Oi!!!
O post de hoje vai ser só em Português porque é sobre uma situação que tem a ver com o Brasil atual.
Bom, uma das melhores fórmulas pra ser feliz (ou, pelo menos, pra não mergulhar de cabeça na infelicidade) é evitar pequenos aborrecimentos no dia a dia. E hoje eu vou lembrar aqui de uma forma bastante prática de fazer isso.
Quando você vai ao mercado fazer compras, você já deve ter percebido que existem momentos do dia mais tranquilos pra fazer isso.
Os horários de funcionamento dos mercados variam um pouco de um pro outro. Mas geralmente eles funcionam entre as 7h e as 22h. Ou quase isso, um pouquinho mais cedo ou um pouquinho mais tarde.
Bom, é claro que muitos de nós acabamos não podendo escolher a hora de ir ao mercado devido ao nosso horário de trabalho e a outros contratempos. Mas, se você puder escolher a hora de ir ao mercado, eu posso afirmar aqui que os melhores horários pra isso são entre as 7h e as 10h, depois entre as 12h e as 16h e depois entre as 18h e as 22h.
Sabem por quê? Entre as 10h e as 12h e depois entre as 16h e as 18h são os horários em que o mercado fica mais cheio de donas de casa.
Algumas pessoas talvez não estejam entendendo o que uma coisa tem a ver com a outra. Bom, se você for mulher, talvez o excesso de donas de casa no mercado não mude muita coisa pra você. Mas se você for homem, vamos ver como são os resultados práticos disso...
Muitas mulheres que são donas de casa desenvolvem uma mania, neurose, psicose... Enfim, não sei exatamente que nome dar a isso. Mas elas desenvolvem alguma coisa nesse sentido que faz com que elas fiquem fazendo coisas pra atrapalhar e incomodar os homens em tempo integral. É só prestar atenção no comportamento das donas de casa que você vai perceber isso em muitas delas.
Se você é homem e entra num mercado num momento em que ele está cheio de donas de casa, vamos ver algumas das apurrinhações que você encontra pelo caminho.
Tem uma dessas donas de casa andando com o carrinho dela na sua frente. Quando ela vê que tem um homem atrás dela, ela larga o carrinho no meio do corredor pra atrapalhar a passagem dele e vai olhar alguma na prateleira ao lado. E quando não larga no meio do corredor, ela para na frente do homem numa posição que impeça ele de passar com o carrinho dele.
Se ela encontra uma conhecida no mercado e percebe que tem um homem atrás dela, ela pode nem conhecer direito a figura que ela encontrou ali, mas ela para com o carrinho dela na frente do homem e fala, fala, fala, fala, fala, fala, fala, fala, fala, fala, fala, fala, fala, fala, fala com a figura que ela encontrou.
Aí o homem fala:
“Dá licença?”
Ela ignora o homem e continua falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando...
Passado 1 minuto, o homem fala de novo:
“Dá licença?”
Ela continua nem dando a mínima pra ele e continua falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando...
Mais 1 minuto depois, obviamente o cara já perdeu a paciência e fala num tom mais áspero:
“Dá licença?”
Aí ela olha pra ele com cara de nojo e fala:
“Ai, moço!”
E muitas vezes, mesmo assim, ela não sai da frente. O homem que dê a volta pelo outro corredor.
Se uma dona de casa desse tipo tá numa fila do mercado pra comprar alguma coisa (geralmente na seção de frios, na padaria e no açougue do mercado você tem que entrar numa fila pra pedir o que você quer) e vê que quem tá atrás dela na fila é um homem, na hora em que ela termina de ser atendida ela simplesmente não vai embora. Fica lá parada na frente do balcão falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando e falando com o atendente. O homem atrás dela que espere pra ser atendido. E a gente vê essa mesmíssima situação na fila do caixa, na hora de pagar.
Se você não acredita em mim ou acha que eu tô exagerando, não tem problema. Vá você mesmo frequentar qualquer mercado carioca ao longo da semana entre as 10h e as 12h ou entre as 16h e as 18h e preste atenção ao seu redor. Você vai ver essas cenas N vezes por lá. Isso pode até não acontecer com você, mas vai acontecer com alguém do seu lado lá na hora.
Outra coisa: muitas dessas mulheres levam os filhos pro mercado, porque, de acordo com elas, elas não têm com quem deixar.
