quarta-feira, 6 de abril de 2011

VAMOS PEGAR MAIS LEVE ANTES DE CHAMAR TUUUUUDO DE “HOMOFOBIA”

Oi!!!


Hoje a gente vai dar uma olhada no ator, diretor e roteirista estadunidense Scott Caan.

Scott Andrew Caan nasceu na Califórnia, em 23 de Agosto de 1976.

Ele era filho do ator James Caan e da atriz Sheila Ryan.

A estreia dele como ator foi em 1995, no filme Aaron Gillespie Will Make You a Star, quando ele passou a usar o nome artístico de Scott Caan.

O personagem mais famoso da carreira dele talvez seja o Turk Malloy, que apareceu pela 1ª vez no filme Ocean’s Eleven (Onze Homens e Um Segredo), em 2001. E que voltou a aparecer nos filmes Ocean’s Twelve (Doze Homens e Outro Segredo), de 2004, e Ocean’s Thirteen (Treze Homens e Um Novo Segredo), de 2007.

O Scott teve até agora 40 trabalhos como ator no cinema e televisão, 3 como roteirista e 2 como diretor. E tem um filme novo dele que deve estrear em 2012.

Curiosamente, ele é bastante seguido por paparazzi e fotografado em situações cotidianas, como, por exemplo, passeando pela vizinhança. Aliás, apesar do Scott ser baixinho (ele tem 1, 65 m), se vê que ele tem um corpo bem cuidado.

Nessa outra ocasião, um paparazzo fotografou ele, pelo que eu pude me informar, trocando de sunga numa praia: Parece que nem tudo é pequenininho no corpo do Scott, né?rs

Bom, em 2007, ele acabou se apurrinhando com isso e, numa determinada ocasião, ao ser ‘atacado’ por um paparazzo, ele xingou o cara de “faggot”, que em Português seria algo como “bicha” ou “viado”.

Alguns grupos gays dos Estados Unidos não gostaram disso e acusaram o Scott de ser homofóbico. Mas ele se desculpou em público e tudo. E disse que não teve nenhuma intenção de ofender os gays nem nada parecido. Ele xingou o cara do nome que veio à mente dele na hora, porque ele já tava cheio mesmo.

Gente, agora vamos pensar numas coisinhas aqui...

Se alguém sabe que você é homossexual e xinga você de palavras como “viado” com a intenção de ofender, é óbvio que isso é um ato de homofobia. Mas acusar alguém de ser homofóbico porque, numa hora de irritação, ele xingou com essas palavras alguém que tava apurrinhando ele e que ele nem sabia se era gay ou não, isso já é exagerar na dose, né?

Afinal, seguindo esse raciocínio, se o Scott xingasse o cara de “filho da puta” nessa mesma ocasião, ele seria preconceituoso contra quem é filho de uma profissional do sexo.

Quando você xinga alguém, principalmente num momento de fúria, você nem pensa muito em qual xingamento você vai usar. Você simplesmente abre a boca e manda, né?

E a gente tem que tomar cuidado pra não ficar igual àquelas “feministas” psicóticas que saem por aí vendo machismo em tudo.

Aquela criatura que, se um homem passa por ela e pergunta as horas, ela fala que ele é machista por causa disso. Se um homem passa por ela e pergunta as horas a outra pessoa perto dela, ela fala que ele é machista por causa disso. Se um homem passa por ela, nem olha pra ela e nem fala nada, ela fala que ele é machista por causa disso...

Eu escrevi “feministas” entre aspas porque, na verdade, quem se comporta assim não são feministas, mas sim mulheres que gostam de reclamar de homem gratuitamente (‘feminismo’ é lutar pelos direitos da mulher, e não reclamar gratuitamente de homem).

Mas, se certos gays não tomarem cuidado antes de sair por aí vendo homofobia em tudo, eles vão acabar descendo ao mesmo nível dessas “feministas”.


Today we’ll talk a little about the American actor, director and screenwriter Scott Caan.

Scott Andrew Caan was born in California, on August 23rd, in 1976.

He was a son of actor James Caan and actress Sheila Ryan.

His debut as an actor was in 1995, in Aaron Gillespie Will Make You a Star. And since then, he uses Scott Caan as his artistic name.

His most famous character is perhaps Turk Malloy. This character was 1st seen in Ocean’s Eleven (2001). And he appeared again in Ocean’s Twelve (2004) and Ocean’s Thirteen (2007).

Scott has been a cinema and TV actor for 40 times, a screenwriter for 3 times and a director for 2 times to now. And there’s also a new movie with him that is thought to be finished in 2012.

Interestingly, he’s quite followed and photographed by paparazzi in everyday situations. You guys can see above one of these pictures, where he was paparazzed strolling through his neighborhood.

By the way, in spite of being a short guy (he’s 165 centimeters tall), we can see Scott is in a good shape.


Una de las fotos arriba, hecha por un paparazzo, nos muestra, según me fue posible saber, Scott cambiando traje de baño en una playa.

Aunque sea un hombre de baja estatura, él tiene cosas grandes también, ¿no?rs

En 2007, hubo una ocasión en que Scott se quedó furioso con un paparazzo y lo llamó “faggot”, una palabra ofensiva de la Lengua Inglesa para hablar de homosexuales.

