quinta-feira, 29 de setembro de 2011

UM DOS GRANDES NOMES PORTUGUESES DA LITERATURA E POESIA

Oi!!!

O site de utilidade pública que eu vou linkar aqui esse mês é o do Renctas, a Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Selvagens.

Lá vai:

http://www.renctas.org.br/pt/home/

Bom, hoje a gente vai dar uma olhada no jornalista, crítico, escritor e poeta português Eduardo Pitta.


Ele nasceu em Moçambique, em 09 de Agosto de 1949.

Em 1972, o Eduardo começou a namorar o Jorge Neves. E tão juntos até hoje.


Em 25 de Junho de 1975, Moçambique proclamou a independência de Portugal. E em Novembro do mesmo ano, o Eduardo se mudou pra Península Ibérica.

Os livros de poesia dele são Sílaba a Sílaba (1974); Um Cão de Angústia Progride (1979); A Linguagem da Desordem (1983); Olhos Calcinados (1984); Archote Glaciar (1988); Arbítrio (1991); Marcas de Água (1999); Poesia Escolhida (2004); Y Si Todo, de Repente? Antología Poética (2010); e Desobediência (2011).

A isso, podemos somar as antologias de poesia No Reino de Caliban (1985); Sião (1987); Especial Portugal (1989); Poetas Escolhem Poetas (1992); O Futuro em Anos-Luz (2001); Poemas de Amor (2001); 366 Poemas Que Falam de Amor (2003); A Alma Não É Pequena (2003); Poesia À Mesa (2004); Poesia do Mundo (2007); Memorias (2008); e Poemas Portugueses (2009).

Os livros de Literatura do Eduardo são Persona (2000); Cidade Proibida (2007); A Vida Dizimada (2008); O Estratagema (2008); O Coleccionador de Martelos (2009); e Outro Dia (2010).

Uma obra bastante curiosa dele foi a versão infantil de O Crime do Padre Amaro, do Eça de Queirós, lançada em 2008.

Em 2005, ele também lançou uma pequena biografia: Os Dias de Veneza.

Os livros de crítica do Eduardo são Comenda de Fogo (2002); Fractura (2003); Metal Fundente (2004); Intriga Em Família (2007); e Aula de Poesia (2010).

Além de Portugal, ele também já deu palestras sobre Poesia na Colômbia, Espanha, França, Grécia e Itália.

Em 17 de Maio de 2010, Portugal legalizou o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. E assim, em Julho do mesmo ano, o Eduardo se casou com o Jorge.

Atualmente, o Eduardo é colunista da revista Ler e do jornal Público.

Vou deixar aqui o link pro site oficial dele:

http://eduardopitta.com/

E aqui o link do blog Da Literatura, administrado pelo Eduardo:

http://daliteratura.blogspot.com/

Today we’ll talk a little about the Portuguese journalist, literary critic, writer and poet Eduardo Pitta.

He was born in Mozambique, on August 9th, in 1949.

Eduardo has had a romantic affair with Jorge Neves since 1972 (he is his husband nowadays).

On June 25, 1975, Mozambique declared its independence from Portugal. And the next November, Eduardo moved to the Iberian Peninsula.

The books of poetry he’s written are those: Sílaba a Sílaba (1974); Um Cão de Angústia Progride (1979); A Linguagem da Desordem (1983); Olhos Calcinados (1984); Archote Glaciar (1988); Arbítrio (1991); Marcas de Água (1999); Poesia Escolhida (2004); Y Si Todo, de Repente? Antología Poética (2010); and Desobediência (2011).

Esas son las antologías de poesía de Eduardo: No Reino de Caliban (1985); Sião (1987); Especial Portugal (1989); Poetas Escolhem Poetas (1992); O Futuro em Anos-Luz (2001); Poemas de Amor (2001); 366 Poemas Que Falam de Amor (2003); A Alma Não É Pequena (2003); Poesia À Mesa (2004); Poesia do Mundo (2007); Memorias (2008); y Poemas Portugueses (2009).

Sus libros de Literatura son: Persona (2000); Cidade Proibida (2007); A Vida Dizimada (2008); O Estratagema (2008); O Coleccionador de Martelos (2009); y Outro Dia (2010).

Una obra de Eduardo muy curiosa de Literatura es la versión infantil de O Crime do Padre Amaro, uno de los libros más famosos de la Literatura Portuguesa, lanzado por Eça de Queirós. La versión de Eduardo es de 2008.

El tiene también una pequeña autobiografía, lanzada en 2005: Os Dias de Veneza.

Questi sono i libri di critica letteraria di Eduardo: Comenda de Fogo (2002); Fractura (2003); Metal Fundente (2004); Intriga Em Família (2007); e Aula de Poesia (2010).

Lui ha tenuto conferenze su Poesia in Colombia, Spagna, Francia, Grecia, Portogallo e Italia.

Il 17 Maggio del 2010, Portogallo ha legalizzato il matrimonio civile tra persone dello stesso sesso. E così, nel Luglio dello stesso anno, Eduardo ha sposato il suo fidanzato Jorge, che aveva una relazione con lui dal 1972.

Oggigiorno, Eduardo lavora come editorialista della rivista Ler e del giornale Público.

Voi potete cliccare sul secondo link sopra per visitare il sito ufficiale di Eduardo e sul terzo link sopra per visitare il suo blog Da Literatura (in Portoghese).

Eu volto em Outubro. Até lá!

terça-feira, 27 de setembro de 2011

A MELHOR HORA PRA IR AO MERCADO

Oi!!!

