindo, o que parece contradizer essa explicação.
Mas enfim: ficou decidido que eles só ficariam até a metade daquela temporada. E quando o personagem do Johnny saiu, deixou o cargo de ranger verde pro personagem do Roger Velasco (que é só 1 ano mais jovem do que ele!). Aliás, aqui vai o link prum post sobre o Roger:


No ano seguinte, o Johnny fez uma participação em 1 capítulo da 6ª temporada do seriado, interpretando o mesmo personagem.
Depois disso, ele investiu basicamente na carreira de dublador. Mas sem deixar de trabalhar como ator.
Em 2003, o Johnny se casou com a namorada Amy. E eles tão juntos até hoje e tiveram 1 filha em 2010.
Ainda em 2004, ele trabalhou como dublador em outra minissérie nipo-estadunidense: Cossete no Shozo. E dessa vez ele assinou de novo o antigo nome artístico de Kevin Hatcher. Eu acho que esse ficou sendo o nome artístico dele no Japão, né?
No ano seguinte, o Johnny começou a escrever, produzir e dirigir o filme Stray (a estréia dele como produtor e roteirista).
Em 2007, ele voltou a Power Rangers pra fazer outra participação especial, interpretando o mesmo personagem.
Ele teve até agora 32 trabalhos como ator no cinema e televisão, 74 como dublador e 3 como diretor.
O Johnny também investiu na carreira de cantor e guitarrista, formando a banda de rock Eyeshine.
Como até hoje ele é frequentemente convidado pra participar de eventos ligados a Power Rangers (afinal, ele é um dos atores que ficaram no seriado por mais tempo), ele se apresentou com a banda dele várias vezes nesses eventos.

Hoy hablaremos un poquito de otro actor de las primeras temporadas de Power Rangers: el actor, doblador, director y músico estadounidense Johnny Yong Bosch, que nació en Missouri, el 06 de Enero de 1976, con el nombre de John Jay Bosch.
El, su hermano y sus 2 hermanas son hijos de padre estadounidense y madre coreana.
La familia se fue a vivir en Texas, donde John estudió Shaolin Kung Fu.
El empezó su carrera de actor en 1991, en un serial de Estados Unidos y Japón llamado Koko wa Greenwood. Y usó entonces el apodo artístico de Kevin Hatcher.
En 1993, el supo por su profesor que los productores de Power Rangers querían nuevos actores para la segunda temporada del serial, que sería en 1994. Y Kevin se inscribió para irse al serial, ganando el personaje Adam. Y cambió su apodo artístico para Johnny Yong Bosch.
Cuando Walter Emanuel Jones, que actuaba como el ranger negro, dejó Power Rangers, en aquél mismo año, Johnny lo substituió con su personaje.
Puedes clicar sobre el segundo enlace arriba para ver un post que habla de Walter.

Nel 1995, Johnny è stato in Mighty Morphin Power Rangers: The Movie. E dopo questo, lui era nel terzo anno di Power Rangers. 
Nel 1996, è cominciato il quarto anno. Ed allora c’era bisogno di avere qualche tipo di cambiamento, perché la parte più grande dei telespettatori cominciava a andare via dall’altro anno. E Johnny, che era il ranger nero dello show, è diventato il ranger verde.
Nel 1997, lui è stato nel film Turbo: A Power Ranger Movie. Ma il ritorno finanziario di questo film (U$ 8.000.000,00) è stato molto inferiore a quello del primo film (U$ 30.000.000,00). Solo quando ci sono stati i DVD e VHS del film loro hanno avuto un po’ di più.
Dopo questo film, è cominciato il quinto anno di Power Rangers. Ma dopo alcune settimane, Johnny e 3 altri attori hanno saputo che dovevano lasciare lo show, perché 4 attori più giovani dovevano venirci!
Non si sa chiaramente perché questo è successo. Ma si dice che il direttore già gli vedeva come un po’ vecchi per essere rangers. Però i 4 nuovi attori non eranno così più giovani di loro... Anche Roger Velasco, che è diventato il nuovo ranger verde, è solo 1 anno più giovane di Johnny!
Potete cliccare sul terzo link sopra per vedere un post che parla di Roger.

Johnny was in Power Rangers as Adam from the 2nd to the 5th season of the show. And he would be there again in the 6th Power Ranger season (1998). This time he was a special guest in only 1 episode.
After that, he basically continued his career as a voice actor. But also as an actor, of course.
In 2003, Johnny married his girlfriend Amy (she gave birth to his daughter in 2010). And the next year he would be as a voice actor in Cossete no Shozo, as Kevin Hatcher (his Japanese artistic name).
In 2005, Johnny started working in his masterpiece: Stray. He was there as an actor, director, producer, and scriptwriter. By the way, it’s his 1st time as a producer and scriptwriter.
He was back in Power Rangers in 2007 as a special guest (portraying Adam again).
To now, he’s been a cinema and TV actor for 32 times, a voice actor for 74 times, and a director for 3 times.
After that Johnny worked basically as a singer and guitarist at the rock band Eyeshine.
Johnny has often been seen in many Power Rangers events (don’t forget he’s one of the actors who acted as rangers for longest). And he and his band presented in these events frequently.

