terça-feira, 30 de novembro de 2010

ALGUMAS COISAS PRA LEMBRAR DO DIA MUNDIAL DE COMBATE À AIDS

Oi!!!

Encerrando o mês, vou linkar aqui o site do soropositivo.org:

http://www.soropositivo.org/gay/5995.html

É um site administrado pelo Cláudio Santos Souza, que faz um trabalho de conscientização e ajuda a pessoas que receberam o vírus HIV. E no site também tem algumas instruções de procedimentos pra pessoas que foram vítimas de crimes homofóbicos.
Bom, não foi por acaso que eu linkei esse site aqui. Ele tem tudo a ver com o post de hoje: amanhã, 01 de Dezembro, é o Dia Mundial de Combate à AIDS. E como esse mês o Vaticano finalmente admitiu que a camisinha pode ser usada em alguns casos específicos, achei interessante fazer um post falando sobre o assunto.
A gente sabe que o Vaticano mantém intransigentemente a idéia de que o sexo só pode ser usado com 2 únicos propósitos: pra consumar o casamento e pra ter filhos. E é por isso que o Catolicismo Romano se mantém, na quase totalidade dos casos, contra a camisinha tão a ferro e fogo, já que a camisinha é destinada a uma prática sexual que não é pra ter filhos.
Então, qual é a mensagem que o Vaticano transmite?

NÃO USEM CAMISINHA!!! PODEM PEGAR HEPATITE, PODEM PEGAR SÍFILIS, PODEM PEGAR AIDS, MAS NÃO USEM CAMISINHA!!!

Eles podem até não falar com essas palavras, podem até não falar tão abertamente assim, mas a mensagem transmitida na prática é sempre essa. É ou não é?
Só o que foi mudado nos últimos dias em relação a esse assunto é que eles reconheceram que usar camisinha tem que ser considerado um pecado menos grave do que contaminar o parceiro com uma DST (doença sexualmente transmissível). Mas que continua sendo visto por eles como um pecado.
Eu já sei que vai ter gente que vai dizer:

“Ah, mas tem grupos dentro da Igreja Católica que tem uma visão mais light da camisinha.”

Ou:

“Ah, mas o padre fulano aconselha as pessoas a usar camisinha.”

Tudo bem. Eu sei disso. Mas são esses pequenos grupos progressistas de um lado e o Vaticano do outro. E qual é a ética católica romana?

“ROMA LOCUTA, CAUSA FINITA”

Se é assim, quem vocês acham que ganha esse impasse?
Além disso, esses pequenos grupos progressistas são católicos. Sendo católicos, eles são súditos do papa e ficam submetidos ao absolutismo dele. Então, eles podem até fazer movimentos e campanhas a favor da camisinha e coisas desse tipo. Mas se vier uma ordem papal exigindo que esse movimento ou campanha cale a boca, eles são obrigados a calar a boca.
E a mesmíssima coisa em relação aos padres: tem padres, como eu já mencionei, que têm uma visão mais light do uso da camisinha; mas se o Vaticano mandar eles calarem a boca, eles são obrigados a calar a boca.
A liberdade que esses grupos ou padres progressistas demonstram dentro da igreja deles, na verdade é uma liberdade superficial. Ou, eu diria até, uma liberdade ilusória. Porque de um jeito ou de outro tem lá o Vaticano, ditando as regras que esses grupos podem ou não seguir.
Eu já vi o Fábio de Melo falar aquele ditadozinho:

“A Igreja não impõe, a Igreja propõe.”

Bom, o ditado pode ser bonitinho, mas não é verdadeiro: a igreja dos católicos não tem como impedir os fieis comuns de fazerem certas coisas; mas ela impõe, sim, aos fieis que fazem parte direta do corpo eclesiástico, que eles só possam falar certas coisas, que eles só possam pregar certas coisas, que eles calem a boca quando receberem uma ordem de um superior deles pra calar a boca... Isso não é ‘impor’?
Bom, posto isso, vamos falar sobre o uso da camisinha. Afinal, ela é comprovadamente o método mais seguro pra evitar a AIDS e as demais DSTs.
Como a gente sabe, nos anos 60 e 70, o sexo era feito pelos jovens de uma forma muito livre, mas também muito sem segurança. E como era exatamente naquela época que a AIDS tava se começando a se desenvolver, deu no que deu: a grande maioria das vítimas foram contaminadas no final dos anos 70 e início dos 80.
Mas isso é só a ponta do iceberg. A AIDS é só o problema principal, mas tá longe de ser o único problema: tem várias outras DSTs que também podem atingir qualquer pessoa com vida sexual ativa.
Vamos lembrar que, quando se fala em DSTs, a gente tá falando de doenças que produzem todos os tipos possíveis de resultado. Tem desde as que provocam a morte (hepatite, sífilis e tal) até as que provocam geralmente só coceira (gonorréia, herpes e tal). Mas mesmo as mais inofensivas têm que ser evitadas, né, gente? Não é porque uma doença não mata que você vai deixar de se cuidar pra não pegar.
Mas enfim: por que é que, naquela época, as coisas chegaram ao ponto que chegaram? Porque a camisinha era algo praticamente desconhecido pela maior parte da população. E mesmo quem conhecia nunca usava.
Só depois que apareceram todas aquelas campanhas a favor do sexo seguro é que, ao longo do tempo, a maior parte da população foi vendo do que se tratava. E até aqueles desenhos que davam instruções sobre como botar a camisinha ajudaram.

Bom, o caso mais indiscutível de quando se deve usar camisinha é mesmo o sexo anal. Aí, até por questões higiênicas, deve se usar sempre. Porque o ânus, por mais limpo que seja, sempre fica, no mínimo, com micropartículas de fezes, não tem jeito. E junto com essas micropartículas, ficam sempre alguns vírus, algumas bactérias e outros bichos, não é verdade?
Então, mesmo que o parceiro passivo seja 100% saudável, não tenha doença nenhuma, ele pode causar uma inflamação ou infecção no parceiro ativo, se as micropartículas de fezes dele entrarem pela uretra do outro.
Agora, se um dos 2 tiver qualquer DST, aí nem precisa falar, né? O sexo anal é, sem dúvida, a prática mais perigosa porque sempre acontece um sangramento. Por mínimo que seja e por menos que dê pra ver, mas sempre acontece. E misturar o esperma de um parceiro com o sangue do outro parceiro, a gente sabe que sempre dá merda. Tanto pro ativo quanto pro passivo.
E o sexo oral? Bom, no sexo oral fica meio difícil definir quem é o ativo e quem é o passivo, né? Mas pra não complicar, vamos dizer que o ativo é o que é chupado e o passivo é o que chupa. Pronto!rs
Bom, o sexo oral, como a gente sabe, é até muito mais comum do que o anal. Porque é mais fácil de fazer, dá menos trabalho, geralmente é a prática sexual mais rápida de fazer e tal. E mesmo que a intenção seja, depois, chegar ao anal, as preliminares, geralmente, começam com o oral, não é mesmo? Então, também é muito importante de se falar aqui, porque, de acordo com todos os sexólogos, também é recomendável que o sexo oral seja feito com camisinha. Principalmente quando é feito no improviso, numa hora que não tava planejado. Porque aí, geralmente, o cacete do ativo não tá 100% limpo, a boca do passivo não tá 100% limpa ou até as 2 coisas! Conclusão: mesmo que nenhum dos 2 tenha nenhuma DST, um pode passar alguma doença pro outro relacionada simplesmente à falta de higiene.
Quanto às DSTs, se o passivo tiver uma feridinha pequenininha e insignificante na boca, essa feridinha pequenininha e insignificante vai ter um sangramento (mínimo que seja) na hora do sexo oral, por causa do atrito. Se o passivo tem uma DST e esse sangramento entra pela uretra do ativo, já era! Se o ativo tem uma DST e goza em cima da feridinha na boca do passivo, já era também!
Aí, tem gente que fala:

“Ah, mas eu odeio chupar com gosto de borracha!”.

Tudo bem. Então, você procura ter certeza de que não tem nenhuma DST, procura ter certeza de que o seu parceiro também não tem, examina bem a sua boca antes, limpa bem a sua boca antes e observa se o cacete do cara tá limpo antes. Aí, até 2ª ordem, tá tudo bem. Até porque tem gente que faz questão absoluta de provar o esperma do parceiro, faz questão de engolir e tal, porque acha que isso é uma parte integrante do sexo oral e não pode faltar. Bom, tomando os devidos cuidados, não tem problema. Mas de outro modo, a camisinha é sempre recomendável na hora de chupar também.
E no caso da masturbação a 2? Por incrível que pareça, também é recomendável! O problema básico é o de sempre: a feridinha pequenininha e insignificante. Essa é quase sempre a vilã, porque você não presta muita atenção nela, né? E se você tiver uma ferida assim na mão, ou perto da mão, o que é que acontece na masturbação a 2? Você tá lá masturbando o seu parceiro, ele ejacula e alguma gota do esperma dele pula exatamente em cima da sua ferida! Se ele tiver uma DST, já era!
Olhem quando eu digo ‘já era’, é simplesmente pra ficar em alerta, tá? Não quer dizer que a pessoa vai morrer por causa disso. Mas corra pro urologista o mais depressa possível e veja o que aconteceu! Aliás, pra qualquer pessoa que tenha vida sexual ativa, ir ao urologista, no mínimo, 1 vez por ano, fazer um check-up geral e fazer todos os exames de DSTs é uma boa. Pra dizer a verdade, é uma ótima! Eu vou todo ano!
E é claro que, como sexualidade é um assunto meio infinito, mesmo que você já tenha 150 anos tem coisas que você ainda não sabe sobre esse assunto, é sempre válido assistir os filmes sobre educação sexual.
Nessa cena do filme sueco Karlekens Sprak 2000, de 2004, o ator Martin Hedman mostra como botar uma camisinha.


E pra encerrar, eu quero deixar um recado pras pessoas que não usam camisinha simplesmente porque não gostam do contato físico com ela: ter relações usando camisinha não é questão de gostar ou não gostar; é questão de sobrevivência.

Don’t forget: tomorrow is the World AIDS Day!

No olvides: ¡mañana es el Día Mundial de la Lucha Contra el Sida!

Non dimenticare: domani è la Giornata Mondiale Contro l’AIDS!

Até Dezembro!

domingo, 28 de novembro de 2010

OSCAR WILDE 1854-1900

Olá!!!

Hoje a gente vai falar sobre outro personagem histórico bi. Eu já fiz um post sobre ele no CECG&B. Mas, como no próximo dia 30 vão se completar 110 anos da morte dele, vamos relembrar ele aqui. Com vocês, o escritor e autor teatral irlandês Oscar Wilde.

