Oi!!!
Hoje a gente vai falar hoje sobre outro personagem histórico homossexual: o André Maturette.
A foto que vocês tão vendo acima é do ator Robert Deman, que interpretou o André no filme Papillon (1973), já que nunca foi feita nenhuma foto do verdadeiro André.
Eu já fiz um post sobre esse personagem no CECG&B. Mas, como assuntos relacionados à França tão em destaque no momento, vou lembrar ele aqui.
Basicamente tudo o que se sabe sobre o André foi registrado no livro Papillon, escrito pelo Henri Charrière (apelidado pelos amigos de Papillon). E esse livro, apesar de ter sido lançado pelo autor como a autobiografia dele, tem várias partes contestadas por vários historiadores, que acham muito improvável que a mesma pessoa tenha vivido todas as aventuras descritas no livro e passado por todos os lugares mencionados ali, apesar das situações parecerem bem reais. Em outras palavras, se pensa que tudo o que é contado no livro pode muito bem ter sido inspirado em fatos reais, mas fatos dos quais o autor ouviu falar, e não viveu pessoalmente. Então, não dá pra saber direito o que é ‘lenda’ e o que é verdade em relação aos personagens mostrados ali (e isso inclui o André).
Bom, vamos em frente...
A origem do André não é muito clara. Mas ele parece ter sido um menino pobre da França, nascido por volta de 1915 (não há documentos que provem quando ele nasceu), época em que a Guiana Francesa ainda era usada como terra de degredo: um cidadão francês que cometia um crime na Europa era preso e mandado pra América do Sul, pra cumprir uma pena de trabalhos forçados na Guiana Francesa.
Mas a grande maioria era só falsamente acusada de ter feito alguma coisa. O próprio Papillon foi condenado ao degredo pela falsa acusação do assassinato de um cafetão.
Mas enfim: era lá que ficavam o Presídio de St-Laurent du Maroni (às margens do Rio Maroni) e o Arquipélago da Salvação, formado pela Ilha Royale, pela Ilha de Saint-Joseph e pela Ilha do Diable (apelidadas de “Devoradoras de Homens”, devido aos métodos de prisão e tortura que eram aplicados ali), pra onde a maioria dos condenados eram mandados.
Bom, quando tinha mais ou menos 17 anos, na companhia de um colega de 16, o André participou do assassinato (provavelmente em conseqüência de um assalto) de um motorista de táxi... Nunca se soube qual dos 2 matou o homem, já que, no julgamento, eles assumiram, cada um, a autoria total do crime, inocentando um ao outro. De qualquer forma, os 2 deveriam ser condenados à morte pelo crime, mas tiveram a condenação mudada pra degredo, devido a serem menores.
Assim, o André foi mandado pra Guiana Francesa com mais ou menos 18 anos. E lá, ele passava o tempo tentando seduzir os guardas e os condenados mais velhos.
Em 1933, quando o Papillon traçou o 1º plano de fuga, ele pretendia sair direto da enfermaria do presídio, onde tava internado (e dali já era pra ir pras ilhas), junto com o amigo Joanes Clousiot (que tinha sido condenado pela falsa acusação do roubo de uma bicicleta). Mas, como eles eram vigiados por um carcereiro todas as noites, isso ficava impraticável. Assim, o Papillon propôs ao André que desse um jeito de manter o carcereiro ‘ocupado’ por uns dias, em troca de fugir com eles.
O André aceitou e passou a ir com o carcereiro pro banheiro da enfermaria por uns minutos toda noite, até que o cara confiasse completamente nele. E na noite combinada, assim que o carcereiro saiu do banheiro, o Papillon deu-lhe uma porrada na nuca, desmaiando ele. E os 3, como tava combinado, fugiram juntos da enfermaria, passando rápido pelos vigias.
Quando eles pularam o muro do presídio, tavam lá 2 caras, contratados pelo Papillon, esperando eles com um barco (o plano era fugir dali pelo Mar e chegar à Colômbia, o que era um longo caminho).
A fuga não foi difícil, mas o Joanes quebrou a perna quando pulou o muro... De qualquer forma, ele, o André e o Papillon ficaram escondidos numa enseada fechada do rio, pensando em esperar até a história da fuga deles esfriar no presídio.