Até mais!

domingo, 22 de abril de 2012

OSSÃE e OTIM

OSSÃE

Essa é uma das divindades de sexo indefinido, que se apresenta às vezes como um deus masculino, outras vezes como uma deusa feminina.
As pesquisas sobre a origem de Ossãe parecem mostrar que ele/ela é um vodun proveniente de Daomé. Mas o culto dele/dela não demorou a chegar a Oió, onde ele/ela passou a ser considerado/considerada um orixá.
Ele/ela é basicamente o/a deus/deusa das ervas medicinais e se volta pra cura das doenças e dos ferimentos.
Embora Obaluaiê também seja visto como um deus curandeiro, o que os poderes dele controlam é o ciclo de início, meio e fim das doenças. Enquanto os poderes de Ossãe se voltam especificamente pra cura.
Só Ossãe conhece todas as propriedades de cada vegetal. Por isso, nenhum ritual do Candomblé que envolva vegetais pode ser feito sem se fazer louvor a ele/ela (mesmo que o ritual não tenha nada a ver com cura).
Ele/ela é sempre acompanhado/acompanhada por uma divindade chamada Aroni, igualmente de sexo indefinido, que serve a Ossãe em tempo integral.
Os melhores momentos pra invocar Ossãe são o período de lua-crescente e o 1º dia de Primavera (quando as energias de desenvolvimento estão fluindo com mais força na Natureza).
As melhores oferendas pra ele/ela são folhas, que devem ser deixadas nas florestas (preferencialmente em partes bem isoladas das florestas). E no momento da oferenda, deve se fazer louvor em 1º lugar a Exu, em 2º lugar a Aroni e só em 3º lugar a Ossãe.

Ozain is one of the deities indefinitely gendered. Sometimes he is a male god, sometimes she is a female goddess.
Researches on his/her origins apparently show us he/she is a vodun from Dahomey. But his/her worship soon arrived at Oyo. And since then he/she is seen also as an orisha.
He/she is basically the god/goddess of herbal medicine and cures diseases and injuries.
Babalu Aye is also seen as a god who cures diseases. But his powers actually control the cycle of beginning, middle and end of diseases. On the other hand, Ozain’s powers control specifically the cure.
Only Ozain knows all the characteristics of each plant. Therefore, no candomblecist ritual involving plants may be done without worshipping him/her.
A deity named Aroni always stays on Ozain’s side in order to serve him/her. He/she is also indefinitely gendered.
The best moments to worship Ozain are the crescent-moon period and the 1st day of Spring (when the energies of development are flowing more strongly in Nature).
The best offerings for him/her are leaves and they have to be left in forests (preferably in the densest part of the forests). And when you do that first you have to praise Eshu, then you have to praise Aroni, and finally you may praise Ozain. 

Osaín es una de las deidades de sexo indefinido. A veces es un dios masculino, otras es una diosa femenina.
Las investigaciones sobre sus orígenes, al parecer, nos muestran que es un vodun de Dahomey. Pero su culto pronto llegó a Oyo y, desde entonces, se lo ven también como un orisha.
El/ella es, básicamente, el/la dios/diosa de la medicina herbaria y es con esto que cura las enfermedades y lesiones.
Babalú Ayé es también visto como un dios que cura las enfermedades, pero sus poderes, en verdad, realmente controlan el ciclo de inicio, medio y final de las enfermedades. Por otro lado, los poderes Osaín controlan específicamente la cura.
Sólo Osaín conoce todas las características de cada planta. Por lo tanto, no se puede hacer ningún ritual candomblecista donde hay la participación de plantas sin adorar ese/esa dios/diosa.
Una deidad llamada Aroni siempre se queda en el lado de Osaín, a fin de servir a él/ella. Es otra divinidad sin sexo definido.
Los mejores momentos para adorar a Osaín son el periodo de luna creciente y el primer día de Primavera (cuando las energías de desarrollo están fluyendo con más fuerza en la Naturaleza).
Las mejores ofrendas para él/ella son las hojas, que tienen que ser dejadas en las florestas (preferiblemente en las partes más densas de las florestas). Y si lo haces, hay que hacer adoración a Eshu, después hay que hacer adoración a Aroni y finalmente se puede hacer adoración a Osaín.

Ossaim è una delle divinità di sesso indeterminato. A volte è un dio maschile, a volte è una dea femminile.
Le ricerche sulle sue origini ci mostrano che lui/lei viene da Dahomey: è un vodun. Ma il suo culto è ben presto arrivato a Oyo. E da allora, lo vedono anche come un oriscià.
Lui/lei è fondamentalmente il/la dio/dea della medicina a base di erbe e così cura le malattie e le lesioni.
Si vede anche Babalù Ayé come un dio che cura le malattie. Ma i suoi poteri in realtà controllano il ciclo di inizio, metà e fine delle malattie. D’altro canto, i poteri di Ossaim controllano specificamente la cura.
Solo Ossaim conosce tutte le caratteristiche di ogni pianta. Pertanto, non si può fare nessun rituale candomlecista legato alle piante senza adorare a lui/lei.
Una divinità chiamata Aronì rimane sempre accanto a Ossaim al fine di servire a lui/lei. E anche Aronì ha il sesso indeterminato.
I migliori momenti per adorare Ossaim sono il periodo di luna crescente e il primo giorno di Primavera (quando le energie di sviluppo scorrono più forte in Natura).
Le migliori offerte per lui/lei sono foglie, che devono essere lasciate nelle foreste (preferibilmente nelle parti più dense delle foreste). E se tu lo fai, devi fare adorazione prima a Eshu, dopo a Aronì e finalmente a Ossaim.
OTIM