O post de hoje vai ser só em Português porque é sobre uma situação que tem a ver com o Brasil atual.
Bom, uma das melhores fórmulas pra ser feliz (ou, pelo menos, pra não mergulhar de cabeça na infelicidade) é evitar pequenos aborrecimentos no dia a dia. E hoje eu vou lembrar aqui de uma forma bastante prática de fazer isso.
Quando você vai ao mercado fazer compras, você já deve ter percebido que existem momentos do dia mais tranquilos pra fazer isso.
Os horários de funcionamento dos mercados variam um pouco de um pro outro. Mas geralmente eles funcionam entre as 7h e as 22h. Ou quase isso, um pouquinho mais cedo ou um pouquinho mais tarde.
Bom, é claro que muitos de nós acabamos não podendo escolher a hora de ir ao mercado devido ao nosso horário de trabalho e a outros contratempos. Mas, se você puder escolher a hora de ir ao mercado, eu posso afirmar aqui que os melhores horários pra isso são entre as 7h e as 10h, depois entre as 12h e as 16h e depois entre as 18h e as 22h.
Sabem por quê? Entre as 10h e as 12h e depois entre as 16h e as 18h são os horários em que o mercado fica mais cheio de donas de casa.
Algumas pessoas talvez não estejam entendendo o que uma coisa tem a ver com a outra. Bom, se você for mulher, talvez o excesso de donas de casa no mercado não mude muita coisa pra você. Mas se você for homem, vamos ver como são os resultados práticos disso...
Muitas mulheres que são donas de casa desenvolvem uma mania, neurose, psicose... Enfim, não sei exatamente que nome dar a isso. Mas elas desenvolvem alguma coisa nesse sentido que faz com que elas fiquem fazendo coisas pra atrapalhar e incomodar os homens em tempo integral. É só prestar atenção no comportamento das donas de casa que você vai perceber isso em muitas delas.
Se você é homem e entra num mercado num momento em que ele está cheio de donas de casa, vamos ver algumas das apurrinhações que você encontra pelo caminho.
Tem uma dessas donas de casa andando com o carrinho dela na sua frente. Quando ela vê que tem um homem atrás dela, ela larga o carrinho no meio do corredor pra atrapalhar a passagem dele e vai olhar alguma na prateleira ao lado. E quando não larga no meio do corredor, ela para na frente do homem numa posição que impeça ele de passar com o carrinho dele.
Se ela encontra uma conhecida no mercado e percebe que tem um homem atrás dela, ela pode nem conhecer direito a figura que ela encontrou ali, mas ela para com o carrinho dela na frente do homem e fala, fala, fala, fala, fala, fala, fala, fala, fala, fala, fala, fala, fala, fala, fala com a figura que ela encontrou.
Aí o homem fala:

“Dá licença?”

Ela ignora o homem e continua falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando...
Passado 1 minuto, o homem fala de novo:

“Dá licença?”

Ela continua nem dando a mínima pra ele e continua falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando...
Mais 1 minuto depois, obviamente o cara já perdeu a paciência e fala num tom mais áspero:

“Dá licença?”

Aí ela olha pra ele com cara de nojo e fala:

“Ai, moço!”

E muitas vezes, mesmo assim, ela não sai da frente. O homem que dê a volta pelo outro corredor.
Se uma dona de casa desse tipo tá numa fila do mercado pra comprar alguma coisa (geralmente na seção de frios, na padaria e no açougue do mercado você tem que entrar numa fila pra pedir o que você quer) e vê que quem tá atrás dela na fila é um homem, na hora em que ela termina de ser atendida ela simplesmente não vai embora. Fica lá parada na frente do balcão falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando e falando com o atendente. O homem atrás dela que espere pra ser atendido. E a gente vê essa mesmíssima situação na fila do caixa, na hora de pagar.
Se você não acredita em mim ou acha que eu tô exagerando, não tem problema. Vá você mesmo frequentar qualquer mercado carioca ao longo da semana entre as 10h e as 12h ou entre as 16h e as 18h e preste atenção ao seu redor. Você vai ver essas cenas N vezes por lá. Isso pode até não acontecer com você, mas vai acontecer com alguém do seu lado lá na hora.
Outra coisa: muitas dessas mulheres levam os filhos pro mercado, porque, de acordo com elas, elas não têm com quem deixar.
Bom, é claro que existem crianças que ficam quietas. Mas isso é comum? Óbvio que não. O mínimo que você escuta é a criança aos berros:

“EU QUERO ISSOOOOOOOOOO!!! AAAAAAAAAAH!!! EU QUERO AQUELE BISCOITOOOOOOOOOO!!! AAAAAAAAAAH!!! ME DÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁ!!! ME DÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁ!!! EU QUEROOOOOOOOOO!!! EU QUEROOOOOOOOOO!!!” AAAAAAAAAAH!!! ME DÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁ!!! ME DÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁ!!!

E enquanto berra isso, a criança se joga no chão, soca o chão e por aí vai. Enquanto você, com os seus pobres ouvidos, vai ter que aturar esse escândalo.
Pra quem acha que isso é pouco, vamos ver casos piores:
A criança derruba e quebra algum produto que tava numa prateleira... Ainda que a perda do produto não interfira no fato de você estar lá no mercado, se o gerente vier reclamar, você vai ter que aturar a idiota da mãe tendo um ataque histérico dizendo que o monstrinho dela não tem culpa de nada. Ela é capaz de botar a culpa num funcionário do mercado que tava láááááááááá no final do outro corredor, a uns 20 metros de distância (e se duvidar, de costas pra ela), na hora em que o monstrinho dela quebrou o produto.
Ou, no mínimo, vai dizer que um produto tão frágil não tinha que ser colocado ali, onde qualquer criança pode quebrar. Mesmo que o produto tivesse no alto de uma prateleira de 2 metros de altura e mesmo que o monstrinho dela tenha escalado a prateleira e começado a balançar a prateleira e derrubar aquele e outros produtos, o discurso da idiota provavelmente vai ser esse ou outro bem parecido com esse.
Só que vai ser um discurso os berros, no meio de um ataque histérico. E você, com os seus pobres ouvidos, vai ter que aturar isso.
Ainda tá achando pouco? Vamos em frente:
Suponha que criança chegue em você e comece a jogar alguma coisa em cima de você. Ou então ela começa a cuspir em você, empurrar você e por aí vai.
Bom, se você é daqueles que gostam de posar de mártires, eu suponho que você deixe pra lá no início. Aí você ainda vira pra pessoa que tá do seu lado na hora e fala:

“Ah! Deixa pra lá. É criança, né?”