Os 2 ajudantes deixaram uma velha canoa com eles e ficaram de voltar uns dias depois, pra levar o que faltasse... Só que eles não apareceram mais.
Poucos dias depois, os 3 encontraram um caçador que, examinando a canoa que eles tinham lá, disse que eles não tinham condição nenhuma de sair pelo Mar com aquilo. E aconselhou eles a irem até a Ilha dos Pombos, onde podiam comprar um barco dos bons.
Essa ilha era uma colônia de prisioneiros leprosos, que eram mantidos lá pra não contaminar ninguém no presídio. E os 3 conseguiram o barco de que precisavam sem problemas, até por terem sido muito bem recebidos na ilha, ganhando até presentes, armas e até mesmo uma doação em dinheiro dos habitantes.
Dessa ilha, os 3 saíram pela foz do Maroni, entraram no Mar e navegaram até Trinidad, onde foram calorosamente acolhidos pela Família Bowen. E enquanto a perna do Joanes era tratada, o André e o Papillon receberam total liberdade pra circular pela ilha, se divertindo muito, por sinal. Mas, ao contrário do que parece, isso não era um desatino da Lei de Trinidad. É que se dava um prazo de 1 mês pros foragidos de outros países se refazerem em Trinidad. Depois disso, tinham que deixar a ilha.
Antes de partirem, as autoridades locais pediram a eles que levassem 3 outros fugitivos franceses que tavam lá, identificados apenas como Dufils, Kergueret e Leblond. E o Papillon, que era reconhecido como líder do grupo, aceitou.
De Trinidad, os 6 navegaram até Curaçau, onde foram presos depois de um desentendimento com os primeiros habitantes que encontraram lá. Mas o Papillon ganhou a simpatia do Monsenhor Irénée de Bruyne, que, muito influente com as autoridades de Curaçau, intercedeu pelos 6, permitindo que eles fossem soltos e seguissem viagem.
Chegando no litoral da Colômbia, o Dufils, o Kergueret e o Leblond pediram pra ser deixados ali. E o André, o Papillon e o Joanes seguiram em frente. Mas logo foram interceptados a barco por policiais colombianos, que levaram eles presos pra Rio Hacha, onde eles reencontraram os outros 3, que também tinham sido capturados logo depois do desembarque.
Não muito tempo depois disso, o Papillon conseguiu fugir desse presídio junto com um prisioneiro colombiano. E o André e os outros 4 foram transferidos pra outro presídio, em Santa Marta.
Passados 7 meses da fuga do Papillon, ele foi recapturado e recolocado junto com os 5 amigos, que, mais tarde, foram transferidos pra outro presídio, em Barranquilla. E lá, depois de algumas tentativas fracassadas de fuga, os 6 foram entregues às autoridades francesas, que levaram todos de volta pra Guiana Francesa.
Lá chegando, eles foram condenados, cada um, a 2 anos de reclusão na Ilha de Saint-Joseph, pela tentativa de fuga. Os reclusos recebiam 3 pequenas refeições por dia e eram colocados em celas individuais e sem iluminação, onde eram vigiados por 24 horas seguidas. E eram terminantemente proibidos de falar qualquer coisa, a não ser que algum vigia ou oficial perguntasse alguma coisa a eles. Os que desobedeciam essa regra eram amordaçados e presos numa camisa-de-força na própria cela.
Cumpridos os 2 anos (de 1935 a 1937), eles foram tirados das celas. E apesar de tá muito debilitado, o André conseguiu sobreviver. O Papillon, que tinha recebido vários contrabandos de comida mais saudável mandada pelos amigos dele, tava em condições bem melhores. Mas o Joanes não resistiu e morreu. Os outros 3 amigos da fuga deles não são mais mencionados pelo livro depois disso.
Sendo mandados pra Ilha Royale, apesar do Papillon continuar infinitamente pensando em fugir, o André não quis mais saber disso. Ele conseguiu o cargo de enfermeiro-assistente na própria enfermaria onde foi tratado depois de sair da reclusão. E ficou por lá mesmo.
Mas ele e o Papillon continuaram mantendo contato. E os outros presos chegaram até a pensar que eles eram amantes. Aliás, a última informação que o livro dá sobre o André é quando aparecem alguns presos que, interessados nele, perguntam ao Papillon se eles tão juntos, no que o Papillon confirma que nunca transou com ele.
