Oi!!!
Como hoje é o Dia do Folclore, vou falar sobre folclore.rs
Em Novembro de 2009, eu fiz um post no Super CECG&B sobre um tipo de lenda que parece que não se fixou no Folclore Brasileiro: os monstros lacustres.
Pra quem não viu, esse é o link:
http://centrogb.blogspot.com/2009/11/um-tipo-de-lenda-que-nao-pegou-no.html
Bom, me parece que lendas desse tipo não pegaram por aqui simplesmente porque o Brasil não é um país de lagos extremamente extensos. Então, monstros de lago não têm uma ‘casa’ pra eles aqui.rs
Mas eu encerrei o post falando sobre uma outra questão: o Folclore Brasileiro não abriga muitos monstros de lago, mas tem uma multidão de monstros de rio.
Desde a chegada dos europeus, criaturas monstruosas que habitavam rios já eram mencionadas pelos índios como algo antigo na região que hoje é o Brasil. Mas é claro que, a partir dali, existiram lendas trazidas pelos europeus sobre monstros dos rios da Europa que acabaram se misturando com as lendas indígenas daqui. E aí acabaram aumentando o que já existia ou mesmo dando origens a novas lendas sobre monstros fluviais brasileiros.
O Rio São Francisco parece ser o que teve mais lendas famosas sobre monstros associadas a ele: o Caboclo d’Água, a Cachorrinha d’Água, o Cavalo do Rio e o Minhocão, entre outros, são monstros que, de acordo com as lendas locais, habitam as águas do “Velho Chico”.
Pra quem não viu, eu fiz um post sobre o Dia do Folclore no Super CECG&B em 2008 em que mencionei isso. Esse é o link:
http://centrogb.blogspot.com/2008/08/dia-do-folclore.html
Outro que é o lar de vários monstros folclóricos é o Rio Negro: o Jacurutu, o Macará e os arus, assim dizem as lendas locais, vivem lá.
Dos vários outros rios que são imaginados como o lar de monstros, podemos mencionar o Gramame, o Madeira, o Parnaíba, o Solimões, o Tocantins, o Uaicurupá, o Xingu... Mas é claro que o gigantesco Rio Amazonas, como não poderia deixar de ser, também é o lar folclórico de vários monstros: os botos, os curinqueãs, os matuiús... Afinal, ele tem um volume de água gigantesco o suficiente pra esconder qualquer coisa que queira ficar escondida, né? E isso é mais do que o suficiente pra alimentar a imaginação popular em relação a monstros fluviais.
Isso tudo é o extraordinário em relação aos monstros de rio. Mas e quanto ao possível? Afinal, quando se usa a palavra ‘monstro’ nos sentido que tamos tratando aqui, é preciso levar em conta que ela tem 2 significados: pode ser uma criatura lendária que faz parte tão somente do folclore; e pode ser uma criatura que hoje é catalogada como parte da ‘fauna normal’.
Vamos lembrar de uma coisinha aqui: existem criaturas que hoje são consideradas animais comuns, mas que até alguns séculos atrás eram vistas como monstros. Principalmente pelos europeus, que quando chegaram aqui encontraram animais completamente diferentes dos que existiam na Europa.
Então, a preguiça era considerada um monstro...
Como hoje é o Dia do Folclore, vou falar sobre folclore.rs
Em Novembro de 2009, eu fiz um post no Super CECG&B sobre um tipo de lenda que parece que não se fixou no Folclore Brasileiro: os monstros lacustres.
Pra quem não viu, esse é o link:
http://centrogb.blogspot.com/2009/11/um-tipo-de-lenda-que-nao-pegou-no.html
Bom, me parece que lendas desse tipo não pegaram por aqui simplesmente porque o Brasil não é um país de lagos extremamente extensos. Então, monstros de lago não têm uma ‘casa’ pra eles aqui.rs
Mas eu encerrei o post falando sobre uma outra questão: o Folclore Brasileiro não abriga muitos monstros de lago, mas tem uma multidão de monstros de rio.
