domingo, 19 de junho de 2011

AS CONSEQUÊNCIAS DE SE LIGAR A ALGUÉM QUE JÁ TEM FILHOS

Oi!!!

O texto de hoje vai ser só em Português porque ele se refere à forma como uma situação se passa na sociedade brasileira. Em outras sociedades você vai ver a mesma situação se passando de outras formas, em outras você nem vai ver essa situação acontecendo... Enfim, é uma situação nossa aqui.

Independente de você ser homem, mulher, homossexual, bissexual ou heterossexual, se você tem filhos de um relacionamento que já acabou (ou, no mínimo, se você convive com alguém que tem filhos de um relacionamento que já acabou), existe uma característica nos relacionamentos que com certeza você já percebeu: algumas pessoas literalmente FOGEM quando pretendem começar um relacionamento com alguém e aí descobrem que esse alguém já tem filhos.

Qual seria o motivo disso? Bom, na verdade são VÁRIOS motivos. Alguns são gerais, outros são específicos. Mas vamos ver passo a passo.

Num dos motivos gerais, a gente já pode começar a pensar: sustentar e educar um filho nos dias de hoje talvez seja mais difícil do que em qualquer outra época, pois tanto a falta de dinheiro quanto a falta de tempo pra dedicar a um filho talvez nunca tenham sido tão escassas na História do Ocidente. E consequentemente, as pessoas pensam muuuuuito antes de ter filhos. Tanto que a quantidade de pessoas que decidem não ter filho nenhum nunca foi tão alta quanto é atualmente. Então, quem faz essa opção, não vai querer se relacionar com alguém que já traz 1 ou mais filhos no pacote. E mesmo quem já tem (ou pretende ter) os seus próprios filhos provavelmente também vai pensar um pouco antes de levar pra casa uma pessoa que vai trazer 1 ou mais filhos no pacote pra serem sustentados e educados.

Outro motivo: a hostilidade do filho da outra pessoa. Independente da idade, muitas vezes o filho não aceita que o pai ou a mãe tenha um novo relacionamento. E aí começa a fazer uma série de coisas que ele sabe que vão atrapalhar esse relacionamento pra tentar expulsar da família esse “intruso” que chegou.

É claro que também existe o extremo oposto disso. Tem muita gente que sempre se deu muito bem com o padrasto ou com a madrasta e nunca teve nenhum problema com isso. Mas antes que as pessoas envolvidas aí fossem apresentadas uma à outra e começassem a conviver pessoalmente, com certeza havia um certo receio de que a coisa não fosse tão fácil assim. É ou não é?

Outro motivo: se a pessoa tem um filho, em várias ocasiões, ela vai ter que ir resolver algum problema do filho dela. Não vai dar pra conversar, não vai dar pra sair, não vai dar pra namorar...

Outro motivo, parecido com o anterior: quando quiserem sair, muitas vezes o filho da outra pessoa vai ser um interdito, principalmente se o filho for criança e a pessoa não tiver com quem deixar. Aí vão ter que levar a criança junto. Ou simplesmente não vão poder sair, porque não se pode ir a certos lugares com criança.

Posto isso, vamos ver os motivos mais específicos. E vamos começar dando uma olhada nos relacionamentos héteros em que acontece esse tipo de situação.

Um desses motivos é uma coisa que até acontece nos relacionamentos homos também, mas que é bem mais comum nos relacionamentos héteros: encontrar o ex ou a ex. Quando o ex marido e o atual marido de uma mulher se encontram ou quando a ex esposa e a atual esposa de um homem se encontram, quase sempre a gente percebe um arzinho de hostilidade ali no meio. Até porque os ex se sentiam o macho da casa e a fêmea da casa. E agora eles percebem que tem outro macho ou outra fêmea no lugar deles.

E quando você se casa com uma pessoa que já tem algum filho, os encontros com o ex ou a ex dessa pessoa vão ser inevitáveis. Podem até ser raros, mas vão acontecer algumas vezes. A não ser que o ex ou a ex em questão não tenha mais contato nenhum com o filho, que tenham se afastado de forma radical e tal.

Tudo bem: eu sei que tem gente que nem liga de encontrar com o ex ou a ex. Até convive numa boa, vira amiguinho e tal. Mas diga a verdade: você vê casos assim com extrema frequência?

Outro motivo: não é preciso observar muitos casos de desentendimentos familiares pra ver que a tendência da mulher é dar razão a quem está mais errado quando acontece alguma briga em família. Por mais certo que você esteja do ponto de vista racional e por mais que a pessoa com quem você está se desentendendo esteja falando aberrações sem fundamento contra você, em 99% das vezes em que isso acontece, chega uma mulher da família e fica contra você e favor da outra pessoa. E ela ainda faz um discurso de 3 horas (transbordando de contradições) explicando por quê você tem que dar razão àquela pessoa.