Só que, mesmo se você for metido a mártir, se o monstrinho nojento continuar fazendo aquilo, vai chegar uma hora em que você vai perder a paciência.
Aí você se dirige à mãe do monstrinho asqueroso e, supondo que você tenha paciência suficiente pra isso, fala:

“Com licença. Acho que essa criança é seu filho, né? Já que ele tem tanta energia, dava pra segurar ele um pouquinho?”

Provavelmente, ela vai olhar pra você, já meio sem paciência com você, e vai responder alguma coisa mais ou menos assim:

“Ah, isso é coisa de criança. Ele não está incomodando ninguém.”

E fica por isso mesmo. E o monstrinho escroto continua fazendo o que estava fazendo.
Aí, supondo ainda que você seja metido a mártir e que você ainda tenha paciência suficiente pra manter os bons modos, você olha pra mãe do monstrinho e fala:

“Olha, sinto muito, mas essa criança já tá começando a me incomodar.”

Não é preciso mais do que isso pra essa imbecil já chegar pra você de dedo em riste e berrando:

“NÃO FALA ASSIM DO MEU FILHO!!!”

Pronto. Daí pra frente, já começa a baixaria que essa babaca vai armar.
Só posso sugerir uma coisa: se chegou a esse ponto, não tente argumentar com ela. Porque, não importa o que você fale, ela não vai nem parar pra ouvir. Enquanto você está tentando explicar, ela não vai parar de berrar nem por 1 segundo.
Berrando o quê? Bom, além de algumas dezenas de contradições que com certeza vão aparecer no discurso dela, muito provavelmente ela também vai querer justificar a “proteção” dela ao filho ao berrar frases do tipo:

“AH, PORQUE EU SOU MÃE!!! ENTÃO EU POSSO ISSO, EU POSSO AQUILO, EU POSSO AQUILO OUTRO... SÓ QUEM É MÃE SABE SEMPRE O QUANTO O FILHO PRECISA SER PROTEGIDO!!! SÓ QUEM É MÃE SABE SEMPRE O QUE É CERTO!!! SÓ QUEM É MÃE SABE SEMPRE O QUE É MELHOR!!!”

E outras frases desse tipo, se autodivinizando por ser mãe.
E mais uma coisinha: se você for homem, todas as pessoas que estiverem em volta vão se meter no assunto e vão ficar a favor dela e contra você. Se não todas, pelo menos 90% vão fazer isso.
Vocês sabem que, na atual sociedade brasileira, quando alguém vê um desentendimento entre um homem e uma mulher, sempre dá razão à mulher e fica contra o homem, principalmente ao falar em público. Pega bem fazer isso, dá status fazer isso, é bem visto fazer isso... Enfim: quem faz isso enfeita a própria imagem pública.
Assim, como você vai ser massacrado nesse tipo de situação (por mais certo que você esteja e por mais errada que a outra parte esteja), o jeito aí é não responder nada.
Aliás, isso vale pra TODAS as situações em que você se deparar com uma criatura que pensa que está sempre certa (ou, no mínimo, que quer fazer parecer que está sempre certa quando está na sua frente): não discuta com essa criatura, porque isso não vai resolver nada de nada. Só vai resultar num grande bate-boca. E quando esse bate-boca terminar, ela vai continuar falando as mesmas coisas e fazendo as mesmas coisas.
Se você quer evitar aborrecimentos com essa criatura, procure ficar o mais afastado possível dela. É a única atitude que produz resultados práticos.
Aí é que tá a questão: pra evitar as situações que eu descrevi acima, o melhor a fazer é evitar ir ao mercado nos horários em que esse tipo de mulher está lá em grande quantidade. Vamos deixar elas lá, se autoendeusando e se autodivinizando entre as 4 paredes do mercado. E vamos deixar lá também todas as apurrinhações resultantes do comportamento delas que eu descrevi acima.
Pra isso, basta escolher uma hora melhor pra ir ao mercado.
Eu mesmo passei a ir super em paz e a voltar super em paz do mercado a partir do momento em que passei a evitar as piores horas pra ir lá.
Ou, se você gosta de conviver com as situações acima descritas, então se meta nos mercados entre as 10h e as 12h ou entre as 16h e as 18h. Afinal, gosto é gosto, né? O que é de gosto é regalo da vida.

Até!

domingo, 25 de setembro de 2011

HOMENAGEM DO Ultra CECG&B AO DIA DO MAR

Oi!!!

Hoje, 25 de Setembro, é o Dia do Mar.

E o Ultra CECG&B homenageia a data falando sobre uma das lendas mais persistentes envolvendo o Mar: as histórias sobre monstros marinhos.

Pra muitas pessoas, falar em monstros do Mar é simplesmente coisa de gente ignorante; pra outros, é coisa de gente que se impressionou com alguma coisa que tinha visto ou ouvido antes e aí viu alguma coisa normal no Mar e pensou que fosse um monstro; pra outros, isso é simplesmente Literatura... E por aí vai.

Bom, pode ser tudo isso, em situações diferentes.

Mas vamos lembrar que lendas sobre monstros marinhos são universais: todos os povos antigos que tiveram contato com o Mar tiveram lendas sobre monstros desse tipo em seus folclores.

