domingo, 20 de maio de 2012

RODDY MCDOWALL 1928-1998

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada em outro personagem histórico gay: o ator, dublador e diretor inglês Roddy McDowall.
Roderick Andrew Anthony Jude McDowall nasceu em Londres, em 17 de Setembro de 1928.
São poucas as informações que existem sobre a infância dele. Mas se sabe que os pais incentivaram ele e a irmã dele a serem atores, por serem fãs de teatro.
O 1º filme do Roderick foi em 1938, quando ele tinha 10 anos. Mas não se sabe exatamente qual foi o 1º de todos, pois ele fez participações em 8 filmes naquele ano.
Na época, ele assumiu o nome artístico de Roddy McDowall, que algumas vezes seria creditado como Roddy MacDowall e Roddy McDowell.
No ano seguinte, a família dele fugiu pra América do Norte, por causa da 2ª Guerra Mundial. E desde então, ele ficou morando nos Estados Unidos.
E lá o Roddy seguiu a carreira de ator.
Em 1953, ele participou de uma fotonovela com o amigo Tab Hunter intitulada Calling All Girls. E mostrou um corpo bem cuidado de 1, 78m de altura em algumas fotos.
No Verão de 1965, o Roddy deu uma festa de alguns dias na casa de praia dele em Malibu Beach que ficou famosa por reunir vários famosos da época, como o Anthony Perkins e Rock Hudson, entre vários outros.
Aqui vai o link de um post sobre o Anthony:

http://centrogb.blogspot.com.br/2008/12/anthony-perkins-1932-1992.html

E aqui o link de um post sobre o Rock:

http://ultracecgb.blogspot.com.br/2011/08/rock-hudson-1925-1985.html

O trabalho mais marcante do Roddy talvez tenha sido o chimpanzé Cornelius, no 1º e 3º filmes da série cinematográfica Planet of The Apes (conhecida no Brasil como O Planeta dos Macacos), lançados respectivamente em 1968 e 1971.
O Roddy não pôde participar do 2º filme, em 1970, porque teve um problema com a voz e ficou afônico por alguns dias, sendo substituído pelo ator David Watson.
Enquanto isso, foi lançado o único trabalho do Roddy como diretor: o filme de terror The Ballad of Tam Lin (1970).
E no 4º e 5º filmes de Planet of The Apes, de 1972 e 1973, ele interpretou o macaco Caesar.
Pode clicar aqui pra ver um post sobre essa série:

http://centrogb.blogspot.com.br/2009/07/macacos-falantes-e-homens-interessantes.html

Em 1974, foi lançado um seriado televisivo inspirado nesses filmes, também chamado Planet of The Apes. E o Roddy tava lá, interpretando o macaco Galen.
Outro trabalho do Roddy que eu já mencionei num post foi o filme de terror Shakma (A Fúria Assassina, no Brasil), de 1990.
O personagem dele é meio caricato e aparece pouco no filme. Mas vale a pena lembrar... Aliás, levando em conta que o vilão desse filme é um babuíno mutante, temos que admitir que primatas bizarros foram um pouquinho frequentes na carreira de ator dele, né?rsrs
Se você não viu o post, eis o link pra ele:

http://centrogb.blogspot.com.br/2010/04/o-mais-famoso-babuino-mutante-do-cinema.html

Em 03 de Outubro de 1998, 1 mês depois de ter completado 70 anos, ele morreu devido a complicações causadas por um câncer de pulmão.
O Roddy teve ao todo 229 trabalhos como ator no cinema e televisão (o último dos quais foi lançado depois da morte dele), 28 como dublador e 1 como diretor.

Today we’ll talk a little about another historical gay figure: the English actor, voice actor and director Roddy McDowall.
Roderick Andrew Anthony Jude McDowall was born in London, on September 17th, in 1928.
There’s very little information about his childhood. But it’s known his parents encouraged him and his sister to start an acting career, because they loved theater.
Roderick’s 1st film was in 1938. But it’s unclear which film it was, because the ten-year-old boy could be seen in 8 films in that year.
Since then, he used Roddy McDowall as his artistic name. But sometimes it would be credited as Roddy MacDowall and Roddy McDowell.
The next year, his family moved to North America in order to escape from World War II. And since then he lived in the States.
Anyway, Roddy never stopped his acting career.

En 1953, Roddy estuvo en una fotonovela llamada Calling All Girls con su amigo Tab Hunter. Y mostró en algunas fotos un bel cuerpo de 1, 78 m de altura, como se ve arriba.
En el Estío de 1965, hubo una fiesta de algunos días en la casa de Roddy en Malibu Beach que es recordada por haber reunido mucha gente famosa de aquella época. Anthony Perkins y Rock Hudson, entre muchos otros, estaban allí.
Puedes clicar sobre los 2 primeros enlaces arriba para ver posts que hablan de ellos.
Posiblemente, el personaje más conocido de Roddy fue el mono Cornelius, el la primera y tercera cintas de la serie Planet of The Apes (El Planeta de los Simios), lanzadas en 1968 y 1971.
El no pudo estar en la segunda cinta, en 1970, porque tuvo problemas con su voz y se quedó mudo por algunos días. Así, el actor David Watson actuó en su lugar.
Pero, al mismo tiempo, era lanzado el único trabajo de Roddy como director: la película de horror The Ballad of Tam Lin (1970).

