Oi!!!
Vou fechar o mês, como sempre, com um link prum site de utilidade pública. Dessa vez, vai ser pro site do Exército da Salvação. Lá vai:
http://blog.exercitodoacoes.org.br/
Bom, no post de hoje, eu vou falar sobre as dificuldades que as pessoas têm em conversar. Por isso, vou abrir o post com uma pergunta:
O QUE É CONVERSAR?
Bom, o termo ‘conversar’ significa “dizer ao outro o que você tem a dizer e também ouvir do outro o que ele tem a dizer”.
Essa é a melhor definição de ‘conversar’ que existe.
Eu tô fazendo essa pergunta porque vejo certas pessoas fazendo algumas reclamações sobre isso, nas quais demonstram uma certa dificuldade em conversar com outras pessoas. Então, vamos analisar e tentar resolver (ou pelo menos entender) alguns desses problemas.
Uma dessas reclamações é:
“Ninguém gosta de conversar comigo!!!”
E o problema é que quem eu vejo dizendo isso é aquele tipo de pessoa que na verdade não quer conversar. Ela geralmente quer FALAR, que já é outra coisa.
Bom, existe um certo tipo de pessoa que, quando se irrita com alguma coisa ou quando se enerva com alguma coisa, manifesta aquela característica de precisar ficar falando sem parar por pelo menos meia hora seguida, pois, depois que fala dessa forma compulsiva, ela se acalma.
Esse tipo de pessoa não quer conversar com ninguém (porque ela não quer ouvir o que o outro tem a dizer). Ela quer simplesmente ficar falando, falando, falando, falando, falando... E é óbvio que isso acaba fazendo muita gente se afastar dela. Os que se mantêm próximos também não conseguem conversar com ela, pois ela não dá vez pra eles dizerem o que eles têm a dizer.
Aí a gente é obrigado a responder aquela frase que parece meio grosseira, mas que é simplesmente a verdade:
“VÁ FALAR COM A PAREDE!”
Parece grosseria, mas é por aí mesmo. Porque se a pessoa quer simplesmente falar, falar, falar, falar, falar e não obter nenhuma resposta, ela tem mesmo que falar com uma parede ou com outro objeto inanimado. Se você for falar com um ser humano, esse ser humano vai querer dar alguma resposta. Ele não vai querer ficar só ouvindo.
Simplificando: o que tá acontecendo aí não é uma conversa, mas sim uma falação exagerada vinda de um lado só.
Então, talvez a lição principal que a gente tire disso é que, se você pretende conversar com alguém, você tem que dar a vez pro outro falar também, e não você falar sozinho.
Outra reclamação que eu escuto bastante:
“Quando eu tento conversar com o fulano, ele não presta atenção em nada do que eu tô dizendo!!!”
Bom, se isso aconteceu uma vez ou outra, pode ser que, naquela hora específica, ele tivesse preocupado com algum outro assunto e aí realmente não tava prestando atenção em nada além daquele assunto. Acho que todo mundo já passou por isso, né?
Mas, se isso acontece sempre, aí é o caso de você prestar atenção melhor nos assuntos sobre os quais você quer conversar com ele. Já parou pra pensar que você pode tá querendo falar sobre assuntos que nem tem nada a ver com o universo dessa pessoa? Ela pode nem entender direito do que você tá falando. E o desinteresse da pessoa nesse caso é normal.
Vou fechar o mês, como sempre, com um link prum site de utilidade pública. Dessa vez, vai ser pro site do Exército da Salvação. Lá vai:
http://blog.exercitodoacoes.org.br/
Bom, no post de hoje, eu vou falar sobre as dificuldades que as pessoas têm em conversar. Por isso, vou abrir o post com uma pergunta:
O QUE É CONVERSAR?
Bom, o termo ‘conversar’ significa “dizer ao outro o que você tem a dizer e também ouvir do outro o que ele tem a dizer”.
Essa é a melhor definição de ‘conversar’ que existe.
Eu tô fazendo essa pergunta porque vejo certas pessoas fazendo algumas reclamações sobre isso, nas quais demonstram uma certa dificuldade em conversar com outras pessoas. Então, vamos analisar e tentar resolver (ou pelo menos entender) alguns desses problemas.
Uma dessas reclamações é:
“Ninguém gosta de conversar comigo!!!”
E o problema é que quem eu vejo dizendo isso é aquele tipo de pessoa que na verdade não quer conversar. Ela geralmente quer FALAR, que já é outra coisa.