DUVIDO QUE VOCÊ NUNCA TENHA VISTO ISSO!!!

E quando a pessoa em questão é um filho, aí que a mulher leva esse posicionamento a extremos mesmo. Por mais errado que o filho teja, por mais agressivo que o filho seja contra o padrasto, ela vai querer proteger o filho e vai querer que o marido aceite sem reagir tudo que o filho tá dizendo e fazendo. Só em raríssimos casos é que você não vai ver isso.

Outro motivo: o pagamento das contas sempre pendendo mais pro lado do homem. Já ouviu aquele ditado “O feminismo acaba no 1º pneu furado.”? Pois é. Pra muitas mulheres, o feminismo também acaba no 1º total de contas a pagar. Tem muita mulher que vive fazendo discursos feministas, se declarando autônoma, se declarando independente... Mas na hora de pagar as contas da família, muitas vezes esse discurso desce pelo ralo. Ela acha que o homem é que tem que sustentar a casa e sustentar todos que moram na casa. Inclusive os filhos do relacionamento anterior dela.

Aí surge até outra questão: por que as mulheres parece que aceitam melhor casar com alguém que já tem filhos, enquanto os homens parece que oferecem uma certa resistência maior a isso?

Bom, os 2 últimos motivos que eu mencionei acima já explicam isso em parte: mostram problemas que a mulher não encontra se casando com alguém que já tem filhos, mas que o homem encontra. Mas tem outros motivos também.

Por exemplo... Bom, antes de dar esse exemplo, já vou adiantar que, se você disser isso às mulheres que eu vou mencionar aqui, provavelmente elas vão responder que não é bem assim. Só que, se você precisa de alguma confirmação disso na prática, dê uma olhada por aí que você vai ver várias.

Mas enfim: ainda tem muita mulher que vê o casamento como um rito de passagem feminino, ou seja, pra ela se auto-afirmar como mulher, pra ela provar a ela mesma e aos outros que ela é mulher, ela tem que casar. E aí, ela pega o 1º homem que ofereça um casamento a ela, mesmo que não seja o casamento ideal.

“Vai que depois eu não arranjo outro casamento, né? É melhor pegar esse logo.”

Quem é que nunca ouviu uma mulher soltar alguma pérola parecida com essa quando um cara cheio de defeitos propôs casamento a ela?

Então, pra esse tipo de mulher, se um homem ofereceu casamento a ela, o fato de ele ter filhos é o menor dos problemas.

Antes que a 1ª feminista que tá lendo esse texto tenha um ataque histérico, quero lembrar que eu não estou falando que TODA mulher faz isso, mas sim mulheres de um tipo específico.

É evidente que também tem muita mulher que não tá nem aí pra casamento. Mas as mulheres obcecadas por casamento não são numa quantidade tão pequena.

Agora, sim, vamos falar sobre os relacionamentos homossexuais, quando uma das partes envolvidas tem filhos.

Não vamos esquecer que a maioria dos bissexuais têm filhos. E que vários homossexuais, algum dia, resolveram transar com alguém do sexo oposto por curiosidade ou pra tentar “virar hétero” e dessa experiência nasceu um filho.

Bom, antes de tudo, vamos lembrar que relacionamentos entre 2 pessoas do mesmo sexo não costumam ser bem-vistos pelas famílias dessas pessoas. Pode até não haver nenhuma reação agressiva por parte da família quando eles sabem que alguém ali tem um relacionamento homo, mas você quase sempre percebe no mínimo um clima incômodo, um olhar atravessado, um comentário recalcado...

Isso só não acontece se a família da pessoa for muito liberal ou se já tiver muito acostumada com o fato da pessoa ser gay ou lésbica.

Então, se alguém que tem filhos começa a namorar uma pessoa do mesmo sexo, além de todos os problemas gerais que eu mencionei lá em cima do texto, muito provavelmente ele também vai ter que enfrentar a rejeição da família dele contra o namoro dele por causa do filho, provavelmente vai ter que enfrentar a rejeição da família da outra pessoa também por causa do filho, vão ter pessoas que convivem com ele que vão fazer comentários do tipo “Se você não tivesse filho, eu não teria nada contra. Mas já que você tem filho, acho uma pouca vergonha você fazer isso.”...

Então, no nosso caso, ter 1 ou mais filhos de um relacionamento anterior também atrapalha.

Muita gente acha que é preconceito não querer namorar ou casar com alguém que já tem filhos. Mas, pensando bem, se a pessoa levar em conta tudo o que eu disse aqui, ela tem todos os motivos do Mundo pra ficar receosa antes de começar um relacionamento assim.

É claro que pode sair tudo muito bem. Mas, como vimos acima, também tem vários motivos pra não sair tudo bem. Isso não é preconceito: é realismo.

Bom, é algo pra se pensar.

Até mais!

sexta-feira, 17 de junho de 2011

MAIS UMA COISINHA

Oi!!!