Roddy ha avuto la parte della scimmia Caesar nei 2 ultimi film della saga Planet of The Apes (Il Pianeta delle Scimmie), nel 1972 e 1973.
Potete cliccare sul terzo link sopra per vedere un post che parla di questa saga.
Roddy ha avuto la parte di un’altra scimmia, Galen, nel serial televisivo Planet of The Apes (1974).
Nel 1990, lui è stato nel film Shakma (Morire Per Gioco).
Si vede il suo personaggio veramente poco nel film. Ma è interessante ricordarlo... A proposito, il cattivo di questo film è un babbuino mutante. Così, si vede che Roddy ha trovato molte scimmie fuori dal comune nella sua carriera di attore, vero?rsrs
L’ultimo link sopra mostra un post di questo film.
Roddy è morto il 3 Ottobre del 1998, dovuto a delle complicazioni causate da un cancro ai polmoni. Lui aveva 70 anni.
Lui ha avuto 229 lavori come attore in Cinema e TV, 28 come attore vocale e 1 come direttore. 

Até!

sábado, 19 de maio de 2012

DIA 17 JÁ PASSOU, MAS VAMOS CONTINUAR REFLETINDO SOBRE O ASSUNTO

Oi!!!

Como vocês devem saber, 17 de Maio é o Dia Mundial Contra a Homofobia.
Então, já que acabamos de passar por essa data, no post de hoje eu só vou deixar uma coisinha pra vocês continuarem refletindo sobre esse assunto:
Pelo menos aqui no Brasil, 90% das frases mais homofóbicas que a gente ouve, incentivando a violência e a discriminação em geral contra homossexuais e bissexuais, são frases que vêm com as palavras “igreja”, “Bíblia” e “Levítico”.
Só até aí, já fica claro quem são os maiores incentivadores da violência contra homossexuais e bissexuais no Brasil.
Não sou eu que estou dizendo isso. É só você passar a prestar bastante atenção nas frases mais agressivas e mais radicais ditas contra quem não é hétero (se é que você ainda não prestou atenção nisso) que você vai constatar isso de um minuto pro outro.
Não tenho mais nada a dizer por hoje: a situação fala por si só. Mas fica aí algo pra refletir.

Até mais!

quinta-feira, 17 de maio de 2012

ANDRÉ MATURETTE 1915?-1937?

Oi!!!