Oscar Fingal O’Flahertie Wills Wilde nasceu em Dublin, em 16 de Outubro de 1854. Ele era filho dos escritores William Wilde e Jane Francesca Elgee.
O Oscar estudou em casa, com professores particulares, até os 9 anos. Depois, com 10, ele foi pro Internato Portora Royal, em Fermanagh, na atual Irlanda do Norte, terminando os estudos lá com 17 anos.
Ele só era liberado no Verão, pra passar as férias com a família.
Bom, deixando esse colégio, o Oscar foi pro Trinity College, em Dublin. E lá ele se formou em Cultura Clássica, em 1874.
Aluno prodígio, o Oscar ganhou a Medalha de Ouro de Berkeley, o prêmio mais alto prum estudante de Cultura Clássica. E ele ganhou uma bolsa de estudo prum curso de pós-graduação no Magdalen College, em Oxford.
Aí, o Oscar começou a se interessar pelo Estetismo (uma corrente literária que defendia a prática da “arte pela arte”).
Ele tinha um comportamento bem diferente de quase todos os homens daquela sociedade, tendo um jeito meio debochado (que manteria pra sempre), deixando os cabelos crescerem, decorando o quarto dele com penas de pavão e se declarando um homem capaz de amar como os antigos gregos, deixando os conservadores bem assustados!rsrsrs
Alguns historiadores contam que o Oscar também pagava a alguns rapazes pra fazer umas ‘brincadeirinhas sexuais’ com ele. E ele manteve esse hábito por algum tempo. E ainda tem aquelas donas de casa alienadas que pensam que prostituição masculina é coisa moderna!rs
Em 1876, o Oscar conheceu o artista plástico Frank Miles. E, de acordo com alguns historiadores, foi com ele que o Oscar teve a 1ª relação a 2 fixa da vida dele. Verdade ou não, eles ficaram amigos inseparáveis, passando a andar juntos o dia inteiro.
Pra quem quiser ver um post sobre o Frank, dê uma clicada aqui:

http://centrogb.blogspot.com/2008/07/frank-miles-1852-1891.html

O Oscar terminou o curso na Magdalen College em 1878. E nesse mesmo ano ele recebeu lá o Prêmio Newdigate, pelo poema Ravenna.
Logo depois disso, ele voltou pra Dublin. E aí parece que teve um namoro rápido (aparentemente só uma espécie de paquera) com a Florence Balcombe. Mas ela se casou com o Bram Stoker.
O Oscar ficou meio puto com isso... E talvez por isso ele tenha se decido a se dedicar bem mais ao trabalho do que à vida pessoal. Conclusão: daí até 1884, ele viajou pela Inglaterra, França e Estados Unidos, fazendo várias palestras seguidas sobre Literatura.
Quando teve nos Estados Unidos, ele conheceu o poeta Walt Whitman, com quem ele mesmo contaria numa carta que teve uma das experiências mais inesquecíveis da vida dele. E também foi aí, em 1882, que o Oscar encenou a 1ª peça dele, em New York: Vera; or, The Nihilists (Vera ou Os Niilistas).
Em Maio de 1884, ele se casou com a Constance Lloyd, que ele tinha conhecido na Inglaterra. E eles tiveram 2 filhos: o Cyril (em 1885) e o Vyvyan (em 1886).
Por aquela época, o Oscar começou a ter um caso com o Robert Baldwin Ross. Mas parece que foi meio passageiro, mas que resultou numa grande amizade.
Em 1891, o Oscar publicou, talvez, a obra principal dele: The Picture of Dorian Gray (O Retrato de Dorian Gray).
E naquele mesmo ano ele conheceu o Alfred Douglas, um garotão de 21 anos, o que foi, sem dúvida, o romance mais conhecido dele.


Só que o Alfred era filho do Marquês de Queensberry, que teve um troço quando soube que o filho era gay. E em 1895, o marquês fez chegar até o Oscar um bilhete, chamando ele de “somdomite”. O Oscar ridicularizou o bilhete e o próprio marquês, que nem sabia escrever sodomite (“homossexual”, em Inglês Arcaico). Mas denunciou o marquês por difamação. Só que isso provocou um escândalo que trouxe à tona vários relacionamentos do Oscar com homens, o que era proibido juridicamente, naquela época, na Inglaterra. É bom lembrar que quem tava no trono naquela época era a Victoria I, a rainha mais conservadora da História da Inglaterra. Pra vocês terem uma idéia, ela era assim... 10 vezes mais conservadora do que a Elizabeth II. Então, vocês imaginam como eram tratadas as situações ligadas a sexo, naquela época na Inglaterra, né?
Bom, em meio a um verdadeiro escândalo social, o Oscar foi condenado a 2 anos de prisão e trabalhos forçados. Alguns amigos tentaram arranjar pra que a pena dele fosse mudada de encarceramento pra exílio. Mas ele mesmo quis ficar, como forma de desafio aos que prenderam ele.
Depois disso, começaram a ser criadas muitas lendas populares sobre a sexualidade do Oscar. E ainda hoje fica meio difícil saber com 100% de certeza quem foi ou não amante dele.
Na prisão, o Oscar continuou a escrever, usando a Literatura como terapia. E produziu The Soul of Man Under Socialism e The Ballad of Reading Gaol (A Alma do Homem Sob O Socialismo e Balada do Cárcere de Reading).
Em Maio de 1897, cumprida a pena, ele foi libertado. E entre os poucos amigos que se mantinham fiéis a ele, tava lá o Robert Baldwin Ross, esperando na saída da prisão. Mas quem saiu de lá foi um Oscar com uma aparência mais velha e bem menos saudável do que o que tinha entrado 2 anos antes.
Com a fama arruinada na Inglaterra, por causa dos escândalos e da prisão, ele foi pra França, adotando o nome artístico de Sebastian Melmoth (ele pensava numa continuação, de outra forma, da carreira de escritor).
Ainda assim, ele não tinha desistido de provocar polêmica. E anunciou que tinha virado católico. E, por incrível que pareça, teve gente que levou a sério!rs
Em Paris, sem dinheiro nem pro básico, o Sebastian conseguiu alugar uma cabeça de porco de 2 cômodos, num bairro pobre, onde se alojaria daí pra frente.
Ele realmente ainda escreveu mais um pouco. Mas já não tinha mais a mesma inspiração nem disposição de antes. E passava a maior parte do tempo enchendo a cara e trepando com quem dava bola pra ele, o que acabou contaminando ele com sífilis.
Apesar disso, em 1899, o Sebastian ainda conseguiu publicar The Importance of Being Earnest e An Ideal Husband (A Importância de Ser Prudente e Um Marido Ideal).
Com a saúde mais debilitada ainda do que já tava quando saiu da prisão, ele foi morto por um ataque de meningite, em 30 de Novembro de 1900.
Passados 9 anos da morte do Sebastian, que voltou a ser conhecido como Oscar, em 1909, foi publicada uma obra dele que tinha ficado na gaveta por uns 30 anos: The Rise of Historical Criticism.
E atualmente, o escritor Merlin Holland, neto do Oscar (filho do Vyvyan), é a maior autoridade na obra do avô. E ele lançou, em 2006 e 2007, os livros considerados a biografia mais completa dele.

Oscar Fingal O’Flahertie Wills Wilde è nato a Dublin, nel 16 Ottobre del 1854. Lui era il figlio degli scrittori William Wilde e Jane Francesca Elgee.
Quando aveva 10 anni, dopo aver studiato a casa, lui è andato all’Internato Portora Royal, dove è stato fino ai suoi 17 anni, senza uscirci eccetto per le vacazione d’estate.
Dopo questo, Oscar è andato alla Trinity College. Ed è stato laureato per Cultura Classica nel 1874.
Lui era uno dei migliori alluni. Ed ha ricevuto la Berkeley Gold Medal.
Finito questo, Oscar è andato alla Magdalen College, dov’è stato interessato nell’Estetismo.
Diverso degli altri uomini della sua società, Oscar aveva i capelli lunghi e si diceva un uomo che amava come i greci antichi. La sua stanza aveva delle penne di pavone decorative.
C’è chi dice che, alle volte, lui faceva il sesso con dei prostituti uomini in quell’epoca.
Nel 1876, Oscar ha conosciuto Frank Miles, che è stato (si dice) il suo primo amante sincero. Veramente, Oscar e Frank sono diventati grandi amici.
Potete clicare sul link sopra per vedere un post che racconta la storia di Frank.
Oscar ha finito la Magdalen College nel 1878, lo stesso anno quando ha ricevuto il Premio Newdigate, per Ravenna.


In 1878, Oscar left Oxford and went back to Dublin.
He dated Florence Balcombe. But she married Bram Stoker.
After that, Oscar became a workaholic. And to 1884, he would travel to England, France and the United States on business.
In North America, he met Walt Whitman, one of his lovers (presumably).
And in 1882, his theater play Vera; or The Nihilists was on stage in New York.
In 1884, Oscar married Constance Lloyd, the mother of his 2 sons: Cyril and Vyvyan.
At that time, Oscar seemed having had an affair with Robert Baldwin Ross, one of his best friends.
In 1891, Oscar published The Picture of Dorian Gray. And at the same year he met the 21-year-old Alfred Douglas, his most famous lover.
Alfred was the son of the Marquess of Queensberry. And this one didn’t accept their relationship.
In 1895, the marquess left a card to Oscar calling him “somdomite”. And Oscar made fun of that, because the man couldn’t even write SODOMITE. But he decided to charge the marquess with criminal libel.
Anyway, because of that, Oscar’s sexual contact to all his male lovers became public. And it was illegal at that time. So, he was sentenced to 2 years’ hard labour, besides a terrible social scandal.


Cuando estaba preso por haber tenido relaciones sexuales con hombres (lo que era ilícito en Inglaterra cuando Victoria I reinaba), Oscar continuó a escribir.
En Mayo de 1897, él fue suelto. Y entre los pocos amigos que todavía tenía, Robert Baldwin Ross lo esperaba allá. Pero Oscar estaba más viejo y enfermo después de 2 años preso.
Su renombre estaba acabado en Inglaterra. Así, él se fue a vivir en Francia, usando el nombre artístico de Sebastian Melmoth.
El dijo en aquella época que había se tornado católico. Pero eso era solo un chiste.
En Paris, Sebastian tuvo una vida muy pobre, viviendo en un pequeño apartamento de 2 cómodos. Y continuó su carrera de escritor. Pero es claro que ya no era más la misma cosa que antes.
El bebía mucho y tenía relaciones sexuales de manera promiscua, lo que le causó sífilis.
En 1899, Sebastian pudo publicar más 2 libros. Pero se murió de meningitis el 30 de Noviembre de 1900.
Pasados ya 9 años de su muerte, cuando ya era llamado Oscar de nuevo, fue publicado The Rise of Historical Criticism, que él había escrito 30 años antes.
Actualmente, el único nieto de Oscar, el escritor Merlin Holland (hijo de su hijo Vyvyan), es el principal conocedor de su vida. Y es también el responsable por las biografías más completas de su abuelo.


Até mais!

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

VÁRIOS ESTILOS, NUMA VOZ CARACTERÍSTICA

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no ator e cantor brasileiro Edson Cordeiro.