E mais: os monstros do Mar não eram imaginados como simples lendas, mas sim como criaturas reais!

Bom, isso não é nada demais, se lembrarmos que alguns eram (e ainda são, porque ainda existem) propriamente reais. A lula gigante, por exemplo, foi considerada um monstro até o início da Idade Moderna.

A baleia azul, a mesma coisa.

Aliás, mencionei a baleia azul uma vez, num post do Super CECG&B em que coloquei em discussão qual é o maior animal do Mundo. Se você quiser ver, dê uma clicada aqui:

http://centrogb.blogspot.com/2009/08/o-maior-animal-que-ja-existiu-quem-tem.html

Mas vamos lembrar que, com o nível de conhecimento do Mundo que as pessoas tinham naquela época, quando elas viam um animal desse tipo nadando no Mar, não podiam mesmo chamar esse animal de nada além de “monstro”, né? O que mais os nossos antepassados podiam imaginar que aquilo fosse?

Só no final do século XVIII é que, com o desenvolvimento das ideias do Iluminismo, esse conceito mudou. Os nossos antepassados passaram a pensar da seguinte forma:

“Não existem monstros. O que existe são animais ainda desconhecidos da ciência.”

Temos que concordar que essa definição tornou certas explicações menos fantasiosas, né?

Além disso, vamos pensar no seguinte: NOS DIAS ATUAIS, o Oceano Atlântico, o Oceano Pacífico e o Oceano Índico são navegados por todos os tipos de embarcação constantemente. Mas no passado não era assim! As grandes navegações, em que as pessoas começaram a navegar com frequência de um continente pro outro, só começaram a partir do século XV. Ou seja, dali pra trás, a presença do ser humano no Mar, e observando o Mar, nunca tinha sido tããããão constante quanto se tornou de lá pra cá.

Assim, é plenamente possível que, ANTES DO SÉCULO XV, existissem espécies de criaturas de grande tamanho no Mar que foram extintas por seus predadores naturais (tubarões, por exemplo). Quando morriam, os restos mortais simplesmente iam pro fundo do Mar e aí desapareciam sem nunca terem sido vistos por nenhum ser humano.

Mas também é possível que 2 ou 3 exemplares dessas criaturas tenham se aproximado mais da terra em algum momento e aí foram vistas rapidamente por alguns dos nossos antepassados. E isso foi o suficiente pra criar algum tipo de lenda sobre monstros do Mar.

Até aí, ainda é possível. Mas nos dias atuais, criaturas de grande tamanho não têm como ainda existirem no Mar permanecendo escondidas pra sempre, né? Como já foi dito, hoje o Mar é observado em tempo integral (e tanto por embarcações quanto por aviões e helicópteros). Qualquer criatura maior, mais cedo ou mais tarde, vai ser vista, fotografada, filmada ou, no mínimo, detectada por sonar quando se aproximar da terra ou de algum navio.

Mas, se é assim, por que as lendas sobre monstros do Mar ainda persistem até hoje?

Bom, como eu disse lá em cima, existem pessoas mais impressionáveis. E essas, quando olham pro Mar e veem qualquer coisa que pareça fora do comum pra elas (uma onda vindo na direção oposta às outras ondas, por exemplo), já vão pensar que aquilo é um monstro.

Além disso, vamos combinar que no Mar existem certos animais que, além de serem incomuns, também tem uma aparência meio assustadora.

Já pensou se você tá no Mar, mergulhando perto da praia e, de repente, quando você olha pro lado, você vê um tubarão-cobra, que talvez seja a raça de tubarão mais feia que existe.

Mesmo que você saiba o que é isso, você vai minimamente levar um susto na hora, né?

Imagine uma pessoa mais impressionável nessa situação! Se ela não se afogar na hora com o susto, ela vai sair nadando e, mesmo quando chegar na areia, vai sair aos berros dizendo que viu um monstro, não tenha dúvida.

Além disso, tem também a questão dos globsters, que fazem qualquer leigo acreditar, pelo menos momentaneamente, na existência de monstros do Mar.

Globsters, pra quem não sabe, são cadáveres bizarros que aparecem nas praias e que, a princípio, ninguém consegue entender o que são.





Obviamente, a 1ª ideia que se tem é de que aquilo é o cadáver de um monstro do Mar. Mas todos os globsters, depois de terem sido examinados por biólogos, são identificados como cadáveres de animais comuns.

Ocorre que, depois de alguns dias flutuando no Mar, além do processo de decomposição natural, o cadáver também é parcialmente devorado por peixes carnívoros, além de queimado pelo Sol. Então, quando esse cadáver chega a uma praia, ele já tá completamente deformado, com uma estrutura física totalmente diferente do normal.

Mas existem casos mais específicos que provocam mais lendas ainda.

O mais conhecido, provavelmente, é o do “Monstro da Tasmânia”, como foi apelidado um globster de 6 metros de comprimento por 5 de largura que apareceu numa praia da Austrália em 1960.



Vagamente parecida com um peixe achatado, a criatura não tinha olhos nem boca. E não tinha sido devorada por peixes carnívoros, assim como não tinha sido queimada pelo Sol. Pelo contrário: o corpo tava inteirinho!

Muitas explicações iniciais foram dadas. Entre elas, de que a criatura seria algum animal pré-histórico que ficou congelado no Polo Sul por milhares de anos até que o gelo onde ele tava se derreteu, fazendo ele se soltar e flutuar até a praia australiana.

Mas exames iniciais logo mostraram que a criatura não tinha nenhum sinal de congelamento. E pelo estado do corpo, tinha morrido horas antes de ser encontrada!

Mais de 20 anos de mistério se seguiram em relação à identidade dessa criatura. Até que, em 1981, um exame de comparação celular concluiu que aquilo era simplesmente uma baleia deformada.