Bom, quem acompanha o blog com certeza viu que, desde que ele começou, a cada mês eu fiz 1 post sobre 2 divindades celtas. E abaixo desse post aqui, eu lancei o 12º e último post dessa série, porque creio que, até aqui, já falei sobre as divindades celtas mais conhecidas.

Esses deuses e deusas são adorados basicamente na Wicca e no Druidismo. Ou em outras expressões religiosas inspiradas por eles. E essas religiões não têm dogmas homofóbicos, não proíbem homossexuais e bissexuais de fazerem parte delas e não proíbem homossexuais e bissexuais de terem vida sexual.

Sabendo que, pra essas divindades, nós não somos aberrações, nós não somos abominações, se você se interessou, você pode procurar se informar melhor sobre essas divindades e ver o quanto você é aceito por elas. Lembrando também que, através dessas divindades, você está em contato direto com a Natureza.

Fica aí algo pra refletir.

NUADA e RHIANNON


NUADA

Esse é um deus que tinha como principal centro de culto a Irlanda Antiga, mas também chegou a ser cultuado por tribos celtas galesas.

Mencionado pelos mitos e lendas celtas como o primeiro grande rei da tribo Tuatha Dé Danann, Nuada teria sido o governante desse povo na época em que eles chegaram à Irlanda. E também é mencionado como um grande guerreiro e bruxo.

Ele teria passado a ser louvado como deus depois de ter morrido numa batalha, decapitado por um guerreiro inimigo.

Geralmente, Nuada é representado como um rei guerreiro com um braço de prata, já que, de acordo com um dos mitos, ele perdeu o braço numa batalha, passando a usar um braço mágico de prata no lugar do braço perdido.

Nuada’s main center of worship was Ancient Ireland. But he also came to be worshipped by Celtic Welsh tribes.

He is mentioned by Celtic myths as the 1st great king of the tribe Tuatha Dé Danann. And he would have been the ruler of this people by the time they arrived at Ireland. And he is also mentioned as a great warrior and warlock.

Nuada had come to be worshipped as a god after have died in battle, beheaded by an enemy warrior.

He is usually portrayed as a warrior king with a silver arm, since according to one of his myths he lost an arm in battle. And since then, he’s used a magic silver arm replacing his missing arm.

El principal centro de culto de Nuada fue la Antigua Irlanda. Pero él también llegó a ser adorado por tribus célticas galesas.

El es mencionado por los mitos celtas como el primer gran rey de la tribu de los Tuatha Dé Danann, siendo conocido también como un gran brujo y guerrero. Y habría sido el gobernante de esa gente en la época en que llegaron a Irlanda.

Se cree que Nuada llegó a ser adorado como un dios después de haber sido muerto en una batalla, decapitado por un guerrero enemigo.

El es generalmente mostrado como un rey guerrero con un brazo de plata, ya que según uno de sus mitos él perdió un brazo en una batalla. Y desde entonces, usa un brazo mágico de plata en sustitución del brazo que le falta.

Il principale centro del culto di Nuada era l’Antica Irlanda. Ma lui sarebbe adorato anche fra le tribù celtiche gallesi.

I miti celtichi lo menzionano come il primo grande re della tribù Tuatha Dé Danann. E lui sarebbe stato il sovrano di questa gente quando sono arrivati nell’Irlanda. E si parla di lui anche come un grande guerriero e stregone.

Hanno cominciato a venerare Nuada come un dio dopo la sua morte in battaglia, decapitato da un guerriero nemico.

Lui di solito è raffigurato come un re guerriero con un braccio d’argento, visto che secondo uno dei suoi miti ha perso un braccio in battaglia. E da allora, usa un braccio magico d’argento sostituendo il suo braccio mancante.

RHIANNON

Essa deusa era adorada pelas tribos celtas galesas.

Rhiannon é a deusa do sono e dos sonhos. E geralmente é através dos sonhos que ela se comunica com os humanos.

Ela costuma ser invocada pelas pessoas que buscam clarividência sobre o futuro, que ela concede através de sonhos premonitórios.

Sendo também a deusa da morte, Rhiannon pode transportar os vivos pra onde ficam os espíritos dos mortos e trazer os espíritos dos mortos até os vivos.

Ela geralmente é representada como uma deusa montada numa égua e cercada de aves.

Rhiannon was worshipped by the Welsh Celtic tribes.

She’s the goddess of sleep and dreams. And her communication to human beings usually happens through dreams.

Rhiannon is usually worshipped by people who want insights into the future. She gives them that through premonitory dreams.

She’s also a goddess of death. In this case, she can move living people to where dead people’s spirits stay and vice-versa.

Rhiannon is usually portrayed as a goddess who rides a mare and has some birds flying around her.

Rhiannon era adorada por los celtas de galeses.

Ella es la diosa del sueño y de los sueños. Y su comunicación con los seres humanos en general ocurre a través de los sueños.