Bom, existe um certo tipo de pessoa que, quando se irrita com alguma coisa ou quando se enerva com alguma coisa, manifesta aquela característica de precisar ficar falando sem parar por pelo menos meia hora seguida, pois, depois que fala dessa forma compulsiva, ela se acalma.
Esse tipo de pessoa não quer conversar com ninguém (porque ela não quer ouvir o que o outro tem a dizer). Ela quer simplesmente ficar falando, falando, falando, falando, falando... E é óbvio que isso acaba fazendo muita gente se afastar dela. Os que se mantêm próximos também não conseguem conversar com ela, pois ela não dá vez pra eles dizerem o que eles têm a dizer.
Aí a gente é obrigado a responder aquela frase que parece meio grosseira, mas que é simplesmente a verdade:
“VÁ FALAR COM A PAREDE!”
Parece grosseria, mas é por aí mesmo. Porque se a pessoa quer simplesmente falar, falar, falar, falar, falar e não obter nenhuma resposta, ela tem mesmo que falar com uma parede ou com outro objeto inanimado. Se você for falar com um ser humano, esse ser humano vai querer dar alguma resposta. Ele não vai querer ficar só ouvindo.
Simplificando: o que tá acontecendo aí não é uma conversa, mas sim uma falação exagerada vinda de um lado só.
Então, talvez a lição principal que a gente tire disso é que, se você pretende conversar com alguém, você tem que dar a vez pro outro falar também, e não você falar sozinho.
Outra reclamação que eu escuto bastante:
“Quando eu tento conversar com o fulano, ele não presta atenção em nada do que eu tô dizendo!!!”
Bom, se isso aconteceu uma vez ou outra, pode ser que, naquela hora específica, ele tivesse preocupado com algum outro assunto e aí realmente não tava prestando atenção em nada além daquele assunto. Acho que todo mundo já passou por isso, né?
Mas, se isso acontece sempre, aí é o caso de você prestar atenção melhor nos assuntos sobre os quais você quer conversar com ele. Já parou pra pensar que você pode tá querendo falar sobre assuntos que nem tem nada a ver com o universo dessa pessoa? Ela pode nem entender direito do que você tá falando. E o desinteresse da pessoa nesse caso é normal.
Vamos lembrar que também tem aquele tipo de pessoa que, quando quer falar de um assunto, nunca consegue ir direto ao tal do assunto: se ela quer falar de uma coisa específica, primeiro ela precisa ficar meia hora falando abobrinhas que não tem nada a ver com o que ela quer falar. E só depois, ela entra no assunto. Ou então, ela precisa ficar 3 horas seguidas falando pra dizer uma coisa que poderia ser resumida numa frase.
Só que, nesse meio tempo, muitas vezes a outra pessoa acaba perdendo a paciência e parando de prestar atenção. Ou até, em alguns casos, levantando e saindo de perto, já que o tal do assunto nunca chega e ela tem outras coisas pra fazer.
Aproveitando essa última frase, vou comentar aqui só mais outra reclamação que eu escuto certas pessoas fazendo:
“Quando eu tento conversar com o fulano, ele levanta e sai!!!”
Bom, isso pode ser o resultado do último exemplo que eu dei acima, como vocês já viram. Mas também pode ser o fato da pessoa não querer aturar uma avalanche de críticas que ela sabe que vai receber da outra.
Isso acontece muito quando uma pessoa quer fazer parecer que ela tem mais razão do que a outra ou que ela sempre conhece a vida melhor do que a outra (aliás, é bom lembrar que isso independe da idade: quem tem esse cacoete de sempre pensar que conhece a vida melhor do que o outro vai pensar isso independente de ser mais velho ou mais jovem do que o outro). Aí sempre que a outra fala alguma coisa, ela chega pra criticar o que a outra disse, pra dizer que aquele assunto não é bem assim como a outra tá dizendo... E isso é independente de qual seja o assunto do qual a outra tá falando. E geralmente isso vem acompanhado de um discurso de no mínimo meia hora seguida pra convencer a outra a concordar com ela.
Ora essa! Se a outra sabe que o resultado da ‘conversa’ sempre vai ser esse, é claro que ela vai se levantar e sair enquanto é tempo, né? A não ser que ela seja muito masoquista.