Ela deve ter sido parida pela mãe nas proximidades da Tasmânia. E como nasceu malformada, sem olhos e sem boca, provavelmente nasceu morta ou morreu poucos minutos depois de nascer. E aí foi arrastada pela correnteza até a praia onde foi encontrada.

Bom, isso tudo explica por quê as lendas sobre monstros do Mar continuam vivas até hoje. E também demonstra que elas não vão acabar, né? Provavelmente, nunca.

Hoy, 25 de Septiembre, es el Día del Mar.

Y el Ultra CECG&B honra a este día hablando de una de las leyendas más persistentes relacionadas con el Mar: las historias sobre monstruos marinos.

Para muchos, hablar de monstruos del Mar es simplemente cosa de ignorantes; para otros, es una postura de personas impresionadas con algo que vieron u oyeron y que entonces empezaron a “ver” cosas en el Mar; para otros, es simplemente Literatura...

Bueno, puede ser todo eso en diferentes situaciones.

Pero recordemos que las leyendas sobre monstruos marinos son universales: todos los pueblos antiguos que tenían contacto con el Mar tenían leyendas sobre monstruos así en su folklore.

Y más: los monstruos del Mar no eran imaginados como meras leyendas, ¡pero sí como seres reales!

Bueno, eso no es gran cosa, si tenemos en cuenta que algunos eran reales (y esos todavía existen). El calamar gigante, por ejemplo, era considerado un monstruo por el comienzo de la Era Moderna.

La ballena azul, la misma cosa.

Dicho sea de paso, mencioné la ballena azul una vez, en un post del Super CECG&B sobre el mayor animal del Mundo. Puedes clicar sobre el enlace arriba para verlo.

Pero hay que recordar que, con el nivel de conocimiento del Mundo que la gente tenía en aquella época, cuando se encontraba un animal de ese tipo en el Mar, era posible llamarlo simplemente de “monstruo”, ¿no? ¿Qué otra cosa nuestros antepasados podían imaginar que tales animales eran?

Sólo al final del siglo XVIII es que, con el desarrollo de las ideas de la Ilustración, este concepto ha cambiado. Nuestros antepasados empezaron a pensar de la siguiente manera:

“No hay monstruos. Lo que hay son animales todavía desconocidos por la ciencia.”

Bueno, tenemos que estar de acuerdo que esta definición cambió ciertas explicaciones en menos fantasiosas, ¿no?

Nowadays, the Atlantic Ocean, the Pacific Ocean and the Indian Ocean are navigated by all kinds of vessel constantly. But in the past was not so! The great voyages only started from the 15th century. And people began to sail frequently from one continent to the other only from then. So, before that, the presence of humans in the Sea, and watching the Sea, had never been as constant as it has become since then.

Thus, it’s entirely possible that, BEFORE THE 15th CENTURY, there were species of large-size creatures in the Sea which were extinguished by their natural predators (sharks, for example). When they died, the remains just went to the depths of the Sea and then disappeared without ever having been seen by any human being.

But it’s also possible that a few of these creatures have moved closer to the mainland at some moment and then were quickly seen by some of our ancestors. And that was enough to create some kind of legend about sea monsters.

THAT would be possible. But nowadays, large-size creatures can’t exist in the Sea completely hidden forever, right? As already stated, nowadays Sea is seen full-time (and both by boats or by airplanes and helicopters). Any larger creature, sooner or later, will be seen, photographed, filmed or at least detected by sonar when approaching the mainland or a ship.

But if so, why do the legends of sea monsters still exist nowadays?

Well, there are people who are more impressionable. And these, when they look at the Sea and see anything that looks unusual for them (a wave coming in the opposite direction to the other waves, for example), they’ll think it’s a monster.

In addition, remember in the Sea there are certain unusual animals which a little scary.

What if you’re at the Sea diving near the beach and suddenly, when you look sideways, you see a snake-shark (perhaps the ugliest breed of shark that exists, as you can see above).

Even if you know what it is you will at least get a scare at the time, won’t you?

Imagine a more susceptible person in this situation! If he doesn’t drown scared right then, he will swim away and even when he reaches the sand will come out screaming saying he saw a monster. For sure!

I globster fanno qualsiasi persona normale credere, almeno momentaneamente, all’esistenza dei mostri del Mare.

Se non lo sai cosa sono i globster, sono quei cadaveri bizzarri che arrivano alle spiagge e che nessuno può capire quello che sono.

Ovviamente, la prima idea che abbiamo quando guardiamo un globster è che sia il cadavere di un mostro. Ma i biologi, dopo aver esaminato ogni globster, sempre l’identifica come il cadavere di un animale comune.

Quando un cadavere rimane alcuni giorni alla deriva nel Mare, diventa bruciato dal Sole, è parzialmente mangiato dai pesci carnivori ed ha anche il processo di decomposizione naturale. In questo caso, quando un cadavere così raggiunge una spiaggia, è già completamente deformato, con una struttura fisica completamente diversa dal normale.

Ma ci sono dei casi specifici che rafforzano le leggende.

Il più noto è probabilmente quello del “Mostro della Tasmania”. Questo è il soprannome di un globster di 6 metri di lunghezza per 5 di larghezza, che è arrivato a una spiaggia dell’Australia nel 1960.

Si trattava di una creatura vagamente somigliante ad un pesce appiattito che non aveva occhi o bocca. E non era divorata dai pesci carnivori, come non era bruciata dal Sole.

Molte spiegazioni sono state date allora. Una diceva che la creatura era un animale preistorico che è stato congelato al Polo Sud per migliaia di anni fino a quando il ghiaccio è cominciato a rompersi. Così, la creatura è stata caduta nel Mare ed ha cominciato a galleggiare alla spiaggia australiana.