Rhiannon es generalmente adorada por la gente que quiere ver a el futuro. Ella les da eso a través de sueños premonitorios.

Ella es también una diosa de la muerte. Y así, puede llevar los vivos hacia donde se quedan los espíritus de los muertos y viceversa.

Las representaciones de Rhiannon generalmente muestran una diosa sobre una yegua y con aves volando alrededor de ella.

Rhiannon era adorata fra le tribù celtiche gallesi.

Lei è la dea del sonno e dei sogni. E la sua comunicazione con gli esseri umani di solito avviene attraverso i sogni.

Rhiannon è di solito adorata da persone che vogliono vedere il futuro. E lei lo permette a loro usando i sogni premonitori.

Lei è anche una dea della morte. Ed in questo caso, può portare la gente viva a dove restano gli spiriti dei morti e viceversa.

Rhiannon è di solito raffigurata come una dea che cavalca una giumenta e che ha alcuni uccelli che volano intorno a lei.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

UMA REPRESENTAÇÃO ALEGÓRICA DE UMA COROAÇÃO REAL

Oi!!!

Hoje a gente vai falar aqui sobre um quadro pintado no início do século XIX pelo pintor francês Jacques-Louis David, que tem o longo nome de Sacre de l’Empereur Napoléon et Couronnement de l’Impératrice Joséphine, à Notre-Dame de Paris, le 2 Décembre 1804 (“Sagração do Imperador Napoleon e Coroação da Imperatriz Josephine, em Notre-Dame de Paris, em 02 de Dezembro de 1804”, em Português).

O quadro, com 6, 21 m de altura e 9, 79 m de largura, demorou quase 2 anos pra ficar pronto: começou a ser feito em Dezembro de 1805 e recebeu os últimos retoques em Novembro de 1807. E embora mostre a coroação do Napoleon I Bonaparte como Imperador da França, ocorrida em 1804, na verdade se trata de um quadro alegórico, pois não mostra a situação exatamente como aconteceu, chegando mesmo a incluir pessoas que não tavam lá.


Bem no centro da tela, pode se ver um camarote onde uma mulher tá sentada em posição de destaque, ladeada por 2 damas de companhia. É a Maria Letizia Ramolino Buonaparte, mãe do Napoleon I. E ela é também uma das alegorias do quadro, já que, na história real, ela não foi à coroação.

Até onde se sabe, ela não quis ir à cerimônia porque tinha se apurrinhado numa discussão lá com os filhos ocorrida pouco antes. Mas o motivo de ter sido incluída no quadro com tanto destaque nunca ficou muito claro.

A mesma situação aconteceu com um dos irmãos do Napoleon, chamado Giuseppe Buonaparte: ele também não foi à coroação por causa da mesma discussão que fez a mãe decidir não ir, mas foi retratado (sem destaque nenhum) na extrema esquerda do quadro, em pé num canto escuro e quase de costas pro espectador. Assim, ao contrário da mãe, ele não recebeu destaque nenhum.

Ao lado dele, tá o outro irmão deles, o Luigi Buonaparte, também retratado em pé e usando uma roupa igual à do Giuseppe.

Ao lado do Luigi, aparecem 5 mulheres usando roupas iguais...

A identificação delas não é muito exata. Mas 3 delas parecem ser 3 irmãs deles: a Carolina Buonaparte, a Elisa Buonaparte e a Maria Paola Buonaparte. E a que tá segurando um menino pela mão parece ser a Hortense de Beauharnais, esposa do Luigi, segurando o filho deles.

E a 5ª mulher ali realmente não tem uma identidade clara.

É interessante lembrar que quase todos os membros da família do Napoleon I foram retratados longe dele no quadro. A única exceção é o Joachim Murat, que era um cunhado dele (marido da Carolina), que aparece atrás da imperatriz ajoelhada, segurando uma almofada (provavelmente, onde tavam as coroas).

Um pouquinho à direita das 5 mulheres que eu disse antes, vemos a Josephine de Beauharnais, esposa do Napoleon I, ajoelhada no chão, como já foi dito, esperando pra receber a Coroa de Imperatriz da França, enquanto 2 damas de companhia seguram a capa dela.

Mais um pouquinho pra direita, cercado por padres, bispos e adjacências, mas sem dar importância nenhuma a eles, o Napoleon I segura uma coroa. Provavelmente, se trata da coroa da esposa, já que ele próprio já tá usando uma coroa e a posição dela diante dele indica que ela tá esperando pra ser coroada.

É interessante lembrar que 90% dos olhares tão voltados pra coroa que o Napoleon I tá segurando. Entre as figuras principais, as únicas exceções são ele próprio (que tá olhando pra esposa ajoelhada no chão), a Josephine (que tá de cabeça baixa) e o Papa Pio VII (que tá com o olhar decepcionado e meio sem ação).

