domingo, 26 de setembro de 2010

MAEVE e MORRIGU

MAEVE

Embora haja muitas suposições de que Maeve foi uma personagem histórica que só passou a ser adorada como deusa depois da morte, não há nenhum documento histórico que confirme isso de forma decisiva. Mas, se isso é verdade, ela foi uma antiga rainha de Connacht, no Oeste da Irlanda. E de acordo com o Folclore Irlandês, ela tá enterrada no Planalto de Knocknarea.
De qualquer forma, ela era uma deusa adorada pelas primeiras tribos celtas que se instalaram no Oeste da Irlanda.
As lendas sobre Maeve mencionam vários casamentos e romances dela, dos quais nasceram vários filhos. E também batalhas nas quais ela lutou. Assim, ela reina sobre vários elementos: é deusa do amor, deusa da liberdade sexual, deusa da guerra...
Muitos historiadores acreditam que a Rainha Mab, uma das fadas mais famosas do Folclore Inglês, seja uma representação de Maeve.
Das menções mais antigas da Rainha Mab, talvez a mais famosa seja na peça Romeo and Juliet, escrita pelo William Shakespeare no final do século XVI.
Não existem muitas representações cinematográficas da Rainha Mab. Mas a mais famosa sem dúvida foi no telefilme Merlin (1998), no qual ela é retratada como vilã e interpretada pela atriz Miranda Richardson. Esse é o link pra 1ª cena em que ela aparece (em Inglês):

http://www.youtube.com/watch?v=QMgleHN73Wc

Na verdade, o filme afirma que as fadas vão deixar de existir se os humanos deixarem de acreditar nelas. E como o Cristianismo condena a crença nas fadas, a Rainha Mab, como rainha das fadas, pretende expulsar os cristãos da Bretanha, não importa quem ela tenha que sacrificar pra isso.
Esse filme é uma interpretação muito pessoal do diretor e nada tem a ver com a Mitologia Celta nem com a forma como Maeve era compreendida pelos antigos celtas.

There are many suppositions about Medb as a historical character who started to be worshipped as a goddess after her death. She would have been an ancient queen of Connacht and her ashes are supposed to stay in Knocknarea. But no historical document confirms that.
Anyway, she was surely a goddess worshipped by the 1st celtic tribes who lived at the West of Ireland.
Medb’s myths tell about her several marriages and affairs and about the children who were born from them. And she’s also mentioned as a warrior. Then, she can be seen as the goddess of love, sexual liberty, and war, among other subjects.
Many historiographers believe Queen Mab, one of the most famous fairies of the English Folklore, is based on Medb.
The supposed oldest famous mention of Queen Mab was in Romeo and Juliet, by William Shakespeare, in the late 1500s.
There are few cinematographic productions which depict Queen Mab. The most famous is clearly the telefilm Merlin (1998). It shows her as a villainess portrayed by actress Miranda Richardson. You guys can click on the link above to watch her 1st scene in the film.
The movie explains the fairies won’t exist anymore if humans stop believing in them. And Christianism forbids its followers from believing in fairies. Then, as the Queen of the Fairies, Queen Mab intends to expel this religion from Britain, even if she needs to sacrifice anyone to do that.
This film has no connection to Celtic Mythology or to the way the ancient celts could understand Medb.


Hay muchas suposiciones de que Maeve fue un personaje histórico real que empezaron a adorar como diosa después de su muerte. Ella habría sido una antígua reina de Connacht y sus restos mortales se quedarían en Knocknarea. Pero no hay ningun documento histórico que lo confirme.
Como sea, es cierto que fue una diosa adorada por las primeras tribús celtas que vivieron en el Oeste de Irlanda.
Los mitos de Maeve hablan de sus muchos casamientos y relaciones amorosas de que nacieron muchos hijos. Y también se habla de ella como una guerrera. Así, ella puede ser vista como diosa del amor, de la libertad sexual y de la guerra, entre otras cosas.
Muchos historiadores creen que la Reina Mab, una de las hadas más conocidas del Folclore Inglés, sea la propia Maeve.
Se puede creer que la mención más antígua de la Reina Mab haya sido en Romeo y Julieta, de William Shakespeare, en el final del siglo XVI.
Hay pocas representaciones cinematográficas de la Reina Mab. La más conocida es claramente el telefilm Merlin (1998). La muestra como una villana representada por la actriz Miranda Richardson. Uds pueden clicar sobre el enlace arriba para ver su primera escena en el film (en Inglés).
La película nos dice que las hadas no existirán más en el día que serán olvidadas por los humanos. Y el Cristianismo prohibe la creencia en las hadas. Así, como reina de las hadas, la Reina Mab quiere los cristianos lejos de Bretaña, mismo que tenga que sacrificar cualquier persona para hacerlo.
Tal película no tiene nada que ver con la Mitología Celta o con como Maeve era vista por los antíguos celtas.