Eso no gustó nada a algunos grupos gays de los Estados Unidos, que acusaron a Scott de ser homofóbico. Sin embargo, él se disculpó en público por lo que pasó. Y dijo que no tuvo ninguna intención de ofender a los gays, ni nada. Maldijo el hombre con el primer nombre ofensivo que le vino a la mente en el momento.

Bueno, vamos a discutir algunas ideas...

Si alguien sabe que tú eres gay y te maldice con palabras ofensivas inspiradas en tu sexualidad, es obvio que se trata de un acto de homofobia. Pero es diferente de alguien que, en un momento de ira, utilizó palabras ofensivas para atacar a otra persona que lo estaba molestando y que ni siquiera sabía si esa otra persona era gay o no.

Así, pienso yo que él habló cosas allá que no debería haber hablado, pero eso no es propiamente un caso de homofobia.


Se qualcuno chiama un’altra persona “figlio di puttana”, questo significa che ha pregiudizi contro chi è figlio di una lavoratrice del sesso?

Esattamente allo stesso modo, se qualcuno chiama un’altra persona “frocio”, non significa obbligatoriamente che è omofobico.

Quando qualcuno ti maledice, soprattutto in un momento di rabbia, in realtà non pensa molto a quale insulto userà, vero?

Dobbiamo fare attenzione a non diventare uguali a quelle “femministe” psicotiche che credono che tutto è machismo.

Se questo tipo di donna fa una domanda e un uomo risponde “Sì!”, lei dice che lui è un maschilista per questo. Se lei fa la stessa domanda e l’uomo risponde “No!”, lei dice che lui è un maschilista per questo. Se lei fa la domanda e l’uomo non risponde niente, lei dice che lui è un maschilista per questo...

Io ho scritto “femministe” tra virgolette perché, in realtà, le donne che si comportano in questo modo non sono femministe, ma sì donne che amano parlare male di uomini senza ragione logica (femminismo è battersi per i diritti delle donne, non è quello di parlare male degli uomini 24 ore al giorno).

Ma se alcuni gay non fanno attenzione prima di parlare che gli eterosessuali tutti quanti sono omofobi, finiranno giù allo stesso livello di quelle “femministe”.


Até mais!

4 comentários:

Thonny Hawany disse...

Concordo plenamente com o fato de nem tudo ser homofobia. Especialmente no caso em questão. Viado, bicha são xingamentos como outros já enraizados na cultura humana. Toda palavra deve ser lida de acordo com o seu contexto e nunca descontextualizada. A questão é o modismo. Tenho amigos que chamam uns aos outros de viados ou de bichas e, no entanto, são héterossexuais. Quando estou perto, alguns até pedem desculpas com receio de terem me ofendido. Não me sinto ofendido. Sentiria se, no contexto, tais palavras fossem dirigidas a mim de forma ofensiva. Nem sempre quando nos chamam de viados ou de bichas, estão querendo dizer exatamente isso.

Leo Carioca disse...

Exatamente.
É curioso que, aqui no Rio, a gente até observa o termo ´viado` sendo usado como uma espécie de apelido de brincadeira entre amigos héteros!
Tô cansado de ver, quando um encontra o outro na rua, um cumprimentado o outro assim:

´´Fala, viado!``

E eles falam esse cumprimento sem nenhuma alusão a homossexualidade. Porque aí geralmente começam a conversar e o assunto nem passa perto disso.
Então, acho que é uma palavra que muda bastante de contexto de acordo com as condições em que ela tá sendo usada. Tem variações linguísticas muito marcantes no uso dessa palavra.
Ela às vezes é usada pra ofender e com intenções homofóbicas, é claro. Mas outras vezes passa longe disso.

Fábrica de Música disse...

Engraçado você ter feito este comentario porque eu justamente estava pesquisando sobre a sociedade marxista nestes ultimos dias e como eles exageram nos seus ativismos. As coisas estão começando a mudar de lado. Hoje o homem branco heterossexual é culpado de tudo, sendo que muita mulher e homossexuais não tem nada de vítimas. E neste caso que você citou não seria feministas e sim misântricas que vem da palavra misandria (mulheres que odeiam homem) que é o oposto de misogenia(homens que odeiam mulheres).

Leo Carioca disse...

E nota-se que MUITAS mulheres mesmo sofrem de misandria.
Tem até gente que usa o termo ´femismo`, pra diferenciar essa situação de ´feminismo`. O ´femismo` seria essa aversão radical que algumas mulheres sentem contra todo o comportamento masculino.
Em alguns casos específicos, acho até que isso é um lesbianismo mal resolvido, porque a criatura reclama tanto, tanto, tanto, tanto, tanto, tanto, tanto, tanto, tanto, tanto, tanto, tanto, tanto, tanto, tanto, tanto, tanto, tanto, tanto, tanto de homem que não é possível que ela goste de homem. E às vezes você vê essa mesma mulher glorificando as mulheres, dizendo que ela está babando pela fulana, que ela está achando a beltrana linda... A Adriane Galisteu, por exemplo, se enquadra nesse perfil exato.
E tem outras mulheres que reclamam dos homens esse mesmo tanto quando o assunto envolve casamento e filhos. Elas desenvolvem uma necessidade patológica de reclamar de tudo o que o homem faz e de tudo o que o homem deixa de fazer também! Bom, já fiz vários posts que mostram esse comportamento feminino claramente, né?