Hoje a gente vai falar hoje sobre outro personagem histórico homossexual: o André Maturette.
A foto que vocês tão vendo acima é do ator Robert Deman, que interpretou o André no filme Papillon (1973), já que nunca foi feita nenhuma foto do verdadeiro André.
Eu já fiz um post sobre esse personagem no CECG&B. Mas, como assuntos relacionados à França tão em destaque no momento, vou lembrar ele aqui.
Basicamente tudo o que se sabe sobre o André foi registrado no livro Papillon, escrito pelo Henri Charrière (apelidado pelos amigos de Papillon). E esse livro, apesar de ter sido lançado pelo autor como a autobiografia dele, tem várias partes contestadas por vários historiadores, que acham muito improvável que a mesma pessoa tenha vivido todas as aventuras descritas no livro e passado por todos os lugares mencionados ali, apesar das situações parecerem bem reais. Em outras palavras, se pensa que tudo o que é contado no livro pode muito bem ter sido inspirado em fatos reais, mas fatos dos quais o autor ouviu falar, e não viveu pessoalmente. Então, não dá pra saber direito o que é ‘lenda’ e o que é verdade em relação aos personagens mostrados ali (e isso inclui o André).
Bom, vamos em frente...
A origem do André não é muito clara. Mas ele parece ter sido um menino pobre da França, nascido por volta de 1915 (não há documentos que provem quando ele nasceu), época em que a Guiana Francesa ainda era usada como terra de degredo: um cidadão francês que cometia um crime na Europa era preso e mandado pra América do Sul, pra cumprir uma pena de trabalhos forçados na Guiana Francesa.
Mas a grande maioria era só falsamente acusada de ter feito alguma coisa. O próprio Papillon foi condenado ao degredo pela falsa acusação do assassinato de um cafetão.
Mas enfim: era lá que ficavam o Presídio de St-Laurent du Maroni (às margens do Rio Maroni) e o Arquipélago da Salvação, formado pela Ilha Royale, pela Ilha de Saint-Joseph e pela Ilha do Diable (apelidadas de “Devoradoras de Homens”, devido aos métodos de prisão e tortura que eram aplicados ali), pra onde a maioria dos condenados eram mandados.
Bom, quando tinha mais ou menos 17 anos, na companhia de um colega de 16, o André participou do assassinato (provavelmente em conseqüência de um assalto) de um motorista de táxi... Nunca se soube qual dos 2 matou o homem, já que, no julgamento, eles assumiram, cada um, a autoria total do crime, inocentando um ao outro. De qualquer forma, os 2 deveriam ser condenados à morte pelo crime, mas tiveram a condenação mudada pra degredo, devido a serem menores.
Assim, o André foi mandado pra Guiana Francesa com mais ou menos 18 anos. E lá, ele passava o tempo tentando seduzir os guardas e os condenados mais velhos.
Em 1933, quando o Papillon traçou o 1º plano de fuga, ele pretendia sair direto da enfermaria do presídio, onde tava internado (e dali já era pra ir pras ilhas), junto com o amigo Joanes Clousiot (que tinha sido condenado pela falsa acusação do roubo de uma bicicleta). Mas, como eles eram vigiados por um carcereiro todas as noites, isso ficava impraticável. Assim, o Papillon propôs ao André que desse um jeito de manter o carcereiro ‘ocupado’ por uns dias, em troca de fugir com eles.
O André aceitou e passou a ir com o carcereiro pro banheiro da enfermaria por uns minutos toda noite, até que o cara confiasse completamente nele. E na noite combinada, assim que o carcereiro saiu do banheiro, o Papillon deu-lhe uma porrada na nuca, desmaiando ele. E os 3, como tava combinado, fugiram juntos da enfermaria, passando rápido pelos vigias.
Quando eles pularam o muro do presídio, tavam lá 2 caras, contratados pelo Papillon, esperando eles com um barco (o plano era fugir dali pelo Mar e chegar à Colômbia, o que era um longo caminho).
A fuga não foi difícil, mas o Joanes quebrou a perna quando pulou o muro... De qualquer forma, ele, o André e o Papillon ficaram escondidos numa enseada fechada do rio, pensando em esperar até a história da fuga deles esfriar no presídio.
Os 2 ajudantes deixaram uma velha canoa com eles e ficaram de voltar uns dias depois, pra levar o que faltasse... Só que eles não apareceram mais.
Poucos dias depois, os 3 encontraram um caçador que, examinando a canoa que eles tinham lá, disse que eles não tinham condição nenhuma de sair pelo Mar com aquilo. E aconselhou eles a irem até a Ilha dos Pombos, onde podiam comprar um barco dos bons.
Essa ilha era uma colônia de prisioneiros leprosos, que eram mantidos lá pra não contaminar ninguém no presídio. E os 3 conseguiram o barco de que precisavam sem problemas, até por terem sido muito bem recebidos na ilha, ganhando até presentes, armas e até mesmo uma doação em dinheiro dos habitantes.
Dessa ilha, os 3 saíram pela foz do Maroni, entraram no Mar e navegaram até Trinidad, onde foram calorosamente acolhidos pela Família Bowen. E enquanto a perna do Joanes era tratada, o André e o Papillon receberam total liberdade pra circular pela ilha, se divertindo muito, por sinal. Mas, ao contrário do que parece, isso não era um desatino da Lei de Trinidad. É que se dava um prazo de 1 mês pros foragidos de outros países se refazerem em Trinidad. Depois disso, tinham que deixar a ilha.
Antes de partirem, as autoridades locais pediram a eles que levassem 3 outros fugitivos franceses que tavam lá, identificados apenas como Dufils, Kergueret e Leblond. E o Papillon, que era reconhecido como líder do grupo, aceitou.
De Trinidad, os 6 navegaram até Curaçau, onde foram presos depois de um desentendimento com os primeiros habitantes que encontraram lá. Mas o Papillon ganhou a simpatia do Monsenhor Irénée de Bruyne, que, muito influente com as autoridades de Curaçau, intercedeu pelos 6, permitindo que eles fossem soltos e seguissem viagem.
Chegando no litoral da Colômbia, o Dufils, o Kergueret e o Leblond pediram pra ser deixados ali. E o André, o Papillon e o Joanes seguiram em frente. Mas logo foram interceptados a barco por policiais colombianos, que levaram eles presos pra Rio Hacha, onde eles reencontraram os outros 3, que também tinham sido capturados logo depois do desembarque.
Não muito tempo depois disso, o Papillon conseguiu fugir desse presídio junto com um prisioneiro colombiano. E o André e os outros 4 foram transferidos pra outro presídio, em Santa Marta.
Passados 7 meses da fuga do Papillon, ele foi recapturado e recolocado junto com os 5 amigos, que, mais tarde, foram transferidos pra outro presídio, em Barranquilla. E lá, depois de algumas tentativas fracassadas de fuga, os 6 foram entregues às autoridades francesas, que levaram todos de volta pra Guiana Francesa.
Lá chegando, eles foram condenados, cada um, a 2 anos de reclusão na Ilha de Saint-Joseph, pela tentativa de fuga. Os reclusos recebiam 3 pequenas refeições por dia e eram colocados em celas individuais e sem iluminação, onde eram vigiados por 24 horas seguidas. E eram terminantemente proibidos de falar qualquer coisa, a não ser que algum vigia ou oficial perguntasse alguma coisa a eles. Os que desobedeciam essa regra eram amordaçados e presos numa camisa-de-força na própria cela.
Cumpridos os 2 anos (de 1935 a 1937), eles foram tirados das celas. E apesar de tá muito debilitado, o André conseguiu sobreviver. O Papillon, que tinha recebido vários contrabandos de comida mais saudável mandada pelos amigos dele, tava em condições bem melhores. Mas o Joanes não resistiu e morreu. Os outros 3 amigos da fuga deles não são mais mencionados pelo livro depois disso.
Sendo mandados pra Ilha Royale, apesar do Papillon continuar infinitamente pensando em fugir, o André não quis mais saber disso. Ele conseguiu o cargo de enfermeiro-assistente na própria enfermaria onde foi tratado depois de sair da reclusão. E ficou por lá mesmo.
Mas ele e o Papillon continuaram mantendo contato. E os outros presos chegaram até a pensar que eles eram amantes. Aliás, a última informação que o livro dá sobre o André é quando aparecem alguns presos que, interessados nele, perguntam ao Papillon se eles tão juntos, no que o Papillon confirma que nunca transou com ele.
Provavelmente o André continuou ali até morrer ou até o presídio ser desativado, em 1951.
O André é chamado simplesmente de “Maturette” basicamente durante o livro todo. E em outro livro assinado pelo Papillon, Banco, ele também menciona um personagem chamado “Maturette”, mas não parece ser o mesmo personagem (esse é hétero rs).
Como já foi dito, o livro inspirou um filme com o mesmo nome, protagonizado pelo Steve McQueen, em 1973 (ano em que o Papillon morreu). Mas o roteiro do filme acabou se afastando bastante do texto do livro. Inclusive, o André morre no filme, coisa que não acontece no livro.