Ci sono molte supposizioni di che Medb è stata un personaggio storico reale che hanno cominciato a venerare come dea dopo la sua morte. Lei sarebbe stata un’antica regina di Connacht e i suoi resti mortali sarebbero rimasti in Knocknarea. Ma non c’è niente che lo confermi.
Comunque sia, è certo che è stata una dea delle prime tribù celte che hanno abitato l’Ovest dell’Irlanda.
I miti di Medb raccontano dei suoi molti matrimoni e relazioni amorose e dei suoi figli. Ed anche la mostrano come una guerrriera. Così, possiamo vederla come la dea dell’amore, della libertà sessuale e della guerra, fra altre cose.
Molti storiografi credono che la Regina Mab, una delle fate più conosciute del Folclore Inglese, sia Medb.
Si può credere che la menzione più antica della Regina Mab sia stata in Romeo e Giulietta, di William Shakespeare, alla fine del secolo XVI.
Ci sono pochi film che mostrano la Regina Mab. Il più conosciuto chiaramente è il telefilm Merlin (1998). La mostra come una cattiva che è la parte dell’attrice Miranda Richardson. Potete clicare sul link sopra per vedere la sua prima scena nel film (in Inglese).
Il film ci dice che le fate non esisteranno più il giorno che gli umani le dimenticheranno. E il Cristianesimo vieta la credenza nelle fate. Così, come regina delle fate, la Regina Mab vuole allontanare i cristiani dalla Bretagna, anche se per farlo avrà bisogno di distruggere qualcuno.
Il film non ha nessun vincolo con la Mitologia Celta o con come gli antichi celti vedevono Medb.


MORRIGU

Essa é uma deusa guerreira. Mas parece ter desenvolvido mais características de deusa da clarividência sobre a morte: quase sempre, ela aparece pros mortais pra avisar que alguém que aquela pessoa conhece, ou a própria pessoa, já está perto de morrer.
Na Escócia, havia um mito de que Morrigu aparecia seguidamente em 3 partes diferentes do Loch Morar, um lago das Highlands, quando alguém que morava ali tava pra morrer.
Também se acreditava que, quando um exército ia lutar e passava às margens de um rio, ela virava uma velha e ia lavar roupas sujas de sangue nas margens do rio pra avisar quem dali ia morrer: os guerreiros que enxergavam ela sabiam que iam morrer na luta; pros guerreiros que iam voltar vivos, ela permanecia invisível.
Quase sempre, Morrigu é retratada como uma deusa com corpo de guerreira humana e cabeça de corvo, pois, como o corvo era o animal que vinha aos campos de batalha depois das lutas pra comer as carcaças dos guerreiros mortos, ele é um símbolo tanto da guerra quanto da morte.
Imagens de uma deusa com corpo de mulher e cabeça de ave foram encontradas em todos os territórios da Europa Ocidental que foram habitados por tribos celtas. E isso mostra que Morrigu deve ter sido uma divindade cultuada por todas as tribos celtas ocidentais, o que leva a uma certa inexatidão sobre a origem dela.
Muitos historiadores supõem que a Bruxa Morgana Le Fey, personagem das lendas sobre o Rei Arthur, seja uma representação de Morrigu.
Essa personagem foi chamada originalmente de Morgain La Fee, que, em Francês Medieval, significava Morgain, a Fada (os textos mais antigos sobre o Rei Arthur eram escritos em Francês). E como várias deusas celtas foram disfarçadas de fadas pelos seus fiéis quando o culto delas começou a ser perseguido pelos católicos, é possível que Morrigu tenha sido disfarçada de fada com o nome de Morgain, que com o passar dos séculos passou a ser retratada como a Bruxa Morgana.
Morrigu é também a deusa que ensina os segredos dos deuses a quem quer exercer o sacerdócio.

Morrigan is a warrior goddess. But it seems her strongest characteristics are as the deity who foresees someone’s death. She is usually seen as a goddess who shows herself to a mortal for telling that person he’ll die or loose a close person soon.
In Scotland there was a local myth about her showing herself 3 times around Loch Morar, in the Highlands, every time a local person was about to die.
It was also believed she changed herself in an old woman who went to rivers to wash bloody clothes when arms were going to fight. The warriors who were able to see her knew they would die soon. But she was invisible to the ones who would survive.
Morrigan is usually depicted as a goddess with a female-warrior body and the head of a raven. Well, ravens often went to eat the warriors’ dead bodies after the battles. Then, they’re symbols of war and death.
Statues of a goddess with the body of a woman and the head of a bird were found at every Occidental European region where celtic tribes lived. Then, Morrigan is supposed to have been a deity worshipped by all the occidental celtic tribes.
Many historians suppose Witch Morgan le Fay, a current character of the Arthurian myths, is based on Morrigan.
This character was originally named Morgain La Fee. It means “Morgain the Fairy” in Medieval French. And we know several celtic goddesses were transvestite as fairies by their followers when catholics started persecuting their worship. Then, it’s possible Morrigan was transvestite as a fairy named Morgain. And centuries later such character became a witch named Morgan.
Morrigan is also the goddess who teaches the priests and priestesses the secrets of the gods.