Essa é a deusa do Rio Otim, na Nigéria.
Pouco cultuada no Brasil, Otim é mais lembrada nos grupos de Candomblé do Rio Grande do Sul.
Não consegui localizar nenhum mito original africano reconhecido pelo Pierre Verger que mencione essa deusa. Mas, na Tradição Queto, ela só é cultuada junto com Oxóssi e, em alguns grupos do Candomblé, é considerada esposa dele.
Sendo Oxóssi um deus da caça, e consequentemente responsável pela alimentação, Otim acabou sendo vista como uma deusa da alimentação. E é por motivos ligados à alimentação que ela deve ser invocada.
Os melhores lugares pra deixar as oferendas dela são os rios, já que ela é, em sua origem, a deusa de um rio.
A melhor oferenda pra Otim é qualquer animal morto, como representação da caça. Mas vamos lembrar que não é conveniente matar um animal, sendo preferível comprar o animal já morto num açougue, aviário ou mercado. E antes de usar como oferenda, deve se limpar o animal, tirando qualquer objeto sintético preso a ele.
Os melhores momentos pra invocar essa deusa são o período de lua crescente e o 1º dia de Primavera (quando as energias de desenvolvimento estão fluindo com mais força na Natureza).

Otim is the goddess of the Otim River, in Nigeria.
Her worship is rare in Brazil, except in Rio Grande do Sul.
I’ve found no African myth recognized by Pierre Verger mentioning this goddess. But in Queto Tradition she is worshipped only alongside Oxossi. And in some groups she is seen as his wife.
Oxossi is connected to alimentation because he’s the god of hunt. Then, Otim is seen as a goddess of alimentation. And she has to be worshipped in this way.
The best places to leave her offerings are rivers, because she’s originally the goddess of a river.
Dead animals are the best offerings for Otim because they’re hunt. But let’s remember that killing an animal is inappropriate. It’s better buying the animal dead at a market. And you also have to remove any man-made object which comes in it.
The best moments to worship this goddess are the full-moon period and the 1st day of Spring (when the energies of development are flowing more strongly in Nature). 

Otim es la diosa del Río Otim, en Nigeria.
Su culto es poco común en Brasil, salvo en Rio Grande del Sur.
No he encontrado ningun mito africano reconocido por Pierre Verger que mencione esta diosa. Pero, en la Tradición Queto, ella recibe culto sólo al lado de Oshosi, siendo vista como su esposa en algunos grupos del Candomblé.
Oshosi es relacionado con la alimentación, puesto que es el dios de la caza. Así, Otim es vista como una diosa de la alimentación. Y es por este motivo que los humanos deben llamarla.
Los mejores lugares para dejar sus ofrendas son los ríos, puesto que ella es originalmente la diosa de un río.
Los animales muertos son las mejores ofrendas para Otim porque ellos son caza. Pero recordemos que matar a un animal no es adecuado. Es mejor comprarlo ya muerto en un mercado. Y también hay que eliminar cualquier objeto hecho por manos humanas que viene en el cuerpo del animal.
Los mejores momentos para adorar a esa diosa son el periodo de luna creciente y el primer día de Primavera (cuando las energías de desarrollo están fluyendo con más fuerza en la Naturaleza).

Otim è la dea del Fiume Otim, in Nigeria.
Il suo culto è raro in Brasile, eccetto in Rio Grande do Sul.
Non ho trovato nessun mito africano riconosciuto da Pierre Verger menzionando questa dea. Ma nella Tradizione Queto, l’adorano solo accanto a Ochosi, che alcuni gruppi del Candomblé vedono come suo marito.
Ochosi è collegato all’alimentazione perché è il dio della caccia. Poi, vedono Otim come una dea dell’alimentazione. E lei deve esser adorata in questo modo.
I migliori posti per lasciare le sue offerte sono i fiumi, perché lei è in origine la dea di un fiume.
Gli animali morti sono le migliori offerte per Otim perché sono caccia. Ma ricordiamo che uccidere un animale non è appropriato. È meglio comprarlo già morto in un mercato. E c’è bisogno di rimuovere qualsiasi oggetto artificiale che viene legato al corpo dell’animale.
I migliori momenti per adorare questa dea sono il periodo di luna crescente e il primo giorno di Primavera (quando le energie di sviluppo scorrono più forte in Natura).

sexta-feira, 20 de abril de 2012

HÁ UMA MENSAGEM SUBLIMINAR NESSE QUADRO?

Oi!!!