Oggi parleremo un po’ di André Maturette, un altro personaggio storico gay.
Quasi tutto quello che si sa di lui si legge nel libro Papillon, di Henri Charrière. E nonostante se lo vedano come l’autobiografia di Henri, c’è chi dice che è una storia impossibile di esser stata vissuta per la stessa persona. Si crede che Henri abbia conosciuto le storie di altre persone e scritto il libro mettendole tutte insieme, come se fossero la storia della sua vita. Così, non si sa chiaramente quello che è vero e quello che non lo è in questo libro. Comunque sia...
Non si sa chiaramente quando, dove e come André è nato. Ma si crede che sia stato in Francia, come un bambino povero, forse nel 1915, quando la Guyana Francese era ancora usata come una prigione francese. Ma la parte più grande di chi ci andava non aveva fatto veramente niente.
Nella Guyana Francese c’erano la Prigione di St-Laurent du Maroni ed anche le 3 Isole du Salut (l’Isola Royale, l’Isola di San Giuseppe e l’Isola del Diavolo), dove la tortura dei prigionieri era costante.
Quando André aveva forse 17 anni, lui ed un amico di 16 sono stati presenti quando un uomo che guidava un taxi è stato assassinato... Nessuno ha mai saputo chi ha assassinato l’uomo, perché ognuno dei 2 ragazzi ha detto che l’assassino era lui e l’amico era innocente. Così, i 2 dovevano avere la pena di morte. Ma questo non è sucesso perché avevano meno di 18 anni. E la loro pena è stata cambiata ad esilio.
André è arrivato nella Guiana Francese quando aveva forse 18 anni. E prima della sua avventura insieme a Henri, passava il suo tempo cercando sesso coi poliziotti e coi prigionieri più vecchi.

