Oi!!!
O post abaixo desse foi sobre o Imperador Traianus. Então, hoje a gente vai dar uma olhada exatamente no sucessor dele: o Imperador Hadrianus.
Publius Aelius Hadrianus nasceu em 24 de Janeiro do ano 76. Mas sobre o lugar onde ele nasceu, existe uma discordância: alguns historiadores dizem que a terra natal dele era o Sul da atual Espanha; outros dizem que ele nasceu em Roma e a família se mudou pro Sul da Espanha quando ele ainda era bebê. E ele mesmo afirmava essa 2ª versão.
De qualquer forma, ele era neto da tia do Traianus. E os pais dele se chamavam Publius Aelius Hadrianus Afer e Domitia Paulina.
Não se sabe exatamente a causa nem a data da morte da mãe dele. Mas foi, aparentemente, no ano 85. Logo depois, o pai dele morreu, também de motivos não muito claros.
Órfão aos 9 anos, ele foi adotado por Traianus e pela esposa dele, Pompeia Plotina Piso, que nunca tiveram filhos biológicos. E aí recebeu o nome do pai adotivo, passando a se chamar Publius Aelius Traianus Hadrianus.
Ele foi criado com um acesso direto à Cultura Grega. E se interessava tanto pelo assunto que foi até apelidado de Graeculus, que significa “Greguinho”.
Com 14 anos, ele entrou pro Exército Romano, servindo no Sul da Espanha. Depois, ele foi transferido de volta pra Itália e, mais tarde, pra atual Alemanha, onde ele ficou até o início do ano 98. Logo depois disso, com a morte do Imperador Marcus Cocceius Nerva, Traianus se tornou o novo Imperador de Roma.
Pouco depois disso, Hadrianus se tornou Governador da Panônia.
No ano 100, a pedido da mãe adotiva dele, a Imperatriz consorte Pompeia, Hadrianus se casou com uma sobrinha de Traianus chamada Vibia Sabina, pra que ele pudesse ser considerado um parente mais próximo de imperador e, consequentemente, tivesse mais direitos ao Trono de Roma.
Foi um casamento 100% político e nenhum dos 2 nunca deu bola pro outro: ele sempre gostou mesmo é de rapazes; e ela se contentou em manter um romance com um dos jovens escravos do marido. Nem é preciso dizer que eles nunca tiveram filhos biológicos, né?rs
Em 117, quando Traianus voltava pra Roma depois da guerra contra o Império Parta, ele morreu. E de acordo com Pompeia, que foi a última a falar com ele, Traianus reconheceu Hadrianus como herdeiro. Assim, no dia 09 de Agosto de 117, com 41 anos, Hadrianus passou a ser o novo Imperador de Roma.
Ao contrário de Traianus, que tinha idéias expansionistas, querendo aumentar cada vez mais a extensão do império, Hadrianus não se importava muito em perder os territórios dele que eram menos importantes, tando mais interessado em manter os territórios mais promissores.
Durante 11 anos quase seguidos, ele ficou fora de Roma, inspecionando pessoalmente os territórios do império e supervisionando as novas obras que eram feitas ali: monumentos, estradas e até mesmo cidades.
A 1ª dessas viagens que ele fez, em 121, foi à parte romana da Grã-Bretanha, que correspondia à atual Inglaterra. Pra defender esse território das tribos escocesas que viviam no Norte da Grã-Bretanha, ele mandou construir a chamada Muralha de Adriano, um muro de mais ou menos 120 km de uma ponta até a outra. O muro começou a ser construído no ano 122 e só ficou pronto em 127.
Também em 122, morreu a ex-Imperatriz consorte Pompeia. Hadrianus mandou construir 2 templos pra que fosse oferecido culto a ela, declarando ela uma nova deusa da religião romana (os templos dessa nova deusa ficariam prontos 7 anos depois).
Em 123, Hadrianus foi inspecionar os territórios da África e, depois, da Ásia.