Provavelmente o André continuou ali até morrer ou até o presídio ser desativado, em 1951.
O André é chamado simplesmente de “Maturette” basicamente durante o livro todo. E em outro livro assinado pelo Papillon, Banco, ele também menciona um personagem chamado “Maturette”, mas não parece ser o mesmo personagem (esse é hétero rs).
Como já foi dito, o livro inspirou um filme com o mesmo nome, protagonizado pelo Steve McQueen, em 1973 (ano em que o Papillon morreu).
Mas o roteiro do filme acabou se afastando bastante do texto do livro. Inclusive, o André morre no filme, coisa que não acontece no livro.
Oggi parleremo un po’ di André Maturette, un altro personaggio storico gay.
Quasi tutto quello che si sa di lui si legge nel libro Papillon, di Henri Charrière. E nonostante se lo vedano come l’autobiografia di Henri, c’è chi dice che è una storia impossibile di esser stata vissuta per la stessa persona. Si crede che Henri abbia conosciuto le storie di altre persone e scritto il libro mettendole tutte insieme, come se fossero la storia della sua vita. Così, non si sa chiaramente quello che è vero e quello che non lo è in questo libro. Comunque sia...
Non si sa chiaramente quando, dove e come André è nato. Ma si crede che sia stato in Francia, come un bambino povero, forse nel 1915, quando la Guyana Francese era ancora usata come una prigione francese. Ma la parte più grande di chi ci andava non aveva fatto veramente niente.
Nella Guyana Francese c’erano la Prigione di St-Laurent du Maroni ed anche le 3 Isole du Salut (l’Isola Royale, l’Isola di San Giuseppe e l’Isola del Diavolo), dove la tortura dei prigionieri era costante.
Quando André aveva forse 17 anni, lui ed un amico di 16 sono stati presenti quando un uomo che guidava un taxi è stato assassinato... Nessuno ha mai saputo chi ha assassinato l’uomo, perché ognuno dei 2 ragazzi ha detto che l’assassino era lui e l’amico era innocente. Così, i 2 dovevano avere la pena di morte. Ma questo non è sucesso perché avevano meno di 18 anni. E la loro pena è stata cambiata ad esilio.
André è arrivato nella Guiana Francese quando aveva forse 18 anni. E prima della sua avventura insieme a Henri, passava il suo tempo cercando sesso coi poliziotti e coi prigionieri più vecchi.
Quasi tutto quello che si sa di lui si legge nel libro Papillon, di Henri Charrière. E nonostante se lo vedano come l’autobiografia di Henri, c’è chi dice che è una storia impossibile di esser stata vissuta per la stessa persona. Si crede che Henri abbia conosciuto le storie di altre persone e scritto il libro mettendole tutte insieme, come se fossero la storia della sua vita. Così, non si sa chiaramente quello che è vero e quello che non lo è in questo libro. Comunque sia...
Non si sa chiaramente quando, dove e come André è nato. Ma si crede che sia stato in Francia, come un bambino povero, forse nel 1915, quando la Guyana Francese era ancora usata come una prigione francese. Ma la parte più grande di chi ci andava non aveva fatto veramente niente.
Nella Guyana Francese c’erano la Prigione di St-Laurent du Maroni ed anche le 3 Isole du Salut (l’Isola Royale, l’Isola di San Giuseppe e l’Isola del Diavolo), dove la tortura dei prigionieri era costante.
Quando André aveva forse 17 anni, lui ed un amico di 16 sono stati presenti quando un uomo che guidava un taxi è stato assassinato... Nessuno ha mai saputo chi ha assassinato l’uomo, perché ognuno dei 2 ragazzi ha detto che l’assassino era lui e l’amico era innocente. Così, i 2 dovevano avere la pena di morte. Ma questo non è sucesso perché avevano meno di 18 anni. E la loro pena è stata cambiata ad esilio.
André è arrivato nella Guiana Francese quando aveva forse 18 anni. E prima della sua avventura insieme a Henri, passava il suo tempo cercando sesso coi poliziotti e coi prigionieri più vecchi.
