Oi!!!
Hoje a gente vai dar uma olhada no ativista gay paquistanês Adnan Ali.
Hoje a gente vai dar uma olhada no ativista gay paquistanês Adnan Ali.
Ele nasceu no Paquistão, em 1972.
O Adnan diz que desde criança sempre se sentiu mais atraído por homens do que por mulheres.
Mas o 1º namorado dele foi um rapaz que ele conheceu quando tinha 13 anos e estudava num colégio de Lahore. O rapaz em questão tinha 15 anos e estudava no mesmo colégio.
A coisa não durou muito tempo: quando os pais do Adnan descobriram uma carta do rapaz endereçada a ele, deram uma surra nele e afastaram ele do namorado.
Ele continuou sendo mal visto pela família, embora fosse praticamente ele sozinho quem sustentava a casa, trabalhando num hotel em Islamabad.
Em 1996, o Adnan conseguiu uma bolsa pra fazer um curso de teatro na Inglaterra. E aproveitou a oportunidade pra deixar o Paquistão.
Na Inglaterra, ele se juntou à comunidade gay muçulmana que encontrou lá e, 3 anos depois, inspirado na ONG Al-Fatiha, destinada a ajudar os muçulmanos homossexuais, bissexuais e transexuais que se encontram em problemas, ele fundou uma instituição do mesmo tipo, chamada Imaan.
Devido a essa atitude, o Adnan foi condenado à morte pelos líderes religiosos do Paquistão se um dia voltar pra lá.
Isso não chega a ser surpreendente, pois ele diz que no Paquistão, governado por leis muçulmanas, a homossexualidade geralmente é punida com a morte. E em alguns casos, nem fica se sabendo o que aconteceu com o cadáver.
Apesar disso, o Adnan diz que não se intimida com o ódio dos fanáticos paquistaneses e que vai continuar seguindo o caminho que seguiu até agora.
De qualquer forma, ele afirma que o problema não vem só dos muçulmanos, mas também dos próprios gays: quando ele se apresenta a alguém que não é hétero e revela que é gay & muçulmano, a pessoa quase sempre se espanta.
Isso também não chega a surpreender, já que, como a comunidade muçulmana não é tão extensa no Brasil, a imagem que a maioria dos brasileiros têm dos praticantes dessa religião é a imagem dos muçulmanos orientais, que demonstram ser radicais, fanáticos, fundamentalistas...
O Adnan diz que desde criança sempre se sentiu mais atraído por homens do que por mulheres.
Mas o 1º namorado dele foi um rapaz que ele conheceu quando tinha 13 anos e estudava num colégio de Lahore. O rapaz em questão tinha 15 anos e estudava no mesmo colégio.
A coisa não durou muito tempo: quando os pais do Adnan descobriram uma carta do rapaz endereçada a ele, deram uma surra nele e afastaram ele do namorado.
Ele continuou sendo mal visto pela família, embora fosse praticamente ele sozinho quem sustentava a casa, trabalhando num hotel em Islamabad.
Em 1996, o Adnan conseguiu uma bolsa pra fazer um curso de teatro na Inglaterra. E aproveitou a oportunidade pra deixar o Paquistão.
Na Inglaterra, ele se juntou à comunidade gay muçulmana que encontrou lá e, 3 anos depois, inspirado na ONG Al-Fatiha, destinada a ajudar os muçulmanos homossexuais, bissexuais e transexuais que se encontram em problemas, ele fundou uma instituição do mesmo tipo, chamada Imaan.
Devido a essa atitude, o Adnan foi condenado à morte pelos líderes religiosos do Paquistão se um dia voltar pra lá.
Isso não chega a ser surpreendente, pois ele diz que no Paquistão, governado por leis muçulmanas, a homossexualidade geralmente é punida com a morte. E em alguns casos, nem fica se sabendo o que aconteceu com o cadáver.
Apesar disso, o Adnan diz que não se intimida com o ódio dos fanáticos paquistaneses e que vai continuar seguindo o caminho que seguiu até agora.
De qualquer forma, ele afirma que o problema não vem só dos muçulmanos, mas também dos próprios gays: quando ele se apresenta a alguém que não é hétero e revela que é gay & muçulmano, a pessoa quase sempre se espanta.
Isso também não chega a surpreender, já que, como a comunidade muçulmana não é tão extensa no Brasil, a imagem que a maioria dos brasileiros têm dos praticantes dessa religião é a imagem dos muçulmanos orientais, que demonstram ser radicais, fanáticos, fundamentalistas...
Atualmente, o Adnan mora aqui no Brasil, onde não encontra o mesmo tipo de homofobia que encontrava no Paquistão. Mas ele lembra que, embora punições físicas contra homossexuais não sejam comuns entre muçulmanos ocidentais, ainda assim a homossexualidade raramente é aceita por líderes muçulmanos brasileiros. Em maior ou menor grau, eles sempre falam alguma coisa contra.
Mesmo assim, inegavelmente, a quantidade de muçulmanos que saem do armário vem aumentando cada vez mais no Ocidente. Aí vão os links pra posts que eu fiz sobre alguns outros:
Abdellah Taïa
http://ultracecgb.blogspot.com/2011/11/o-1-escritor-marroquino-declarar-que-e.html
El-Farouk Khaki
http://centrogb.blogspot.com/2009/11/caminhada-de-um-muculmano-gay.html
Faisal Alam
http://ultracecgb.blogspot.com/2011/12/reunindo-muculmanos-que-nao-sao-heteros.html
Today we’ll talk a little about an LGBT activist from Pakistan: Adnan Ali.
He was born in 1972.
As a boy, Adnan already thought males were more interesting than females.