Aliás, também se nota que ele tá propositalmente de costas pro papa, em atitude de desprezo.

E por falar nisso, sentado num trono em frente ao altar, tá o Pio VII, prostrado e fazendo um tímido sinal da cruz com a mão direita pra abençoar a coroação, enquanto ninguém olha pra ele como olha pro imperador.

É que o Napoleon I não permitiu que ele tivesse nenhuma participação significativa na coroação, ao contrário do que se esperaria de um papa nesse tipo de cerimônia. E de acordo com alguns historiadores, ele arrancou as 2 coroas das mãos do papa e coroou a si próprio e à esposa!

E no camarote acima do camarote onde tá a mãe do Napoleon, o Jacques-Louis David pintou a si mesmo assistindo a coroação.

Atualmente, o quadro tá em exposição no Museu do Louvre. E uma nova versão do mesmo quadro, pintada pelo mesmo Jacques-Louis David em 1808, tá em exposição no Palácio de Versalhes.

Today we’ll talk about a painting of the early 19th century by the French painter Jacques-Louis David. Its long title is Sacre de l’Empereur Napoléon et Couronnement de l’Impératrice Joséphine, à Notre-Dame de Paris, le 2 Décembre 1804 (“Consecration of Emperor Napoleon and Coronation of Empress Josephine in Notre-Dame de Paris on December 2, 1804.”, in English).

This 6, 21 m X 9, 79 m picture started being done in 1805 and was finished in 1807. It shows Napoleon I Bonaparte’s 1st minutes as the crowned Emperor of France, in 1804. But in fact it’s an allegorical picture, because it doesn’t show this situation exactly as it happened. It even includes people who just weren’t there.

In the center of the picture we can see a cabin where a woman sits in a prominent position between 2 maids. It’s Maria Letizia Ramolino Buonaparte: Napoleon’s mother. And she’s also one of the allegories of the picture, because she didn’t go to her son’s coronation.

To our knowledge, she didn’t want to go there because some moments before she had had a violent argument to some of her sons. But the reason she was included in the picture so prominently has never been very clear.

José Bonaparte no se fue a la coronación de su hermano como Emperador de Francia por cuenta de una violenta discusión entre él, su hermano y su madre (tampoco ella se fue a la coronación) ocurrida antes. Pero podemos verlo en la extrema izquierda del cuadro arriba, de pie en un rincón oscuro y casi dando las espaldas al espectador. Así, a diferencia de su madre (también vista alegóricamente en el cuadro), él no recibió ninguna importancia.

Junto a él, está su otro hermano, Luis Bonaparte, también visto de pie y vestido con una ropa igual que la de José.

Junto a Luis, pueden ser vistas 5 mujeres vestidas con ropas iguales...

No es posible saber bien quienes son ellas. Pero 3 entre ellas posiblemente son 3 otras hermanas de Napoleón: Carolina Bonaparte, Elisa Bonaparte y Paulina Bonaparte. Y la que está junto a un niño posiblemente es Hortensia de Beauharnais, la esposa de Luis, con su hijo.

Y la otra mujer, no se sabe quien es.

Es interesante recordar que casi todos los miembros de la familia de Napoleón I son vistos lejos de él en el cuadro. El único que le está cerca es Joaquín Murat (el marido de Carolina), que es visto detrás de la emperatriz de rodillas, con una almohada en sus manos (probablemente, donde estaban las coronas).

Un poquito a la derecha de las 5 mujeres ya dichas, está la Emperatriz Josefina de Beauharnais, la esposa de Napoleón I, esperando por la Corona de Emperatriz de Francia, al mismo tiempo que 2 damas tienen su manto en las manos.

Possiamo vedere al dipinto sopra Napoleone I fra sacerdoti, vescovi e altra gente dello stesso tipo. Ma non da importanza a loro e prende una corona. Probabilmente questa è la corona di sua moglie, visto che lui ha già una corona sulla testa e la posizione del corpo dell’imperatrice ci mostra che lei è in attesa di essere incoronata.

È interessante ricordare che quasi tutti quanti guardano la corona fra le mani di Napoleone I. Fra i personaggi più importanti del dipinto, solamente lui (che guarda sua moglie, in ginocchio), l’Imperatrice Giuseppina (che ha la testa in giù) e il Papa Pio VII (che ha un viso deluso) non lo fanno.

A proposito, si vede che Napolenone I mostra le spalle a lui, in un atteggiamento di disprezzo.

Si vede Pio VII seduto su un trono davanti all’altare, prostrato e facendo un debole gesto con la mano destra per benedire l’incoronazione. Ma tutti lo vedono come una persona di nessuna importanza.

Napoleone I non gli ha permesso di avere una partecipazione significativa nell’incoronazione, contrariamente a quanto ci si aspetterebbe da un papa in questo tipo di cerimonia. E secondo alcuni storiografi, Napoleone I ha tirato le 2 corone dalle mani del papa e incoronato sé stesso e a sua moglie!