No ano seguinte, quando passava pelo Norte da Ásia Menor, ele conheceu um rapaz de, supostamente, 14 anos (34 anos mais novo do que ele) chamado Antínoo, de quem se tornou amante.
Vou deixar aqui o link de um post sobre Antínoo:
De qualquer forma, ele era neto da tia do Traianus. E os pais dele se chamavam Publius Aelius Hadrianus Afer e Domitia Paulina.
Não se sabe exatamente a causa nem a data da morte da mãe dele. Mas foi, aparentemente, no ano 85. Logo depois, o pai dele morreu, também de motivos não muito claros.
Órfão aos 9 anos, ele foi adotado por Traianus e pela esposa dele, Pompeia Plotina Piso, que nunca tiveram filhos biológicos. E aí recebeu o nome do pai adotivo, passando a se chamar Publius Aelius Traianus Hadrianus.
Ele foi criado com um acesso direto à Cultura Grega. E se interessava tanto pelo assunto que foi até apelidado de Graeculus, que significa “Greguinho”.
Com 14 anos, ele entrou pro Exército Romano, servindo no Sul da Espanha. Depois, ele foi transferido de volta pra Itália e, mais tarde, pra atual Alemanha, onde ele ficou até o início do ano 98. Logo depois disso, com a morte do Imperador Marcus Cocceius Nerva, Traianus se tornou o novo Imperador de Roma.
Pouco depois disso, Hadrianus se tornou Governador da Panônia.
No ano 100, a pedido da mãe adotiva dele, a Imperatriz consorte Pompeia, Hadrianus se casou com uma sobrinha de Traianus chamada Vibia Sabina, pra que ele pudesse ser considerado um parente mais próximo de imperador e, consequentemente, tivesse mais direitos ao Trono de Roma.
Foi um casamento 100% político e nenhum dos 2 nunca deu bola pro outro: ele sempre gostou mesmo é de rapazes; e ela se contentou em manter um romance com um dos jovens escravos do marido. Nem é preciso dizer que eles nunca tiveram filhos biológicos, né?rs
Em 117, quando Traianus voltava pra Roma depois da guerra contra o Império Parta, ele morreu. E de acordo com Pompeia, que foi a última a falar com ele, Traianus reconheceu Hadrianus como herdeiro. Assim, no dia 09 de Agosto de 117, com 41 anos, Hadrianus passou a ser o novo Imperador de Roma.
Ao contrário de Traianus, que tinha idéias expansionistas, querendo aumentar cada vez mais a extensão do império, Hadrianus não se importava muito em perder os territórios dele que eram menos importantes, tando mais interessado em manter os territórios mais promissores.
Durante 11 anos quase seguidos, ele ficou fora de Roma, inspecionando pessoalmente os territórios do império e supervisionando as novas obras que eram feitas ali: monumentos, estradas e até mesmo cidades.
A 1ª dessas viagens que ele fez, em 121, foi à parte romana da Grã-Bretanha, que correspondia à atual Inglaterra. Pra defender esse território das tribos escocesas que viviam no Norte da Grã-Bretanha, ele mandou construir a chamada Muralha de Adriano, um muro de mais ou menos 120 km de uma ponta até a outra. O muro começou a ser construído no ano 122 e só ficou pronto em 127.
Também em 122, morreu a ex-Imperatriz consorte Pompeia. Hadrianus mandou construir 2 templos pra que fosse oferecido culto a ela, declarando ela uma nova deusa da religião romana (os templos dessa nova deusa ficariam prontos 7 anos depois).
Em 123, Hadrianus foi inspecionar os territórios da África e, depois, da Ásia.
No ano seguinte, quando passava pelo Norte da Ásia Menor, ele conheceu um rapaz de, supostamente, 14 anos (34 anos mais novo do que ele) chamado Antínoo, de quem se tornou amante.
Vou deixar aqui o link de um post sobre Antínoo:
Pelo que se conta, mesmo sendo ainda um adolescente, ele já tinha uma aparência e uma estrutura física de uns vinte e poucos anos. E talvez tenha sido isso que seduziu Hadrianus. Mas o fato é que aí ele passou a levar Antínoo pelo Mundo junto com ele.