O quadro do qual a gente vai falar esse mês é Nascita di Venere (“O Nascimento de Vênus”), pintado pelo Sandro Botticelli entre 1482 e 1485.
O quadro tem 1, 72m de altura e 2, 78m de largura. E atualmente se encontra em exposição na Galleria degli Uffizi, na Itália.
Bom, o que o quadro mostra é basicamente uma passagem do mito sobre o nascimento da deusa grega Afrodite (que foi sincretizada com a deusa romana Vênus por volta do século II a.C.).
De acordo com a Mitologia Grega, pouco depois do início do Mundo, o titã Cronos se revoltou contra o deus Urano, que então reinava sobre tudo o que existia. E quando Urano menos esperava, o titã cortou-lhe os testículos com um golpe de foice. E fez isso com tanta força que, com o impacto do golpe, os testículos do deus saíram voando pelos ares até que caíram no Mar.
Ao longo do tempo, o esperma que tinha dentro dos testículos foi vazando e se misturando com as ondas do Mar, até que essa mistura assumiu uma forma sólida: uma grande concha de pérola. Mas quando essa concha se abriu, de dentro dela não saiu uma pérola gigante, e sim a deusa Afrodite.
A deusa já nasceu adulta e foi surfando sobre a sua concha, enquanto era empurrada pelo vento oeste na direção das ilhas do Mar Egeu, onde encontrou as Horas, deusas do tempo. E essas vestiram Afrodite e conduziram ela até o Olimpo, pra ser apresentada aos outros deuses e deusas.
Então, o que o quadro mostra é exatamente o momento da chegada da deusa a uma ilha do Egeu.
Na extrema esquerda do quadro, vemos Zéfiro, o deus do vento oeste, abraçado com a esposa dele, Clóris, a deusa da Primavera (vejam que Zéfiro vem soprando o ar do Oeste pro Leste, enquanto Clóris vem espalhando flores pelo ar).
No centro do quadro (numa óbvia posição de destaque), Afrodite se prepara pra desembarcar da concha.
E à extrema direita, de pé na praia, uma das Horas aproxima um manto de Afrodite, pra vestir a deusa.
A fisionomia espantada de Clóris e a fisionomia séria de Zéfiro, somadas ao excesso da roupa da outra deusa, deixando só a cabeça, as mãos e os pés de fora, acabaram levando alguns historiadores a fazerem uma nova interpretação do quadro, entendendo que ele passa uma mensagem subliminar...
Antes de mais nada, vamos lembrar que a mentalidade do Helenismo é que o que é bonito deve ficar exposto e o que é feio deve ficar coberto. Mas a mentalidade do Catolicismo é que o que é assexuado deve ficar exposto e o que é sexual deve ficar coberto.
A hora que está na praia, com seu excesso de roupa, estaria representando o Catolicismo, que, ao ver Afrodite completamente nua, correu pra cobrir o corpo dela (vejam que a personagem retratada no quadro não parece estar preocupada com NADA além de cobrir nudez da deusa).
A irritação de Zéfiro e o espanto de Clóris seriam causados por verem esse triunfo da mentalidade católica sobre a mentalidade helena.

The picture above (The Birth of Venus) shows us a moment of the myth about the birth of the Greek goddess Aphrodite (she was associated to the Roman goddess Venus in the 2nd century B.C.).
According to Greek Mythology, shortly after the start of the World, the Titan Cronos rebelled against the top god Uranus. And when Uranus least expected, the titan cut off his testicles with a blow of a scythe. And he did it so strongly that the impact of the blow caused the testicles to fly through the air until falling into the Sea.
Over time, the sperm which was inside the testicles left them and mixed itself with the sea waves. And then they gave birth to a huge shell pearl. Anyway, there wasn’t a pearl inside that shell. When it opened itself, Aphrodite showed herself to the World.

Il dipinto di cui parleremo questo mese è Nascita di Venere, fatto da Sandro Botticelli tra il 1482 e il 1485.
Il telaio ha 172 centimetri di altezza e 278 centimetri di larghezza. Ed è attualmente in mostra presso la Galleria degli Uffizi.
Il dipinto ci ricorda il mito della dea Afrodite, che dopo esser nata (già adulta), ha navigato con la sua conchiglia verso le isole del Mar Egeo, mentre era spinta dal vento ovest. E lei ha trovato le Ore, le dee del tempo, che hanno vestito Afrodite e l’hanno portata all’Olimpo per presentarla agli altri dei e dee. Quindi, ciò che il dipinto mostra è esattamente il momento dell’arrivo della dea su un’isola dell’Egeo.
All’estrema sinistra della foto, vediamo Zefiro, il dio del vento ovest, insieme a sua moglie, Cloris, la dea della Primavera (vedi che Zefiro soffia l’aria dall’Ovest verso l’Est, mentre Cloris sta spargendo fiori in aria), allo stesso tempo che Afrodite lascia la sua conchiglia alla spiaggia dell’isola.

La cara asustada de Cloris y la cara furiosa de Céfiro, junto al exceso de ropa de la diosa hora vista llegando para vestir Afrodita en el cuadro arriba (podemos ver solamente su cabeza, manos y pies) han llevado a algunos historiadores a hacer una nueva interpretación de la imagen, entendiendo que es en verdad un mensaje subliminal...
Antes que todo, recordemos que la mentalidad del Helenismo es que lo que es bello debe ser expuesto y lo que es feo debe ser cubierto. Pero la mentalidad del Catolicismo es que lo que es asexual debe ser expuesto y lo que es sexual debe ser cubierto.
Así, la hora que es vista llegando por la derecha, con su exceso de ropa, sería una representación del Catolicismo. Y cuando ve Afrodita totalmente desnuda, va rápidamente a cobrirla (puedes ver que el personaje representado en la tabla no parece preocupado por nada, sino para cubrir la desnudez de la diosa).
La irritación de Céfiro y el asombro de Cloris al verlo serían causados por cuenta de este triunfo de la mentalidad católica sobre la mentalidad helena. 

Até mais!

quarta-feira, 18 de abril de 2012

A CONTINUAÇÃO DOS ‘JETSONS’ QUE NÃO FOI CONTINUAÇÃO

Oi!!!

Hoje a gente vai lembrar aqui de outra produção dos anos 70: o seriado Partridge Family 2200 A.D., lançado no Brasil com o título de A Família Dó Ré Mi.