Jacques-Louis David, il pittore di questo dipinto, ha incluso a lui stesso al quadro. Possiamo vederlo su una delle cabine.

Oggigiorno, questo dipinto è in mostra al Louvre. E una nuova versione dello stesso dipinto, che ha avuto lo stesso Jacques-Louis David come pittore, nel 1808, è in mostra al Palazzo di Versailles.

Até mais!

segunda-feira, 13 de junho de 2011

COM CERTEZA O MUNDO NÃO VAI SER ASSIM EM 2062

Oi!!!

Hoje a gente vai lembrar aqui de uma produção dos anos 60: o seriado The Jetsons.


Constatando o sucesso dos Flintstones, que tinha sido lançado em Setembro de 1960, a Hanna-Barbera decidiu lançar um desenho que seguisse exatamente o mesmo estilo.

Aliás, tudo mostra que, ao criarem esse desenho, eles queriam que fosse exatamente um reflexo do outro. E já que o outro se desenrolava no passado, esse aqui seria no futuro (no caso, no século XXI).

É impossível não comparar os Jetsons com os Flintstones. E quem quiser ver um post sobre os Flintstones, pode dar uma clicada aqui:

http://ultracecgb.blogspot.com/2010/12/yabba-dabba-doo.html

Bom, o desenho foi lançado em 1962, mas a história se passa em 2062, ou seja, exatamente 100 anos no futuro.

Vamos lembrar que entre o meio dos anos 50 e o meio dos anos 70 aconteceu o período da História conhecido como “Corrida Espacial”, em que desenvolver métodos pra chegar a outros planetas era o objetivo principal dos Estados Unidos. Então, quem viveu em 1962 via tanto investimento nisso que não tinha dúvidas de que 100 anos depois a Humanidade já teria se espalhado por vários outros planetas... Hoje, a gente vê que a coisa não chegou tão longe assim, né?rsrs Os terráqueos ainda não chegaram nem em Vênus e Marte, que são os planetas mais próximos...

Mas, acompanhando as expectativas de 1962, The Jetsons retrata a Terra já completamente interligada com outros planetas em 2062. Os terráqueos são retratados indo a outro planeta como se fossem ali na esquina.rs

A própria Terra é retratada cheia de robôs (geralmente desempenhando funções subalternas), naves espaciais de todos os tipos em vez de carros, eletrodomésticos incrivelmente evoluídos...

Enfim, é um futuro bastante utópico e idealizado, né?

Aqui vai o link pra abertura do desenho, pra quem quiser ver:

http://www.youtube.com/watch?v=z7BcpVGA0cg

Os personagens principais do seriado são a Família Jetson, composta pelo pai George, a mãe Jane, a filha mais velha Judy e o filho mais novo Elroy.

O George é um técnico de computador que trabalha na empresa Spacely Space Sprockets. E como quase sempre desagrada o patrão (que tá eternamente insatisfeito com ele), vários capítulos acabam com o patrão do George despedindo ele. Mas, no capítulo seguinte, ele aparece recontratado sem muita explicação (fica implícito que o patrão do George tem uma compulsão sádica por maltratar ele e, por isso, talvez recontrate ele pouco depois toda vez em que despede, pra poder continuar maltratando ele).

Podemos simplificar dizendo que as aventuras e desventuras da Família Jetson, pelo menos em metade das vezes, são simplesmente consequências de ordens chatas e abusivas que o patrão do George dá a ele.

A Jane é retratada como uma dondoca que passa o dia inteiro indo ao shopping e se preocupando com cosméticos. Mas, assim como George, é bem intencionada e tem uma personalidade tranquila.

A Judy é a filha adolescente deles. E é retratada como uma típica garotona dos anos 60 (afinal, foi quando o desenho foi produzido, né?), embora eventualmente fútil.

E o Elroy, como já foi dito, é o filho mais novo da família. Ele é o mais equilibrado de todos ali e é geralmente retratado como um garoto gênio. Mas também passa uma grande parte do tempo tentando chamar a atenção dos pais.

Na casa dos Jetsons também mora a empregada-robô deles, chamada Rosie (muito querida pela família, apesar de já ser considerada um modelo ultrapassado de robô), e o cachorro deles, chamado Astro (a raça dele não é revelada, mas parece ser um dinamarquês cinza).

Diferentes dos Flintstones, os Jetsons não têm uma família de vizinhos amigos que participam diretamente da vida deles. Até porque isso criaria um excesso de personagens fixos que atrapalharia a história, né?

Todos os personagens do desenho têm uma aparência bem mais frágil do que os personagens dos desenhos dos Flintstones. E provavelmente isso foi feito de forma proposital, já que os personagens aqui não têm que fazer esforço físico basicamente nenhum pra nada.