En 1933, cuando Papillon pensó de escaparse por la primera vez de la Guayana Francesa, estaba en la enfermería del Presidio de St-Laurent du Maroni, junto a su amigo Joanes Clousiot. Pero había un centinela que se quedaba junto a ellos todas las noches. Así, Papillon dijo a André Maturette para seducir al hombre por algunos días, y podría escaparse con ellos. Y André se iba con el centinela para el cuarto de baño todas las noches hasta el hombre empezar a confiar completamente en él. Hasta que, en la noche combinada, Papillon golpeó a la cabeza del centinela cuando él salió del cuarto de baño y se escapó junto a André y Joanes.
No fue difícil escapar, pero Joanes rompió su pierna cuando saltó el muro del presidio.
Junto al presidio se quedaba el Río Maroni, donde 2 hombres contratados por Papillon los esperaban con un barco (Papillon pensaba de dejar la Guayana Francesa para irse a Colombia con sus 2 amigos).
Los 2 ayudantes de Papillon los dejaran en una pequeña playa del río, con una vieja canoa, diciéndoles que se quedasen allí hasta que su fuga fuera un poco olvidada en el presidio. Y ellos 2 regresarían después... Pero no regresaron más.
Pocos día después, los 3 se avistaron con un cazador que les dijo para ir a una isla de leprosos próxima para comprar un barco nuevo y mejor: la canoa que ellos tenían allí sería simplemente aniquilada en el Mar.
Ellos fueron muy bienvenidos en la isla, compraron su barco nuevo y hasta mismo tuvieron presentes de los habitantes. Y después de dejar el Maroni y entrar en el Mar, fueron primero para Trinidad, donde la Familia Bowen los recibió muy bien. Por la Ley, ellos podían quedarse allí por 1 més, pero después tenían que irse. Y cuando se fueron, las autoridades de Trinidad les pidieron para llevar 3 otros franceses con ellos: Dufils, Kergueret y Leblond.
Después de eso, estuvieron en Curaçau, desde donde, después de algunos problemas, continuaron su viaje para Colombia.
Dufils, Kergueret y Leblond fueron dejados en una pequeña playa de Colombia y, pocos después, André, Papillon y Joanes fueron presos por agentes de policía en una lancha y llevados para Rio Hacha, donde estaban los otros 3 (que habían sido presos también).
Papillon pudo escaparse de nuevo, mientras André y los otros 4 fueron llevados para Santa Marta, donde, después de 7 meses, fueron puestos junto a Papillon, que había sido preso de nuevo.
Los 6 fueron llevados a Barranquilla, donde fueron entregues a las autoridades francesas.

After have been arrested in Colombia, André, Papillon and Joanes were extradited back to French Guiana. And they were sent to Saint Joseph Island, where each one was put in an individual cell with no electrical energy for 2 years. They had only 3 light meals a day and were forbidden to speak anything. And 2 policemen watched them 24 hours a day.
They lived in these conditions from 1935 to 1937. André was really weak after that, but he could survive. Papillon was much stronger than him, because he had received many nutritious pieces of food from his friends in his cell as a kind of contraband. But Joanes died in sick conditions.
Then, they were sent to Royale Island. And Papillon continued with his intentions to escape. But André really gave up. He was able to get a kind of a job as a nurse at the infirmary where he had stayed after having left the cell. And what happened to him after that is unknown.
Anyway, many prisoners thought he and Papillon were lovers. By the way, the last time André is mentioned in Papillon is when some prisoners who want him sexually ask Papillon if he’s dating André. And he answered he isn’t and he’s never been.
Probably, André continued on Royale Island to his death or to the end of the prison, in 1951.
André is often called “Maturette” in the book. And Papillon wrote another book called Banco which has another character named Maturette who lived in Venezuela in the 1950s. But it’s almost sure it wasn’t the same person (this one is a hetero guy).
When Papillon died, in 1973, a film based on his 1st book was released. It was also called Papillon.
Steve McQueen starred this movie. But it goes very far from what is written in the book. The story is really different. By the way, André dies in the movie, and it doesn’t happen in the book.
Anyway, he was portrayed by Robert Deman.

Até mais!

segunda-feira, 14 de maio de 2012

PRA ALGUMAS MULHERES, SER MÃE É SER UM ESTORVO DESSE TIPO

Oi!!!

Esse vai ser mais um post só em Português, porque acho que ele se refere a uma situação que não é tão comum em todas as sociedades.
O 2º domingo de Maio, em vários países (incluindo o Brasil), é considerado o Dia das Mães. Então, aproveitando que acabamos de passar por ele, vou aproveitar pra fazer um post mencionando uma situação relacionada a isso.
Não é novidade pra ninguém que algumas mulheres desenvolvem um comportamento superprotetor e infantilizador em relação aos filhos ou a pessoas que elas vêem como filhos.
Existem homens assim também? Óbvio. Mas com uma diferença de quantidade gritante entre os 2 lados. Pra cada 1 homem que se comporta assim a gente vê 10 mulheres (ou mais) que se comportam assim.
E outra coisa que se percebe é que, quando o pai é superprotetor, geralmente existe uma explicação racional pra superproteção dele: ele assume um comportamento superprotetor quando sabe que o filho vai passar por lugares realmente perigosos na hora em que vai sair de casa, ele ficou superprotetor depois do filho ter sido vítima de um assalto ou de outro tipo de agressão, ele ficou superprotetor depois de já ter perdido outro filho...
Já no caso da superproteção da mãe, muitas vezes você vê tudo, menos explicações racionais pra isso. É uma superproteção que vem do nada, sem lógica nenhuma.
Muita gente, ávida por inocentar essas mulheres, vem correndo na defesa delas com a seguinte ‘explicação’:

“Ah! Mas a mulher só é assim porque é um instinto natural da fêmea ser assim. A fêmea sempre quer superproteger o filho.”