O que talvez seja mais curioso nesse seriado é que ele é o resultado da junção dos pedaços de vários seriados diferentes. Vamos ver passo a passo:
Em 1970, foi lançado nos Estados Unidos um seriado com atores de carne e osso chamado The Partridge Family, que no Brasil também foi lançado como A Família Dó Ré Mi.
O seriado tinha como tema um grupo musical formado pela Família Partridge: a mãe Shirley; os filhos Chris, Danny e Keith; e as filhas Laurie e Tracy. Além do empresário Reuben.
O seriado fez sucesso e a Hanna-Barbera Productions decidiu lançar um desenho com os mesmos personagens. Mas fez isso de uma forma não muito convencional...
Em 1973, foi lançado pela Hanna-Barbera o seriado Goober and The Ghost Chasers (Goober e Os Caçadores de Fantasmas). E decidiu aproveitar a oportunidade pra inserir nele, como personagens fixos secundários, alguns membros da Família Partridge: o Danny, a Laurie, o Chris e a Tracy.
Aliás, podem clicar nesse link pra ver um post sobre Goober:

http://centrogb.blogspot.com.br/2010/01/versao-invisivel-do-scooby-doo.html

Ao mesmo tempo em que Goober era produzido, a Hanna-Barbera teve a ideia de lançar uma continuação de The Jetsons, que tinha sido lançado em 1962.
A intenção era mostrar a Família Jetson entre 5 e 10 anos depois dos eventos mostrados no seriado de 1962. Mas, embora a Hanna-Barbera já tivesse com o roteiro dessa nova fase do seriado pronto, os produtores não gostaram da ideia, preferindo não mexer no formato original de The Jetsons.
E podem clicar nesse link pra ver um post sobre esse desenho:

http://ultracecgb.blogspot.com.br/2011/06/com-certeza-o-mundo-nao-vai-ser-assim.html

Pra não perder o roteiro que já tava pronto, a Hanna-Barbera decidiu fazer o desenho assim mesmo, só que substituindo os personagens da Família Jetson pelos da Família Partridge mostrados em Goober. Mas dessa vez, também botou os personagens do seriado original que não tinham sido incluídos em Goober.
Também chegaram novos personagens fixos à história, como o cão robô chamado Orbit, a amiga marciana dos garotos chamada Marion e o amigo venusiano deles chamado Veenie.


E a história avançou mais ainda pro futuro: enquanto a história de The Jetsons se passa em 2062, a história de Partridge Family 2200 A.D., como o próprio título já mostra, se passa em 2200.
Então, Partridge Family 2200 A.D. é uma mistura de The Jetsons com The Partridge Family e com Goober and The Ghost Chasers.
O desenho seguiu o mesmo estilo dos seus antecessores: uma família de classe média passando por situações de comédia misturada com aventura. Mas só teve 16 capítulos (o 1º foi ao ar nos Estados Unidos em Setembro de 1974).
E aqui vai o link pra abertura do seriado:

http://www.youtube.com/watch?v=m7yYCepJmZM

En 1970, fue lanzado en los Estados Unidos un serial con actores de carne y hueso llamado The Partridge Family, conocido en diferentes países hablantes de Español como La Familia Partridge y Mamá y Sus Increíbles Hijos.
El serial tenía como tema un grupo musical formado por la Familia Partridge: la madre Shirley; los hijos Chris, Danny y Keith; y las hijas Laurie y Tracy. Sin hablar de su empresario Reuben.
El serial fue un gran éxito y la Hanna-Barbera decidió poner en marcha un dibujo animado con los mismos personajes. Y lo hizo, pero de modo no muy común...
Primero, 4 personajes del serial de 1970 fueron vistos en Goober and The Ghost Chasers (Gobber y Los Cazafantasmas), en 1973. Y después, un serial que había sido pensado para continuar la historia de The Jetsons (Los Supersónicos) fue reorganizado para servir a los miembros de la Familia Partridge, en 1974.
Así nació Partridge Family 2200 A.D. (La Familia Partridge En El Año 2200), una producción de los años 70 de aventura/comedia hecha con la unión de partes de otros 3 seriales.

Nel 1973, la Hanna-Barbera Productions ha messo in circolazione lo show Goober and The Ghost Chasers (Goober e I Cacciatori di Fantasmi). E fra gli eroi di questo show ha messo 4 personaggi del serial The Partridge Family (La Famiglia Partridge), del 1970, nonostante non fossero gli eroi principali dello show: Danny, Laurie, Chris e Tracy.
A proposito, potete cliccare sul primo link sopra per vedere un post che vi racconta di Goober and The Ghost Chasers.
Allo stesso tempo che cominciava a pensare a Goober, la Hanna-Barbera pensava di continuare la storia di The Jetsons (I Pronipoti), cominciata nel 1962.
L’intenzione era mostrare i personaggi di The Jetsons circa 5 o 10 anni dopo quello che è stato mostrato negli episodi del 1962. Ma ai produttori non piaceva l’idea: non volevano cambiare la versione originale di The Jetsons, nonostante la Hanna-Barbera avesse già lo script della nuova versione dello show pronto per l’uso... E Partridge Family 2200 A.D. (La famiglia Partridge 2200 A.D.) sarebbe nato da questo script.
Potete cliccare sul secondo link sopra per vedere un post che vi racconta di The Jetsons.

In the early 70s, Hanna-Barbera Productions had a script to continue The Jetsons’ story. And they used it to produce a new show replacing the characters of the Jetson Family for the characters of the Partridge Family. And this time we saw all of them (4 of them had already been shown in Goober and The Ghost Chasers) in the show.
New characters also can be seen in the show. Among them, a robotic dog named Orbit, a Martian friend named Marion and a Venusian friend named Veenie take part in the adventures.
The story takes place in an even farther future: while The Jetsons takes place in 2062, Partridge Family 2200 A.D. does in 2200 (as revealed by the title itself).
Anyway, we can say Partridge Family 2200 A.D. is a mixture of The Jetsons, The Partridge Family, and Goober and The Ghost Chasers.
The show went ahead in the same style of its predecessors: a working class family taking part in adventures full of humorous situations. But it had only 16 episodes (the 1st one debuted on TV in the States in 1974).
You can click on the last link above to watch the opening.

Até mais!

segunda-feira, 16 de abril de 2012

UMAS PALAVRINHAS SOBRE O PERSONAGEM CRÔ

Oi!!!

