domingo, 25 de setembro de 2011

HOMENAGEM DO Ultra CECG&B AO DIA DO MAR

Oi!!!

Hoje, 25 de Setembro, é o Dia do Mar.

E o Ultra CECG&B homenageia a data falando sobre uma das lendas mais persistentes envolvendo o Mar: as histórias sobre monstros marinhos.

Pra muitas pessoas, falar em monstros do Mar é simplesmente coisa de gente ignorante; pra outros, é coisa de gente que se impressionou com alguma coisa que tinha visto ou ouvido antes e aí viu alguma coisa normal no Mar e pensou que fosse um monstro; pra outros, isso é simplesmente Literatura... E por aí vai.

Bom, pode ser tudo isso, em situações diferentes.

Mas vamos lembrar que lendas sobre monstros marinhos são universais: todos os povos antigos que tiveram contato com o Mar tiveram lendas sobre monstros desse tipo em seus folclores.

E mais: os monstros do Mar não eram imaginados como simples lendas, mas sim como criaturas reais!

Bom, isso não é nada demais, se lembrarmos que alguns eram (e ainda são, porque ainda existem) propriamente reais. A lula gigante, por exemplo, foi considerada um monstro até o início da Idade Moderna.

A baleia azul, a mesma coisa.

Aliás, mencionei a baleia azul uma vez, num post do Super CECG&B em que coloquei em discussão qual é o maior animal do Mundo. Se você quiser ver, dê uma clicada aqui:

http://centrogb.blogspot.com/2009/08/o-maior-animal-que-ja-existiu-quem-tem.html

Mas vamos lembrar que, com o nível de conhecimento do Mundo que as pessoas tinham naquela época, quando elas viam um animal desse tipo nadando no Mar, não podiam mesmo chamar esse animal de nada além de “monstro”, né? O que mais os nossos antepassados podiam imaginar que aquilo fosse?

Só no final do século XVIII é que, com o desenvolvimento das ideias do Iluminismo, esse conceito mudou. Os nossos antepassados passaram a pensar da seguinte forma:

“Não existem monstros. O que existe são animais ainda desconhecidos da ciência.”

Temos que concordar que essa definição tornou certas explicações menos fantasiosas, né?

Além disso, vamos pensar no seguinte: NOS DIAS ATUAIS, o Oceano Atlântico, o Oceano Pacífico e o Oceano Índico são navegados por todos os tipos de embarcação constantemente. Mas no passado não era assim! As grandes navegações, em que as pessoas começaram a navegar com frequência de um continente pro outro, só começaram a partir do século XV. Ou seja, dali pra trás, a presença do ser humano no Mar, e observando o Mar, nunca tinha sido tããããão constante quanto se tornou de lá pra cá.

Assim, é plenamente possível que, ANTES DO SÉCULO XV, existissem espécies de criaturas de grande tamanho no Mar que foram extintas por seus predadores naturais (tubarões, por exemplo). Quando morriam, os restos mortais simplesmente iam pro fundo do Mar e aí desapareciam sem nunca terem sido vistos por nenhum ser humano.

Mas também é possível que 2 ou 3 exemplares dessas criaturas tenham se aproximado mais da terra em algum momento e aí foram vistas rapidamente por alguns dos nossos antepassados. E isso foi o suficiente pra criar algum tipo de lenda sobre monstros do Mar.

Até aí, ainda é possível. Mas nos dias atuais, criaturas de grande tamanho não têm como ainda existirem no Mar permanecendo escondidas pra sempre, né? Como já foi dito, hoje o Mar é observado em tempo integral (e tanto por embarcações quanto por aviões e helicópteros). Qualquer criatura maior, mais cedo ou mais tarde, vai ser vista, fotografada, filmada ou, no mínimo, detectada por sonar quando se aproximar da terra ou de algum navio.

Mas, se é assim, por que as lendas sobre monstros do Mar ainda persistem até hoje?

Bom, como eu disse lá em cima, existem pessoas mais impressionáveis. E essas, quando olham pro Mar e veem qualquer coisa que pareça fora do comum pra elas (uma onda vindo na direção oposta às outras ondas, por exemplo), já vão pensar que aquilo é um monstro.

Além disso, vamos combinar que no Mar existem certos animais que, além de serem incomuns, também tem uma aparência meio assustadora.

Já pensou se você tá no Mar, mergulhando perto da praia e, de repente, quando você olha pro lado, você vê um tubarão-cobra, que talvez seja a raça de tubarão mais feia que existe.