Bom, é claro que existem crianças que ficam quietas. Mas isso é comum? Óbvio que não. O mínimo que você escuta é a criança aos berros:
“EU QUERO ISSOOOOOOOOOO!!! AAAAAAAAAAH!!! EU QUERO AQUELE BISCOITOOOOOOOOOO!!! AAAAAAAAAAH!!! ME DÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁ!!! ME DÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁ!!! EU QUEROOOOOOOOOO!!! EU QUEROOOOOOOOOO!!!” AAAAAAAAAAH!!! ME DÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁ!!! ME DÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁ!!!
E enquanto berra isso, a criança se joga no chão, soca o chão e por aí vai. Enquanto você, com os seus pobres ouvidos, vai ter que aturar esse escândalo.
Pra quem acha que isso é pouco, vamos ver casos piores:
A criança derruba e quebra algum produto que tava numa prateleira... Ainda que a perda do produto não interfira no fato de você estar lá no mercado, se o gerente vier reclamar, você vai ter que aturar a idiota da mãe tendo um ataque histérico dizendo que o monstrinho dela não tem culpa de nada. Ela é capaz de botar a culpa num funcionário do mercado que tava láááááááááá no final do outro corredor, a uns 20 metros de distância (e se duvidar, de costas pra ela), na hora em que o monstrinho dela quebrou o produto.
Ou, no mínimo, vai dizer que um produto tão frágil não tinha que ser colocado ali, onde qualquer criança pode quebrar. Mesmo que o produto tivesse no alto de uma prateleira de 2 metros de altura e mesmo que o monstrinho dela tenha escalado a prateleira e começado a balançar a prateleira e derrubar aquele e outros produtos, o discurso da idiota provavelmente vai ser esse ou outro bem parecido com esse.
Só que vai ser um discurso os berros, no meio de um ataque histérico. E você, com os seus pobres ouvidos, vai ter que aturar isso.
Ainda tá achando pouco? Vamos em frente:
Suponha que criança chegue em você e comece a jogar alguma coisa em cima de você. Ou então ela começa a cuspir em você, empurrar você e por aí vai.
Bom, se você é daqueles que gostam de posar de mártires, eu suponho que você deixe pra lá no início. Aí você ainda vira pra pessoa que tá do seu lado na hora e fala:
“Ah! Deixa pra lá. É criança, né?”
Só que, mesmo se você for metido a mártir, se o monstrinho nojento continuar fazendo aquilo, vai chegar uma hora em que você vai perder a paciência.
Aí você se dirige à mãe do monstrinho asqueroso e, supondo que você tenha paciência suficiente pra isso, fala:
“Com licença. Acho que essa criança é seu filho, né? Já que ele tem tanta energia, dava pra segurar ele um pouquinho?”
Provavelmente, ela vai olhar pra você, já meio sem paciência com você, e vai responder alguma coisa mais ou menos assim:
“Ah, isso é coisa de criança. Ele não está incomodando ninguém.”
E fica por isso mesmo. E o monstrinho escroto continua fazendo o que estava fazendo.
Aí, supondo ainda que você seja metido a mártir e que você ainda tenha paciência suficiente pra manter os bons modos, você olha pra mãe do monstrinho e fala:
“Olha, sinto muito, mas essa criança já tá começando a me incomodar.”
Não é preciso mais do que isso pra essa imbecil já chegar pra você de dedo em riste e berrando:
“NÃO FALA ASSIM DO MEU FILHO!!!”
Pronto. Daí pra frente, já começa a baixaria que essa babaca vai armar.
Só posso sugerir uma coisa: se chegou a esse ponto, não tente argumentar com ela. Porque, não importa o que você fale, ela não vai nem parar pra ouvir. Enquanto você está tentando explicar, ela não vai parar de berrar nem por 1 segundo.
Berrando o quê? Bom, além de algumas dezenas de contradições que com certeza vão aparecer no discurso dela, muito provavelmente ela também vai querer justificar a “proteção” dela ao filho ao berrar frases do tipo:
“AH, PORQUE EU SOU MÃE!!! ENTÃO EU POSSO ISSO, EU POSSO AQUILO, EU POSSO AQUILO OUTRO... SÓ QUEM É MÃE SABE SEMPRE O QUANTO O FILHO PRECISA SER PROTEGIDO!!! SÓ QUEM É MÃE SABE SEMPRE O QUE É CERTO!!! SÓ QUEM É MÃE SABE SEMPRE O QUE É MELHOR!!!”