Ma ben presto i primi test hanno mostrato che la creatura non aveva nessun segno di congelamento. E il corpo mostrava che era morta ore prima di essere trovata!

Più di 20 anni di mistero sono rimasti in relazione all’identità di questa creatura. Ma poi, nel 1981, un test di confronto cellulare ha concluso che la cosa era solo una balena deformata.

Forse è stata partorita in prossimità della Tasmania. E visto che è nata deformata, senza occhi e senza bocca, probabilmente è nata morta o è morta pochi minuti dopo la nascita. E poi l’acqua l’ha trascinata fino alla spiaggia dove è stata trovata.

Bene, questo spiega perché le leggende di mostri marini esistono ancora oggi. E dimostra anche che non finiranno, vero? Probabilmente mai.

Bom, até mais!

sábado, 24 de setembro de 2011

ERINLÉ e EUÁ

ERINLÉ

Esse é o deus do Rio Erinlé, na Nigéria.

Como o Rio Erinlé é um afluente do Rio Oxum, os mitos costumam dizer que o deus Erinlé é amante da deusa Oxum, pois faz suas águas se encontrarem com as águas dela.

De acordo com os mitos, da união de Oxum e Erinlé nasceu Logun Edé, uma divindade que muda de sexo de acordo com as estações do ano: durante metade do ano, ele/ela é uma deusa feminina igual a Oxum; durante a outra metade, é um deus masculino igual a Erinlé.

Erinlé também é lembrado como um deus caçador. E como deuses caçadores estão sempre associados à alimentação (pois eram os caçadores que levavam comida pra abastecer as tribos nigerianas), eles são também deuses da alimentação.

Alguns mitos, inclusive, afirmam que, quando ele quer ser visto pelos humanos, assume a forma de um caçador de elefantes e fica andando às margens do Rio Erinlé.

Pouco cultuado no Brasil, Erinlé acabou sendo confundido aqui com Oxóssi, visto em terras brasileiras como o grande deus caçador.

Erinlé também é lembrado, embora com muito menos frequência, como um deus guerreiro.

Os seguidores dele não podem matar galos nem comer carne de galo, pois essas aves são protegidas por ele.

Erinlé é uma das divindades que mais gostam de receber presentes dos humanos.

Sendo um deus caçador, as melhores oferendas pra ele são animais abatidos. Mas, lembrando que não é conveniente nos dias de hoje matar um animal pra usar como oferenda, vamos lembrar que é possível comprar um animal já abatido e limpo num aviário ou açougue. Só não pode ser um galo.

Como Erinlé é o deus de um rio, o melhor lugar pra deixar as oferendas dele são os rios, o que exige que as oferendas sejam biodegradáveis, pra não poluir a Natureza. Assim, se você for fazer uma oferenda a esse deus, lave bem o animal que vai ser usado como oferenda e remova qualquer tipo de plástico ou outro material sintético que venha preso nele antes de lançar ao rio.

Os melhores momentos pra invocar ele por motivos relacionados à alimentação são o período de lua crescente e o 1º dia de Primavera, quando as energias de desenvolvimento (e consequentemente de alimentação) estão fluindo com mais força na Natureza.

Erinle is the god of the Erinle River, in Nigeria.

The Erinle River is an affluent of the Oshun River. Then, myths usually tell that Erinle is Oshun’s lover because that god pours his waters into this goddess’ waters.

According to the myths, Oshun and Erinle gave birth to a son/daughter named Logun Ede. This deity changes his/her sex along the seasons: he/she is a female goddess similar to Oshun during half of the year and a male god similar to Erinle during the other half.

Erinle is also a god of hunt. Deities of hunt are always associated to food (hunters were those who brought food to supply the Nigerian tribes). So, they’re also deities of food.

By the way, some myths tell he takes the form of an elephant hunter and walks on the banks of the Erinle River when he wants humans to see him.

Erinle isn’t usually worshipped in Brazil. Then, he is occasionally mistaken for Oxossi (the great god of hunt) by Brazilians.

Erinle is also (rarely) mentioned as a warrior god.

His followers may not kill or eat roosters. He protects these birds.

Erinle is one of the deities who like most to receive gifts from humans.

As a god of hunt, the best offerings for him are slaughtered animals. But don’t forget: nowadays it’s not convenient killing an animal for using it as an offering. And it’s possible buying an animal slaughtered and cleaned at an aviary or butcher shop. But it may not be a rooster.

Erinle is a god of a river. Then, the best places to leave his offerings are rivers. And as we don’t want to pollute Nature, the offering must be biodegradable: if you want to do it, wash the animal that will be used as an offering and remove any plastic or other man-made material that comes attached to it before leaving it at the river.

The best moments to call him for reasons associated to food are the crescent-moon period and the 1st day of Spring, because developing energies (and consequently feeding energies) are flowing more strongly in Nature in these periods.

Erinlé es el dios del Río Erinlé, en Nigeria.

El Río Erinlé es un afluente del Río Oshun. Así, los mitos suelen decir que el dios Erinlé es un amante de la diosa Oshun, pues que aquel dios derrama sus aguas en las aguas esta diosa.

Así dicen los mitos, Oshun y Erinlé son los padres de Logun Edé. Esta divinidad cambia su sexo a lo largo de las estaciones del año: por mitad del año, él/ella es una diosa femenina igual a Oshun; por la otra mitad, es un dios masculino igual a Erinlé.

Erinlé también es un dios de la caza. Divinidades de la caza son siempre asociadas a la alimentación (eran los cazadores que traían alimentos para abastecer a las tribus de Nigeria). Por lo tanto, también son deidades de la alimentación.

A propósito, algunos mitos dicen que él toma la forma de un cazador de elefantes y camina por las orillas del Río Erinlé cuando quiere que los seres humanos lo vean.