O post de hoje vai ser só em Português porque é uma questão voltada especificamente pro Brasil, devido à novela Fina Estampa, que foi recentemente exibida aqui.

O personagem Crô, interpretado pelo ator Marcelo Serrado, despertou uma certa polêmica entre os gays brasileiros, devido à imagem exageradamente caricata que passava dos homossexuais.

“Estou ovulando!”, “Não me chame de ‘senhor’; me chame de ‘senhorita’!” e “Fiquei viúva!” (essa última quando um namorado dele morreu) foram algumas das frases que o personagem soltou durante a novela.

Claro que a maioria das pessoas acharam ele engraçado, até porque a intenção em mostrar o personagem afetado àquele ponto era fazer uma coisa engraçada mesmo... Mas por acaso alguém tem a obrigação de ser engraçado só porque é gay? E alguém tem a obrigação de ser afeminado ao extremo e falar esse tipo de frase idiota só porque é gay?

De qualquer forma, não é sobre isso que eu quero falar aqui.

Vamos voltar só um pouquinho mais no tempo, pra virada de 2010 pra 2011, e lembrar do personagem Arturzinho, interpretado pelo ator Júlio Andrade, que era o mordomo gay e afeminado da personagem Stela, interpretada pela atriz Maitê Proença, na novela Passione.

O Arturzinho passava o tempo todo paparicando a Stela, chamando ela de “milady” e por aí vai.

Até aí, isso não chegou a passar uma imagem negativa dos gays, já que a Stela não era uma personagem perversa e o Arturzinho não era escandaloso e caricato (apesar de ser afeminado). Mas de fato mostrou uma realidade: gays afeminados gostam de fazer adoração a uma mulher.

Em Fina Estampa, nós vimos uma nova versão da situação que já tínhamos visto em Passione: a relação do Crô com a Tereza Cristina era igual è relação do Arturzinho com a Stela, só que levada a extremos.

A Tereza Cristina era a vilã principal da novela e o Crô, como já vimos, era uma caricatura em fase extrema de gay. Mas nem é a esse tipo de extremos que eu me refiro, e sim è ideia de que um gay tem a obrigação de render culto a uma mulher.

Sempre que a Tereza Cristina maltratava alguém, ameaçava alguém ou mesmo cometia um crime contra alguém, o Crô vinha correndo inocentar ela, dizer que ela tinha apenas sido sincera, dizer que ela estava só brincando, ao mesmo tempo em que era humilhado e rebaixado por ela 24 horas por dia...

Na cena em que a polícia vai à casa da Tereza Cristina e encosta o Crô na parede pra ele revelar os crimes dela, ele se limita a soltar a ridícula frase:

“Eu quero a minha mamãe!!!”

E aí sobe pro quarto dela e se enfia no armário dela.

É por causa desse tipo de imagem que a mídia passa dos gays que muita gente acha que TODO gay tem a obrigação de fazer adoração a uma mulher.

Uma coisa que acontece com uma certa frequência quando nós testemunhamos um desentendimento de uma mulher com o namorado dela ou com o marido dela é, por mais errada que ela esteja, ela exigir de nós um posicionamento a favor dela. E vai se justificar dizendo alguma coisa mais ou menos assim:

“Eu sou mulher e você é gay. Então, você tem a OBRIGAÇÃO de dar razão a mim!”

Outra situação meio comum de se ver é quando uma mulher comenta alguma coisa sobre qualquer assunto e um gay não concorda com algum detalhe do que ela falou ali. Só por isso, do nada, ela já grita frases do tipo:

“VOCÊ É MUITO MACHISTA!!!”

Ou:

“VOCÊ ODEIA AS MULHERES!!!”

Isso quando ela não acha que o gay tem a obrigação de ver o Mundo sob o mesmo ponto de vista que ela vê, tem a obrigação de entender ela em qualquer tipo de situação, tem a obrigação de pensar da mesma forma que ela pensa... Tudo isso só porque ela é mulher e ele é gay.

Em outras palavras, ela espera uma submissão cega do gay em relação às coisas que ela fala e faz. E quando ela não encontra essa submissão que ela idealizou, ela se descontrola de alguma forma.

Até essa idiota entender que existem ALGUNS gays que fazem adoração a mulheres, mas que nem todos os gays são assim... Bom, muitas delas provavelmente nunca vão entender isso.

Voltando a falar do Crô, é interessante lembrar uma cena em que, pra justificar a submissão dele à Tereza Cristina, ele diz à Celeste, personagem da atriz Dira Paes:

“A gente não escolhe quem ama!”

E ela responde:

“Como eu te entendo!”

Vamos lembrar que essa personagem, apesar de apanhar do marido frequentemente, sempre aceitava ele de volta em casa e ainda ficava contra quem fazia ou falava alguma coisa contra ele! E ela fazia isso por motivos emocionais, e não por dependência financeira.

Tem até uma cena num dos últimos capítulos em que a Griselda, personagem da atriz Lília Cabral, diz a ela:

“Isso que você sente por ele já deixou de ser amor e já virou sem-vergonhice!”

E ela própria admite:

“É. Talvez eu seja sem-vergonha mesmo!”

Simplificando, ela é aquele tipo de mulher que desenvolve uma obsessão por manter o casamento a qualquer preço, por pior que aquele casamento seja.

Os resultados práticos de alguém querer manter o casamento a qualquer custo rarissimamente são bons. E muitas vezes são os filhos que pagam por isso.

