Oi!!!
Hoje eu vou falar sobre uma questão que, mesmo entre os psiquiatras mais sérios, costuma causar discordância: a dúvida se o transexualismo é uma doença ou não.
Eu vou dar a minha opinião: isso me parecem casos de insatisfação radical contra o próprio corpo ou contra um sexo específico, que é o sexo do qual a pessoa faz parte (por exemplo, alguém nasceu homem, mas, por algum motivo, desenvolveu um horror tão grande aos homens que não quer mais ser um deles). A mim, que estou aqui tão somente dando uma opinião leiga, sem querer me passar por psicólogo nem nada parecido, isso parece mais um trauma psicológico ou alguma coisa do tipo, causado pelos motivos que eu mencionei acima. Se é ou não uma doença, eu diria que depende do que você chama de “doença”.
A meu ver, não é. Porque trauma não é exatamente doença, né?
Mas vamos ver os resultados práticos disso:
Em 1º lugar, vamos lembrar que QUALQUER cirurgia que uma pessoa faça no corpo dela é um grande abalo que o organismo dela sofre. Das cirurgias mais simples às mais complicadas, é assim.
Posto isso, vamos pensar no transexual, ou seja, uma pessoa que nasceu com um determinado sexo, mas, na cabeça dela, ela entende que é do outro sexo. É alguém que nasceu homem, mas entende que é mulher, ou vice-versa. E por isso mesmo, resolve fazer uma cirurgia pra modificar o órgão sexual e ficar com um órgão sexual que parece com o do sexo oposto... Eu nunca vi pessoalmente nenhum resultado desse tipo de cirurgia, então nem posso opinar muito sobre o assunto. Mas, até onde eu pude me informar, nunca fica 100% igual a um pênis natural ou a uma vagina natural.
Mas vamos lá: depois de fazer a cirurgia principal, tem as cirurgias de correção, que são cirurgias obrigatórias. Tem que ir ajeitando as ‘rebarbas’ que ficaram até terminar tudo de vez... Bom, se a pessoa já tem consciência disso antes de fazer a 1ª cirurgia e decide seguir em frente assim mesmo, que vá em frente, né? O corpo é dela, ela faz o que bem entender com ele. Mas vamos lembrar que, depois de todas essas cirurgias, o corpo da pessoa está bombardeado. E é aí que entra uma outra questão que, nesse caso, sim, eu acho que é uma doença...
Depois que já fizeram a cirurgia de mudança de sexo e as cirurgias corretivas que tem que fazer depois, alguns transexuais se olham no espelho e falam:
“Ah, mas a minha testa ainda tá parecendo testa de homem! Tenho que fazer uma cirurgia pra corrigir isso.”
“Ah, mas o meu maxilar ainda tá parecendo maxilar de homem! Tenho que fazer uma cirurgia pra corrigir isso.”
“Ah, mas a minha cintura ainda tá parecendo cintura de homem! Tenho que fazer uma cirurgia pra corrigir isso.”
Então, NESSE CASO, quando a pessoa desenvolve uma obsessão por continuar mudando o corpo dela mais e mais e mais e mais e mais e mais e mais e mais e mais e mais, uma insatisfação eterna com a aparência do próprio corpo, independente do resultado que já tenha sido obtido com mudanças que já foram feitas antes, aí eu acho que já é uma doença.
E com todas essas cirurgias seguidas, a pessoa vai destruir o organismo dela da cabeça aos pés!
Mas isso não é nenhum problema exclusivo dos transexuais. A gente também vê muita mulher hétero pensando exatamente da mesma forma. Aliás, sejamos francos: eu até vejo essa compulsão em fazer novas e novas cirurgias plásticas com mais frequência entre as mulheres héteros do que entre os transexuais.
É claro que continua valendo a mesma regra: o corpo é da pessoa e ela faz o que quiser e bem entender com ele. Mas quando chega a esse ponto compulsivo, acho que a pessoa já não se encontra mais em pleno uso de suas faculdades mentais, né? Já é o caso de procurar ajuda psicológica (mas com profissionais sérios; não com pseudo-psicólogos evangélicos que querem tão somente converter os outros à igreja deles).
Bom, fica aí algo pra refletir.
Pra quem comemora o Natal, feliz Natal! E até a próxima!
Hoje eu vou falar sobre uma questão que, mesmo entre os psiquiatras mais sérios, costuma causar discordância: a dúvida se o transexualismo é uma doença ou não.