Na Grécia, os 2 foram pra cidade de Elêusis, centro de culto da deusa Deméter, se iniciando nos rituais secretos dela, que, até hoje, não se sabe exatamente do que se tratavam.
Em 127, na companhia do amante, Hadrianus voltou pra Roma. E naquela mesma época ele começou a sofrer de um problema de saúde não identificado.
Mesmo assim, no ano seguinte, o imperador fez outra viagem à África, junto com Antínoo. De lá eles foram de novo até a Grécia e, depois, voltaram pra África, em 130. A essa altura, os 2 tavam com 54 e 20 anos de idade. E passaram pelo Egito.
Apesar das condições de saúde de Hadrianus terem piorado, a presença do jovem amante parecia fazer bem a ele. No século XIX, o pintor francês Édouard-Henri Avril pintou esse quadro, imaginando o imperador se divertindo no Egito com o jovem amante enquanto uma escrava egípcia abana os 2.
Na Grécia, os 2 foram pra cidade de Elêusis, centro de culto da deusa Deméter, se iniciando nos rituais secretos dela, que, até hoje, não se sabe exatamente do que se tratavam.
Em 127, na companhia do amante, Hadrianus voltou pra Roma. E naquela mesma época ele começou a sofrer de um problema de saúde não identificado.
Mesmo assim, no ano seguinte, o imperador fez outra viagem à África, junto com Antínoo. De lá eles foram de novo até a Grécia e, depois, voltaram pra África, em 130. A essa altura, os 2 tavam com 54 e 20 anos de idade. E passaram pelo Egito.
Apesar das condições de saúde de Hadrianus terem piorado, a presença do jovem amante parecia fazer bem a ele. No século XIX, o pintor francês Édouard-Henri Avril pintou esse quadro, imaginando o imperador se divertindo no Egito com o jovem amante enquanto uma escrava egípcia abana os 2.
Na mesma ocasião, Antínoo entrou no Rio Nilo e morreu afogado lá.
O motivo disso nunca foi muito bem explicado, mas alguns historiadores acham que foi algum tipo de ritual religioso em que ele, por conta própria, se ofereceu como vítima de sacrifício pra que Hadrianus se curasse da doença que tinha e/ou fosse feliz.
Hadrianus se desesperou com a morte dele. E pouco depois disso, declarou ele um novo deus da religião romana. E perto do lugar onde ele se afogou, o imperador mandou construir a cidade de Antinópolis, na qual Antínoo passaria a receber culto como deus-protetor. E em outros territórios orientais do império também foram construídos templos em louvor a ele.
O itinerário que as viagens de Hadrianus seguiram depois disso não é muito claro. Mas seguramente ele foi pras proximidades de Jerusalém. E em 131, Jerusalém, que tinha sido destruída por uma guerra no ano 70, começou a ser reconstruída no estilo grego.
No ano seguinte, voltando de vez pra Roma, o imperador decidiu proibir a circuncisão em todo o Império Romano. Só que a circuncisão era, e ainda é, uma das condições mais básicas prum homem ser considerado judeu.
O problema é que a criação dessa Jerusalém grega e a proibição da circuncisão fizeram com que os judeus da época passassem a ver Hadrianus como um tirano opressor, já que ele tava indo abertamente contra as tradições deles. E o que ele pretendia era exatamente tirar qualquer poder político que os judeus tivessem, já que ele queria manter a Cultura Grega como mentalidade dominante. Consequentemente, os judeus partiram pra guerra contra o imperador. No início, a vantagem foi toda dos judeus, que conseguiram massacrar um grande número de romanos. Mas a resposta do imperador foi rápida e igualmente violenta. E a guerra terminou no ano 135 com a vitória esmagadora dos romanos e o extermínio quase total dos judeus que viviam em Jerusalém e nas proximidades dela. Além disso, os judeus foram exilados daquela região.
