E já que o post acima desse foi sobre um gay muçulmano, acho interessante dar mais uma palavrinha sobre isso.
Como vimos acima, o fato de existirem muçulmanos gays ainda provoca, no mínimo, espanto em algumas pessoas. Certamente, devido aos exemplos que o Mundo inteiro vê em países como o Irã, onde quem tem a sua homossexualidade ou bissexualidade descoberta é sempre condenado à morte sem julgamento.
Mas esse é apenas 1 dos vários e vários exemplos de violência física que vemos sendo praticada por muçulmanos frequentemente.
É claro que, ao afirmarmos isso, vem sempre algum muçulmano correndo e diz:
“O Islam é uma religião muito pacífica.”
Eu até concordo com essa frase, desde que ela seja reformulada. Deveria ser assim:
“Apesar do Islamismo ser uma religião violenta, existem pessoas muçulmanas que são muito pacíficas.”
Aí sim. Concordo em gênero e número.
Mas, mesmo com a frase sendo reformulada, provavelmente muitas pessoas que não são muçulmanas não vão concordar com isso: influenciados pela imagem que os Estados Unidos (e principalmente pelos membros e simpatizantes do Partido Republicano) passam do Islamismo, muitos não-muçulmanos têm a tendência de pensar que TODO muçulmano é uma pessoa violentíssima que comete atrocidades em nome do fanatismo religioso dele.
Bom, existem mais de 1000000000 de muçulmanos no Mundo. Se todos fossem adeptos da violência física, provavelmente o planeta já teria sido destruído, né?
Mas, deixando pra lá a imagem que os Estados Unidos vendem dessa religião, se dermos uma olhada nos dogmas do Islamismo, vamos ver que realmente ele passa longe de ser uma religião pacífica.
O Alcorão, visto pelos muçulmanos como o livro sagrado deles, defende o castigo físico nos mais variados casos: manda cortar a mão de quem comete certos tipos de erro, dar 80 chibatadas em quem comete outros tipos de erro, cortar a cabeça de quem comete outros tipos de erro, apedrejar até a morte quem comete outros tipos de erro, enforcar quem comete outros tipos de erro e por aí vai.
E muitas vezes, esses “erros” nem são nada demais: se você simplesmente chegar em certos países muçulmanos e se recusar a usar roupas muçulmanas, aí mesmo que você não seja muçulmano você já recebe 1 ou mais dos castigos descritos acima. Principalmente se você for mulher. Nesse caso, ai de ti que não cubra a cabeça (e em muitos casos, até o rosto)!
Você chamaria uma religião fundamentada NESSES PRINCÍPIOS de “religião pacífica”? Se você responder “Sim!”, eu vou começar a duvidar da sua sanidade mental.
Aí vem sempre alguém correndo e diz:
“Ah, mas isso que você mencionou aí não são dogmas da religião muçulmana. Isso aí são leis de países extremistas.”
Bom, lamento, mas essa ‘justificativa’ na verdade não justifica nada. Porque, de acordo com os governantes desses países extremistas, essas leis são todas inspiradas em dogmas do Alcorão, pra “garantir que a pessoa não caia em erro” (podem procurar essa definição aí pela Internet que vocês encontram). Então, dá no mesmo.
Depois de lembrar disso, é claro que temos que lembrar que, principalmente no Ocidente, existem indivíduos muçulmanos que fazem uma interpretação mais amena desses dogmas e das demais passagens do Alcorão.
Por exemplo, tem uma passagem que diz:
“Os homens têm um grau sobre as mulheres.”
Nota-se claramente que o Alcorão impõe aí uma ideia de superioridade do homem sobre a mulher. E existe uma série de dogmas muçulmanos que confirmam isso. Vamos ver alguns:
O homem muçulmano pode ficar com a cabeça descoberta. Mas a mulher muçulmana é obrigada a cobrir a cabeça.
O homem muçulmano pode ser casado com 4 esposas ao mesmo tempo. Mas a mulher muçulmana só pode ser casada com 1 marido de cada vez.
O homem muçulmano pode se casar com mulheres de qualquer religião. Mas a mulher muçulmana só pode se casar com um homem que seja muçulmano também.