Ele nasceu em São Paulo, em 09 de Fevereiro de 1967.
Quando o Edson tinha 6 anos, a família dele começou a levar ele pra frequentar uma igreja evangélica, chamada Cordeirinhos do Senhor.
Na época, ele começou a cantar no coro da igreja.
O Edson diz que sempre sentiu desejos homossexuais, mas reprimia isso tomando banho frio, pois a igreja que ele frequentava ensinava ferrenhamente que sexo era pecado e tinha que ser reprimido. Mas, quando ele era adolescente, o pastor tentou se encostar nele. E aí ele viu o quanto de falsidade tinha naquelas pregações contra o sexo.
Assim, com 16 anos, ele deixou de frequentar a igreja.
A partir daquela época, eventualmente, o Edson começou a cantar na rua, pra ganhar uns trocados.
Depois disso, ele decidiu ser ator de teatro. E no início, enfrentou bastante resistência do pai, que queria que ele fosse mecânico. Mas contou com o apoio da mãe e seguiu em frente.
A partir dali, o Edson conheceu vários grandes nomes do Teatro Brasileiro, como o Antônio Abujamra e o Cacá Rosset.
Com esse último, no final dos anos 80, o Edson se apresentou nos Estados Unidos, México e em vários países da América Central e Europa.
Em 1990, ele começou a investir na carreira de cantor lírico, logo se tornando um dos maiores nomes do meio, recebendo ao longo dos anos seguintes uma série de prêmios de música.
O Edson sempre teve como característica principal o tom de voz agudo que raríssimos homens conseguem atingir e que mesmo entre as mulheres não é comum.
Aqui vai o link de uma apresentação que ele fez em 1992:

http://www.youtube.com/watch?v=8qsD_QE9B3U

O Edson foi um dos raríssimos artistas brasileiros que já começaram a carreira declarando que são homossexuais.
No final dos anos 90, ele começou a regravar clássicos dos anos 70.
O Edson admite que perdeu alguns fãs depois disso. Mais especificamente, os fãs que só gostavam de música lírica e esperavam que ele ficasse sempre cantando só isso. Mas pra ele isso não tem problema.
Do início da carreira até hoje, ele já gravou praticamente todos os tipos de música: bossa nova, jazz, ópera...
O Edson também já se apresentou com vários tipos diferentes de cortes de cabelo: já usou cabelos compridos, médios ou mesmo raspados.



Ele também continua frequentemente a se apresentar na Europa até hoje.
Apesar disso, o Edson nunca foi um dos cantores mais populares do Brasil. Rarissimamente se ouve uma música dele sendo transmitida por uma estação de rádio.
Isso provavelmente é porque ele nunca foi de dar escândalos nem de aparecer em revistas de fofoca. Então, principalmente no Brasil, ele tem um público mais seleto.
Pra quem quiser conhecer o site oficial do Edson, lá vai o link:

http://www.edsoncordeiro.com.br/

Oggi parleremo un po’ dell’attore e cantante brasiliano Edson Cordeiro.
Lui è nato in São Paulo, nel 9 Frebbraio del 1967.
Quando Edson aveva 6 anni, la sua famiglia l’ha portato nella chiesa protestante Cordeirinhos do Senhor.
Allora, lui ha cominciato a cantare nel coro della chiesa.
Edson dice che ha sempre avuto dei desideri omosessuali, ma faceva la doccia fredda per questo, visto che la sua chiesa diceva sempre che il sesso è un peccato che si deve reprimere. Ma, quando lui era ragazzo, il pastore ha cercato di fare sesso con lui. E allora lui ha capito che tutto quello che si diceva contro il sesso in chiesa era basato su falsità.
Così, lui ha lasciato la chiesa quando aveva 16 anni.
Dopo questo, alle volte, Edson cantava per le vie per fare qualche soldi.
Allora, lui ha deciso di cominciare la carriera di attore teatrale. Suo padre non era d’accordo, perché voleva che lui fosse un meccanico. Ma sua madre si è messa d’accordo e lui è andato avanti.


Cuando empezó a trabajar como actor teatral, Edson conoció grandes nombres del Teatro Brasileño, como Antônio Abujamra y Cacá Rosset.
Con este último, en el final de los años 80, Edson viajó trabajando por los Estados Unidos, México y países de Centroamérica y Europa.
En 1990, él empezó a trabajar esencialmente como cantante de ópera. Y poco después, ya era reconocido (y muy premiado) como uno de los grandes nombres de este grupo en Brasil.
La característica principal de Edson cuando canta es su voz aguda que casi nadie logra a tener.
Pueden clicar sobre el primer enlace arriba para verlo cantando en un show de 1992.
Edson es uno de los muy pocos artistas brasileños que se dicen homosexuales desde el inicio de su carrera.
Desde el final de los años 90, empezó a relanzar canciones de los años 70.
Edson dice que algunos de sus fans, que deseaban que él continuase a cantar solamente ópera, lo dejaron después de eso. Pero él no repara en tales minucias.


As an actor-singer, Edson has recorded songs of almost every kind of music along his career: bossa nova, jazz, opera...
His hair has always been black. But he has changed his hair style for several different times along the years. As you guys can see at his pics above he has already been long-haired, short-haired, and even bald.
Edson goes ahead with his acting-singing shows in Europe almost every year.
Even so, he has never been one of the most popular singers here in Brazil. It is really very rare listening to one of his songs playing on the radio in Brazil.
Well, we can understand it happens because Edson has never been that kind of celebrity who lives on his own personal scandals or shows himself at gossip magazines every week. Then, his Brazilian fans are not those people who belong to the lowest class of the society.
You guys can click on the 2nd link above to visit his official website (it has a version in Portuguese and another one in English).


Até mais!

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

APROVEITANDO O GANCHO DA DATA DE AMANHÃ, ALGO PRA REFLETIR

Oi!!!

Esse post vai ser só em Português, porque tem a ver com a NOSSA realidade aqui: Brasil, 2010 / 2011.
Amanhã, 25 de Novembro, é o Dia Internacional do Combate à Violência Contra A Mulher. E o assunto de que eu vou tratar no post de hoje é exatamente pra aproveitar o gancho dessa data.
E pra quem quiser ver um post que eu fiz no ano passado sobre esse assunto, tá aí o link:

http://centrogb.blogspot.com/2009/11/falsa-vitima-unica-da-violencia.html

Bom, uma coisa que é muito importante lembrar em relação à violência doméstica é que o agressor pode ser homem ou mulher e a vítima também pode ser homem ou mulher. Portanto, tem 4 tipos possíveis de agressão no ambiente doméstico: um homem pode agredir outro homem, um homem pode agredir uma mulher, uma mulher pode agredir um homem e uma mulher pode agredir outra mulher.
Aí eu sei que tem gente que vem com aquela justificativa da diferença de força:

“Ah! O mais forte é que agride o mais fraco sempre.”

Não é preciso observar muito pra ver que não é isso...
A outra pessoa pode ter 10 vezes menos força física do que você, mas se ela bater de determinadas formas em determinadas partes do seu corpo, ela pode ferir você seriamente. Ou mesmo matar você.
Sem falar que ela pode pegar você quando você tiver distraído ou dormindo, sem chance nenhuma de se defender. Ou ela pode atirar em você com uma arma de fogo.
A diferença de força física entre agressor e vítima não muda NADA nos exemplos que eu mencionei acima.
Mas, como a gente sabe bem, na atual sociedade brasileira, criou-se uma espécie de obsessão em inocentar as mulheres em público.
Se aconteceu uma situação envolvendo só mulheres em que uma fez alguma coisa contra a outra, não vai demorar a aparecer alguém pra falar:

“Ah! Coitadinha da fulana! Pobrezinha da fulana! Ela não fez por mal! Ela estava com TPM quando ela fez aquilo!”

Ou:

“Ah! Coitadinha! Pobrezinha! Ela não fez por mal! São os hormônios que fazem a mulher ser assim!”

Por outro lado, se aconteceu uma situação em que uma mulher fez alguma coisa contra um homem, a história é sempre deturpada pra fazer parecer que a culpa é do homem e que a mulher é a vítima inocente da situação.
Vamos ver alguns exemplos:
Se uma mulher casada comete qualquer tipo de erro em relação a qualquer assunto, tem sempre alguém que chega e fala:

“A culpa não foi dela! A culpa foi do marido, porque ele não teve sensibilidade pra suprir as carências emocionais dela! Por isso ela cometeu o erro que cometeu!”

Se uma maria-chuteira engravida de propósito de um jogador de futebol famoso sem ele saber e alguém fala alguma coisa contra ela, tem sempre alguém que diz:

“Ah! Coitadinha! Pobrezinha! Ela só engravidou dele porque ela é muito romântica, idealizou um pai perfeito pro filho dela... Mas homem é muito insensível: não tem condições de entender isso!”

Se uma pessoa diz uma frase do tipo:

“É difícil entender as mulheres!”

No mesmo segundo, alguém vem correndo e fala:

“É difícil entender o ser humano.”

Essa 2ª frase dilui a culpa das mulheres, né?
Outra situação parecida, em que a gente vê até um fenômeno linguístico interessante, é quando alguém tá mencionando as características positivas de uma mulher. É sempre assim:

“A fulana é uma mulher maravilhosa! A fulana é uma mulher extraordinária! A fulana é uma mulher inteligentíssima!”

Mas quando tão mencionando as características negativas dessa mesma mulher, o que a gente ouve é:

“A fulana é uma pessoa carente! A fulana é uma pessoa invejosa! A fulana é uma pessoa ciumenta!”

Ou seja, sai a palavra ‘mulher’ e entra a palavra ‘pessoa’. Isso é por acaso? Óbvio que não! O que acontece é que pega mal associar a palavra ‘mulher’ a características negativas. Quando você vai fazer isso, você tem que substituir essa palavra por outra. Pelo menos se você quiser enfeitar a sua imagem pública na atual sociedade brasileira, você tem que falar dessa forma.
Isso acontece porque, na realidade que nos cerca (repito: Brasil, 2010 / 2011), o que pega bem, o que dá status, o que é bem visto, é inocentar as mulheres em público.
A própria Lei 11340, popularmente conhecida como Lei Maria da Penha, é um reflexo dessa mentalidade. Aliás, ela foi criada de uma forma tão tendenciosa e tão parcial que, mais tarde, teve que ser reformulada. Porque, da forma como ela foi projetada, tava literalmente inconstitucional.
Em relação à minha opinião sobre essa lei, podem clicar aqui pra ver:

http://centrogb.blogspot.com/2009/07/leis-pra-punir-violencia-domestica-sim.html

Bom, devido a essa tendência atual de até mesmo deturpar a história pra poder inocentar a mulher (ou, no mínimo, diminuir a culpa da mulher), a gente vê claramente que, sempre que uma mulher comete uma agressão física contra alguém, isso é banalizado. É tratado como se ela não tivesse feito nada demais.
Principalmente quando uma mulher comete uma agressão física contra um homem adulto, mesmo que tenha sido uma agressão física grave, geralmente a maioria das pessoas nem dão importância ao assunto. E quando dão, dizem que, se ela bateu nele, a culpa foi dos hormônios, a culpa foi da TPM ou simplesmente dizem que com certeza ela teve um bom motivo pra bater. E nem prestam atenção nos antecedentes: nem procuram se informar sobre o que ele fez antes de ser agredido ou sobre o que ela fez antes de agredir.
E quando uma mulher comete uma agressão física contra uma criança? Aí a gente vê que também depende do sexo da criança...
Várias estatísticas mostram que, entre 60% e 80% dos casos de agressões graves contra crianças, o agressor é a mãe. E isso não é tão divulgado exatamente porque, quando uma mulher comete uma agressão física contra um menino, mesmo que tenha sido uma agressão física grave, ninguém leva isso muito a sério. E ainda falam que ela tá educando o menino quando ela faz isso.
Tem até aquele ditado popular que sempre tem alguém que fala nessa hora:

“Patada de galinha não mata pinto.”