E outras frases desse tipo, se autodivinizando por ser mãe.
E mais uma coisinha: se você for homem, todas as pessoas que estiverem em volta vão se meter no assunto e vão ficar a favor dela e contra você. Se não todas, pelo menos 90% vão fazer isso.
Vocês sabem que, na atual sociedade brasileira, quando alguém vê um desentendimento entre um homem e uma mulher, sempre dá razão à mulher e fica contra o homem, principalmente ao falar em público. Pega bem fazer isso, dá status fazer isso, é bem visto fazer isso... Enfim: quem faz isso enfeita a própria imagem pública.
Assim, como você vai ser massacrado nesse tipo de situação (por mais certo que você esteja e por mais errada que a outra parte esteja), o jeito aí é não responder nada.
Aliás, isso vale pra TODAS as situações em que você se deparar com uma criatura que pensa que está sempre certa (ou, no mínimo, que quer fazer parecer que está sempre certa quando está na sua frente): não discuta com essa criatura, porque isso não vai resolver nada de nada. Só vai resultar num grande bate-boca. E quando esse bate-boca terminar, ela vai continuar falando as mesmas coisas e fazendo as mesmas coisas.
Se você quer evitar aborrecimentos com essa criatura, procure ficar o mais afastado possível dela. É a única atitude que produz resultados práticos.
Aí é que tá a questão: pra evitar as situações que eu descrevi acima, o melhor a fazer é evitar ir ao mercado nos horários em que esse tipo de mulher está lá em grande quantidade. Vamos deixar elas lá, se autoendeusando e se autodivinizando entre as 4 paredes do mercado. E vamos deixar lá também todas as apurrinhações resultantes do comportamento delas que eu descrevi acima.
Pra isso, basta escolher uma hora melhor pra ir ao mercado.
Eu mesmo passei a ir super em paz e a voltar super em paz do mercado a partir do momento em que passei a evitar as piores horas pra ir lá.
Ou, se você gosta de conviver com as situações acima descritas, então se meta nos mercados entre as 10h e as 12h ou entre as 16h e as 18h. Afinal, gosto é gosto, né? O que é de gosto é regalo da vida.
Até!
O post de hoje vai ser só em Português porque é sobre uma situação que tem a ver com o Brasil atual.
Bom, uma das melhores fórmulas pra ser feliz (ou, pelo menos, pra não mergulhar de cabeça na infelicidade) é evitar pequenos aborrecimentos no dia a dia. E hoje eu vou lembrar aqui de uma forma bastante prática de fazer isso.
Quando você vai ao mercado fazer compras, você já deve ter percebido que existem momentos do dia mais tranquilos pra fazer isso.
Os horários de funcionamento dos mercados variam um pouco de um pro outro. Mas geralmente eles funcionam entre as 7h e as 22h. Ou quase isso, um pouquinho mais cedo ou um pouquinho mais tarde.
Bom, é claro que muitos de nós acabamos não podendo escolher a hora de ir ao mercado devido ao nosso horário de trabalho e a outros contratempos. Mas, se você puder escolher a hora de ir ao mercado, eu posso afirmar aqui que os melhores horários pra isso são entre as 7h e as 10h, depois entre as 12h e as 16h e depois entre as 18h e as 22h.
Sabem por quê? Entre as 10h e as 12h e depois entre as 16h e as 18h são os horários em que o mercado fica mais cheio de donas de casa.
Algumas pessoas talvez não estejam entendendo o que uma coisa tem a ver com a outra. Bom, se você for mulher, talvez o excesso de donas de casa no mercado não mude muita coisa pra você. Mas se você for homem, vamos ver como são os resultados práticos disso...
Muitas mulheres que são donas de casa desenvolvem uma mania, neurose, psicose... Enfim, não sei exatamente que nome dar a isso. Mas elas desenvolvem alguma coisa nesse sentido que faz com que elas fiquem fazendo coisas pra atrapalhar e incomodar os homens em tempo integral. É só prestar atenção no comportamento das donas de casa que você vai perceber isso em muitas delas.
Se você é homem e entra num mercado num momento em que ele está cheio de donas de casa, vamos ver algumas das apurrinhações que você encontra pelo caminho.