O nome de Jerusalém foi mudado pra Aelia Capitolina. E a cidade foi declarada centro do culto de Júpiter, o Rei dos Deuses Romanos.
Com os judeus transformados num grupo apenas religioso, e não mais político, Hadrianus resolveu dar uma noção de liberdade a eles pra que não criassem novos problemas, decidindo permitir que cada judeu circuncisasse só os seus próprios filhos. Mas os judeus convertidos, filhos de pais não-judeus, esses continuavam proibidos de fazer a circuncisão.
Como nunca teve filhos biológicos, Hadrianus sempre pensou em adotar um dos jovens com quem ele transava de vez em quando pra ser o herdeiro do trono. Mas acabou adotando o senador Lucius Aelius.
Em 137, morreu a Imperatriz consorte Vibia, de causas desconhecidas. Mas alguns séculos depois, pra deturpar a imagem de Hadrianus, o Catolicismo Romano afirmaria que ele matou a esposa (o que é bem difícil, já que ele mal tinha condições físicas de se levantar e andar quando ela morreu, imaginem matar alguém).
Em Janeiro de 138, morreu o Lucius, deixando Hadrianus sem herdeiros. Pra resolver o problema, ele adotou o procônsul Titus Aurelius Fulvus Boionius Arrius Antoninus, que ficou como novo herdeiro. E o imperador, já com a saúde bastante debilitada, morreu em 10 de Julho, com 62 anos.
Com a morte dele, o novo imperador passou a ser o Titus Aurelius. E esse declarou Hadrianus mais um novo deus romano no ano seguinte, mandando construir um templo pra oferecer culto a ele.
Hadrianus entrou pra História com a imagem de um imperador peregrino e civilizador que deu 2 novos deuses à religião romana (além dele mesmo ser transformado num deus) antes que ela sofresse o crepúsculo com o desenvolvimento do Cristianismo. Mas, pros rabinos ortodoxos, ele é visto até hoje como um dos maiores vilões da História do Judaísmo... Bom, em termos de política, concordo.
O motivo disso nunca foi muito bem explicado, mas alguns historiadores acham que foi algum tipo de ritual religioso em que ele, por conta própria, se ofereceu como vítima de sacrifício pra que Hadrianus se curasse da doença que tinha e/ou fosse feliz.
Hadrianus se desesperou com a morte dele. E pouco depois disso, declarou ele um novo deus da religião romana. E perto do lugar onde ele se afogou, o imperador mandou construir a cidade de Antinópolis, na qual Antínoo passaria a receber culto como deus-protetor. E em outros territórios orientais do império também foram construídos templos em louvor a ele.
O itinerário que as viagens de Hadrianus seguiram depois disso não é muito claro. Mas seguramente ele foi pras proximidades de Jerusalém. E em 131, Jerusalém, que tinha sido destruída por uma guerra no ano 70, começou a ser reconstruída no estilo grego.
No ano seguinte, voltando de vez pra Roma, o imperador decidiu proibir a circuncisão em todo o Império Romano. Só que a circuncisão era, e ainda é, uma das condições mais básicas prum homem ser considerado judeu.
O problema é que a criação dessa Jerusalém grega e a proibição da circuncisão fizeram com que os judeus da época passassem a ver Hadrianus como um tirano opressor, já que ele tava indo abertamente contra as tradições deles. E o que ele pretendia era exatamente tirar qualquer poder político que os judeus tivessem, já que ele queria manter a Cultura Grega como mentalidade dominante. Consequentemente, os judeus partiram pra guerra contra o imperador. No início, a vantagem foi toda dos judeus, que conseguiram massacrar um grande número de romanos. Mas a resposta do imperador foi rápida e igualmente violenta. E a guerra terminou no ano 135 com a vitória esmagadora dos romanos e o extermínio quase total dos judeus que viviam em Jerusalém e nas proximidades dela. Além disso, os judeus foram exilados daquela região.
O nome de Jerusalém foi mudado pra Aelia Capitolina. E a cidade foi declarada centro do culto de Júpiter, o Rei dos Deuses Romanos.