Aí, quando alguém fala isso, todo mundo ri e o assunto morre aí. Mesmo que a mulher tenha ferido o menino gravemente.
Quando é uma menina que é agredida, aí sim. Aí a coisa muda. Mas, pelo que eu posso observar, não é porque enxerguem a culpa da mulher, mas sim porque a vítima aí é do sexo feminino. E por tudo o que eu já expliquei acima, é bem visto defender uma vítima do sexo feminino.
Querem que eu prove o que eu digo? Vamos lá:
No 1º semestre de 2010, foi vastamente divulgado pela imprensa brasileira o caso da procuradora Vera Lúcia Gomes, que agrediu verbalmente e fisicamente uma menina de 2 anos no Rio de Janeiro.
E há alguns dias atrás, também foi bem divulgado pela imprensa brasileira o caso da dona de creche Maria do Carmo Serrano, que foi filmada espancando crianças numa creche em Goiânia.
Por que esses 2 casos especificamente foram tão divulgados? Porque o 1º caso mostrava uma menina que foi espancada e o 2º caso mostrava, entre as crianças que foram espancadas, várias meninas.
Mas quando é um caso de uma mulher que espanca um homem (ou mesmo um menino, que seja), no máximo sai uma matéria sobre isso em alguns telejornais em 1 dia. E a partir do dia seguinte, nenhum telejornal toca mais no assunto. Na verdade, parece que procuram abafar o caso. Afinal, mostrar uma mulher como agressora pega mal. Não é bem visto.
Eu tô lembrando tudo isso no dia de hoje exatamente pra ver se eu consigo fazer alguém repensar esse conceito que se instalou entre nós de inocentar as mulheres infinitamente em qualquer situação, não importa o que elas tenham feito. Porque não é por aí que vai se acabar com nenhum tipo de preconceito.
E não venham me dizer que isso é feminismo, porque feminismo é lutar pra que a mulher tenha os mesmos direitos que o homem tem. Simplesmente isso. Feminismo não é fazer parecer que mulher tá sempre certa, mulher nunca erra e mulher tem sempre razão só pra enfeitar a imagem pública. Isso se chama demagogia, e não feminismo.
Pensar que uma pessoa tá sempre certa, nunca erra e tem sempre razão só porque ela faz parte de um determinado grupo (só porque ela é mulher, só porque ela é cristã, só porque ela é norte-americana, só porque ela é rica, só porque ela é nazista...) nunca acaba bem. Aliás, pensar assim são os alicerces pra se formar uma ditadura.
Bom, fica aí algo pra refletir. Pensem nisso!

Até a próxima!

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

DIA DO MÚSICO

Oi!!!

Hoje, 22 de Novembro, é o Dia do Músico.
E pra homenagear a data, vou linkar aqui um vídeo do YouTube que tem a música italiana Musica È, do Eros Ramazzotti. Ele canta em dueto com o Andrea Bocelli. Lá vai:

http://www.youtube.com/watch?v=c9XeVogVBXY

Escolhi essa música por ser uma música que fala sobre música. Com um vocabulário poético e cheio de figuras de linguagem. Enfim, é uma música que representa bem os músicos, né?
Vou deixar aqui a letra. E mais abaixo, a tradução em Português:

Musica è
Guardare più lontano e perdersi in sé stessi
La luce che rinasce e coglierne i riflessi
Su pianure azzurre si aprono
Su e più su i miei pensieri spaziano
Ed io mi accorgo che
Che tutto intorno a me... a me
Musica è
La danza regolare di tutti i tuoi respiri su di me
La festa dei tuoi occhi appena mi sorridi
Tu e il suono delle labbra tue
Tu sempre di più
Quell’armonia raggiunta in due
Ti ascolterò perché
Sei musica per me... per me
Musica è... Musica è...
Io sento ancora
Le voci della strada dove son nato
Mia madre quante volte mi avrà chiamato
Ma era più forte il grido di libertà
E sotto il Sole
Che fulmina i cortili
Le corse polverose dei bambini
Che di giocare non la smettono più
Io sento ancora cantare in dialetto
Le ninnenanne di pioggia sul tetto
Tutto questo per me
Questo dolce arpeggiare
È musica da ricordare
È dentro di me...
Fa parte di me...
Cammina con me
È...
Musica è
L’amico che ti parla
Quando ti senti solo
Sai che una mano puoi trovarla
È
Musica è
Da conservare... da salvare insieme a te
Senti...
Più siamo in tanti e più in alto sale
Un coro in lingua universale
Dice che... Dice che...
Anche del Cielo han bucato la pelle
Lo senti
È l’urlo delle stelle
Forse cambierà
Nella testa della gente
La mentalità
Di chi ascolta ma non sente
Prima che il silenzio
Scenda su ogni cosa
Quel silenzio grande
Dopo l’aria esplosa
Perché un Mondo senza musica
Non si può neanche immaginare
Perché ogni cuore è anche il più piccolo
È un battito di vita e d’amore
Musica è... Musica è...


Música é
Olhar mais longe e perder-se em si mesmos
A luz que renasce e colhe disso os reflexos
Sobre planícies azul-claras se abrem
Sobre e mais sobre ainda os meus pensamentos dão espaço
E eu me toco que...
Que tudo em volta de mim... de mim...
Música é
A dança regular de todos os seus suspiros sobre mim
A festa dos seus olhos apenas me sorri
Você e o som dos seus lábios
Você sempre mais
Aquela harmonia reunida em duas
Escutarei você porque
Você é música pra mim... pra mim
Música é... Música é...
Eu ouço ainda
As vozes da estrada onde nasci
Minha mãe quantas vezes terá me chamado
Mas era mais forte o grito de liberdade
E sob o Sol
Que fulmina os pátios
As corridas poeirentas das crianças
Que de brincar não desistem mais
Eu ouço ainda cantar em dialeto
As canções de ninar de chuva sobre o telhado
Tudo isso pra mim
Esse doce toque de harpa
É música pra recordar
Está dentro de mim...
Faz parte de mim...
Caminha comigo
É...
Música é
O amigo que fala com você
Quando você se sente só
Sabe que uma mão pode encontrar
É
Música é
Pra conservar... pra salvar junto de você
Ouça...
Mais somos tantos e mais somos um alto sal
Um coro em língua universal
Diz que... Diz que...
Lavaram até mesmo a pele do Céu
Ouça-o
É o urro das estrelas
Talvez mude
Na cabeça das pessoas
A mentalidade
De quem escuta mas não ouve
Antes que o silêncio
Desça sobre cada coisa
Aquele silêncio grande
Depois do ar explodido
Porque um Mundo sem música
Não se pode nem mesmo imaginar
Porque cada coração é também o menor
É uma batida de vida e de amor
Música é... Música é...


Happy musician’s day!

¡Felíz Día del Músico!

2 ANOS DA QUEDA DE MAIS UMA BARREIRA

E amanhã, 23 de Novembro, vão se completar 2 anos que o Jornal O Globo publicou pela 1ª vez a foto de um beijo gay na capa da Revista da TV.
Pra quem não viu, essa foi a capa do dia 23 de Novembro de 2008:

Foi mais uma barreira que nós conseguimos derrubar. Portanto, é uma data a ser comemorada pela comunidade GLBT.

Até mais!

sábado, 20 de novembro de 2010

DE UM PEQUENO SÍTIO AO TEATRO

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no ator, diretor e autor teatral paraguaio Néstor Amarilla.

Néstor Salvador Amarilla Acosta nasceu em Caaguazú, em 24 de Julho de 1980.
Ele nasceu no final da Ditadura Stroessner. E como o pai dele era um conspirador contra essa ditadura, ele viu de perto essa situação desde criança e chegou até a participar de algumas reuniões de conspiradores.
O Néstor era filho de camponeses que não tinham terminado os estudos iniciais. E ele foi criado falando Guarani com os 2 irmãos num sítio muito simples do interior de Caaguazú, onde não tinha nem mesmo eletricidade e água encanada!
Na verdade, ele só usou sapatos pela 1ª vez com 7 anos de idade!
De qualquer forma, o Néstor sempre se destacou na escola, pelo interesse que tinha por artes.
Quando ele tinha 13 anos, conheceu a Kristin Callahan. E ele fez um trato com ela: ele ensinou ela a falar Guarani e ela ensinou ele a falar Inglês.
Depois disso, os 2 juntos criaram um jornal particular chamado Kokue Poty e começaram a dar aulas de Inglês pras pessoas que viviam na região.
Quando o Néstor tinha 17 anos, ele venceu um concurso escolar que tinha como prêmio ir estudar Inglês nos Estados Unidos. E assim, ele morou e Minnesota por 1 ano, aproveitando pra fazer cursos de teatro e música antes de voltar ao Paraguai.
No ano 2000, ele voltou pros Estados Unidos, tendo a oportunidade de fazer o Curso de Artes & Comunicação de Massa da Metropolitan State University of Minnesota, se formando em 2005.
Depois disso, o Néstor passou a trabalhar como ator de teatro, adotando o nome artístico simplificado de Néstor Amarilla. E passando, logo depois, a escrever e dirigir as peças que encenava.
Quando voltou ao Paraguai, ele passou também a produzir alguns programas de televisão.
E pra quem quiser visitar o site oficial do Néstor (em Inglês), esse é o link:

http://nestoramarilla.com/

Hoy hablaremos un poquito del actor, director y autor teatral paraguayo Néstor Amarilla.
El nació en Caaguazú, el 24 de Julio de 1980, como Néstor Salvador Amarilla Acosta.
El nació en la última década de la Tiranía Stroessner. Y puesto que su padre era un conspirador contra esa tiranía, él conoció esa situación desde su niñez y estuvo hasta mismo en algunas reuniones secretas de conspiradores.
Como sea, la vida de niño de Néstor fue muy simple. Era hijo de campesinos que no llegaron a concluir sus estudios primarios. Y fue educado hablando Guaraní con sus 2 hermanos en una casa muy simple de Caaguazú, ¡donde no había electricidad ni agua potable!
En verdad, ¡usó zapatos por la primera vez solamente cuando ya tenía 7 años!


Quando era bimbo, Néstor era visto alla scuola come un ottimo alunno, dovuto al suo interesse per l’arte.
Quando aveva 13 anni, lui ha conosciuto Kristin Callahan. E ha fatto un acordo con lei: lui farebbe delle lezioni di Guaranì con lei e lei farebbe delle lezioni di Inglese con lui.
Dopo questo, loro hanno messo in circolazione un giornale privato chiamato Kokue Poty ed hanno cominciato a fare delle lezioni di Inglese ai suoi vicini.
Quando Néstor aveva ancora 17 anni, lui ha vinto un concorso alla scuola che aveva come premio studiare Inglese negli Stati Uniti. E così, lui ha abitato nel Minnesota per 1 anno. Ed in quell’epoca, prima di tornare nel Paraguay, ha avuto alcuni corsi di teatro e musica negli Stati Uniti.


In 2000, Néstor went to the States for the 2nd time (he had been there 3 years before). And then he could be at the Metropolitan State University of Minnesota. He graduated with a bachelor’s degree in Arts & Mass Communication in 2005.
After that, he started working as a theater actor, having Néstor Amarilla as his stage name since then. And a little later he would start scriptwriting and directing the theater shows which he would be in.
When he went back to Paraguay, he also started producing some television shows.
If you’d like to visit Néstor’s official website, just click on the link above.


Até mais!

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

UM DOS GRANDES NOMES DO CINEMA GLBT

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no arquiteto, diretor, professor e ativista GLBT italiano Claudio Cipelletti.
Ele nasceu na Lombardia, em 1962.

O Claudio se formou em Arquitetura pela Università degli Studi di Milano. E depois disso, ele se formou em Direção Cinematográfica pela Scuola di Cinema di Milano.
A partir do final dos anos 80, ele tem seguido a carreira de diretor, lançando filmes independentes. Principalmente curta metragens e documentários.
Desde 2002, o Claudio dá aulas de Cinema na Libera Università di Lingue e Comunicazione IULM.
Em 2008, ele lançou o documentário GLBT Due Volte Genitori, que venceu os prêmios de Melhor Documentário do 23º Festival Mix de Milano, em 2009, e do Festival Internacional de Cinema LGBT de Valladolid, em 2010.