Mesmo que você saiba o que é isso, você vai minimamente levar um susto na hora, né?

Imagine uma pessoa mais impressionável nessa situação! Se ela não se afogar na hora com o susto, ela vai sair nadando e, mesmo quando chegar na areia, vai sair aos berros dizendo que viu um monstro, não tenha dúvida.

Além disso, tem também a questão dos globsters, que fazem qualquer leigo acreditar, pelo menos momentaneamente, na existência de monstros do Mar.

Globsters, pra quem não sabe, são cadáveres bizarros que aparecem nas praias e que, a princípio, ninguém consegue entender o que são.





Obviamente, a 1ª ideia que se tem é de que aquilo é o cadáver de um monstro do Mar. Mas todos os globsters, depois de terem sido examinados por biólogos, são identificados como cadáveres de animais comuns.

Ocorre que, depois de alguns dias flutuando no Mar, além do processo de decomposição natural, o cadáver também é parcialmente devorado por peixes carnívoros, além de queimado pelo Sol. Então, quando esse cadáver chega a uma praia, ele já tá completamente deformado, com uma estrutura física totalmente diferente do normal.

Mas existem casos mais específicos que provocam mais lendas ainda.

O mais conhecido, provavelmente, é o do “Monstro da Tasmânia”, como foi apelidado um globster de 6 metros de comprimento por 5 de largura que apareceu numa praia da Austrália em 1960.



Vagamente parecida com um peixe achatado, a criatura não tinha olhos nem boca. E não tinha sido devorada por peixes carnívoros, assim como não tinha sido queimada pelo Sol. Pelo contrário: o corpo tava inteirinho!

Muitas explicações iniciais foram dadas. Entre elas, de que a criatura seria algum animal pré-histórico que ficou congelado no Polo Sul por milhares de anos até que o gelo onde ele tava se derreteu, fazendo ele se soltar e flutuar até a praia australiana.

Mas exames iniciais logo mostraram que a criatura não tinha nenhum sinal de congelamento. E pelo estado do corpo, tinha morrido horas antes de ser encontrada!

Mais de 20 anos de mistério se seguiram em relação à identidade dessa criatura. Até que, em 1981, um exame de comparação celular concluiu que aquilo era simplesmente uma baleia deformada.

Ela deve ter sido parida pela mãe nas proximidades da Tasmânia. E como nasceu malformada, sem olhos e sem boca, provavelmente nasceu morta ou morreu poucos minutos depois de nascer. E aí foi arrastada pela correnteza até a praia onde foi encontrada.

Bom, isso tudo explica por quê as lendas sobre monstros do Mar continuam vivas até hoje. E também demonstra que elas não vão acabar, né? Provavelmente, nunca.

Hoy, 25 de Septiembre, es el Día del Mar.

Y el Ultra CECG&B honra a este día hablando de una de las leyendas más persistentes relacionadas con el Mar: las historias sobre monstruos marinos.

Para muchos, hablar de monstruos del Mar es simplemente cosa de ignorantes; para otros, es una postura de personas impresionadas con algo que vieron u oyeron y que entonces empezaron a “ver” cosas en el Mar; para otros, es simplemente Literatura...

Bueno, puede ser todo eso en diferentes situaciones.

Pero recordemos que las leyendas sobre monstruos marinos son universales: todos los pueblos antiguos que tenían contacto con el Mar tenían leyendas sobre monstruos así en su folklore.

Y más: los monstruos del Mar no eran imaginados como meras leyendas, ¡pero sí como seres reales!

Bueno, eso no es gran cosa, si tenemos en cuenta que algunos eran reales (y esos todavía existen). El calamar gigante, por ejemplo, era considerado un monstruo por el comienzo de la Era Moderna.

La ballena azul, la misma cosa.

Dicho sea de paso, mencioné la ballena azul una vez, en un post del Super CECG&B sobre el mayor animal del Mundo. Puedes clicar sobre el enlace arriba para verlo.

Pero hay que recordar que, con el nivel de conocimiento del Mundo que la gente tenía en aquella época, cuando se encontraba un animal de ese tipo en el Mar, era posible llamarlo simplemente de “monstruo”, ¿no? ¿Qué otra cosa nuestros antepasados podían imaginar que tales animales eran?