O homem muçulmano pode se divorciar da esposa quando bem entender, precisando pra isso somente falar “Eu te repudio” 3 vezes seguidas, olhando pra ela e na frente de 4 testemunhas. A mulher muçulmana não tem o direito de se divorciar do marido se ele não quiser, assim como não tem o direito de manter o casamento se ele não quiser, tendo que aceitar o que ele decidir: se ele quiser continuar casado, ela tem que aceitar; se ele quiser se divorciar, ela tem que aceitar também. Alguns grupos muçulmanos aceitam que a mulher peça o divórcio se o marido tiver batido nela de uma forma que tenha deixado alguma cicatriz: se ele bateu nela, mas não ficou marca nenhuma, ela não tem o direito de pedir o divórcio.
Quando os homens muçulmanos rezam, eles ficam ajoelhados um do lado do outro, sob a alegação de que “Isso é uma forma de demonstrar que, aos olhos de Allah, somos todos iguais, não importando se quem está do meu lado é um rei ou um mendigo” (SIC). Mas as mulheres muçulmanas são obrigadas a ficar ajoelhadas atrás dos homens na hora de rezar, em posição de inferioridade. Ou seja: o posto do homem muçulmano é de superioridade sobre a mulher, não importando se ele é um rei ou um mendigo; e o posto da mulher muçulmana é de inferioridade ao homem, não importando se ela é uma rainha ou uma mendiga.
O homem muçulmano pode rezar em voz alta. Mas a muçulmana é obrigada a rezar só em pensamento, sem falar em voz alta.
Quando o homem muçulmano morre, ele vai pro Paraíso e encontra 72 mulheres pra satisfazer todas as fantasias sexuais dele pelo resto da eternidade. Quando a mulher muçulmana morre, ela pode até ir pro Paraíso, mas não encontra ninguém esperando por ela pra satisfazer nenhuma fantasia sexual dela.
E poderíamos dar vários outros exemplos que provam que o homem e a mulher são vistos e tratados de formas completamente diferentes pelo Islamismo. Mas, apesar disso, tem muçulmanos que tentam fazer uma releitura mais pacífica dessa ideia. Aí falam alguma coisa mais ou menos assim:
“Quando o Alcorão diz que os homens têm um grau a mais do que as mulheres, não está falando de nenhum tipo de superioridade, mas sim de responsabilidade, pois é o homem que tem que sustentar a casa.”
Bom, comparando essa explicação com todo o resto que o Alcorão descreve, você vê claramente que não é isso que ele quer dizer originalmente. Isso é uma interpretação amenizada que os muçulmanos mais pacíficos fazem dessa passagem. Ou seja, é uma releitura do Alcorão, e não a visão do que o Alcorão ditava originalmente.
Então, existem indivíduos muçulmanos que são pacíficos e que procuram transmitir mensagens de paz. Evidentemente. Mas aí a gente está falando de PESSOAS, e não da RELIGIÃO que essas pessoas praticam. Existem pessoas muçulmanas pacíficas, mas não existe religião muçulmana pacífica.
Que fique claro que eu não estou desestimulando ninguém que é nem que quer passar a ser muçulmano por vontade própria. Se você faz ou quer passar a fazer parte dessa religião por vontade própria, vá em frente.
Inclusive, vamos lembrar que muitas mulheres muçulmanas frequentemente vêm a público pra dizer que não se sentem oprimidas e que não acham que o Islamismo é machista. Mas aí são mulheres que GOSTAM de ser tratadas da forma como eu mencionei acima. E por mais que eu ache bizarro alguém gostar de ser tratado assim, o que é de gosto é regalo da vida, né? Não tenho nada com isso.
Mas, como eu ia dizendo, se você é ou quer passar a ser muçulmano por vontade própria, divirta-se! Só tenha em mente que o Islamismo é uma religião que, pelos motivos aqui explicitados, não pode ser chamada de “pacífica”.
Como vimos acima, o fato de existirem muçulmanos gays ainda provoca, no mínimo, espanto em algumas pessoas. Certamente, devido aos exemplos que o Mundo inteiro vê em países como o Irã, onde quem tem a sua homossexualidade ou bissexualidade descoberta é sempre condenado à morte sem julgamento.
Mas esse é apenas 1 dos vários e vários exemplos de violência física que vemos sendo praticada por muçulmanos frequentemente.
É claro que, ao afirmarmos isso, vem sempre algum muçulmano correndo e diz:
“O Islam é uma religião muito pacífica.”