Pra ver alguns exemplos do que eu digo, dê uma clicada aqui:

http://centrogb.blogspot.com.br/2009/07/violencia-contra-criancas-coisa-de.html

Se é esse tipo de mulher que apóia esse tipo de gay...

E infelizmente, esses personagens não têm nada de fictícios: existe esse tipo de mulher na vida real e existe esse tipo de gay na vida real.

Eu sou gay, mas quero distância de gays que se comportam como o Crô nessa idolatria “obrigatória” a uma mulher (ainda mais, como era o caso dele, fazendo idolatria a uma mulher que não vale o que caga). E também quero distância de mulheres como a Celeste, que se autodestroem por um amor obsessivo e, muitas vezes, acabam levando junto quem estiver por perto.

Bom, é isso que eu tenho a dizer sobre esse personagem.

Até mais!

domingo, 15 de abril de 2012

CHARLES TRENET 1913-2001

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada em outro personagem histórico homossexual: o cantor, músico, compositor, poeta, ator e roteirista francês Charles Trenet.

Louis Charles August Claude Trénet nasceu em Languedoc-Roussillon, em 18 de Maio de 1913.
Quando ele tinha 7 anos, os pais dele se divorciaram. E a guarda dele ficou com o pai, que mandou ele prum colégio interno. Mas ele pegou tifo e teve que voltar pra casa alguns meses depois.
Enquanto se recuperava em casa, o Charles ouvia música e praticava artes plásticas. E foi aí que ele descobriu que queria trabalhar com arte.
A partir dali, ele se dedicou basicamente ao estudo da música e da poesia.
Em 1933, assumindo o nome artístico de Charles Trenet, ele começou a trabalhar como pianista, formando uma dupla com o suíço Johnny Hess.

Em 1936, o Charles partiu pra carreira solo.
A estreia dele como ator foi no curta-metragem Trois Chansons, Trois Époques (1938).
No mesmo ano, o Charles escreveu o roteiro da comédia musical La Route Enchantée (e foi o único trabalho dele como roteirista), no qual ele também atuou como ator, interpretando o personagem principal.
Em 1939, começou a 2ª Guerra Mundial. E ele foi convocado, mas conseguiu ser dispensado no ano seguinte.
Com medo dos nazistas, o Charles expôs a árvore genealógica dele, pra provar que não tinha antepassados judeus... E pelo resto da vida dele, teve gente acusando ele de preconceito contra os judeus por causa dessa atitude que ele tomou. Mas na verdade, foi simplesmente uma forma de se salvar, caso ele caísse nas mãos dos nazistas por algum motivo.
Em 1945, ele se mudou pros Estados Unidos, onde ficou até 1951, quando voltou pra França.
Enquanto teve em terras americanas, o Charles conheceu o Charlie Chaplin, de quem se tornou um grande amigo.
Em 1963, o Charles foi preso por 28 dias, sob a acusação de ter transado com 4 rapazes (os 4 tinham 19 anos e, na época, era crime o contato sexual com menores de 21 anos).
A partir dali, a homossexualidade dele veio a público. Mas, apesar de nunca ter negado isso, ele raramente falou sobre o assunto em público. Mesmo depois desse incidente dos 4 rapazes.
O canto do cisne do Charles no cinema foi uma participação no filme L’Or du Duc (1965). E assim ele encerrou a carreira de ator, tendo aparecido em 12 filmes.

Em 1975, ele anunciou que tava deixando a carreira musical. E foi pouco visto em público nos anos seguintes.
Em 1981, o Charles decidiu retomar a carreira, lançando um novo disco. Na verdade, ele passou a fazer mais trabalhos eventuais a partir dali.
Ele sempre foi muito conservado fisicamente. Mas no final dos anos 90, o envelhecimento dele começou a acelerar.
Em Abril do ano 2000, o Charles teve um enfarte. Mas conseguiu se restabelecer e ainda fez mais 1 show em Outubro.
Mesmo assim, já com 87 anos e a saúde debilitada, ele pressentiu que a morte tava chegando. E até brincou com a plateia nesse último show que fez, dizendo que quem tivesse ido àquele show não precisava ir ao enterro dele.
O Charles morreu dormindo em paz na cama dele (aparentemente devido a outro enfarte), em 19 de Fevereiro do ano seguinte.

Hoy hablaremos un poquito de otro personaje histórico homosexual: el cantante, músico, compositor, poeta, actor y guionista francés Charles Trenet.
Louis Charles August Claude Trénet nació en Languedoc-Rosellón, el 18 de Mayo de 1913.
Cuando él tenía 7 años, el casamiento de sus padres acabó. Su custodia fue dada a su padre, que lo envió a un internato. Sin embargo, él tuvo la fiebre tifoidea y necesitó regresar a su casa unos meses más tarde.
Mientras se recuperaba en su casa, Charles escuchaba música. Y así fue como descubrió que quería trabajar con el arte.
A partir de ahí, se dedicó principalmente al estudio de la música y de la poesía.
En 1933, con el nombre artístico de Charles Trenet, comenzó a trabajar como pianista, formando un dúo con el suizo Johnny Hess.
En 1936, Charles empezó su carrera solo.
Su primer trabajo como actor fue en la película Trois Chansons, Trois Époques (1938).