Sólo al final del siglo XVIII es que, con el desarrollo de las ideas de la Ilustración, este concepto ha cambiado. Nuestros antepasados empezaron a pensar de la siguiente manera:

“No hay monstruos. Lo que hay son animales todavía desconocidos por la ciencia.”

Bueno, tenemos que estar de acuerdo que esta definición cambió ciertas explicaciones en menos fantasiosas, ¿no?

Nowadays, the Atlantic Ocean, the Pacific Ocean and the Indian Ocean are navigated by all kinds of vessel constantly. But in the past was not so! The great voyages only started from the 15th century. And people began to sail frequently from one continent to the other only from then. So, before that, the presence of humans in the Sea, and watching the Sea, had never been as constant as it has become since then.

Thus, it’s entirely possible that, BEFORE THE 15th CENTURY, there were species of large-size creatures in the Sea which were extinguished by their natural predators (sharks, for example). When they died, the remains just went to the depths of the Sea and then disappeared without ever having been seen by any human being.

But it’s also possible that a few of these creatures have moved closer to the mainland at some moment and then were quickly seen by some of our ancestors. And that was enough to create some kind of legend about sea monsters.

THAT would be possible. But nowadays, large-size creatures can’t exist in the Sea completely hidden forever, right? As already stated, nowadays Sea is seen full-time (and both by boats or by airplanes and helicopters). Any larger creature, sooner or later, will be seen, photographed, filmed or at least detected by sonar when approaching the mainland or a ship.

But if so, why do the legends of sea monsters still exist nowadays?

Well, there are people who are more impressionable. And these, when they look at the Sea and see anything that looks unusual for them (a wave coming in the opposite direction to the other waves, for example), they’ll think it’s a monster.

In addition, remember in the Sea there are certain unusual animals which a little scary.

What if you’re at the Sea diving near the beach and suddenly, when you look sideways, you see a snake-shark (perhaps the ugliest breed of shark that exists, as you can see above).

Even if you know what it is you will at least get a scare at the time, won’t you?

Imagine a more susceptible person in this situation! If he doesn’t drown scared right then, he will swim away and even when he reaches the sand will come out screaming saying he saw a monster. For sure!

I globster fanno qualsiasi persona normale credere, almeno momentaneamente, all’esistenza dei mostri del Mare.

Se non lo sai cosa sono i globster, sono quei cadaveri bizzarri che arrivano alle spiagge e che nessuno può capire quello che sono.

Ovviamente, la prima idea che abbiamo quando guardiamo un globster è che sia il cadavere di un mostro. Ma i biologi, dopo aver esaminato ogni globster, sempre l’identifica come il cadavere di un animale comune.

Quando un cadavere rimane alcuni giorni alla deriva nel Mare, diventa bruciato dal Sole, è parzialmente mangiato dai pesci carnivori ed ha anche il processo di decomposizione naturale. In questo caso, quando un cadavere così raggiunge una spiaggia, è già completamente deformato, con una struttura fisica completamente diversa dal normale.

Ma ci sono dei casi specifici che rafforzano le leggende.

Il più noto è probabilmente quello del “Mostro della Tasmania”. Questo è il soprannome di un globster di 6 metri di lunghezza per 5 di larghezza, che è arrivato a una spiaggia dell’Australia nel 1960.

Si trattava di una creatura vagamente somigliante ad un pesce appiattito che non aveva occhi o bocca. E non era divorata dai pesci carnivori, come non era bruciata dal Sole.

Molte spiegazioni sono state date allora. Una diceva che la creatura era un animale preistorico che è stato congelato al Polo Sud per migliaia di anni fino a quando il ghiaccio è cominciato a rompersi. Così, la creatura è stata caduta nel Mare ed ha cominciato a galleggiare alla spiaggia australiana.

Ma ben presto i primi test hanno mostrato che la creatura non aveva nessun segno di congelamento. E il corpo mostrava che era morta ore prima di essere trovata!

Più di 20 anni di mistero sono rimasti in relazione all’identità di questa creatura. Ma poi, nel 1981, un test di confronto cellulare ha concluso che la cosa era solo una balena deformata.

Forse è stata partorita in prossimità della Tasmania. E visto che è nata deformata, senza occhi e senza bocca, probabilmente è nata morta o è morta pochi minuti dopo la nascita. E poi l’acqua l’ha trascinata fino alla spiaggia dove è stata trovata.

Bene, questo spiega perché le leggende di mostri marini esistono ancora oggi. E dimostra anche che non finiranno, vero? Probabilmente mai.

Bom, até mais!

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