O desenho deixou de ser produzido momentaneamente em Março de 1963, quando totalizou 24 capítulos. Mas, devido à popularidade que ele atingiu, em 1985 outros 51 capítulos foram produzidos.

Nesses capítulos adicionais, a Família Jetson ganhou mais um bichinho de estimação: uma espécie de ursinho de pelúcia extraterrestre chamado Orbitty.

Com exceção disso, o desenho seguiu nessa temporada dos anos 80 basicamente o mesmo estilo que tinha seguido na temporada dos anos 60.

E em 1987, foi lançado um desenho de longa metragem em que os personagens dos Flintstones se encontram com os personagens dos Jetsons: The Jetsons Meet The Flintstones, lançado no Brasil com o título de Jetsons e Flintstones Se Encontram.

Today we’ll remember a production of the 60s: The Jetsons.

Having noted The Flintstones’ success (released in September 1960), Hanna-Barbera decided to release a cartoon that would be styled in the very same way.

Actually, we can see they wanted this series to be a new version of the other one. And as that one is supposed to take place in an ancient age of the past, this one would take place in the future (in the 21st century, to be exact).

It’s impossible not comparing The Jetsons to The Flintstones. By the way, you can click on the 1st link above to see a post about The Flintstones.

Well, the series was released in 1962. And the story takes place exactly 100 years later, in 2062.

Don’t forget the so-called “Space Race” happened from the 50s to the 70s. Developing methods to arrive at other planets was the main objective of the United States. Then, somebody who lived in 1962 had no doubt that 100 years later human beings would have already spread over some other planets... Nowadays we can see things haven’t gone so far, really?rsrs We’re in 2011 and human beings haven’t arrived even at the nearest planets Venus and Mars...

But based on the 1962 expectations, The Jetsons portrays the Earth as a planet completely interconnected with other planets in 2062. Terrans are portrayed going to other planets as if they were going to the nearest corner at their home street.rs

The Earth itself is portrayed as a planet full of robots (usually working in low-class jobs), every possible kind of space ships replacing the (then) old-fashion cars, and every possible kind of utopically advanced machines everywhere.

Anyway, the Jetsons live in a very utopian and idealized future.

Uds pueden clicar sobre el segundo enlace arriba para ver el opening de The Jetsons (Los Supersónicos).

Los personajes principales del serial son la Familia Jetson: George, Jane, Judy y Elroy (más conocidos en los países hablantes de Español como Super, Ultra, Lucero y Cometín).

George es un técnico en computación que trabaja en la Spacely Space Sprockets. Y puesto que casi nada que él hace gusta a su jefe (que está eternamente insatisfecho con todo), muchos capítulos acaban con el jefe de George despidiéndolo. Pero el próximo capítulo lo muestra trabajando allá de nuevo sin muchas explicaciones (se da a entender que el jefe de George tiene una compulsión sádica por maltratarlo y, por lo tanto, puede volver a contratarlo poco después de cada vez que lo despide, para poder seguir abusando de él).

Podemos simplificar diciendo que las aventuras y desventuras de la Familia Jetson, por lo menos en la mitad de las veces, son simplemente consecuencias de órdenes aburridos y abusivos que el jefe de George le da.

Jane es retratada como una mujer fútil que pasa todo el día yéndose a las compras y preocupándose con cosméticos. Pero, tanto como su marido George, es bien intencionada y tiene una personalidad tranquila.

Judy es la hija adolescente de la familia. Es retratada como una muchacha común de los años 60 (puesto que ese dibujo animado fue producido en los años 60), aunque pueda ser fútil algunas veces.

Y Elroy es el más jóven de la familia. El es el más equilibrado de todos allá y suele ser retratado como un niño genio. Pero él pasa mucho tiempo haciendo lo que puede para llamar la atención de sus padres.

In The Jetsons (I Pronipoti), a casa della Famiglia Jetson abitano, oltre ai protagonisti, la colf robot Rosie (molto amata dalla famiglia, nonostante sia già considerata un modello superato di robot) e il cane Astro (la sua razza non viene rivelata, ma sembra essere un danese grigio).

I Jetsons non hanno una famiglia di vicini che partecipa direttamente della loro vita (in questo punto, non sono come i Flintstones). Inoltre, questo creerebbe un eccesso di personaggi fissi nella storia, vero?

I personaggi tutti quanti di The Jetsons hanno un aspetto molto più fragile rispetto ai personaggi di The Flintstones. E è molto possibile che questo sia stato fatto di proposito, dato che i personaggi qui non hanno bisogno di fare qualche sforzo fisico per niente.

La produzione dello show è stata momentaneamente fermata nel Marzo del 1963, dopo 24 episodi. Ma grazie alla popolarità dello show, 51 nuovi episodi sono stati prodotti nel 1985.

In questi nuovi episodi, un nuovo membro è arrivato alla Famiglia Jetson: un essere più o meno simile a un piccolo orsacchiotto extraterrestre, chiamato Orbitty.