Charles’ only time as a scriptwriter was in La Route Enchantée (1938). He was there also as an actor and portrayed the main hero.
Well, as we know, World War II started in 1939. And he was mobilized. But they allowed him to leave the next year.
Charles was afraid of the nazis. And then he exposed his genealogic tree in order to prove he had no jewish ancestors... Many people would judge him because of this “prejudice” against jewish people to the end of his life. But it was actually just a way to protect himself if nazis would get him in the future.
He moved to the States in 1945. He lived there to 1951 and then he moved back to France.
While living in America, Charles met Charlie Chaplin. And they would be great friends for many years.
Charles was arrested for 28 days in 1963. He was charged with having sexual contact to 4 lads (the 4 guys were 19 years old and having sex to people under 21 was a crime at that time in France).
His homosexuality became publicly exposed for the 1st time on that occasion. He never denied he was gay. But he rarely talked about that in public (even after the event with the 4 young men).

L’ultimo lavoro di Charles come attore è stato il film L’Or du Duc (1965). E così, lui lasciava questa carriera dopo esser stato in 12 film.
Nel 1975, lui ha detto in pubblico che era arrivato il momento di lasciare anche la sua carriera di cantante. Ed è raramente stato visto in pubblico negli anni successivi.
Charles continuerebbe questa sua ultima carriera dal 1981. In realtà, ha fatto dei lavori più casuali da lì.
Lui è sempre stato fisicamente forte. Ma dalla fine degli anni 90, il suo invecchiamento ha cominciato ad accelerare.
Nell’Aprile del 2000, Charles ha avuto un attacco di cuore. Ma è riuscito a guarire e anche ha fatto un altro spettacolo nel mese di Ottobre.
Però, sapeva che la morte già arriverebbe, visto che aveva già 87 anni e la sua salute già non era così buona. A proposito, ha fatto una battuta con il pubblico in questo ultimo spettacolo suo, dicendo che chi era andato a quello show non aveva bisogno di andare al suo funerale.
Charles è morto pacificamente nel sonno nel suo letto (apparentemente a causa di un altro attacco di cuore), nel 19 Febbraio del 2001.

Até mais!

sexta-feira, 13 de abril de 2012

UM ATOR GAY QUE TÁ NO AR COM UM PERSONAGEM GAY

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no ator, dublador, roteirista e cantor estadunidense Chris Colfer.

Christopher Paul Colfer nasceu na Califórnia, em 27 de Maio de 1990.
Ele nasceu numa família irlandesa.
Desde criança, o Christopher já demonstrava uma certa aptidão por ser ator. E como o filme preferido dele era Sister Act (Mudança de Hábito), ele gostava de cobrir a cabeça com uma fronha de travesseiro pra fingir que era uma freira e interpretava várias cenas do filme em casa.
Ele teve os estudos iniciais com professores particulares em casa, porque era vítima de bullying frequentemente na escola.
Depois disso, o Christopher estudou na Clovis East High School, onde ele teve os primeiros contatos mais diretos com teatro.
Na época, ele escreveu e dirigiu uma peça na qual também atuou, botando todos os atores e atrizes com sexo invertido em relação aos personagens: os meninos interpretaram mulheres e as meninas interpretaram homens.
No tempo livre, o Christopher trabalhava como biscoiteiro numa cafeteria pra ganhar uma graninha extra.
O 1º filme dele foi um curta-metragem chamado Russel Fish: The Sausage and Eggs Incident (2009). É uma comédia de 9 minutos.
Desde então, ele usa o nome artístico de Chris Colfer.
No mesmo ano, ele chegou ao seriado Glee, no qual tá no ar até hoje, interpretando o personagem Kurt.
Como o personagem é um adolescente gay e o Chris também sempre foi assumidamente gay, ele logo chamou a atenção da comunidade GLBT.
Ele também adquiriu o status de símbolo sexual gay. Aliás, essa foto mostra que ele é um twink de 1, 79m com tudo no lugar, né?

Em 2010, o Chris estreou como dublador, no filme Marmaduke.
E agora acabou de ser lançado o filme Struck by Lightning, que é a estreia dele como roteirista e no qual ele também trabalha como ator.
O Chris teve até agora 6 trabalhos como ator na televisão e cinema (além de várias peças de teatro), 1 como roteirista e 1 como dublador.

Today we’ll talk a little about the American actor, voice actor, scriptwriter, and singer Chris Colfer.
He was born in California, on May 27th, in 1990, as Christopher Paul Colfer.
He was born in an Irish family.
As a little boy, Christopher could be seen to be interested in acting. His favorite film was Sister Act. And then he used to cover his head with a pillowcase (in order to pretend to be a nun) and play several scenes of this film at home.
He had the initial studies with private tutors at home because he used to be frequently bullied at school.

Christopher estudió en la Clovis East High School, donde tuvo sus primeros contactos más directos con el teatro.
En aquella época, fue el autor, director y actor de un show teatral donde todos los actores y actrices tenían el sexo invertido: los personajes de los chicos eran mujeres y los de las chicas eran hombres.
En adición, Christopher trabajaba con bizcochos en una cafetería para ganar una platita extra.
Su primera película, Russel Fish: The Sausage and Eggs Incident (2009), es una comedia de solamente 9 minutos.
Desde entonces, él usa el nombre artístico de Chris Colfer.

Il personaggio di Chris in Glee è Kurt.
Visto che il personaggio è un ragazzo gay e Chris è gay anche lui, molti omosessuali e bisessuali hanno cominciato a fare attenzione a lui.
Anche la foto sopra ci mostra perché lo vedono come un simbolo sessuale. Lui è un bel twink di 1, 79m, vero?
La prima volta di Chris come attore vocale è stata nel film Marmaduke (2010).
Il primo lavoro suo come soggettista è appena messo in circolazione: il film Struck by Lightning. E possiamo vederlo anche come attore in questo film.
Chris ha avuto fino adesso 6 lavori come attore in TV e Cinema (ed anche tantissimi show teatrali), 1 come attore vocale e 1 come soggettista.

Até mais!