Today we’ll talk a little about the Italian architect, film director, professor and LGBT activist Claudio Cipelletti.
He was born in Lombardy, in 1962.
Claudio graduated as an architect by Università degli Studi di Milano. And after that he got a degree as a film director by Scuola di Cinema di Milano.
Since the late 80s, he’s directed independent films. Especially shorts and documentaries.
Since 2002, Claudio’s been a Cinema professor at Libera Università di Lingue e Comunicazione IULM.
In 2008, he released the LGBT documentary Due Volte Genitori. It won the awards for Best Documentary at Mix Festival of Milan (2009) and LGBT International Cinema Festival of Valladolid (2010).


Hoy hablaremos un poquito del arquitecto, director cinematográfico, profesor y activista GLBT italiano Claudio Cipelletti.
El nació en Lombardía, en 1962.
Claudio tuvo una formación como arquitecto, por la Università degli Studi di Milano, y otra como director, por la Scuola di Cinema di Milano.
A contar del final de los años 80, es un director de filmes independientes. En particular documentales y cortometrajes.
Desde 2002, Claudio es un profesor de Cine en la Libera Università di Lingue e Comunicazione IULM.
En 2008, él lanzó el documental GLBT Due Volte Genitori. Y este recibió los premios de Mejor Documental en el Festival Mix de Milán (2009) y en el Festival Internacional de Cine LGBT de Valladolid (2010).


Oggi parleremo un po’ dell’architetto, regista, professore e attivista LGBT italiano Claudio Cipelletti.
Lui è nato nella Lombardia, nel 1962.
Claudio ha avuto le formazioni di architetto e regista rispettivamente per l’Università degli Studi di Milano e per la Scuola di Cinema di Milano.
Dalla fine degli anni 80, lui è un regista di molti film indipendenti. Soprattutto documentari e cortometraggi.
Dal 2002, Claudio è un professore di Cinema della Libera Università di Lingue e Comunicazione IULM.
Nel 2008, lui ha messo in circolazione il documentario LGBT Due Volte Genitori. Questo film ha vinto il premio come Miglior Documentario al Festival Mix di Milano (2009) e al Festival Internazionale Cinhomo di Valladolid (2010).


Até mais!

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

AMAETHON e ARIANRHOD

AMAETHON

São muito poucas as informações que existem sobre esse deus. Mas se sabe que ele era adorado pelos celtas galeses como filho da deusa Dôn. Assim, o culto dele parece depender do culto de Dôn.
Como personifica a imagem de ‘filho’, Amaethon pode ser visto como o protetor dos adolescentes. Mas é pouco provável que também fosse visto como protetor das crianças, pois essa era uma característica mais comum das deusas femininas.
Alguns historiadores supõem que ele também era louvado pelos antigos celtas como deus da agricultura.

There are very few pieces of information about Amaethon. But he was certainly worshipped by the ancient celts as a son of Dôn. Then, his worship seems to depend on Dôn’s for being celebrated.
As a “son god”, we can see him as the protector of teenagers. But he hardly could be the protector of very young children because it was usually the female deities’ job.
Some historiographers suppose Amaethon was also worshipped by the ancient celts as the god of agriculture.


Hay muy pocas informaciones de Amaethon. Pero es cierto que él era cultuado por los antíguos celtas como hijo de Dôn. Así, es posible que su culto fuera asociado al de Dôn.
Siendo él un “dios hijo”, podemos verlo como el protector de los adolescentes. Pero es muy poco posible que fuera también un protector de los niños, pues que ese era un trabajo más común de las divinidades femeninas.
Para algunos historiadores, Amaethon era cultuado también como el dios de la agricultura.


Ci sono pochissime informazioni di Amaethon. Ma è certo che lui era adorato per gli antichi celti come figlio di Dôn. Così, è possibile che il suo culto fosse associato a quel di Dôn.
Come un “dio figlio”, possiamo vederlo come il protettore degli adolescenti. Ma è pochissimo possibile che fosse anche un protettore dei bambini, visto che questo era un lavoro più comune delle divinità feminili.
Dicono alcuni storiografi che Amaethon era adorato anche come il dio della agricoltura.


ARIANRHOD

Essa parece ser uma das deusas celtas mais antigas. Mas parecia ser adorada só pelas tribos de celtas galeses e irlandeses.
Certamente, Arianrhod era vista pelos antigos celtas como uma das deusas mais poderosas, pois as lendas mostram que as decisões dela podiam até ser contornadas de alguma forma, mas nunca desobedecidas abertamente.
Ela é claramente uma deusa do Céu. E por isso mesmo, a lua-cheia e as estrelas tão entre os principais símbolos dela.
Mas o símbolo mais pessoal dela parece ser o redemoinho, pois ele mostra vários caminhos que circulam ao redor deles mesmos e não parecem chegar a um lugar definitivo. E isso ocorre porque Arianrhod também é a deusa da reencarnação.
Ela é a deusa juíza, que julga os espíritos depois da morte e manda cada um reencarnar da forma como merecer.
Arianrhod é também a deusa da liberdade sexual, defendendo que o corpo de cada ser humano é pra ser usado da forma como esse ser humano quiser.

Arianrhod seems to be one of the oldest Celtic goddesses. But she was presumably worshipped only by the Welsh and Irish Celtic tribes.
She was certainly seen by the ancient celts as one of the most powerful goddesses because her myths tell us her decisions may not be openly disobeyed.
Arianrhod is surely a goddess of the Sky. That’s why the full-moon and stars are among her main symbols.
But vortexes are her most personal symbols. Even because they show several ways which stay around themselves and don’t arrive anywhere. And it happens because she is the goddess of reincarnation.
Arianrhod is the judge goddess who gets spirits after their death and sends each one to the new life which he deserves.
She is also the goddess of the sexual freedom and decides each human being has authority over his/her own body. Then, each human body is to be used in the way its owner wants.


Es posible que Arianrhod sea una de las diosas celtas más antíguas. Pero se cree que era adorada solamente por los celtas irlandeses y galeses.
Es cierto que era vista por los antíguos celtas como una de las diosas más poderosas, puesto que sus mitos nos dicen que sus decisiones no pueden ser desobedecidas.
Arianrhod es claramente uno diosa del Cielo. Por eso, la luna llena y las estrellas están entre sus principales símbolos.
Pero los vórtices son sus símbolos más personales. Hasta porque nos muestran muchos caminos que se quedan alrededor de sí mismos y no llegan a ningun lugar. Y eso ocurre porque ella es la diosa de la reencarnación.
Arianrhod es la diosa juez que guarda los espíritus después de su muerte y los envía a la nueva vida que merecen.
Ella es también la diosa de la libertad sexual y dice que cada ser humano tiene potestad de su propio cuerpo. Así, cada ser humano decide lo que hacer con su cuerpo.


È possibile che Arianrhod sia una delle dee celte più antiche. Ma si crede che era adorata soltanto fra i celti irlandesi e gallesi.
È certo che gli antichi celti la vedevono come una delle dee più poderose, visto che i suoi miti ci raccontano che nessuno può disobbedire le sue decisioni.
Arianrhod è chiaramente una dea del Cielo. Per questo, la luna piena e le stelle sono fra i suoi principali simboli.
Ma i vortici sono i suoi simboli più personali. Anche perché ci mostrano molte vie che restano intorno a sé stesse e non arrivano a nessun posto. E questo succede perché lei è la dea della reincarnazione.
Arianrhod è la dea giudice che prende gli spiriti dopo la morte e decide come sarà la nuova vita che meritano.
Lei è anche la dea della libertà sessuale e dice che ogni essere umano ha autorità sul proprio corpo. Così, ogni essere umano decide quello che deve fare al suo proprio corpo.

sábado, 13 de novembro de 2010

FOFOCA... PODE! PODE! PODE!

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no ator, humorista, repórter e promoter brasileiro Amin Khader.

Ele nasceu aqui no Rio, em 06 de Janeiro de 1959.
Até onde se sabe, o Amin nunca escondeu que era homossexual.
As reportagens dele geralmente são centradas nas fofocas sobre a vida pessoal de atores, cantores e jogadores de futebol. Muitos dos quais, inclusive, são amigos pessoais dele.
Aliás, na última festa de aniversário do Amin, realizada numa churrascaria da Barra da Tijuca, aqui no Rio, tiveram presentes as atrizes Bia Seidl, Cristiana Oliveira e Rita Guedes; os cantores Dudu Nobre, Latino e Rosemary; e a escritora Glória Perez.
O Amin já passou por várias emissoras de televisão ao longo da carreira, quase sempre apresentando quadros de fofocas, tanto no Rio quanto em São Paulo, de programas de variedades.
Em algumas dessas ocasiões, ele trabalhou junto com o amigo David Brazil, que sempre seguiu exatamente o mesmo estilo dele.
O Amin ficou conhecido pelo bordão:

“Não pode!!! Não pode!!! Não pode!!!”

Geralmente usado quando ele quer criticar alguma coisa.
Eventualmente, o Amin aparece em público fantasiado de drag-queen e se apresentando com o nome de Nany Pipoca, homenagem à drag-queen Nany People.
Apesar do Amin trabalhar exatamente com fofocas sobre a vida pessoal de celebridades, não se sabe muito sobre a vida pessoal dele ou quem é o atual namorado dele. Mas, como vai completar 52 anos no início do ano que vem, provavelmente ele agrada mais a quem gosta de homens mais velhos.
Aliás, por falar nisso, em Julho, ele foi paparazzado na Praia da Barra da Tijuca fazendo cooper junto com o jogador Edmundo...


Os 2 tavam sem camisa, suados, sorridentes... rsrsrs É claro que surgiram algumas fofoquinhas a partir dessa foto, né?
Aliás, pela foto, já que o Amin tá de sunga branca, dá pra gente ver que ele tem um volume interessante, né?
Os fofoqueiros de plantão devem ter achado que o Edmundo tava tão sorridente por causa disso... rsrsrs

Today we’ll talk a little about the Brazilian actor, comedian, reporter, and promoter Amin Khader.
He was born in Rio de Janeiro, on January 6th, in 1959.
Amin has always been openly homosexual.
His works as a reporter are basically about gossips. Actually he talks about the personal life of Brazilian actors, singers, and soccer players. And most of them are his personal friends.
By the way, Amin’s most recent birthday party was in Barra da Tijuca, in Rio de Janeiro. And almost all his guests were people of the Brazilian show business: actresses Bia Seidl, Cristiana Oliveira and Rita Guedes, singers Dudu Nobre, Latino and Rosemary, and writer Glória Perez.


Amin estuvo ya en muchas emisoras de televisión a lo largo de su carrera, casi siempre en shows que hablan de chismes de actores, cantantes y jugadores de futbol en Rio de Janeiro y São Paulo.
En algunas de esas veces, él trabajó con su amigo David Brazil, que sigue propiamente el mismo tipo de carrera.
Cuando no está de acuerdo con algo, Amin habla siempre su refrán:

“Não pode!!! Não pode!!! Não pode!!!” (algo como “¡No puedes hacerlo! ¡No puedes hacerlo! ¡No puedes hacerlo!”)

Algunas veces, es visto en público vestido como la drag-queen Nany Pipoca, homenajeando la drag-queen Nany People.