Morrigan es una diosa guerrera. Pero se ve que sus características más fuertes son las de divinidad que prevé la muerte de las personas. Casi siempre ella es vista como una diosa que se muestra a un mortal para decirle que su muerte o la muerte de alguien próximo está llegando.
En Escocia, había un mito local que decía que ella se muestra por 3 veces alrededor del Loch Morar, en las Tierras Altas, siempre que la muerte de uno que vive allá está llegando.
También se creía que ella se cambiaba en una vieja que se iba a los ríos para lavar ropas sucias con sangre cuando los ejércitos se iban a las guerras. Los guerreros que lograban a verla sabían que su muerte se acercaba. Pero ella era invisible a los que sobrevivirían.
Las representaciones de Morrigan generalmente la muestran con el cuerpo de una guerrera humana y la cabeza de un cuervo. Bien, cuervos se iban a comer los cadáveres de los guerreros muertos en las luchas, lo que los hace símbolos de la guerra y de la muerte.
Estatuas de una diosa con cuerpo de mujer y cabeza de ave fueron encontradas en todas las regiones de Europa Occidental donde había tribús celtas. Así, se supone que Morrigan haya sido adorada por todas las tribús celtas occidentales.
Muchos historiadores creen que la Bruja Morgana, personaje de los mitos del Rey Arturo, sea Morrigan.
Su nombre original era Morgain La Fee, que significa “Morgain, el Hada”, en Francés Medieval. Y se sabe que muchas diosas celtas fueron disfrazadas como hadas por sus seguidores cuando los católicos empezaron a atacar su culto. Así, es posible que Morrigan haya sido disfrazada como un hada llamada Morgana. Y siglos después el personaje se cambió en una bruja.
Morrigan es también la diosa que muestra a los sacerdotes y sacerdotisas los secretos de los dioses.


Morrigan è una dea guerriera. Ma si vede che le sue caratteristiche più forti sono quelle di divinità che prevede la morte della gente. Quasi sempre se la vede come una dea che apparisce a un mortale per dirgli che la sua morte o la morte di qualcuno vicino a lui si avvicina.
Nella Scozia, un mito antico raccontava che lei si mostrava per 3 volte sul Loch Morar, nelle Highlands, sempre che si avvicina la morte di uno che abita in quella regione.
Si credeva anche che lei diventava una vecchia che andava ai fiumi per lavare dei vestiti sporchi di sangue quando gli eserciti andavano alle guerre. I guerrieri che riuscivano a vederla sapevano che la sua morte si avvicinava. Ma lei era invisibile a quei che sopravviverebbero.
Le rappresentazioni di Morrigan quasi sempre la mostrano con il corpo di una guerriera umana e la testa di un corvo. Bene, i corvi andavano ai posti dove c’era guerra per mangiare i cadaveri dei guerrieri morti, quello che fa questi uccelli i simboli della guerra e della morte.
Si sono già trovate delle statue con corpo di donna e testa di uccello nelle regioni tutte quante dell’Europa Occidentale dove esistevano le tribù celte. Così, si crede che Morrigan sia stata adorata fra le tribù celte occidentali tutte quante.
Molti storiografi credono che la Strega Morgana, personaggio dei miti del Re Artù, sia Morrigan.
Il suo vero nome era Morgain La Fee, che significa “Morgain, la Fata”, in Francese Medioevale. E si sa che molte dee celte sono state travestite di fate per i suoi devoti quando i cattolici hanno cominciato a attaccare il loro culto. Così, è possibile che Morrigan sia stata travestita come una fata chiamata Morgana. E che secoli dopo, questo personaggio sia stato diventato una strega.
Morrigan è anche la dea che mostra ai sacerdoti a sacerdotesse i segreti degli dei.

2 comentários:

Javier disse...

Siglos, muchos siglos y todo aquello que rodeó el mundo celta sigue subyugándonos, tal vez sea la fuerza de la naturaleza.

Leo Carioca disse...

Por cierto que los es.
Los dioses celtas son la propia Naturaleza y la Naturaleza es ellos.