Erinlé no suele ser adorado en Brasil. Luego, de vez en cuando es confundido con Oshosi (el gran dios de la caza) por los brasileños.

También (pocas veces) se menciona Erinlé como un dios guerrero.

Sus seguidores no pueden matar o comer gallos, porque él protege a estas aves.

Erinlé es una de las deidades a quienes más gusta recibir regalos de los humanos.

Siendo un dios de la caza, las mejores ofrendas para él son animales sacrificados. Pero no te olvides: hoy en día no es conveniente matar a un animal para usarlo como una ofrenda. Y es posible comprar un animal ya sacrificado y limpiado en un aviario o carnicería. Pero no puede ser un gallo.

Erinlé es el dios de un río. Así, los mejores lugares para dejarle sus ofrendas son los ríos. Y como no queremos contaminar la Naturaleza, tal ofrenda debe ser biodegradable: si quieres hacerla, tienes que lavar el animal que será utilizado como ofrenda y quitar cualquier material plástico u otro artificial que venga unido a él antes de dejarlo en el río.

Los mejores momentos para llamarlo por razones asociadas a la alimentación son el período de luna creciente y el primer día de la Primavera, porque las energías de desarrollo (y por lo tanto las energías de alimentación) están fluyendo con más fuerza en la Naturaleza en esos períodos.

Erinlé è il dio del Fiume Erinlé, in Nigeria.

Il Fiume Erinlé è un affluente del Fiume Oshun. Così, i miti di solito raccontano che il dio Erinlé è amante della dea Oshun, perché quel dio getta le sue acque nelle acque di questa dea.

Secondo i miti, Oshun e Erinlé hanno un/una figlio/figlia chiamato/chiamata Logun Edé. Questa divinità cambia il suo sesso lungo le stagioni: lui/lei è una divinità femminile simile a Oshun durante la metà dell’anno e una divinità maschile simile a Erinlé durante l’altra metà.

Erinlé è anche un dio della caccia. Sempre si associa le divinità della caccia al cibo (i cacciatori erano quei che portavano il cibo per fornire le tribù nigeriane). Quindi, sono anche le divinità del cibo.

A proposito, alcuni miti raccontano che lui prende la forma di un cacciatore di elefanti e cammina sulle rive del Fiume Erinlé quando vuole che gli esseri umani lo vedano.

Erinlé di solito non è adorato in Brasile. Così, lui è a volte scambiato per Ochosi (il grande dio della caccia) dai brasiliani.

Si menziona anche Erinlé (raramente) come un dio guerriero.

I suoi sudditi non possono uccidere o mangiare galli, perché lui protegge questi uccelli.

A Erinlé piace moltissimo ricevere regali dagli umani.

Visto che si parla qui di un dio della caccia, la migliore offerta per lui sono gli animali macellati. Ma non dimenticare: oggigiorno non è conveniente uccidere un animale per il suo utilizzo come offerta. Ed è possibile comprare un animale macellato e pulito in una macelleria. Ma non può essere un gallo.

Erinlé è il dio di un fiume. Per questo, i migliori posti per lasciare le sue offerte sono i fiumi. E come non vogliamo inquinare la Natura, questa offerta deve essere biodegradabile: se vuoi farla, hai bisogno di lavare l’animale che verrà utilizzato come offerta e rimuovere qualche materiale di plastico o altro oggetto artificiale che venga legato all’animale prima di lasciarlo nel fiume.

I migliori momenti di chiamarlo per motivi connessi al cibo sono il periodo di luna crescente e il primo giorno di Primavera, perché le energie di sviluppo (e di conseguenza le energie di alimentazione) scorrono con più forza nella Natura in questi periodi.


EUÁ

Essa é a deusa do Rio Euá, na fronteira entre o atual Benin e a atual Nigéria.

A princípio, Euá não era considerada um orixá, mas sim um vodun. Em outras palavras, era uma divindade cultuada pelos habitantes do Daomé, no atual Benin, quilômetros mais a Oeste de Oió, na atual Nigéria. E os orixás propriamente ditos são as divindades que eram cultuadas em Oió e/ou nos seus arredores.

Com as conquistas de Oió avançando pro Oeste, os habitantes acabaram adotando o culto dos povos conquistados, ou seja, os voduns. E passaram a tratar os voduns como orixás. E Euá foi um desses voduns que se tornaram orixás.

O culto original dessa deusa é desconhecido. Se sabe que as oferendas dela eram deixadas em fontes, mas as demais informações sobre isso se perderam.

Alguns historiadores supõem que esses rituais começaram a entrar em decadência ainda na África, pois, por serem muito complicados, foram deixando de ser praticados.

Aparentemente, Euá também era louvada na África como protetora dos cortadores de lenha. Assim, ela pode ser vista atualmente como protetora dos carpinteiros e marceneiros.

Pouco cultuada no Brasil, ela é lembrada em Cuba como deusa dos cemitérios, embora não pareçam existir mitos originais africanos que mencionem isso.

De acordo com a crença cubana, às vezes Euá pode ser vista passeando entre os túmulos. Mas, como ela não gosta de ser incomodada pelos humanos nessas ocasiões, quem enxerga a deusa nesses momentos deve se afastar dali.

Sendo ela originalmente a deusa de um rio, o melhor lugar pra depositar as oferendas dela são os rios. E as melhores oferendas pra ela são galhos de árvore.

Os melhores momentos pra invocar Euá por motivos relacionados aos cemitérios são o período de lua nova e o 1º dia de Inverno, quando as energias da morte estão fluindo com mais força na Natureza. E por motivos relacionados à proteção dos carpinteiros e marceneiros não há um momento específico pro culto dela.

Yewa is the goddess of the Yewa River, at the border between the current Benin and Nigeria.