Com os judeus transformados num grupo apenas religioso, e não mais político, Hadrianus resolveu dar uma noção de liberdade a eles pra que não criassem novos problemas, decidindo permitir que cada judeu circuncisasse só os seus próprios filhos. Mas os judeus convertidos, filhos de pais não-judeus, esses continuavam proibidos de fazer a circuncisão.
Como nunca teve filhos biológicos, Hadrianus sempre pensou em adotar um dos jovens com quem ele transava de vez em quando pra ser o herdeiro do trono. Mas acabou adotando o senador Lucius Aelius.
Em 137, morreu a Imperatriz consorte Vibia, de causas desconhecidas. Mas alguns séculos depois, pra deturpar a imagem de Hadrianus, o Catolicismo Romano afirmaria que ele matou a esposa (o que é bem difícil, já que ele mal tinha condições físicas de se levantar e andar quando ela morreu, imaginem matar alguém).
Em Janeiro de 138, morreu o Lucius, deixando Hadrianus sem herdeiros. Pra resolver o problema, ele adotou o procônsul Titus Aurelius Fulvus Boionius Arrius Antoninus, que ficou como novo herdeiro. E o imperador, já com a saúde bastante debilitada, morreu em 10 de Julho, com 62 anos.
Com a morte dele, o novo imperador passou a ser o Titus Aurelius. E esse declarou Hadrianus mais um novo deus romano no ano seguinte, mandando construir um templo pra oferecer culto a ele.
Hadrianus entrou pra História com a imagem de um imperador peregrino e civilizador que deu 2 novos deuses à religião romana (além dele mesmo ser transformado num deus) antes que ela sofresse o crepúsculo com o desenvolvimento do Cristianismo. Mas, pros rabinos ortodoxos, ele é visto até hoje como um dos maiores vilões da História do Judaísmo... Bom, em termos de política, concordo.
Today we’ll talk a little about the 14th Roman Emperor: Hadrian.
He was born on January 24th, in 76. But his birthplace isn’t very clear. He himself used to say he was born in Italy and moved to Spain with his family when he was still a baby. But some historiographers say he was born in Spain.
Anyway, his grandmother was Trajan’s aunt. And his parents were Publius Aelius Hadrianus Afer and Domitia Paulina.
Nobody knows exactly why, but both his parents died in 85. And Hadrian was adopted by Trajan and Pompeia Plotina Piso, his wife.
He became a great fan of the Greek Culture. And he was nicknamed Graeculus (“Little Greek”) because of that.
When Hadrian was 14, he joined the Roman Army and went to Spain. After that, he would be again in Italy and later in Germany, where he would be to 98. In that year, Emperor Marcus Cocceius Nerva died and Trajan became the new emperor.
A little later, Hadrian became the Governor of Pannonia.
In 100, his mother asked him to marry Vibia Sabina, Trajan’s niece, in order to have better conditions to get the Throne of Rome in the future.
Both weren’t important to each other. Even because Hadrian really liked lads and Vibia got one of his slaves as her lover. Of course they didn’t have any child.
Now, let me say you something based on the words of my friend Ric (blog De Viris Pulcrhis et Aliis): when we talk about a homosexual who lived some centuries ago, it’s important remembering almost all the mentality of that time was very different from our mentality. By the way, if you want to “resuscitate” something which was common many centuries ago, you can do it only if you do that in a new way. Look at the Olympian Religion. It’s back thanks to Hellenic Polytheistic Reconstructionism and to some wiccan groups (these wiccans have the worship of the Olympian Gods). But in a new way, having new kinds of religious ceremonies...
So, pay attention before following somebody’s acts.
Nel 117, Traiano tornava a Roma dopo una guerra. Ed allora è morto. Secondo Pompeia Plotina, sua moglie, Adriano era il suo erede. Così, il 9 Agosto del 117, quando aveva 41 anni, lui è diventato il nuovo imperatore romano.