Bom, essa ‘explicação’ pode ser facilmente derrubada...
Se você olhar pra Natureza, você não vê nenhuma fêmea tratando o filhote adulto como se fosse criança. Principalmente entre os mamíferos e as aves, é comum que a fêmea proteja o filhote ferozmente enquanto ele é recém-nascido e/ou está no início da infância.
Mas quando chega no final da infância ou início da adolescência do filhote, ela literalmente empurra o filhote pra fora da toca ou pra fora do ninho. Ou, no mínimo, ela vai embora e deixa o filhote sozinho.
Tratar filho adulto como se fosse criança é invenção do ser humano. Não tem NADA de instinto natural. Então, quando a gente vê uma mãe de 80 anos tratando o filho de 60 como se ele fosse criança, é possível alegar que essa cena patética tem origem cultural, mas de forma nenhuma natural.
Aí, os defensores das mulheres correm pra 2ª ‘explicação’ mais comum que costumam usar nesses casos:

“A mulher tem a tendência de ser superprotetora em relação ao filho porque o filho passou 9 meses lá dentro.”

Essa é outra explicaçãozinha furreca que pode ser facilmente derrubada...
Basta olhar pras mães adotivas. Muitas vezes elas são muito mais superprotetoras, muito mais infantilizadoras, muito mais grudentas e muito mais pegajosas do que as mães biológicas. E aí o filho não passou 9 meses lá dentro.
Já sei que alguém vai perguntar:

“Mas está errado tratar o filho como criança?”

Pode estar e pode não estar. Aí depende EXCLUSIVAMENTE das condições mentais em que o filho se encontra e da idade cronológica do filho.
No 1º caso, se o filho tem algum tipo de retardo mental em que, independente da idade, ele não vai conseguir superar a capacidade de raciocínio de uma criança, aí tudo bem. O tratamento dado a ele realmente não vai poder ser 100% igual ao tratamento dado a um adulto de raciocínio comum.
No 2º caso, podemos afirmar que não há nada errado em tratar um filho recém-nascido como um bebê recém-nascido, não há nada errado em tratar um filho de 5 anos como uma criança de 5 anos, não há nada errado em tratar um filho de 15 anos como um adolescente de 15 anos, não há nada errado em tratar um filho de 25 anos como um jovem de 25 anos, etc... Até aí, está certíssimo. Mas há TUDO errado em tratar um filho de 15 anos como se ele tivesse 5 anos, há TUDO errado em tratar um filho de 25 anos como se ele tivesse 5 anos e por aí vai. Quem faz isso está criando o filho pra ser um débil mental.
Mas nem tente explicar isso a uma mãe que se comporta dessa forma, porque, devido à soberba e arrogância em fase extrema dela, ela nem vai prestar no que você está explicando.
Se você for homem, mesmo que você tenha filhos, você ainda vai ouvir alguma coisa mais ou menos assim como resposta:

“Você tem filhos, mas você não é mãe. Então, você não sabe nada! Só quem é mãe sabe sempre o que é certo pro filho! Só quem é mãe sabe sempre o que é o melhor pro filho!”

E se você for mulher e não tiver filhos, ela vai olhar pra você e dizer alguma coisa mais ou menos assim:

“Você não é mãe, então você não sabe nada! Só quem é mãe sabe sempre o que é certo! Só quem é mãe sabe sempre o que é o melhor!”

Isso se você não ouvir alguma frase aberrante vinda de uma dessas mães, como aquela que nem tem intimidade com você e fala coisas do tipo: “Você se tornaria uma pessoa melhor se tivesse um filho.” Ou seja, a criatura já se considera melhor do que a outra porque ela tem um filho e a outra não tem. E nem conhece a outra direito e já parte do princípio que a outra não vale muita coisa só porque não tem filhos.
É claro que, quando você vê uma mulher desse tipo falando sobre maternidade num ambiente formal (numa palestra sobre o assunto ou num programa de televisão que está abordando o assunto, por exemplo), muitas vezes você vai ver ela fazendo média:

“Ah! A gente que é mãe nunca sabe tudo... A maternidade é um aprendizado diário...”

Mas vá ver se é assim que ela se posiciona na prática. Observe como ela lida com o filho adulto no convívio diário. Uma das frases que você mais vai ouvir ela falando pro filho é:

“Eu sou mãe, então só eu sei o que é melhor pra você mais do que todo mundo!!!”

Só até aí, já ficou claro que aquela historinha de “mãe nunca sabe tudo” que ela falou na teoria era só pra fazer média na frente dos outros mesmo, né?
Mas isso não chega a surpreender, porque uma das coisas mais comuns de se ver é uma mulher desse tipo falando uma coisa na teoria (principalmente quando está na frente de outras pessoas) e fazendo outra coisa na prática... Mais um exemplo:
O discurso dela na teoria:

“Lá em casa eu sempre respeitei muito as decisões do meu filho!”

E o que ela fala pro filho adulto na prática (geralmente se referindo a algum detalhe insignificante que o filho quer fazer e com o qual ela não concorda):

“Você não pode fazer isso! Na minha frente você não vai fazer isso! Não foi essa a educação que eu dei a você!”