He met his 1st boyfriend when he was 13 and studied at a school in Lahore. The lad was 15 and studied at the same school.
Things didn’t go ahead: Adnan’s parents found a letter which his boyfriend had sent to him, spanked him because of that and forced him to leave the guy.
His family has hated him since then. But they forget he supported them by working at a hotel in Islamabad.
In 1996, Adnan got a scholarship to a theater course in England. And he took this opportunity to leave Pakistan and move to a better country.
Adnan ha aderito alla comunità musulmana gay che ha trovato in Inghilterra. E nel 1999, lui ha fondato un’istituzione chiamata Imaan, basata sull’ONG Al-Fatiha, che aiuta i musulmani omosessuali, bisessuali e transessuali che sono nei guai.
Per questo, lui è stato condannato a morte dai capi religiosi musulmani di Pakistan se lui torna lì un giorno.
Veramente, ciò non sorprende, visto che Pakistan è governato dalle leggi islamiche e, così, l’omosessualità è spesso punita con la morte lì. E in alcuni casi, nemmeno si sa cosa è successo al cadavere dell’omosessuale.
Anche così, Adnan dice che non si fa intimidire dall’odio fanatico di questi pakistani e che continuerà a seguire lo stesso percorso seguito finora.
Adnan dice que, para un gay musulmán, el prejuicio no viene solamente de los musulmanes, pero también de los gays: GLBTs que no son musulmanes se quedan asombrados cuando encuentran uno que es gay & musulmán.
En Brasil se puede entenderlo: puesto que hay pocos musulmanes acá, cuando se habla en esa gente, los brasileños casi siempre pensamos en la imagen común de los musulmanes orientales: radicales, fanáticos, fundamentalistas...
Actualmente, Adnan vive en Brasil, donde no hay el mismo tipo de homofobia que hay en Pakistán. Pero él nos recuerda que, aunque el castigo corporal contra los GLBTs no sea común entre los musulmanes occidentales, la homosexualidad rara vez es aceptada por los líderes musulmanes en Brasil. De modo directo o indirecto, ellos siempre hablan algo en contra de nosotros.
A pesar de ello, no se puede negar que la cantidad de musulmanes que se declaran gays en público está cada vez mayor en Occidente. Y uds pueden clicar sobre los enlaces arriba para ver posts que hablan de 3 entre ellos: Abdellah Taïa, El-Farouk Khaki y Faisal Alam.
Até mais!
Mesmo assim, inegavelmente, a quantidade de muçulmanos que saem do armário vem aumentando cada vez mais no Ocidente. Aí vão os links pra posts que eu fiz sobre alguns outros:
Abdellah Taïa
http://ultracecgb.blogspot.com/2011/11/o-1-escritor-marroquino-declarar-que-e.html
El-Farouk Khaki
http://centrogb.blogspot.com/2009/11/caminhada-de-um-muculmano-gay.html
Faisal Alam
http://ultracecgb.blogspot.com/2011/12/reunindo-muculmanos-que-nao-sao-heteros.html
Today we’ll talk a little about an LGBT activist from Pakistan: Adnan Ali.
He was born in 1972.
As a boy, Adnan already thought males were more interesting than females.
He met his 1st boyfriend when he was 13 and studied at a school in Lahore. The lad was 15 and studied at the same school.
Things didn’t go ahead: Adnan’s parents found a letter which his boyfriend had sent to him, spanked him because of that and forced him to leave the guy.
His family has hated him since then. But they forget he supported them by working at a hotel in Islamabad.
In 1996, Adnan got a scholarship to a theater course in England. And he took this opportunity to leave Pakistan and move to a better country.
Adnan ha aderito alla comunità musulmana gay che ha trovato in Inghilterra. E nel 1999, lui ha fondato un’istituzione chiamata Imaan, basata sull’ONG Al-Fatiha, che aiuta i musulmani omosessuali, bisessuali e transessuali che sono nei guai.
Per questo, lui è stato condannato a morte dai capi religiosi musulmani di Pakistan se lui torna lì un giorno.
Veramente, ciò non sorprende, visto che Pakistan è governato dalle leggi islamiche e, così, l’omosessualità è spesso punita con la morte lì. E in alcuni casi, nemmeno si sa cosa è successo al cadavere dell’omosessuale.
Anche così, Adnan dice che non si fa intimidire dall’odio fanatico di questi pakistani e che continuerà a seguire lo stesso percorso seguito finora.
Adnan dice que, para un gay musulmán, el prejuicio no viene solamente de los musulmanes, pero también de los gays: GLBTs que no son musulmanes se quedan asombrados cuando encuentran uno que es gay & musulmán.
En Brasil se puede entenderlo: puesto que hay pocos musulmanes acá, cuando se habla en esa gente, los brasileños casi siempre pensamos en la imagen común de los musulmanes orientales: radicales, fanáticos, fundamentalistas...
Actualmente, Adnan vive en Brasil, donde no hay el mismo tipo de homofobia que hay en Pakistán. Pero él nos recuerda que, aunque el castigo corporal contra los GLBTs no sea común entre los musulmanes occidentales, la homosexualidad rara vez es aceptada por los líderes musulmanes en Brasil. De modo directo o indirecto, ellos siempre hablan algo en contra de nosotros.
A pesar de ello, no se puede negar que la cantidad de musulmanes que se declaran gays en público está cada vez mayor en Occidente. Y uds pueden clicar sobre los enlaces arriba para ver posts que hablan de 3 entre ellos: Abdellah Taïa, El-Farouk Khaki y Faisal Alam.
Até mais!

Nenhum comentário:
Postar um comentário