Nonostante Amin lavori prima di tutto con pettegolezzi di gente famosa, non si sa molto della sua vita personale e nemmeno chi è il suo amante oggigiorno. Ma compirà 52 anni all’anno prossimo. Così, credo che lui piaccia prima di tutto a quei che cercano gli uomini un po’ più vecchi.
A proposito, in Luglio, un paparazzo l’ha fotografato alla spiaggia di Barra da Tijuca, a Rio de Janeiro, esercitandosi insieme al calciator Edmundo...
Loro 2 erano senza camicia e sudati. E sorridevano... Chiaramente, questa foto ha ispirato molti pettegolezzi...
A proposito, la foto ci mostra che Amin ha delle cose belle nascoste dentro i suoi slip, vero?
Penso io che i pettegoli hanno capito che Edmundo sorrideva proprio per questo... rsrsrs


Até a próxima!

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

CERCADO DE ATORES POR TODOS OS LADOS

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no ator, roteirista, dublador, diretor e ex-jogador de tênis estadunidense Vincent Van Patten.

Ele nasceu em New York, em 17 de Outubro de 1957.
O Vincent é o filho mais novo do ator Dick Van Patten. E tem 2 irmãos mais velhos, que também se tornariam atores no futuro: o Nels Van Patten e o James Van Patten.
Eles são descendentes de holandeses misturados com italianos.
Com 9 nos de idade, o Vincent começou a fazer comerciais pra televisão.
O 1º filme dele foi Dial Hot Line (1970), quando ele tinha 13 anos.
Ao mesmo tempo, o Vincent começou a se dedicar ao tênis. E se tornando um jogador profissional, ele venceu vários torneios e ganhou vários prêmios. E chegou a ser considerado o 25º maior de todos os jogadores da História do Tênis.
Em 1981, ele teve no filme de terror Hell Night (lançado no Brasil com o título traduzido de Noite Infernal). Pra quem não conhece esse filme, tem um post sobre ele no Super CECG&B. Lá vai o link:

http://centrogb.blogspot.com/2008/12/uma-noite-infernal-e-cheia-de-clichs.html

O personagem do Vincent ali é o Seth, um cara meio tarado, mas que consegue matar um dos vilões do filme. E é também o único personagem que fica com o destino indefinido na história, pois outro vilão arrasta ele pruma sala escura, mas ele não aparece mais daí pra frente.
O filme também nos dá a oportunidade de ver o corpo bem definido de 24 anos e 1, 85m de altura que o tênis deu ao Vincent na época, já que pelo menos em metade das cenas dele ele aparece sem camisa.


Esse que aparece do lado dele na foto é o ator Peter Barton, que também se destacou em alguns filmes de horror do início dos anos 80. Eu já fiz um post sobre ele também. Esse é o link:

http://centrogb.blogspot.com/2009/09/um-gala-de-slashers-oitenteiros.html

Em 1989, o Vincent se casou com a atriz Betsy Russell. E eles teriam 2 filhos: o Richard e o Vince.
Em 1995, com 38 anos, o Vincent encerrou a carreira de jogador de tênis, passando a trabalhar basicamente como ator.
No mesmo ano, ele estreou como roteirista no filme The Break, no qual também trabalhou como ator.
No ano 2000, o Vincent teve a única experiência até hoje como diretor, no filme The Flunky.
No ano seguinte, ele se divorciou da Betsy.
Em 2003, o Vincent se casou com a atriz Eileen Davidson, que tava grávida dele. E 1 mês depois nasceu o filho deles, o Jesse.
Bom, se nota que a profissão de ator sempre teve entranhada na vida do Vincent: ele próprio é ator, nasceu numa família de atores e só se casou com atrizes.
Ele teve até agora 53 trabalhos como ator de televisão e cinema, 5 como roteirista, 2 como dublador e 1 como diretor.

Oggi parleremo un po’ dell’attore, soggettista, attore vocale, direttore e ex tennista statunitense Vincent Van Patten.
Lui è nato in New York, nel 17 Ottobre del 1957.
Vincent è il figlio più giovane dell’attor Dick Van Patten. Ed ha 2 fratelli più vecchi, che anche sarebbero attori nel futuro: Nels Van Patten e James Van Patten.
La loro famiglia è olandese e italiana.
Quando Vincent aveva 9 anni, ha cominciato a lavorare in pubblicità televisive.
Il suo primo film è stato Dial Hot Line (1970), quando lui aveva 13 anni.
Allo stesso tempo, Vincent ha cominciato a gioccare tennis. E dopo diventerebbe un tennista professionale, vincerebbe tantissimi tornei e avrebbe molti premi. E lui avrebbe anche il titolo di venticinquesimo migliore tennista della Storia.


En 1981, Vincent estuvo en la película de horror Hell Night (conocida en países de Lengua Española como Noche Infernal). Si no la conoces, puedes clicar sobre el primer enlace arriba para ver un post que habla esa película.
El personaje de Vincent es Seth, un tipo un poco cachondo, pero que logra a matar uno de los villanos del film. Y es también el único personaje que no tiene un destino claro en la historia, pues que otro villano lo arrastra a una sala oscura y no lo vemos más después de eso.
La película también nos muestra el bel cuerpo de 1, 85 m que Vincent tenía con 24 años, resultante de su carrera de jugador de tenis, pues que en por lo menos la mitad de sus escenas él está sin camisa.
El actor que es visto a su lado en la foto arriba es Peter Barton, que fue también un héroe de filmes ochenteros de horror. Puedes clicar sobre el segundo enlace arriba para ver un post que habla de él.


In 1989, Vincent married actress Betsy Russell. They would have 2 sons: Richard and Vince.
In 1995, the 38-year-old Vincent retired from his tennis career. And since then he’s worked as an actor much more than before.
In the same year, he had his debut as a scriptwriter in The Break. He was in this movie also as an actor.
In 2000, Vincent had his only time to now as a director in The Flunky.
The next year, he divorced from Betsy.
In 2003, Vincent married actress Eileen Davidson. She was pregnant and gave birth to their son Jesse 1 month later.
Well, we can see actors and actresses have always been present in Vincent’s life: he himself is an actor, he was born in a family full of actors, and he married only actresses.
To now he’s been a TV and Cinema actor for 53 times, a scriptwriter for 5 times, a voice actor for twice, and a director for once.


Até mais!

terça-feira, 9 de novembro de 2010

O MONSTRO MAIS FAMOSO DA AMAZÔNIA

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada num dos maiores clássicos do terror do século XX: o filme Creature From The Black Lagoon (que em Português virou O Monstro da Lagoa Negra).

Como se pode ver no próprio poster do filme, a criatura à qual o título do filme se refere é um ser de estrutura física humanóide, mas coberto de escamas da cabeça aos pés, com várias nadadeiras espalhadas pelo corpo, dentes afiados e dedos unidos por membranas e terminados em unhas compridas.
Nunca ficou muito claro se ele seria um réptil ou um peixe. Mas a aparência dele lembra um pouco as 2 coisas.
Ele é representado como uma criatura, natural da Selva Amazônica, que passa a maior parte do tempo na água e respira água, mas também consegue andar na terra e respirar ar com a mesma facilidade.
A origem da criatura nunca é explicada com 100% de clareza nesse filme nem nas continuações que vieram depois, mas fica claro que ele tem alguma ligação com o Período Devoniano, há 360000000 de anos atrás. As 2 explicações que a maioria dos fãs do filme seguem são que ele é uma criatura daquela época que adormeceu, ficou em estado de animação suspensa e só acordou por volta de 1950; ou que um bando de criaturas daquela espécie ficou isolado na Amazônia durante o Devoniano, e que a espécie foi se extinguindo até que só sobrou esse único exemplar. A 2ª explicação parece fazer mais sentido, já que no 1º filme é mencionada superficialmente uma lenda amazônica sobre um homem-peixe, ou seja, supostamente, alguém já tinha visto criaturas dessa espécie por lá.
Os idealizadores do filme começaram a pensar na história ao ouvirem falar de monstros do Folclore Brasileiro que são imaginados habitando o Rio Amazonas. E juntando isso à imagem que se tinha da Amazônia nos anos 50, como uma selva impenetrável e sem fim, cheia de mistérios insondáveis (e na imaginação dos mais fantasiosos, habitada por criaturas pré-históricas), não foi difícil arranjar inspiração pro filme na época.
É claro que (embora isso não chegue a prejudicar o resultado final) a história apresenta algumas esquisitices e situações meio sem sentido...
Por exemplo, um dos temas que o filme aborda é o deslumbramento que o monstro sente quando vê uma mulher humana (a personagem da atriz Julie Adams)... Bom, na verdade isso fica parecendo um caso de zoofilia, né? Um ser de uma espécie manifestando interesse aparentemente sexual por um ser de outra espécie...
Aliás, nem foi a 1ª vez em que fizeram uso desse tema. Na verdade, isso é um enigma desde a 1ª versão de King Kong, de 1933.
Mas a explicação pra isso em Creature From The Black Lagoon é que os roteiristas se inspiraram em A Bela e A Fera pra criar esse tema.
Falando nisso, o roteiro inicial foi escrito pelo Maurice Zimm. Mas como ele teve que se afastar por problemas de saúde, o Arthur A. Ross e o Harry Essex terminaram de escrever a história em dupla.
O filme foi dirigido pelo Jack Arnold, que, assim como os 3 roteiristas, também já morreu.
Creature From The Black Lagoon não chega a ser um filme grande (tem 79 minutos) e foi gravado em preto e branco.
Foi lançado nos Estados Unidos em 05 de Março de 1954, se tornando uma das produções mais famosas dos anos 50.
Pra quem quiser ver o trailer do filme, esse é o link:

http://www.youtube.com/watch?v=lM1o1xe5FGE

O filme começa com um prólogo mostrando a criação do Universo, depois da Terra e depois da vida na Terra. E termina dizendo que mesmo agora (ou seja, em 1954), milhares de milênios depois do início do Mundo, o ser humano ainda não conseguiu entender a origem da vida.
Aí a gente vê a expedição de um cientista chamado Carl, numa área deserta da Amazônia, que acabou de encontrar a mão de um estranho esqueleto do que parece ser algum tipo de réptil.


Como não faz ideia do que seja aquela coisa, o cientista resolve levar pra análise no laboratório dele, sem perceber que tem alguma coisa se movimentando na água de um rio a poucos metros de onde ele os ajudantes dele tão... E a mão de um animal igual ao que ele encontrou, só que bem vivo, aparece na margem do rio e depois submerge de novo.
O cientista só consegue concluir que a criatura que deixou aqueles restos mortais viveu no Período Devoniano, mas continua sem saber o que é. Então, aparentemente alguns dias depois, ele leva uma foto da mão prum amigo dele ver.
Esse amigo dele é o herói da história: o ictiólogo David, que tá fazendo algumas pesquisas no Instituto de Biologia Marítima do Brasil, junto com a namorada Kay.
Foi interpretado pelo hoje falecido ator Richard Carlson.