Ou então, ela passa um dia inteiro reclamando da forma como o filho adulto penteou os cabelos e ela não gostou, das roupas que ele está vestindo e ela não gostou, dos sapatos que ele está calçando e ela não gostou...
Na hora do almoço, ela quer dar palpite no que o filho adulto come, em como ele come, em qual é a quantidade de cada coisa que ele come (fica PREOCUPADÍSSSSSSSSSSSSSSSIMA se ele comeu muito e também fica PREOCUPADÍSSSSSSSSSSSSSSSIMA se ele comeu pouco), em quanto sal ele bota na comida...
Esse tipo de mulher também quer controlar o tempo que o filho adulto passa dormindo (fica PREOCUPADÍSSSSSSSSSSSSSSSIMA se ele dormiu pouco e também fica PREOCUPADÍSSSSSSSSSSSSSSSIMA se ele está dormindo muito).
O “respeito” que esse tipo de mulher tem pelas decisões do filho adulto não passa disso.
Então, além da arrogância e da soberba, a hipocrisia também é uma das características básicas mais evidentes dessas mulheres.
Isso me lembra um comercial do Unibanco que foi lançado em 2001 com o Luiz Fernando Guimarães e a Débora Bloch que retrata bem o que é esse tipo de mãe que “respeita” o filho. Dê uma clicada aqui pra ver:

Embora o comercial esteja pretendendo apenas fazer graça, eu duvido que você nunca tenha visto uma cena pelo menos parecida com essa em algum lugar público.
E vamos lembrar que esses comportamentos de mulheres desse tipo muitas vezes nem são dirigidos aos filhos (biológicos ou adotivos) delas. Às vezes elas simplesmente enfiam na cabeça que elas têm que “cuidar” de alguém que elas veem como um filho e aí começam a se comportar exatamente da mesma forma, o que acaba resultando numa perseguição que ela faz a essa pessoa.
Quando essa outra pessoa é homem, aí então que isso costuma ser levado a extremos!
Eu já vi mulher que, ao encontrar um grupo só de homens, todos adultos (vamos frisar: um grupo só de homens ADULTOS), em algum lugar, soltou o seguinte comentário:

“Os meninos estão ali sozinhos, sem ninguém pra cuidar deles!”

Ou seja, como não tem uma figura maternal presente ali no grupo infantilizando esses homens, essa mulher declara que eles estão “sozinhos”!
É claro que um cérebro racional vai rebater:

“Como eles podem estar ‘sozinhos’ se eles estão em grupo?”

Pois é. Um cérebro racional vai pensar dessa forma. Mas uma mulher desse tipo com certeza não tem um cérebro racional (aliás, se é que ela tem algum). Tanto que ela chama os homens ADULTOS ali de “meninos” e chama o ato de infantilizar eles de “cuidar”... Bom, dentro da cabeça cheia de merda dela, ela deve entender que eles são meninos e que eles não têm condições de sobreviver sem uma figura materna cuidando deles em tempo integral.
Alguns de vocês devem estar se perguntando o que eu faço quando esbarro com uma mulher desse tipo, né? A resposta é simples: eu rejeito. E rejeito com a mais profunda tranquilidade social, espiritual... Simplesmente porque eu tenho consciência de que eu não preciso nem quero conviver com uma posta de merda podre como essa.
E antes que alguma feminista desocupada venha reclamar desse meu posicionamento, quero dizer que se um homem vier pra cima de mim com esse tipo de comportamento ele vai ser igualmente rejeitado, no mesmo peso e na mesma medida. Mas aí, como eu já expliquei lá em cima, é muito mais raro que isso aconteça. Essa forma imbecil de se comportar é muito mais típica das mulheres.
Ah! E se alguma mulher superprotetora se sentiu incompreendida ao ler esse texto, eu sugiro que vá se consultar com aqueles psicólogos dão “consulta” em programas femininos. Já que eles estão lá não pra analisar nada, mas sim pra falar coisas a favor das mulheres, por mais erradas que elas estejam. Afinal, as donas-de-casa são o público-alvo desses programas, né?
Então, procure o contato desses psicólogos aí pela Internet e vá se consultar com eles. ESSES psicólogos vão dizer que você está certa o tempo todo, que você tem sempre razão, que é o seu lado que tem que ser visto acima do lado dos outros...
Quem ainda não viu psicólogos desse tipo em ação pode dar uma clicada aqui pra ver um post que eu fiz sobre o assunto:


Quero lembrar que os exemplos que eu dei aqui não vêm de uma pessoa específica. Eu observei várias mulheres que têm essa postura e vi elas se comportando assim.
Pra encerrar, só vou lembrar que, se você gosta de ser tratado assim por uma mulher (ou eventualmente por um homem), não tenho nada com isso, né? O que é de gosto é regalo da vida. Mas se você não gosta, eu fiz um post ensinando uma tática que costuma funcionar pra gente se livrar de criaturas desse tipo. Ou, no mínimo, pra impedir que o relacionamento com elas piore. Talvez ajude se você der uma lida. Eis o link:


Falei!