Tem uma dessas donas de casa andando com o carrinho dela na sua frente. Quando ela vê que tem um homem atrás dela, ela larga o carrinho no meio do corredor pra atrapalhar a passagem dele e vai olhar alguma na prateleira ao lado. E quando não larga no meio do corredor, ela para na frente do homem numa posição que impeça ele de passar com o carrinho dele.
Se ela encontra uma conhecida no mercado e percebe que tem um homem atrás dela, ela pode nem conhecer direito a figura que ela encontrou ali, mas ela para com o carrinho dela na frente do homem e fala, fala, fala, fala, fala, fala, fala, fala, fala, fala, fala, fala, fala, fala, fala com a figura que ela encontrou.
Aí o homem fala:
“Dá licença?”
Ela ignora o homem e continua falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando...
Passado 1 minuto, o homem fala de novo:
“Dá licença?”
Ela continua nem dando a mínima pra ele e continua falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando...
Mais 1 minuto depois, obviamente o cara já perdeu a paciência e fala num tom mais áspero:
“Dá licença?”
Aí ela olha pra ele com cara de nojo e fala:
“Ai, moço!”
E muitas vezes, mesmo assim, ela não sai da frente. O homem que dê a volta pelo outro corredor.
Se uma dona de casa desse tipo tá numa fila do mercado pra comprar alguma coisa (geralmente na seção de frios, na padaria e no açougue do mercado você tem que entrar numa fila pra pedir o que você quer) e vê que quem tá atrás dela na fila é um homem, na hora em que ela termina de ser atendida ela simplesmente não vai embora. Fica lá parada na frente do balcão falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando, falando e falando com o atendente. O homem atrás dela que espere pra ser atendido. E a gente vê essa mesmíssima situação na fila do caixa, na hora de pagar.
Se você não acredita em mim ou acha que eu tô exagerando, não tem problema. Vá você mesmo frequentar qualquer mercado carioca ao longo da semana entre as 10h e as 12h ou entre as 16h e as 18h e preste atenção ao seu redor. Você vai ver essas cenas N vezes por lá. Isso pode até não acontecer com você, mas vai acontecer com alguém do seu lado lá na hora.
Outra coisa: muitas dessas mulheres levam os filhos pro mercado, porque, de acordo com elas, elas não têm com quem deixar.
Bom, é claro que existem crianças que ficam quietas. Mas isso é comum? Óbvio que não. O mínimo que você escuta é a criança aos berros:
“EU QUERO ISSOOOOOOOOOO!!! AAAAAAAAAAH!!! EU QUERO AQUELE BISCOITOOOOOOOOOO!!! AAAAAAAAAAH!!! ME DÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁ!!! ME DÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁ!!! EU QUEROOOOOOOOOO!!! EU QUEROOOOOOOOOO!!!” AAAAAAAAAAH!!! ME DÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁ!!! ME DÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁ!!!
E enquanto berra isso, a criança se joga no chão, soca o chão e por aí vai. Enquanto você, com os seus pobres ouvidos, vai ter que aturar esse escândalo.
Pra quem acha que isso é pouco, vamos ver casos piores:
A criança derruba e quebra algum produto que tava numa prateleira... Ainda que a perda do produto não interfira no fato de você estar lá no mercado, se o gerente vier reclamar, você vai ter que aturar a idiota da mãe tendo um ataque histérico dizendo que o monstrinho dela não tem culpa de nada. Ela é capaz de botar a culpa num funcionário do mercado que tava láááááááááá no final do outro corredor, a uns 20 metros de distância (e se duvidar, de costas pra ela), na hora em que o monstrinho dela quebrou o produto.
Ou, no mínimo, vai dizer que um produto tão frágil não tinha que ser colocado ali, onde qualquer criança pode quebrar. Mesmo que o produto tivesse no alto de uma prateleira de 2 metros de altura e mesmo que o monstrinho dela tenha escalado a prateleira e começado a balançar a prateleira e derrubar aquele e outros produtos, o discurso da idiota provavelmente vai ser esse ou outro bem parecido com esse.
Só que vai ser um discurso os berros, no meio de um ataque histérico. E você, com os seus pobres ouvidos, vai ter que aturar isso.
Ainda tá achando pouco? Vamos em frente:
Suponha que criança chegue em você e comece a jogar alguma coisa em cima de você. Ou então ela começa a cuspir em você, empurrar você e por aí vai.
Bom, se você é daqueles que gostam de posar de mártires, eu suponho que você deixe pra lá no início. Aí você ainda vira pra pessoa que tá do seu lado na hora e fala:
“Ah! Deixa pra lá. É criança, né?”