Bom, o David também não sabe explicar o que é aquilo, mas observa que, pelo formato da mão, era de uma criatura que podia se mover tanto na água quanto na terra com a mesma facilidade.
O assunto interessa ao chefe do departamento onde o David trabalha, chamado Mark, que pensa em lucrar com a descoberta daquela espécie desconhecida.
Se dirigindo pro Rio Amazonas, o Mark se coloca no comando da nova expedição, que tem como membros ele próprio, o Carl, o David, a Kay e outro cientista chamado Whit. E eles sobem o Amazonas numa barca de carga dirigida por um cara chamado Lucas e 2 ajudantes dele.
Enquanto todos eles se preparam pra ir ao acampamento onde ficou o resto da expedição do Carl pra ver se encontram restos mortais de outras criaturas da mesma espécie, a criatura que tava no rio finalmente sai de lá, ataca o acampamento e mata os ajudantes do Carl.
Quando os outros chegam, mesmo encontrando o acampamento destruído e os homens mortos, decidem continuar com a expedição, achando que foi uma onça que fez aquilo.
Dias depois, já tendo escavado toda a região, eles não encontram mais nenhum resto mortal ali. Mas, antes que desistam e voltem pra casa de mãos vazias, o David tem uma ideia: já que eles tão à beira de um rio, é possível que, ao longo dos milênios, o rio tenha arrastado outros restos mortais mais pra frente e fixado eles em pedras, o que poderia ser encontrado se eles fizessem uma busca mais adiante.
E como o Carl diz que, segundo os índios, aquele rio dá numa lagoa chamada Lagoa Negra, eles descem o rio até chegar lá...
Meio estranho que um rio simplesmente acabe numa lagoa, né? A água desse rio fica lá empoçando eternamente na lagoa? Ou a lagoa tem um buraco por onde a água sai pra outro lugar?
Bom, quando chegam lá, o David e o Mark resolvem mergulhar pra ver o que tem no fundo da lagoa.
Eles passam um tempo inspecionando o fundo da lagoa, mas não encontram nada além de pedras, que recolhem pra ver se são do mesmo tipo que tava rio acima, onde os restos mortais foram encontrados.
E o David e o Mark nem percebem que o monstro tá observando eles, escondido entre algumas plantas aquáticas. Aliás, é a 1ª cena em que vemos a criatura.
Quando eles sobem, dão as pedras pro Carl analisar. E enquanto isso, a Kay resolve dar um mergulho. E o monstro, ao ver ela nadando na superfície, resolve se aproximar, começando a nadar mais ou menos... 1 metro abaixo dela.rs Aliás, acho que ela tem algum problema ótico, porque ela não vê ele nadando literalmente ao lado dela! Tem um momento em que o braço dele quase esbarra no dela (sério mesmo!).
Bom, finalmente, o monstro segura no pé dela. E ela sente uma coisa pegando no pé dela... Mas deixa pra lá e continua nadando.rs Acho que ela não tem problema ótico: ela é meio maluca mesmo!rs
Finalmente, ela resolve subir de novo no barco. E pouco depois, o barco começa a tremer violentamente!
O Lucas explica que alguma coisa ficou presa na rede de pesca que fica estendida embaixo do barco. E quando a tremedeira para, eles recolhem a rede... Pra surpresa de todos, a rede não só tá vazia como tem um rombo de uns 3 metros nela!
Eles percebem também que tem uma unha de animal bastante grossa e pontuda presa na rede...
Obviamente, todos entendem que tem alguma coisa viva e bem forte nadando embaixo deles. E o Mark, apesar dos protestos de todos, resolve pegar um arpão e descer lá pra pegar o bicho vivo ou morto, levando o David junto.
Depois de nadar um pouco, os 2 finalmente veem o monstro a alguns metros de distância. Mas a criatura não demonstra nenhuma atitude agressiva. Muito pelo contrário: foge nadando.
Esse comportamento ‘tímido’ do monstro na própria lagoa onde ele mora contradiz bastante o comportamento que ele teve no acampamento do Carl, saindo do rio e matando 2 homens que nem sequer sabiam que ele existia, né? Mas aí pode ser que ele tenha matado porque se assustou com os homens por algum motivo.
Depois de perseguir o bicho pela lagoa toda, o Mark dá um tiro de arpão nas costas dele. E o monstro, ferido, se esconde numa caverna no fundo do lago, sendo perdido de vista.
O David conta aos outros o que viu e diz que se surpreendeu em como a criatura tem uma aparência parecida com a humana. E ao mesmo tempo, ele critica o Mark por ter atirado no bicho, já que ele não demonstrou perigo nenhum. Mas o Mark demonstra apenas que quer pegar a criatura viva ou morta pra ganhar dinheiro com isso.
Enquanto eles entram na cabine do barco pra revelar as fotos que tiraram na água, o monstro sobe a bordo do barco e puxa um dos ajudantes do Lucas pra dentro do lago.
Tentando fazer com que ele suba até a superfície, o Lucas sugere que eles joguem uma substância atordoante na água que ele usa pra pescar. Mas, apesar de fazer todos os peixes do lago ficarem boiando na superfície, a coisa não funciona com o monstro.
De noite, sem que ninguém perceba, ele tenta subir no barco. Mas a Kay vê ele, grita e faz com que ele se assuste e se jogue de novo na água.
Aí, enquanto a Kay e o ajudante sobrevivente do Lucas resolvem descer do barco e ficar numa margem do lago, o Mark e o David resolvem pegar lanternas, pular na água e ir atrás do bicho... Bom, aí já é ultrapassar todos os limites do retardo mental, né? Será que, durante a noite, alguém vai se atirar numa lagoa desconhecida pra sair nadando atrás de um monstro? E ainda mais um monstro que tá puto da vida com eles, né?rs
Eles seguem o monstro até uma caverna submersa, mas perdem ele de vista... Na verdade, a criatura saiu por outro buraco da caverna, numa margem do lago. E, como era de se esperar, logo encontra a Kay e o outro cara.
Ele mata o cara e tenta pegar a Kay. Mas, enfraquecido pela toxina que jogaram na água, acaba desmaiando. E pouco depois o David e o Mark chegam e jogam uma rede em cima dele.
Depois disso, eles constroem uma jaula de bambu e prendem o monstro lá. E o Whit apelida a criatura de Gill-Man.
Querendo tirar as últimas fotos da caverna de que precisa antes de ir embora, o David deixa a Kay e o Whit vigiando o monstro e vai com os outros até a caverna. Mas, enquanto o Whit e a Kay conversam, a criatura se solta e ataca o Whit. Mas a Kay consegue jogar um lampião aceso em cima dele e fazer ele se atirar na água e fugir.
Quando os outros voltam, todos, menos o Mark, chegam à conclusão de que têm que ir embora. Mas, quando começam a subir o rio, percebem que ‘alguma coisa’ preparou uma barreira com troncos de árvore flutuando na água e bloqueando o caminho.
Eles tentam guinchar os troncos, mas não conseguem. Então, o David decide mergulhar pra ver o que pode fazer.
E o Mark, finalmente perdendo a cabeça, se atira na água e sai nadando atrás do monstro e começando a atirar arpões a esmo nele assim que vê ele. Mas a criatura consegue despistar ele pela lagoa e depois pega ele por trás sem que ele perceba. Os 2 lutam entre muitas bolhas no meio da água, até que o David, vendo o que tá acontecendo, vem nadando pra dar cobertura ao Mark, conseguindo afugentar o monstro... Mas aí já é tarde: depois de enxotar o monstro, ele olha pra cima e vê o cadáver do Mark subindo pra superfície.
Mais tarde, o David tem uma ideia: descer ao fundo da lagoa desarmado e se oferecer como isca, jogando aquela substância atordoante na cara do monstro na hora em que ele se aproximar. Com isso, a criatura vai ficar tonta por tempo suficiente pro David conseguir amarrar o guincho direito na barreira de troncos. E aí vão poder abrir caminho numa boa pro barco passar e fugir dali.
Tudo corre perfeitamente bem. Mas quando eles finalmente conseguem guinchar a barreira e começam a seguir pelo rio, o monstro sobe a bordo, agarra a Kay e se atira com ela na lagoa.
O David manda o Carl e o Lucas irem pra margem e pula atrás e nada até a caverna aonde foi antes, realmente encontrando o monstro e a Kay lá.
A criatura ataca o David, mas o Carl e o Lucas entram pelo outro buraco da caverna e descarregam 2 espingardas no bicho.
O monstro sai da caverna cambaleando, enquanto os 4 humanos vão atrás dele olhando ele espantados. E logo depois, a criatura se atira na lagoa, afundando na água e visivelmente ferida.
E o filme acaba.
A cena final parece deixar claro que a criatura morreu, mas o diretor tentou mostrar isso de forma dúbia, já que havia a intenção de fazer uma continuação, dependendo de como o filme fosse aceito pelo público. Ou seja, fazer o monstro afundar na água e sumir permitiria com mais facilidade que ele voltasse numa possível continuação depois do que fazer ele cair morto numa luta contra o David, por exemplo.
E a continuação já veio no ano seguinte, com Revenge of The Creature (traduzido no Brasil como A Revanche do Monstro).
Em 1956, chegou o 3º filme sobre a história: The Creature Walks Among Us (que por aqui virou O Monstro Caminha Entre Nós). E como o 1º filme, esse último acaba com a criatura afundando ferida na água (dessa vez, no Mar), ficando indefinido se ela morreu ou não. Certamente, com a intenção de deixar mais uma porta aberta pra outra possível continuação. Mas, dessa vez, a história ficou por ali mesmo.
Nas cenas subaquáticas dos 3 filmes, a criatura foi interpretada pelo ator Ricou Browning, um dos poucos que tão vivos até hoje.


E a fantasia do monstro usada pra fazer essas cenas era amarela, a fim de que criatura aparecesse melhor na escuridão.
Já nas cenas ‘terrestres’, a criatura foi interpretada por um ator diferente em cada filme.
Um remake do filme tá previsto pra ser lançado no ano que vem. E nessa nova versão, a explicação pra origem do monstro vão ser os produtos químicos lançados sem tratamento no Rio Amazonas, que acabaram por transformar algum animal normal de lá num monstro.