At first, she wasn’t an orisha. Actually, she was a vodun. Voduns are the deities worshipped by the people who lived in Dahomey (an ancient kingdom of the current Benin). Orishas are the deities worshipped by the people from Oyo (an ancient kingdom of the current Nigeria) and/or the districts around it.

Oyo conquered several new regions especially at its West (toward Dahomey). Then, its people ended up taking the worship of the voduns, as the deities of the conquered peoples. They started treating the voduns as orishas. And Yewa was one of these voduns changed in orishas.

The original worship of this goddess is unknown. It’s known that her offerings used to be left at sources. But other pieces of information about it are lost.

Some historiographers suppose these rituals started being forgotten still in Africa. They were very complicated and therefore started being no longer practiced.

Apparently, Yewa was worshipped in Africa also as the protector of hewers of wood. Thus, nowadays she can be seen as the protector of carpenters and joiners.

She is rarely worshipped in Brazil. But in Cuba she is seen as the goddess of the cemeteries, although it seems there isn’t any original African myth which mentions her in this condition.

According to the Cuban belief, sometimes Yewa can be seen walking among the graves. But if you see the goddess then you have to move away, because she doesn’t like being disturbed by humans on these occasions.

She is the goddess of a river. Then, the best places for leaving her offerings are rivers. And the best offerings for her are tree branches.

The best moments to call Yewa for reasons associated to cemeteries are the new-moon period and the 1st day of Winter, because the energies of death are flowing more strongly in Nature in these periods. And there isn’t a special period for calling her as the protector of carpenters and joiners.

Yewá es la diosa del río Yewá, en la frontera entre los actuales Benin y Nigeria.

En un primer momento, ella no era un orichá, pero sí un vodún. Vodúns son las divinidades adoradas por la gente de Dahomey (un antiguo reino del actual Benin). Orichás son las divinidades adoradas por la gente de Oyo (un antiguo reino de la actual Nigeria) y/o de las regiones alrededor de Oyo.

Oyo conquistó varias nuevas regiones, especialmente en el Oeste (donde se quedaba Dahomey). Así, su gente acabó por empezar a hacer adoración a los vodúns, como las divinidades de los pueblos conquistados y empezaron a tratar a los vodúns como orichás. Y Yewá fue uno de esos vodúns cambiados en orichás.

El culto original de esta diosa es desconocido. Se sabe que sus ofrendas solían ser dejadas en las fuentes. Sin embargo, otras informaciones al respecto se han perdido.

Algunos historiadores suponen que estos rituales comenzaron a ser olvidados todavía en África. Eran muy complicados y, por lo tanto, empezaron a dejar de ser practicados.

Al parecer, Yewá era adorada en África también como protectora de los cortadores de leña. Por lo tanto, hoy en día, puede ser vista como la protectora de los carpinteros.

Raras veces ella es adorada en Brasil. Pero en Cuba se la ven como la diosa de los cementerios, aunque parece que no hay ningún mito de origen africano que se la mencione en esta condición.

De acuerdo con la creencia de los cubanos, a veces Yewá puede ser vista caminando entre las tumbas. Pero si ves a la diosa en estos momentos, tienes que alejarte. Porque no le gusta ser molestada por los seres humanos en estas ocasiones.

Ella es la diosa de un río. Así, los mejores lugares para dejarle sus ofrendas son los ríos. Y las mejores ofrendas para ella son ramas de árboles.

Los mejores momentos para llamar a Yewá por razones asociadas a los cementerios son el período de luna nueva y el primer día del Invierno, porque las energías de la muerte están fluyendo con más fuerza en la Naturaleza en esos períodos. Y no hay un período especial para llamar a ella como la protectora de los carpinteros.

Yewà è la dea del Fiume Yewà, tra gli attuali Benin e Nigeria.

In un primo momento, lei non era un oriscià. In realtà, era una vodun. I vodun sono le divinità venerate dalla gente che abitava Dahomey (un antico regno dell’attuale Benin). Gli oriscià sono le divinità venerate dalla gente di Oyo (un antico regno dell’attuale Nigeria) e/o delle regioni intorno a Oyo.

Oyo ha conquistato molte regioni soprattutto al suo Ovest (verso Dahomey). Così, la sua gente dopo qualche tempo ha preso il culto dei vodun, come le divinità dei popoli conquistati. Hanno cominciato a trattare i vodun come fossero nuovi oriscià. E Yewà è stata uno di questi vodun cambiati in oriscià.

Il culto originale di questa dea è sconosciuto. Si sa che le sue offerte erano lasciate sulle fonti. Ma altre informazioni su di questo vengono perse.

Alcuni storiografi credono che hanno cominciato a scordare questi rituali ancora in Africa. Erano molto complicati e perciò hanno cominciato a lasciarli.

A quanto pare, Yewà era adorata in Africa anche come la protettrice dei tagliatori di legna. Così, oggigiorno si può vederla come la protettrice dei carpentieri.

Quasi nessuno l’adora in Brasile. Ma in Cuba la vedono come la dea dei cimiteri, nonostante sembri che non c’è nessun mito originario di Africa che la cita in questa condizione.

Secondo la credenza cubana, alcune volte Yewà può essere vista camminando tra le tombe. Ma se si vede la dea allora si deve allontanare dal cimitero, perché non le piace essere disturbata dagli esseri umani in queste occasioni.

Lei è la dea di un fiume. Per questo, i migliori posti per lasciare le sue offerte sono i fiumi. E le migliori offerte per lei sono i rami degli alberi.

I migliori momenti di chiamare Yewà per motivi connessi ai cimiteri sono il periodo di luna nuova e il primo giorno di Inverno, perché le energie di morte scorrono con più forza nella Natura in questi periodi. E non c'è un periodo speciale per chiamarla come la protettrice dei carpentieri.