Já sei que alguém vai perguntar:
“Ah, mas então você só pode falar coisas agradáveis pro fulano e tem que concordar com tudo o que o fulano diz pra ele não levantar e sair?”
É claro que não. Mas uma coisa é não concordar com o que o fulano diz e aí responder 2 ou 3 coisas que você sabe que não vão agradar muito. Outra coisa BEM DIFERENTE é você passar o tempo todo falando contra o que o fulano diz e ainda querendo dar lições de moral nele e querendo converter ele às suas ideias sempre que você se aproxima dele.
E encerrando, vamos lembrar do seguinte: é claro que você já deve ter percebido que em alguns casos não tem jeito: você sempre vai discordar radicalmente de pelo menos 90% do que a outra pessoa fala (e vice-versa) e, consequentemente, se você tentar conversar com ela, alguém ali vai sempre se aborrecer. Aliás, provavelmente, os 2 lados vão se aborrecer.
Se for esse o caso, pelo menos se você quiser manter uma convivência pacífica com a pessoa, aí é melhor evitar conversar muito mesmo. Fale com a pessoa o indispensável, fale com ela de forma civilizada, mas evite longas conversas com ela. Porque se não, em maior ou menor grau, vai sair algum tipo de briga ali entre você e ela.
Bom, não vou traduzir esse post pra outras línguas porque acho que ficaria meio confuso. Então, vai ficar só em Português mesmo.
E eu volto no mês que vem.
Até lá!
Só que, nesse meio tempo, muitas vezes a outra pessoa acaba perdendo a paciência e parando de prestar atenção. Ou até, em alguns casos, levantando e saindo de perto, já que o tal do assunto nunca chega e ela tem outras coisas pra fazer.
Aproveitando essa última frase, vou comentar aqui só mais outra reclamação que eu escuto certas pessoas fazendo:
“Quando eu tento conversar com o fulano, ele levanta e sai!!!”
Bom, isso pode ser o resultado do último exemplo que eu dei acima, como vocês já viram. Mas também pode ser o fato da pessoa não querer aturar uma avalanche de críticas que ela sabe que vai receber da outra.
Isso acontece muito quando uma pessoa quer fazer parecer que ela tem mais razão do que a outra ou que ela sempre conhece a vida melhor do que a outra (aliás, é bom lembrar que isso independe da idade: quem tem esse cacoete de sempre pensar que conhece a vida melhor do que o outro vai pensar isso independente de ser mais velho ou mais jovem do que o outro). Aí sempre que a outra fala alguma coisa, ela chega pra criticar o que a outra disse, pra dizer que aquele assunto não é bem assim como a outra tá dizendo... E isso é independente de qual seja o assunto do qual a outra tá falando. E geralmente isso vem acompanhado de um discurso de no mínimo meia hora seguida pra convencer a outra a concordar com ela.
Ora essa! Se a outra sabe que o resultado da ‘conversa’ sempre vai ser esse, é claro que ela vai se levantar e sair enquanto é tempo, né? A não ser que ela seja muito masoquista.
Já sei que alguém vai perguntar:
“Ah, mas então você só pode falar coisas agradáveis pro fulano e tem que concordar com tudo o que o fulano diz pra ele não levantar e sair?”
É claro que não. Mas uma coisa é não concordar com o que o fulano diz e aí responder 2 ou 3 coisas que você sabe que não vão agradar muito. Outra coisa BEM DIFERENTE é você passar o tempo todo falando contra o que o fulano diz e ainda querendo dar lições de moral nele e querendo converter ele às suas ideias sempre que você se aproxima dele.
E encerrando, vamos lembrar do seguinte: é claro que você já deve ter percebido que em alguns casos não tem jeito: você sempre vai discordar radicalmente de pelo menos 90% do que a outra pessoa fala (e vice-versa) e, consequentemente, se você tentar conversar com ela, alguém ali vai sempre se aborrecer. Aliás, provavelmente, os 2 lados vão se aborrecer.
Se for esse o caso, pelo menos se você quiser manter uma convivência pacífica com a pessoa, aí é melhor evitar conversar muito mesmo. Fale com a pessoa o indispensável, fale com ela de forma civilizada, mas evite longas conversas com ela. Porque se não, em maior ou menor grau, vai sair algum tipo de briga ali entre você e ela.
Bom, não vou traduzir esse post pra outras línguas porque acho que ficaria meio confuso. Então, vai ficar só em Português mesmo.
E eu volto no mês que vem.
Até lá!

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