Eu até concordo com essa frase, desde que ela seja reformulada. Deveria ser assim:
“Apesar do Islamismo ser uma religião violenta, existem pessoas muçulmanas que são muito pacíficas.”
Aí sim. Concordo em gênero e número.
Mas, mesmo com a frase sendo reformulada, provavelmente muitas pessoas que não são muçulmanas não vão concordar com isso: influenciados pela imagem que os Estados Unidos (e principalmente pelos membros e simpatizantes do Partido Republicano) passam do Islamismo, muitos não-muçulmanos têm a tendência de pensar que TODO muçulmano é uma pessoa violentíssima que comete atrocidades em nome do fanatismo religioso dele.
Bom, existem mais de 1000000000 de muçulmanos no Mundo. Se todos fossem adeptos da violência física, provavelmente o planeta já teria sido destruído, né?
Mas, deixando pra lá a imagem que os Estados Unidos vendem dessa religião, se dermos uma olhada nos dogmas do Islamismo, vamos ver que realmente ele passa longe de ser uma religião pacífica.
O Alcorão, visto pelos muçulmanos como o livro sagrado deles, defende o castigo físico nos mais variados casos: manda cortar a mão de quem comete certos tipos de erro, dar 80 chibatadas em quem comete outros tipos de erro, cortar a cabeça de quem comete outros tipos de erro, apedrejar até a morte quem comete outros tipos de erro, enforcar quem comete outros tipos de erro e por aí vai.
E muitas vezes, esses “erros” nem são nada demais: se você simplesmente chegar em certos países muçulmanos e se recusar a usar roupas muçulmanas, aí mesmo que você não seja muçulmano você já recebe 1 ou mais dos castigos descritos acima. Principalmente se você for mulher. Nesse caso, ai de ti que não cubra a cabeça (e em muitos casos, até o rosto)!
Você chamaria uma religião fundamentada NESSES PRINCÍPIOS de “religião pacífica”? Se você responder “Sim!”, eu vou começar a duvidar da sua sanidade mental.
Aí vem sempre alguém correndo e diz:
“Ah, mas isso que você mencionou aí não são dogmas da religião muçulmana. Isso aí são leis de países extremistas.”
Bom, lamento, mas essa ‘justificativa’ na verdade não justifica nada. Porque, de acordo com os governantes desses países extremistas, essas leis são todas inspiradas em dogmas do Alcorão, pra “garantir que a pessoa não caia em erro” (podem procurar essa definição aí pela Internet que vocês encontram). Então, dá no mesmo.
Depois de lembrar disso, é claro que temos que lembrar que, principalmente no Ocidente, existem indivíduos muçulmanos que fazem uma interpretação mais amena desses dogmas e das demais passagens do Alcorão.
Por exemplo, tem uma passagem que diz:
“Os homens têm um grau sobre as mulheres.”
Nota-se claramente que o Alcorão impõe aí uma ideia de superioridade do homem sobre a mulher. E existe uma série de dogmas muçulmanos que confirmam isso. Vamos ver alguns:
O homem muçulmano pode ficar com a cabeça descoberta. Mas a mulher muçulmana é obrigada a cobrir a cabeça.
O homem muçulmano pode ser casado com 4 esposas ao mesmo tempo. Mas a mulher muçulmana só pode ser casada com 1 marido de cada vez.
O homem muçulmano pode se casar com mulheres de qualquer religião. Mas a mulher muçulmana só pode se casar com um homem que seja muçulmano também.
O homem muçulmano pode se divorciar da esposa quando bem entender, precisando pra isso somente falar “Eu te repudio” 3 vezes seguidas, olhando pra ela e na frente de 4 testemunhas. A mulher muçulmana não tem o direito de se divorciar do marido se ele não quiser, assim como não tem o direito de manter o casamento se ele não quiser, tendo que aceitar o que ele decidir: se ele quiser continuar casado, ela tem que aceitar; se ele quiser se divorciar, ela tem que aceitar também. Alguns grupos muçulmanos aceitam que a mulher peça o divórcio se o marido tiver batido nela de uma forma que tenha deixado alguma cicatriz: se ele bateu nela, mas não ficou marca nenhuma, ela não tem o direito de pedir o divórcio.