Traiano era un imperatore che voleva l’Imperio Romano con molte regioni. Adriano era un imperatore che lo voleva con le sue regioni più importanti.
Per 11 anni, lui è stato in viagio per l’imperio, vedendo quello che c’era per lui stesso.
Nel 121, Adriano è andato in Inghilterra, dove farebbe costruire il Vallo di Adriano, che con i suoi 120 km, sarebbe finito solo nel 127.
Ancora nel 122, è morta Pompeia, che è stata divinizzata da Adriano. Come nuova dea della religione romana, lei avrebbe 2 tempi suoi.
Nel 123, l’imperatore è andato in Africa e dopo in Asia.
Quando era in Asia Minore, lui ha trovato un adolescente di più o meno 14 anni, ma che sembrava essere già un uomo, chiamato Antinoo, che sarebbe diventato il più famoso amante suo. Ed Adriano l’ha portato per il Mondo con lui.
Dopo questo, loro sono stati in Grecia, dove sono stati nei Misteri Eleusini della dea Demetra.
Nel 127, ammalato, Adriano è tornato a Roma insieme all’amante. Ma dopo 1 anno, i 2 sono andati in Africa, prima di tornare in Grecia. E nel 130, loro sono andati in Egitto.
Allora, Antinoo è morto dopo esser entrato nel Nilo. Ma non si sa chiaramente perché lui l’ha fatto. C’è chi dice che era qualche tipo di ceremonia religiosa pensata da lui per vedere Adriano felice o con salute.
Adriano è diventato molto triste con la morte di Antinoo. E l’ha fatto un nuovo dio della religione romana.
En 70, Jerusalén había sido destruida. Pero en 131, empezó a ser reconstruida como una ciudad griega.
Adriano la dejó y regresó a Roma en 132, habiendo prohibido la circuncisión en todo el Imperio Romano.
Los judíos se quedaron en guerra contra el emperador, por cuenta de la fundación de la Jerusalén griega y de la prohibición de la circuncisión (Adriano quería propiamente dar fin a sus poderes políticos). Y después de un comienzo de guerra con muchas victorias de los judíos, esos fueron realmente masacrados por los romanos. Y los pocos supervivientes fueron desterrados de Jerusalén, que tuvo su nombre cambiado para Aelia Capitolina y se quedó como cientro del culto de Jupiter.
Con los judíos cambiados en un grupo solo religioso, y no más político, Adriano dio una noción de libertad a ellos, permitiendo que los padres judíos hiciesen la circuncisión en sus hijos. Pero los nuevos judíos, los convertidos, continuaban prohibidos de hacerla.
Adriano no tuvo hijos. Así, para dar un heredero al imperio, decidió adoptar Lucio Aelio como su hijo.
La Emperatriz Vibia, esposa de Adriano, se murió en 137. Y la Iglesia Católica, para deformar la imagen de Adriano, diría que ella fue asesinada por él, lo que sería muy imposible.
En Enero de 138, Lucio se murió, dejando el imperio sin nuevos herederos. Y Adriano tuvo que adoptar otro hijo para ser su heredero: Antonino Pío.
Adriano se murió en 10 de Julio. Y Antonino Pío, entonces el nuevo emperador, lo hizo un nuevo dios de la religión romana, dándole también un templo.
Para los romanos, Adriano fue un emperador importante (uno de los 5 buenos emperadores), que dio a la religión romana 2 nuevos dioses (Pompeia y Antínoo) y fue él próprio cambiado en un nuevo dios.
Para los rabinos ortodoxos (hasta hoy), él ha sido uno de los grandes villanos de la Historia del Judaismo.
Até mais!


5 comentários:
Se o imperador com 54 anos foi retratado daquela forma....
quero um coroa já kkkkkk
É mesmo, né?rsrs
Tres emperadores hispanos, Trajano, Adriano y Teodosio, Ya has cubierto dos ahora te queda el tercero, aunque Adriano da mucho de si.
Sí. Pero Teodosio era heterosexual, ¿no?
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