Today we’ll talk a little about one of the main horror classics of the 20th century: Creature From The Black Lagoon.
As you guys can see above, the film owes its name to a monster who vaguely looks like a man with hundreds of scales on all its body. It also has sharp teeth in its mouth and its hands are like fins with sharp nailed fingers.
It’s never been clear if this beast is a reptile or a fish. But it really looks like a human version of both.
It is portrayed as a creature from the Amazon Rainforest which stays in water and breathes water for most of the time. But it is also able to walk on earth and to breath air easily.
The monster’s origins are never totally revealed in this movie nor in its sequels. But the beast is connected somehow with something which happened 360000000 years ago in the Devonian Period. And most of the fans of this film give 2 explanations for that. 1st, the creature was born at that time, hibernated, and woke up in the 1950s. And 2nd, a group of creatures of that species got secluded at the Amazon Rainforest during the Devonian and it went extinct, except for that only member. The 2nd explanation seems to make more sense, because in the 1st film one of the characters vaguely mentions an Amazon myth about a fish-man. In this case, we can suppose somebody had already seen creatures of that species somewhere in that forest.
This film’s makers started thinking about its plot when they heard about some monsters of the Brazilian Folklore which are believed to live in the Amazon River. And if you add that to how the Amazon Rainforest was seen in the 50s (an impenetrable, endless and full of mysteries jungle, where the most dreaming people certainly thought there were some prehistoric animals) it’s easy to understand how they could have inspiration to make the movie.
Of course there are also some strange and senseless situations in the film...
For example, the movie shows a reptilian creature which gets sexually fascinated when it sees a human woman (it’s Julie Adams’ character)... Well, actually it seems a case of zoophilia, really? You see: it’s a creature of a species feeling sexual desire to a creature of another species...
Actually, it wasn’t the 1st time when they used that theme. The 1st version of King Kong had already shown basically the same in 1933.
Anyway, the explanation which Creature From The Black Lagoon’s scriptwriters gave for that was it was based in Beauty and the Beast.
By the way, the scriptwriters of this film were Maurice Zimm, Arthur A. Ross, and Harry Essex.
Its director was Jack Arnold. He and the 3 scriptwriters are all already dead.
Creature From The Black Lagoon isn’t a so-long film (its running time is 79 minutes) and it’s a black-and-white production.
It was released in the States on March 5th, in 1954. And it would be one of the most famous films of the 50s.
You guys can click on the link above to watch the trailer.
Well, the prologue shows the creation of the Universe. After that, we see the creation of our planet. And finally, we see the birth of the 1st living beings in the World. And the narrator reminds us even nowadays (in 1954) human beings already can’t understand where life comes from.
Then, we see the expedition of a scientist named Carl. He and his men are at a deserted area of the Amazon Rainforest. And they have just found the piece of a skeleton which seems to be the hand of some kind of reptile.
The scientist has no idea of what it is. Then, he goes to his lab in order to examine it. But while they talk they don’t see something swimming in the nearby river... We can see only its hand scratching the riverside, but it seems to be an animal of the same species of the one which they found. And it’s completely alive!
Well, the scientist’s studies show him the thing is the skeleton of a creature which lived in the Devonian. But that’s all he can understand. Then, presumably some days later he meets a friend and shows him a picture of the hand.
This friend is the male protagonist of the story: an ichthyologist named David. He’s at the Instituto de Biologia Marítima do Brasil with his girlfriend Kay.
He was portrayed by late actor Richard Carlson.
Well, David doesn’t know which animal was that either. But the shape of the hand shows him the creature was able to swim as easily as to walk.
David’s boss named Mark gets interested when he is informed about that obscure species... Actually he only wants it to make money.
Then, Mark organizes an expedition to cross the Amazon River. The other members are Carl, David, Kay, and another scientist named Whit. Their ship is a tramp steamer, captained by an older man named Lucas. But they will spend some time before knowing what is swimming under them...


Creature From The Black Lagoon (conocido en algunos países hablantes de Español como El Monstruo de La Laguna Negra), de 1954, nos muestra un ser misterioso dejando un río de la Selva Amazónica y atacando el campamento de un científico llamado Carl cuando él no está allá. Y matando sus hombres.
Cuando el científico regresa, está con una expedición, que tiene como otros miembros Mark, David, Kay y Whit, además del capitán de su barca, llamado Lucas, y sus 2 asistentes. Y cuando encuentran el campamento en aquellas condiciones y los hombres muertos, entienden que un jaguar lo hizo.
Ellos están allá para buscar restos mortales de seres prehistóricos desconocidos que creen que vivían en aquella región. Pero, después de algunos días, no encuentran nada. Mas antes que regresen sin nada, David piensa en algo: como están junto a un río, es posible que, a lo largo de los milenios, el río haya arrastrado los tales restos mortales para adelante y los dejado fijados en piedras, donde todavía pueden ser encontrados.
Carl dice que, según los indígenas, aquél río llega a una laguna llamada Laguna Negra. Y todos deciden irse allá...
Es un poco extraño que un río simplemente acabe en una laguna, ¿verdad? ¿El agua se queda empozando allá por siempre? ¿O hay algún hueco en la laguna por donde el agua se va?
Bueno, cuando llegan, David y Mark deciden bucear en las aguas para investigar mejor el lugar.
Ellos nadan junto al lecho de la laguna por algunos minutos, pero las únicas cosas que encuentran son piedras, que llevan para la barca para ver si son iguales a aquellas de la región donde estaban antes.
David y Mark no llegan a ver el monstruo, que los está mirando, mientras que se oculta entre algunas algas. A propósito, es la primera vez en que lo vemos.
Cuando regresan a la barca y se van a analizar las piedras, Kay decide que ahora ella se va a nadar un poco. Y cuando el monstruo la ve nadando en la superficie, se acerca, empezando a nadar más o menos... 1 metro bajo ella. Dicho sea de paso, creo que ella es miope, ¡porque no lo ve nadando a su lado! Hay un momento que el brazo del monstruo casi la golpea.
Y hay otro momento que el monstruo agarra el pie de Kay. Y ella lo siente... Pero no hace caso a eso. Creo que ella no es miope: ¡es propiamente loca!rs
Bueno, no mucho tiempo después, ella regresa a la barca. Pero entonces, la embarcación empieza a estremecerse.
Lucas dice que algo está preso en la red de pesca que se queda bajo la barca. Y cuando el estremecimiento acaba, ellos levantan la red... Pero se puede ver que lo que estaba allá ya se fue, ¡dejando un hueco de más o menos 3 metros en la red!
Y hay una uña de animal muy gruesa y puntiaguda presa en la red...
Es claro que todos entienden que hay algún ser muy fuerte nadando en la laguna. Y aunque todos se opongan a eso, Mark decide cazarlo con un arpón, llevando David con él.
Después de haber nadado un poco, los 2 ven el monstruo en el agua. Mas el animal no les hace daño. Pero lo opuesto: hace lo que puede para escaparse nadando.
Es muy contradictorio que él lo haga en la propia laguna donde vive, puesto que, en el campamento de Carl, fuera de su “casa”, dejó el río y mató gente que no le había hecho nada, ¿verdad? Pero es posible que lo haya hecho allá porque estaba asustado con los hombres de algún modo.
Después de perseguir el monstruo por toda la laguna, Mark lo ataca con el arpón. Pero, aunque sea herido, el animal logra a esconderse en una caverna.
Cuando regresa a la barca, David relata a todos lo que pasó y dice que está perplejo por la semejanza que el animal tiene con los hombres. Y al mismo tiempo, habla contra Mark, que atacó el ser sin que le hubiera hecho nada. Pero Mark dice que solamente quiere el monstruo vivo o muerto para hacer dinero con él.
Poco después, el monstruo sube en la barca y traga uno de los asistentes de Lucas para dentro de la laguna, mostrando que está furioso con el ataque que recibió.
Lucas dice a los otros que es posible lanzar en el agua una droga que él utiliza para pescar. Eso puede atontar el monstruo y hacerlo venir a la superficie de la laguna. Pero aunque eso funcione con el pescado, no hace mucha cosa con el monstruo.
Por la noche, él intenta subir otra vez el la barca. Pero Kay lo ve y empieza a gritar, haciéndolo lanzarse otra vez en el agua.
Pensando que estará más segura en la orilla de la laguna, Kay se queda allá con el asistente sobreviviente de Lucas, mientras que Mark y David recogen sus linternas y siguen el animal por las aguas... Bueno, eso ya es ser totalmente imbécil, ¿no? ¿Una persona mentalmente normal se iría nadar en una laguna desconocida por la noche para cazar un monstruo? ¡Y es un monstruo que está furioso!
Ellos siguen el monstruo nadando hacia su caverna, mas no logran más a verlo después de eso... En verdad, el animal dejó la caverna por otro hueco, fuera del agua. Y como ya se puede suponer, él encuentra Kay y el otro hombre.
Después de matar el tipo, ataca Kay. Pero está débil por cuenta de la droga lanzada en las aguas y acaba por desmayarse. Y poco después, David y Mark llegan y lo prenden con una red.
Ellos mantienen el monstruo preso en una jaula de bambú y Whit le da el nombre de Gill-Man. Pero en poco tiempo verán que aquél ser es muy más inteligente y fuerte de lo que pensaban antes.


Vediamo la fine di Creature From The Black Lagoon (Il Mostro della Laguna Nera), del 1954:
Carl, Mark, David, Kay, Whit e Lucas sono i membri di una spedizione nella Foresta Amazzonica che cerca resti mortali di animali preistorici. E dopo aver catturato un mostro che ha già ucciso degli uomini, vanno a fotografare una caverna vicino alla laguna dove quell’essere abitava. Solo Whit e Kay restano vicino alla gabbia dove il mostro rimane. Ma esso riesce a scappare e attacca Whit. Però, Kay lancia una lanterna sulla bestia e la fa saltare dentro la laguna.
Quando gli altri tornano, tutti quanti, eccetto Mark, decidono che devono andare via. Ma quando cominciano a navigare con la sua barca verso l’uscita della laguna, trovano una diga fatta di tronchi di alberi fluttuando sull’acqua.
Visto che non possono lasciare la laguna senza trascinare via la diga, David va a vedere cosa può fare.
Allo stesso tempo, Mark impazzisce, salta dentro l’acqua e comincia a attaccare il mostro con un arpione. Ma la bestia riesce a farsi perdere di vista nell’acqua scura e dopo gli attacca la retroguardia all’improvviso. Loro lottano fra tantissime bolle d’aria e, finalmente, David vede cosa succede e si avvicina per aiutare Mark... Ma è già tardi: il mostro scappa via, ma la carogna di Mark comincia già a salire verso la superficie dell’acqua.
Dopo questo, David ha un’idea: salterà nell’acqua disarmato, si offrirà come esca al mostro e getterà contro la sua faccia un tipo di tossina forte quando esso si avvicinerà. E questo farà la bestia così disorientata che David avrà il tempo di cui ha bisogno per fissare una corda alla diga di tronchi. Così, loro potranno trascinarla e scappare dalla laguna per il fiume.
Succede proprio questo. Ma quando loro finalmente riescono a trascinare la diga e cominciano a navigare per il fiume, il mostro salta sulla barca, prende Kay e salta con lei di nuovo nell’acqua.
David dice a Carl e Lucas che devono andare alla riva della laguna e salta anche lui nell’acqua, cominciando a nuotare verso il mostro. E riesce a raggiungerlo nella sua caverna.
La bestia attacca David, ma Carl e Lucas entrano per un’altra cavità della caverna e sparano con 2 fucili contro il mostro.
L’animale lascia la caverna barcollando, mentre i 4 umani lo seguono e lo guardano spaventati. E dopo questo, il mostro, chiaramente molto ferito, salta nell’acqua della laguna e affonda.
Così finisce il film.
Si vede che l’ultima scena non ci mostra chiaramente se il mostro è morto o se non lo è. Il direttore l’ha fatto perché pensava di continuare la storia, dipendendo di come il pubblico la vedesse. O sia, fare il mostro affondare nell’acqua e sparire faciliterebbe il suo possibile ritorno nel futuro. Se fosse morto, per esempio, in una lotta contro David, questo sarebbe più difficile.
La storia ha continuato l’anno dopo, con Revenge of The Creature (La Vendetta del Mostro).
Nel 1956, il terzo film della saga è messo in circolazione: The Creature Walks Among Us (Il Terrore Sul Mondo). Ed anche questo film finisce con il mostro ferito e affondando nell’acqua (adesso nel Mare), senza che si dica se è morto o se non lo è. Certamente, si pensava di fare un’altra continuazione della storia. Ma questo non è mai stato successo.
Le scene subacquee dei 3 film mostrano l’attor Ricou Browning (uno dei pochi attori del primo film che sono ancora vivi) nella parte del mostro. Ed il vestito del mostro usato in queste scene era giallo, visto che aveva bisogno di contrastare con l’acqua scura.
Fuori dell’acqua, ogni film ha avuto un attore diverso nella parte della bestia.
Si dice che un remake del primo film sarà messo in circolazione nel 2011. Nella nuova versione, il mostro sarà un mutante, risultante dalle tossine precipitate nel Rio delle Amazzoni. Veramente, sarà un animale normale che diventa un mostro dovuto a quelle tossine.


Até mais!