En 1933, cuando Papillon pensó de escaparse por la primera vez de la Guayana Francesa, estaba en la enfermería del Presidio de St-Laurent du Maroni, junto a su amigo Joanes Clousiot. Pero había un centinela que se quedaba junto a ellos todas las noches. Así, Papillon dijo a André Maturette para seducir al hombre por algunos días, y podría escaparse con ellos. Y André se iba con el centinela para el cuarto de baño todas las noches hasta el hombre empezar a confiar completamente en él. Hasta que, en la noche combinada, Papillon golpeó a la cabeza del centinela cuando él salió del cuarto de baño y se escapó junto a André y Joanes.
No fue difícil escapar, pero Joanes rompió su pierna cuando saltó el muro del presidio.
Junto al presidio se quedaba el Río Maroni, donde 2 hombres contratados por Papillon los esperaban con un barco (Papillon pensaba de dejar la Guayana Francesa para irse a Colombia con sus 2 amigos).
Los 2 ayudantes de Papillon los dejaran en una pequeña playa del río, con una vieja canoa, diciéndoles que se quedasen allí hasta que su fuga fuera un poco olvidada en el presidio. Y ellos 2 regresarían después... Pero no regresaron más.
Pocos día después, los 3 se avistaron con un cazador que les dijo para ir a una isla de leprosos próxima para comprar un barco nuevo y mejor: la canoa que ellos tenían allí sería simplemente aniquilada en el Mar.
Ellos fueron muy bienvenidos en la isla, compraron su barco nuevo y hasta mismo tuvieron presentes de los habitantes. Y después de dejar el Maroni y entrar en el Mar, fueron primero para Trinidad, donde la Familia Bowen los recibió muy bien. Por la Ley, ellos podían quedarse allí por 1 més, pero después tenían que irse. Y cuando se fueron, las autoridades de Trinidad les pidieron para llevar 3 otros franceses con ellos: Dufils, Kergueret y Leblond.
Después de eso, estuvieron en Curaçau, desde donde, después de algunos problemas, continuaron su viaje para Colombia.
Dufils, Kergueret y Leblond fueron dejados en una pequeña playa de Colombia y, pocos después, André, Papillon y Joanes fueron presos por agentes de policía en una lancha y llevados para Rio Hacha, donde estaban los otros 3 (que habían sido presos también).
Papillon pudo escaparse de nuevo, mientras André y los otros 4 fueron llevados para Santa Marta, donde, después de 7 meses, fueron puestos junto a Papillon, que había sido preso de nuevo.
Los 6 fueron llevados a Barranquilla, donde fueron entregues a las autoridades francesas.
No fue difícil escapar, pero Joanes rompió su pierna cuando saltó el muro del presidio.
Junto al presidio se quedaba el Río Maroni, donde 2 hombres contratados por Papillon los esperaban con un barco (Papillon pensaba de dejar la Guayana Francesa para irse a Colombia con sus 2 amigos).
Los 2 ayudantes de Papillon los dejaran en una pequeña playa del río, con una vieja canoa, diciéndoles que se quedasen allí hasta que su fuga fuera un poco olvidada en el presidio. Y ellos 2 regresarían después... Pero no regresaron más.
Pocos día después, los 3 se avistaron con un cazador que les dijo para ir a una isla de leprosos próxima para comprar un barco nuevo y mejor: la canoa que ellos tenían allí sería simplemente aniquilada en el Mar.
Ellos fueron muy bienvenidos en la isla, compraron su barco nuevo y hasta mismo tuvieron presentes de los habitantes. Y después de dejar el Maroni y entrar en el Mar, fueron primero para Trinidad, donde la Familia Bowen los recibió muy bien. Por la Ley, ellos podían quedarse allí por 1 més, pero después tenían que irse. Y cuando se fueron, las autoridades de Trinidad les pidieron para llevar 3 otros franceses con ellos: Dufils, Kergueret y Leblond.
Después de eso, estuvieron en Curaçau, desde donde, después de algunos problemas, continuaron su viaje para Colombia.
Dufils, Kergueret y Leblond fueron dejados en una pequeña playa de Colombia y, pocos después, André, Papillon y Joanes fueron presos por agentes de policía en una lancha y llevados para Rio Hacha, donde estaban los otros 3 (que habían sido presos también).