Quando os homens muçulmanos rezam, eles ficam ajoelhados um do lado do outro, sob a alegação de que “Isso é uma forma de demonstrar que, aos olhos de Allah, somos todos iguais, não importando se quem está do meu lado é um rei ou um mendigo” (SIC). Mas as mulheres muçulmanas são obrigadas a ficar ajoelhadas atrás dos homens na hora de rezar, em posição de inferioridade. Ou seja: o posto do homem muçulmano é de superioridade sobre a mulher, não importando se ele é um rei ou um mendigo; e o posto da mulher muçulmana é de inferioridade ao homem, não importando se ela é uma rainha ou uma mendiga.
O homem muçulmano pode rezar em voz alta. Mas a muçulmana é obrigada a rezar só em pensamento, sem falar em voz alta.
Quando o homem muçulmano morre, ele vai pro Paraíso e encontra 72 mulheres pra satisfazer todas as fantasias sexuais dele pelo resto da eternidade. Quando a mulher muçulmana morre, ela pode até ir pro Paraíso, mas não encontra ninguém esperando por ela pra satisfazer nenhuma fantasia sexual dela.
E poderíamos dar vários outros exemplos que provam que o homem e a mulher são vistos e tratados de formas completamente diferentes pelo Islamismo. Mas, apesar disso, tem muçulmanos que tentam fazer uma releitura mais pacífica dessa ideia. Aí falam alguma coisa mais ou menos assim:
“Quando o Alcorão diz que os homens têm um grau a mais do que as mulheres, não está falando de nenhum tipo de superioridade, mas sim de responsabilidade, pois é o homem que tem que sustentar a casa.”
Bom, comparando essa explicação com todo o resto que o Alcorão descreve, você vê claramente que não é isso que ele quer dizer originalmente. Isso é uma interpretação amenizada que os muçulmanos mais pacíficos fazem dessa passagem. Ou seja, é uma releitura do Alcorão, e não a visão do que o Alcorão ditava originalmente.
Então, existem indivíduos muçulmanos que são pacíficos e que procuram transmitir mensagens de paz. Evidentemente. Mas aí a gente está falando de PESSOAS, e não da RELIGIÃO que essas pessoas praticam. Existem pessoas muçulmanas pacíficas, mas não existe religião muçulmana pacífica.
Que fique claro que eu não estou desestimulando ninguém que é nem que quer passar a ser muçulmano por vontade própria. Se você faz ou quer passar a fazer parte dessa religião por vontade própria, vá em frente.
Inclusive, vamos lembrar que muitas mulheres muçulmanas frequentemente vêm a público pra dizer que não se sentem oprimidas e que não acham que o Islamismo é machista. Mas aí são mulheres que GOSTAM de ser tratadas da forma como eu mencionei acima. E por mais que eu ache bizarro alguém gostar de ser tratado assim, o que é de gosto é regalo da vida, né? Não tenho nada com isso.
Mas, como eu ia dizendo, se você é ou quer passar a ser muçulmano por vontade própria, divirta-se! Só tenha em mente que o Islamismo é uma religião que, pelos motivos aqui explicitados, não pode ser chamada de “pacífica”.
2 comentários:
Aliás, há um tempinho atrás encontrei um comentário de uma muçulmana num outro blog em que ela disse: "NENHUMA,mulher muçulmana é forçada a usar o véu!". Não vou dizer o nome do blog porque não sei se é anti-ético ou sei lá o quê. Mas pode botar essa frase aí no Google que você acha.
Bem, veja que ela escreveu NENHUMA em caixa alta, para enfatizar bem.
Mas o que você acha de uma mulher muçulmana que declara isso, já que vemos todo dia que isso não é verdade na prática?
Isso é discurso típico de muçulmana brasileira.
Dê uma olhadinha fora do Brasil, mais especificamente na Arábia Saudita, Irã e vizinhanças. Será que as mulheres lá só cobrem a cabeça porque querem?
As muçulmanas brasileiras devem pensar que os países árabes são iguais às mesquitas que elas frequentam aqui no Brasil. Ali, dentro do grupinho que elas frequentam, provavelmente as mulheres não são obrigadas a usar esse véu mesmo. Mas mande elas darem um passeio pelo Oriente Próximo pra ver como é a coisa.
Algumas muçulmanas brasileiras deveriam passar 1 ano no Irã ou na Arábia pra ver como é que mulher é tratada nesses países. Lá elas são proibidas até de dirigir um carro!
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