Só que, mesmo se você for metido a mártir, se o monstrinho nojento continuar fazendo aquilo, vai chegar uma hora em que você vai perder a paciência.
Aí você se dirige à mãe do monstrinho asqueroso e, supondo que você tenha paciência suficiente pra isso, fala:
“Com licença. Acho que essa criança é seu filho, né? Já que ele tem tanta energia, dava pra segurar ele um pouquinho?”
Provavelmente, ela vai olhar pra você, já meio sem paciência com você, e vai responder alguma coisa mais ou menos assim:
“Ah, isso é coisa de criança. Ele não está incomodando ninguém.”
E fica por isso mesmo. E o monstrinho escroto continua fazendo o que estava fazendo.
Aí, supondo ainda que você seja metido a mártir e que você ainda tenha paciência suficiente pra manter os bons modos, você olha pra mãe do monstrinho e fala:
“Olha, sinto muito, mas essa criança já tá começando a me incomodar.”
Não é preciso mais do que isso pra essa imbecil já chegar pra você de dedo em riste e berrando:
“NÃO FALA ASSIM DO MEU FILHO!!!”
Pronto. Daí pra frente, já começa a baixaria que essa babaca vai armar.
Só posso sugerir uma coisa: se chegou a esse ponto, não tente argumentar com ela. Porque, não importa o que você fale, ela não vai nem parar pra ouvir. Enquanto você está tentando explicar, ela não vai parar de berrar nem por 1 segundo.
Berrando o quê? Bom, além de algumas dezenas de contradições que com certeza vão aparecer no discurso dela, muito provavelmente ela também vai querer justificar a “proteção” dela ao filho ao berrar frases do tipo:
“AH, PORQUE EU SOU MÃE!!! ENTÃO EU POSSO ISSO, EU POSSO AQUILO, EU POSSO AQUILO OUTRO... SÓ QUEM É MÃE SABE SEMPRE O QUANTO O FILHO PRECISA SER PROTEGIDO!!! SÓ QUEM É MÃE SABE SEMPRE O QUE É CERTO!!! SÓ QUEM É MÃE SABE SEMPRE O QUE É MELHOR!!!”
E outras frases desse tipo, se autodivinizando por ser mãe.
E mais uma coisinha: se você for homem, todas as pessoas que estiverem em volta vão se meter no assunto e vão ficar a favor dela e contra você. Se não todas, pelo menos 90% vão fazer isso.
Vocês sabem que, na atual sociedade brasileira, quando alguém vê um desentendimento entre um homem e uma mulher, sempre dá razão à mulher e fica contra o homem, principalmente ao falar em público. Pega bem fazer isso, dá status fazer isso, é bem visto fazer isso... Enfim: quem faz isso enfeita a própria imagem pública.
Assim, como você vai ser massacrado nesse tipo de situação (por mais certo que você esteja e por mais errada que a outra parte esteja), o jeito aí é não responder nada.
Aliás, isso vale pra TODAS as situações em que você se deparar com uma criatura que pensa que está sempre certa (ou, no mínimo, que quer fazer parecer que está sempre certa quando está na sua frente): não discuta com essa criatura, porque isso não vai resolver nada de nada. Só vai resultar num grande bate-boca. E quando esse bate-boca terminar, ela vai continuar falando as mesmas coisas e fazendo as mesmas coisas.
Se você quer evitar aborrecimentos com essa criatura, procure ficar o mais afastado possível dela. É a única atitude que produz resultados práticos.
Aí é que tá a questão: pra evitar as situações que eu descrevi acima, o melhor a fazer é evitar ir ao mercado nos horários em que esse tipo de mulher está lá em grande quantidade. Vamos deixar elas lá, se autoendeusando e se autodivinizando entre as 4 paredes do mercado. E vamos deixar lá também todas as apurrinhações resultantes do comportamento delas que eu descrevi acima.
Pra isso, basta escolher uma hora melhor pra ir ao mercado.
Eu mesmo passei a ir super em paz e a voltar super em paz do mercado a partir do momento em que passei a evitar as piores horas pra ir lá.
Ou, se você gosta de conviver com as situações acima descritas, então se meta nos mercados entre as 10h e as 12h ou entre as 16h e as 18h. Afinal, gosto é gosto, né? O que é de gosto é regalo da vida.
Até!
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