Oi!!!
Pensei no tema do post de hoje depois que vi um texto num outro site...
Acontece que, até alguns meses atrás, eu frequentava um fórum de perguntas e respostas on-line. E numa das perguntas que encontrei, uma pessoa tava falando sobre a questão dos padres católicos ficarem literalmente PRESOS à igreja deles depois que passam de uma certa idade.
É claro que qualquer homem que é padre, independente da idade, tem o direito de deixar de ser se ele quiser, porque, teoricamente, a igreja dele garante esse direito a ele... Só que, na prática, essa igreja faz com que o cara caia num esquema em que não é mais possível deixar de ser padre em muitos casos.
Acontece o seguinte: enquanto fizerem parte dessa igreja, os padres não recebem nenhum tipo de salário (se eles trabalharem em alguma função remunerada, eles são obrigados a passar todo o dinheiro que ganharem pro nome da igreja deles) e não podem ter bens no nome deles (se, por alguma eventualidade, eles receberem algum bem como herança, por exemplo, eles também são obrigados a passar esse bem pro nome da igreja deles).
Então, se o cara desistir de ser padre quando ainda está na casa dos 20 ou na casa dos 30, isso não muda muita coisa. Até aí, ele ainda tem idade de sobra pra se especializar em outra área profissional e seguir por outro caminho.
Mas a gente sabe que, a partir dos 40 anos, principalmente se a pessoa nunca tiver trabalhado em nada, aí a coisa complica. Fica muito difícil começar do zero a partir daí.
Então, imaginem a situação de um cara de 50 anos, por exemplo, que decide deixar de ser padre... Se ele não tiver um amigo ou outra pessoa que possa acolher ele em casa, ele vai ser mendigo. Não tem dinheiro, não tem nada no nome dele que ele possa vender pra fazer dinheiro... A saída dele é ir pra baixo de uma ponte.
A não ser, talvez, que ele tenha se formado em alguma coisa antes de se tornar padre ou, eventualmente, enquanto era padre.
Por isso, muitos padres que já passaram de uma certa idade, mesmo que queiram deixar de ser padres, agora não tem mais como.
Bom, ainda que isso seja até um certo ponto dramático, temos que pensar no seguinte: ELES JÁ SABIAM QUE IA SER ASSIM ANTES DE SE TORNAREM PADRES! Já sabiam que não iam ter salário, já sabiam que não iam poder ter nada no nome deles... Será que não pensaram nas consequências disso antes de seguir em frente? E se mesmo assim seguiram, agora arquem com as consequências das suas escolhas.
Já vi um número considerável de gays católicos que, na adolescência e na pós-adolescência, pensaram em se tornar padres pra tentar “mudar” dentro da vida eclesiástica... Bom, virar padre por causa disso obviamente não vai resolver nada: mesmo que você consiga não transar nunca mais, os seus desejos sexuais por pessoas do mesmo sexo vão continuar lá pra sempre. Não existe igreja que tire isso.
Mas, além de continuar sentindo os mesmíssimos desejos sexuais, você também vai acabar caindo na ‘cilada’ que eu descrevi acima, se chegar a passar muitos anos nessa igreja. Vai chegar a um ponto em que você não vai ter mais como sair de lá, por mais que você queira outra vida e por menos vocação que você tenha pra seguir em frente.
Se você é seminarista, se você é padre ainda nos primeiros anos de sacerdócio ou se você simplesmente ainda não tomou nenhuma atitude prática pra ser nada disso e tá apenas pensando no assunto, desista enquanto é tempo. A não ser que você esteja radicalmente decidido a passar todas as décadas que lhe restam de vida fazendo parte do corpo eclesiástico dessa igreja, sem nenhuma outra possibilidade de seguir por outro caminho.
Pensei no tema do post de hoje depois que vi um texto num outro site...
Acontece que, até alguns meses atrás, eu frequentava um fórum de perguntas e respostas on-line. E numa das perguntas que encontrei, uma pessoa tava falando sobre a questão dos padres católicos ficarem literalmente PRESOS à igreja deles depois que passam de uma certa idade.
É claro que qualquer homem que é padre, independente da idade, tem o direito de deixar de ser se ele quiser, porque, teoricamente, a igreja dele garante esse direito a ele... Só que, na prática, essa igreja faz com que o cara caia num esquema em que não é mais possível deixar de ser padre em muitos casos.
Acontece o seguinte: enquanto fizerem parte dessa igreja, os padres não recebem nenhum tipo de salário (se eles trabalharem em alguma função remunerada, eles são obrigados a passar todo o dinheiro que ganharem pro nome da igreja deles) e não podem ter bens no nome deles (se, por alguma eventualidade, eles receberem algum bem como herança, por exemplo, eles também são obrigados a passar esse bem pro nome da igreja deles).
Então, se o cara desistir de ser padre quando ainda está na casa dos 20 ou na casa dos 30, isso não muda muita coisa. Até aí, ele ainda tem idade de sobra pra se especializar em outra área profissional e seguir por outro caminho.
Mas a gente sabe que, a partir dos 40 anos, principalmente se a pessoa nunca tiver trabalhado em nada, aí a coisa complica. Fica muito difícil começar do zero a partir daí.
Então, imaginem a situação de um cara de 50 anos, por exemplo, que decide deixar de ser padre... Se ele não tiver um amigo ou outra pessoa que possa acolher ele em casa, ele vai ser mendigo. Não tem dinheiro, não tem nada no nome dele que ele possa vender pra fazer dinheiro... A saída dele é ir pra baixo de uma ponte.