Papillon pudo escaparse de nuevo, mientras André y los otros 4 fueron llevados para Santa Marta, donde, después de 7 meses, fueron puestos junto a Papillon, que había sido preso de nuevo.
Los 6 fueron llevados a Barranquilla, donde fueron entregues a las autoridades francesas.
After have been arrested in Colombia, André, Papillon and Joanes were extradited back to French Guiana. And they were sent to Saint Joseph Island, where each one was put in an individual cell with no electrical energy for 2 years. They had only 3 light meals a day and were forbidden to speak anything. And 2 policemen watched them 24 hours a day.
They lived in these conditions from 1935 to 1937. André was really weak after that, but he could survive. Papillon was much stronger than him, because he had received many nutritious pieces of food from his friends in his cell as a kind of contraband. But Joanes died in sick conditions.
Then, they were sent to Royale Island. And Papillon continued with his intentions to escape. But André really gave up. He was able to get a kind of a job as a nurse at the infirmary where he had stayed after having left the cell. And what happened to him after that is unknown.
Anyway, many prisoners thought he and Papillon were lovers. By the way, the last time André is mentioned in Papillon is when some prisoners who want him sexually ask Papillon if he’s dating André. And he answered he isn’t and he’s never been.
Probably, André continued on Royale Island to his death or to the end of the prison, in 1951.
André is often called “Maturette” in the book. And Papillon wrote another book called Banco which has another character named Maturette who lived in Venezuela in the 1950s. But it’s almost sure it wasn’t the same person (this one is a hetero guy).
When Papillon died, in 1973, a film based on his 1st book was released. It was also called Papillon.
Steve McQueen starred this movie. But it goes very far from what is written in the book. The story is really different. By the way, André dies in the movie, and it doesn’t happen in the book.
Anyway, he was portrayed by Robert Deman.
They lived in these conditions from 1935 to 1937. André was really weak after that, but he could survive. Papillon was much stronger than him, because he had received many nutritious pieces of food from his friends in his cell as a kind of contraband. But Joanes died in sick conditions.
Then, they were sent to Royale Island. And Papillon continued with his intentions to escape. But André really gave up. He was able to get a kind of a job as a nurse at the infirmary where he had stayed after having left the cell. And what happened to him after that is unknown.
Anyway, many prisoners thought he and Papillon were lovers. By the way, the last time André is mentioned in Papillon is when some prisoners who want him sexually ask Papillon if he’s dating André. And he answered he isn’t and he’s never been.
Probably, André continued on Royale Island to his death or to the end of the prison, in 1951.
André is often called “Maturette” in the book. And Papillon wrote another book called Banco which has another character named Maturette who lived in Venezuela in the 1950s. But it’s almost sure it wasn’t the same person (this one is a hetero guy).
When Papillon died, in 1973, a film based on his 1st book was released. It was also called Papillon.
Steve McQueen starred this movie. But it goes very far from what is written in the book. The story is really different. By the way, André dies in the movie, and it doesn’t happen in the book.
Anyway, he was portrayed by Robert Deman.
Até mais!

5 comentários:
Adorei o post!
Curiosidades e muita cultura!
Parabéns! Já virei fã! Rs
Abraços
Interessante esse post, não conhecia a história do André.
Bandoleiro Gay→ rs Obrigado!
Que bom que você gostou!
Abraços também!
Iziel→ Bom, com todas as aventuras pelas quais ele passou, ele foi quase um herói, né?
Estranho! Da forma como as ilhas são descritas no livro, dá a impressão de que elas têm encostas íngremes, com penhascos enormes. E vendo as fotos, nota-se que não é nada disso. São ilhas até achatadas, não é mesmo?
Na verdade, de acordo com alguns historiadores, qualquer contato do Papillon com a Ilha do Diable é 100% fictícia (embora ele afirme no livro que foi dessa ilha que ele fugiu). Porque os registros históricos mostram que ele nunca teve lá!
Ele escapou realmente de um presídio da Guiana Francesa, mas, assim mostram os registros, ele fugiu do Presídio de Saint-Laurent du Maroni, que ficava no continente, e não nas ilhas.
Então, a descrição que ele faz das ilhas é do que ele imaginou que elas seriam, e não do que eram realmente.
Provavelmente ele inventou essa passagem do livro depois de ter ouvido os relatos de outros presos que tiveram lá, né?
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