Desde a chegada dos europeus, criaturas monstruosas que habitavam rios já eram mencionadas pelos índios como algo antigo na região que hoje é o Brasil. Mas é claro que, a partir dali, existiram lendas trazidas pelos europeus sobre monstros dos rios da Europa que acabaram se misturando com as lendas indígenas daqui. E aí acabaram aumentando o que já existia ou mesmo dando origens a novas lendas sobre monstros fluviais brasileiros.
O Rio São Francisco parece ser o que teve mais lendas famosas sobre monstros associadas a ele: o Caboclo d’Água, a Cachorrinha d’Água, o Cavalo do Rio e o Minhocão, entre outros, são monstros que, de acordo com as lendas locais, habitam as águas do “Velho Chico”.
Pra quem não viu, eu fiz um post sobre o Dia do Folclore no Super CECG&B em 2008 em que mencionei isso. Esse é o link:
http://centrogb.blogspot.com/2008/08/dia-do-folclore.html
Outro que é o lar de vários monstros folclóricos é o Rio Negro: o Jacurutu, o Macará e os arus, assim dizem as lendas locais, vivem lá.
Dos vários outros rios que são imaginados como o lar de monstros, podemos mencionar o Gramame, o Madeira, o Parnaíba, o Solimões, o Tocantins, o Uaicurupá, o Xingu... Mas é claro que o gigantesco Rio Amazonas, como não poderia deixar de ser, também é o lar folclórico de vários monstros: os botos, os curinqueãs, os matuiús... Afinal, ele tem um volume de água gigantesco o suficiente pra esconder qualquer coisa que queira ficar escondida, né? E isso é mais do que o suficiente pra alimentar a imaginação popular em relação a monstros fluviais.
Isso tudo é o extraordinário em relação aos monstros de rio. Mas e quanto ao possível? Afinal, quando se usa a palavra ‘monstro’ nos sentido que tamos tratando aqui, é preciso levar em conta que ela tem 2 significados: pode ser uma criatura lendária que faz parte tão somente do folclore; e pode ser uma criatura que hoje é catalogada como parte da ‘fauna normal’.
Vamos lembrar de uma coisinha aqui: existem criaturas que hoje são consideradas animais comuns, mas que até alguns séculos atrás eram vistas como monstros. Principalmente pelos europeus, que quando chegaram aqui encontraram animais completamente diferentes dos que existiam na Europa.
Então, a preguiça era considerada um monstro...
...a tarântula era considerada um monstro...
...a sucuri era considerada um monstro...
Aliás, entre os ‘monstros reais’, a sucuri provavelmente é o mais comum, pois o nosso folclore tem várias e várias lendas sobre ela.Arus, Caboclo d’Água, Cachorrinha d’Água, Cavalo do Rio, Minhocão, Jacurutu, and Macará are among the fluvial monsters of the Brazilian Folklore. But you guys can see above sucuri (anaconda): the most famous real Brazilian fluvial monster.
Arus, Caboclo d’Água, Cachorrinha d’Água, Cavalo do Rio, Minhocão, Jacurutu y Macará están entre los monstruos fluviales del Folclore Brasileño. Pero uds pueden ver arriba la sucuri (anaconda): el monstruo fluvial brasileño real más conocido de todos.
Arus, Caboclo d’Água, Cachorrinha d’Água, Cavalo do Rio, Minhocão, Jacurutu e Macará sono fra i mostri fluviali del Folclore Brasiliano. Ma voi potete vedere sopre la sucuri (anaconda): il mostro fluviale brasiliano reale più conosciuto fra tutti quanti.
Até mais!
6 comentários:
acho q o brasil, assim como quase a totalidade dos paises africanos, são mto ricos nessa questao de lendas...
abraços
voy
O Brasil tem lendas até bem legais, pena que agente só fica sabendo do folclore brasileiro no antigo primário e o pior de uma forma bem chata, eu passava longe da semana do folclore de tanto que não gostava :)
Lord V.→ Com certeza.
Abraços também.
Mariposo-L→ Na verdade, o que traumatiza a pessoa em relação a cultura é a escola.
Só depois que a pessoa termina os estudos dela e vai estudar assuntos específicos por vontade própria é que ela passa a se interessar em adquirir cultura.
Postar um comentário