Eu vou dar a minha opinião: isso me parecem casos de insatisfação radical contra o próprio corpo ou contra um sexo específico, que é o sexo do qual a pessoa faz parte (por exemplo, alguém nasceu homem, mas, por algum motivo, desenvolveu um horror tão grande aos homens que não quer mais ser um deles). A mim, que estou aqui tão somente dando uma opinião leiga, sem querer me passar por psicólogo nem nada parecido, isso parece mais um trauma psicológico ou alguma coisa do tipo, causado pelos motivos que eu mencionei acima. Se é ou não uma doença, eu diria que depende do que você chama de “doença”.
A meu ver, não é. Porque trauma não é exatamente doença, né?
Mas vamos ver os resultados práticos disso:
Em 1º lugar, vamos lembrar que QUALQUER cirurgia que uma pessoa faça no corpo dela é um grande abalo que o organismo dela sofre. Das cirurgias mais simples às mais complicadas, é assim.
Posto isso, vamos pensar no transexual, ou seja, uma pessoa que nasceu com um determinado sexo, mas, na cabeça dela, ela entende que é do outro sexo. É alguém que nasceu homem, mas entende que é mulher, ou vice-versa. E por isso mesmo, resolve fazer uma cirurgia pra modificar o órgão sexual e ficar com um órgão sexual que parece com o do sexo oposto... Eu nunca vi pessoalmente nenhum resultado desse tipo de cirurgia, então nem posso opinar muito sobre o assunto. Mas, até onde eu pude me informar, nunca fica 100% igual a um pênis natural ou a uma vagina natural.
Mas vamos lá: depois de fazer a cirurgia principal, tem as cirurgias de correção, que são cirurgias obrigatórias. Tem que ir ajeitando as ‘rebarbas’ que ficaram até terminar tudo de vez... Bom, se a pessoa já tem consciência disso antes de fazer a 1ª cirurgia e decide seguir em frente assim mesmo, que vá em frente, né? O corpo é dela, ela faz o que bem entender com ele. Mas vamos lembrar que, depois de todas essas cirurgias, o corpo da pessoa está bombardeado. E é aí que entra uma outra questão que, nesse caso, sim, eu acho que é uma doença...
Depois que já fizeram a cirurgia de mudança de sexo e as cirurgias corretivas que tem que fazer depois, alguns transexuais se olham no espelho e falam:
“Ah, mas a minha testa ainda tá parecendo testa de homem! Tenho que fazer uma cirurgia pra corrigir isso.”
“Ah, mas o meu maxilar ainda tá parecendo maxilar de homem! Tenho que fazer uma cirurgia pra corrigir isso.”
“Ah, mas a minha cintura ainda tá parecendo cintura de homem! Tenho que fazer uma cirurgia pra corrigir isso.”
Então, NESSE CASO, quando a pessoa desenvolve uma obsessão por continuar mudando o corpo dela mais e mais e mais e mais e mais e mais e mais e mais e mais e mais, uma insatisfação eterna com a aparência do próprio corpo, independente do resultado que já tenha sido obtido com mudanças que já foram feitas antes, aí eu acho que já é uma doença.
E com todas essas cirurgias seguidas, a pessoa vai destruir o organismo dela da cabeça aos pés!
Mas isso não é nenhum problema exclusivo dos transexuais. A gente também vê muita mulher hétero pensando exatamente da mesma forma. Aliás, sejamos francos: eu até vejo essa compulsão em fazer novas e novas cirurgias plásticas com mais frequência entre as mulheres héteros do que entre os transexuais.
É claro que continua valendo a mesma regra: o corpo é da pessoa e ela faz o que quiser e bem entender com ele. Mas quando chega a esse ponto compulsivo, acho que a pessoa já não se encontra mais em pleno uso de suas faculdades mentais, né? Já é o caso de procurar ajuda psicológica (mas com profissionais sérios; não com pseudo-psicólogos evangélicos que querem tão somente converter os outros à igreja deles).
Bom, fica aí algo pra refletir.
Pra quem comemora o Natal, feliz Natal! E até a próxima!
2 comentários:
Feliz Natal, de fato é preciso que a pessoa que se sinta trans passe por uma rigorosa avaliação por diversos profissionais da area medica, até porque não é muito fácil perceber se o que ocorre é um trauma ou realmente não se sentir adequado em termos de corpo, mente e coração.É bem complexo mesmo!
Com certeza.
Mas como eu disse, tem pessoas que não são transexuais e desenvolvem essa paranoia em fazer uma cirurgia pra mudar alguma coisa no corpo, outra cirurgia pra mudar alguma coisa no corpo, outra cirurgia pra mudar alguma coisa no corpo, outra cirurgia pra mudar alguma coisa no corpo, outra cirurgia pra mudar alguma coisa no corpo, outra cirurgia pra mudar alguma coisa no corpo...
Quando isso acontece, acho que essa pessoa precisa de algum tipo de ajuda psiquiátrica ou alguma coisa do tipo.
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