Fatta eccezione per questo, gli episodi degli anni 80 hanno lo stesso stile di quei degli anni 60. Fondamentalmente gli stessi personaggi, lo stesso tipo di avventure...

E nel 1987, è stato messo in circolazione un film di animazione dove gli Jetsons trovano i Flintstones. Il suo titolo originale è The Jetsons Meet The Flintstones, ma in Italia si chiama I Pronipoti incontrano gli Antenati.

Até!

sábado, 11 de junho de 2011

ELE NÃO SE SURPREENDE POR SER UM ÍCONE GAY

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no ator e dublador indiano Abhishek Bachchan.

Abhishek Amitabh Srivastav nasceu em Maharashtra, em 05 de Fevereiro de 1976.

Ele é filho do ator Amitabh Bachchan e da atriz Jaya Bachchan e irmão da jornalista Shweta Bachchan-Nanda.

Como se vê, o sobrenome original da família do pai do Abhishek não era Bachchan, mas sim Srivastav. Só que o avô dele, que era um poeta, usava o nome artístico de Harivansh Rai Bachchan. E o pai dele, quando começou a carreira de ator, decidiu usar o mesmo sobrenome artístico. E o Abhishek seguiu a mesma ideia.

Ele estudou na Jamnabai Narsee School, na Bombay Scottish School e na Modern School of New Delhi.

Depois, o Abhishek foi pra Suíça, onde começou o curso de Direito do Aiglon College, se transferindo, mais tarde, pra Boston University, nos Estados Unidos.

Mas, decidido a seguir a carreira de ator, ele deixou a faculdade nos Estados Unidos e voltou pra Índia.

Os pais do Abhishek aceitaram a decisão dele e não chegou a ter grandes problemas por causa disso.

A estreia dele como ator foi no ano 2000, no filme Refugee.

Desde então, ele usa o nome artístico de Abhishek Bachchan.

Com 1, 91m de altura, ele logo conquistou o status de símbolo sexual. E uma coisa curiosa: ele é um dos atores indianos que têm a maior quantidade de fãs gays.

O Abhishek diz que não se surpreende com isso, já que tem o tipo físico que uma grande parte dos gays admiram.


Ele acha que talvez também seja porque ele já interpretou alguns personagens gays (embora poucos e só em comédias).

Desde 2007, o Abhishek é casado com a atriz Aishwarya Rai.

Em 2010, o Abhishek teve o 1º trabalho dele (e único até hoje) como dublador, no filme Jhootha Hi Sahi.

O Abhi, como costuma ser chamado pelos amigos, teve até agora 51 trabalhos como ator no cinema e televisão e 1 como dublador.

Tem também 2 filmes novos dele que ainda não foram lançados. E mais outro que ele tá pensando em começar a gravar em 2012.

Today we’ll talk a little about the Indian actor and voice actor Abhishek Bachchan.

He was born in Maharashtra, on February 5th, in 1976, as Abhishek Amitabh Srivastav.

His parents are actor Amitabh Bachchan and actress Jaya Bachchan. And his sister is journalist Shweta Bachchan-Nanda.

As we can see, his father’s original last name is Srivastav, not Bachchan. But as his grand-father, a poet, used Harivansh Rai Bachchan as his artistic name, Abhishek’s father started his own career using the same artistic last name. And Abhishek himself did the very same thing.

Abhishek ha studiato nella Jamnabai Narsee School, nella Bombay Scottish School e nella Modern School of New Delhi.

Dopo questo, lui è andato nella Svizzera, dove è stato nel Corso di Legge dell’Aiglon College. E qualche tempo dopo, si è trasferito alla Boston University, negli Stati Uniti.

Ma Abhishek voleva essere un attore. Così, ha lasciato l’università negli Stati Uniti ed è tornato nell’India.

I suoi genitori hanno accettato la sua decisione e, così, lui non ha avuto grossi problemi per questo.

Il suo primo lavoro come attore è stato nel film Refugee (2000).

Da quell’epoca, usa il nome artistico di Abhishek Bachchan.

El cuerpo de 1, 91m de Abhishek lo hizo un símbolo sexual. Y es curioso: es uno de los actores indianos que tienen más fans gays.

El dice que no está sorpreso por eso, puesto que tiene un tipo físico que gusta a una gran parte de los gays.

Abhishek tiene algunos personajes gays en su curriculum y cree que eso también lo hace un ídolo gay.

Desde 2007, él está casado con la actriz Aishwarya Rai.

El único trabajo de Abhishek como doblador hasta hoy fue en Jhootha Hi Sahi (2010).

Abhi, como lo llaman sus amigos, tuvo hasta hoy 51 trabajos como actor cinematográfico y televisivo y 1 como doblador.

Hay otras 2 películas nuevas con él que todavía no fueron estrenadas. Y él está pensando en otra, que empezará a rodar en 2012.

Até mais!