A não ser, talvez, que ele tenha se formado em alguma coisa antes de se tornar padre ou, eventualmente, enquanto era padre.
Por isso, muitos padres que já passaram de uma certa idade, mesmo que queiram deixar de ser padres, agora não tem mais como.
Bom, ainda que isso seja até um certo ponto dramático, temos que pensar no seguinte: ELES JÁ SABIAM QUE IA SER ASSIM ANTES DE SE TORNAREM PADRES! Já sabiam que não iam ter salário, já sabiam que não iam poder ter nada no nome deles... Será que não pensaram nas consequências disso antes de seguir em frente? E se mesmo assim seguiram, agora arquem com as consequências das suas escolhas.
Já vi um número considerável de gays católicos que, na adolescência e na pós-adolescência, pensaram em se tornar padres pra tentar “mudar” dentro da vida eclesiástica... Bom, virar padre por causa disso obviamente não vai resolver nada: mesmo que você consiga não transar nunca mais, os seus desejos sexuais por pessoas do mesmo sexo vão continuar lá pra sempre. Não existe igreja que tire isso.
Mas, além de continuar sentindo os mesmíssimos desejos sexuais, você também vai acabar caindo na ‘cilada’ que eu descrevi acima, se chegar a passar muitos anos nessa igreja. Vai chegar a um ponto em que você não vai ter mais como sair de lá, por mais que você queira outra vida e por menos vocação que você tenha pra seguir em frente.
Se você é seminarista, se você é padre ainda nos primeiros anos de sacerdócio ou se você simplesmente ainda não tomou nenhuma atitude prática pra ser nada disso e tá apenas pensando no assunto, desista enquanto é tempo. A não ser que você esteja radicalmente decidido a passar todas as décadas que lhe restam de vida fazendo parte do corpo eclesiástico dessa igreja, sem nenhuma outra possibilidade de seguir por outro caminho.
Bom, não vou traduzir esse post pra outras línguas porque, se eu dividisse ele em 3 partes e traduzisse cada parte pruma língua diferente, como costumo fazer, acho que ele ficaria meio incompreensível. E se eu traduzisse ele todo pra outras 3 línguas, ficaria um post muito grande sem necessidade. Então, vai ficar só em Português mesmo.
Bom, fica aí algo pra pensar.
Até mais!
Bom, fica aí algo pra pensar.
Até mais!
3 comentários:
Quero te falar 5 coisas.
Primeira coisa: Léo Carioca, vc é um ignorante.
Os padres recebem um salário sim. Pequeno, mas recebem. Não são todos os sacerdotes que fazem voto de pobreza.
Segunda coisa: Léo Carioca, vc é um ignorante.
O padre pode ter bens em seu nome sim. Como falei, não são todos os sacerdotes que fazem voto de pobreza.
Terceira coisa: Léo Carioca, vc é um ignorante.
Para se tornar padre, a pessoa precisa fazer dois cursos superiores: o de Filosofia e o de Teologia. Não é uma eventualidade isso acontecer. É uma regra.
Quarta coisa: Léo Carioca, vc é um ignorante.
Vá pesquisar e estudar melhor as coisas antes de publicar baboseiras.
Quinta coisa: Léo Carioca, vc é um ignorante e imbecil.
Ainda bem que vc não publicou essas abobrinhas em outras línguas.
Bom, eu sempre me informo sobre os assuntos antes de emitir opiniões sobre eles. Quem acompanha o blog sabe bem disso. Então, provavelmente, você não acompanha. Deve ser algum padre, seminarista ou algo parecido que encontrou esse post por acaso enquanto navegava na Internet.
Mas enfim: vamos dar uma olhada nas baboseiras que VOCÊ disse, porque eu, com certeza, não disse nenhuma:
Oficialmente falando, o que os padres recebem não é um salário, mas sim uma ajuda de custo pra se manterem. Pra comprarem comida, roupa, etc...
Quanto aos bens, um padre secular (ou seja, nem todos os padres, porque nem todos são seculares), em alguns casos, pode ter uma conta no nome dele. Mas, enquanto ele for padre, o dinheiro é da igreja à qual ele serve, e não dele na prática.
O fato de alguém se formar em Filosofia e Teologia não quer dizer obrigatoriamente que esse alguém consiga grandes coisas no mercado de trabalho. São formações universitárias, evidentemente. Mas muito restritas a uma área específica. Não é o que a maioria dos empregadores procuram. Se uma pessoa com mais de 40 anos, que nunca trabalhou em nada antes e que só se formou em Filosofia e Teologia for procurar emprego, eu não me surpreenderia se ela tivesse passando fome em menos de 1 mês.
Bom, caso você queira rebater alguma coisa que eu disse aqui, fique à vontade. Aqui o espaço é democrático, mas só é democrático enquanto for mantido o diálogo civilizado, que pelo menos procure ser racional: se você vier com agressões gratuitas e dizendo coisas que pretendem apenas ofender, sem transmitir mensagem nenhuma, eu vou simplesmente deletar o seu comentário. E não pense que eu vou perder o meu tempo batendo boca com você nem me estressando com baboseiras.
Tá avisado. Se gostou, gostou. Se não gostou, fique à vontade pra não voltar mais aqui: pode crer que não vai fazer falta.
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