Até a próxima!

domingo, 13 de maio de 2012

O ETERNO GALÃ PELUDO DO BRASIL

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no ator brasileiro Tony Ramos.
Antônio de Carvalho Barbosa nasceu no Paraná, em 25 de Agosto de 1948.
Na adolescência, ele se mudou pra São Paulo.
Começando a fazer alguns cursos de teatro, o Antônio não demorou a começar a atuar em peças infantis, assumindo o nome artístico de Tony Ramos.
A estreia dele na televisão foi em 1964, atuando em algumas esquetes do programa Novos Em Foco, da TV Tupi.
A 1ª novela do Tony foi A Outra (1965), exibida também pela Tupi.
Na época, ele não demorou a se tornar um símbolo sexual.
E uma coisa que sempre chamou a atenção nele foi o excesso de pelos.
Em 1969, o Tony se casou com a namorada Lidiane Barbosa.
Eles tão juntos até hoje e têm 1 filho chamado Rodrigo e 1 filha chamada Andréa.
Em 1977, o Tony se mudou aqui pro Rio, onde começou a trabalhar na Globo (emissora na qual se estabilizou, ficando lá até hoje).
No mesmo ano, ele interpretou o personagem Márcio na 1ª versão de O Astro... No remake de 2011, o personagem foi interpretado pelo Thiago Fragoso. Tá aí o link de um post sobre ele, pra quem quiser ver:


Bom, como a gente sabe, tem uma cena em que o personagem Márcio fica nu no meio de uma festa na mansão do pai dele. E quando o Tony fez essa cena, foi a 1ª vez na História da Televisão Brasileira que um homem apareceu 100% ao natural numa novela (embora, é óbvio, não tenha aparecido o cacete dele).
O maior sucesso dele no cinema provavelmente foi a comédia Se Eu Fosse Você (2006), que rendeu uma continuação 2 anos depois.
Com o corpo que o Tony tem hoje, ele tem TODAS as características físicas pra ser considerado um urso, chamando a atenção de vários chasers. E pelo que eu vi em alguns sites, muita gente tem comparado ele com o ator cubano Andy Garcia, que revelou ter as mesmas características do Tony quando foi paparazzado numa praia. Tá aí o link de um post sobre ele:

Além das peças de teatro, o Tony teve até hoje 68 trabalhos no cinema e televisão (descontando-se alguns trabalhos que não têm como ser registrados, porque foram feitos ao vivo), pelos quais ele acumula uma grande quantidade de prêmios.
Considerado uma das pessoas mais tranquilas e educadas do meio artístico brasileiro, ele nunca teve nenhum desentendimento sério com nenhuma outra pessoa pública.
Apesar de ser católico praticante, o Tony sempre teve amigos gays e até já declarou em algumas entrevistas que não concorda com algumas opiniões da igreja dele sobre esse assunto.

Hoy hablaremos un poquito del actor brasileño Tony Ramos. Antônio de Carvalho Barbosa nació en Paraná, el 25 de Agosto de 1948.
En su adolescencia, se fue a vivir en São Paulo.
Después de haber estudiado en algunos cursos de teatro, Antônio trabajó en algunos shows teatrales para niños, pasando a usar el nombre artístico de Tony Ramos.
Su primera vez en la televisión fue en 1964, actuando en algunas partes especiales del show Novos Em Foco (1964), de la TV Tupi.
La primera telenovela de Tony fue A Outra (1965), también de la TV Tupi.
Fue visto en aquella época como un símbolo sexual, llamando la atención por la gran cantidad de pelos en su cuerpo.
Tony es casado desde 1969 con Lidiane Barbosa.
Ellos tienen 1 hijo llamado Rodrigo y 1 hija llamada Andréa.

Tony moved to Rio de Janeiro in 1977. And since then he’s been at the cast of Globo Network.
In the same year he had moved, he portrayed Márcio in the 1st version of O Astro... In the 2011 remake of this telenovela, Thiago Fragoso portrayed the same character. And you can click on the 1st link above to see a post about Thiago.
Well, this character has a famous scene where he gets naked at a party in his father’s mansion. And when Tony did it that was 1st time in the History of Brazilian TV when a man was seen totally naked in a telenovela (of course his cock was not shown to the audience).
His most famous time in cinema is perhaps Se Eu Fosse Você (2006). By the way, this film had a sequel released 2 years later with him as the same character.

Con il corpo che Tony ha oggigiorno, ha tutte le caratteristiche fisiche per esser considerato un bear. E da quello che ho visto in alcuni siti, molta gente lo confronta con l’attore cubano Andy Garcia, che ha le sue stesse caratteristiche. E potete cliccare sul secondo link sopra per vedere delle foto dove Andy è stato fotografato da un paparazzo a torso nudo. Tony ha molti show teatrali al suo curriculum. Ed ha avuto fino adesso 68 lavori come attore in TV e Cinema (se scontiamo alcuni lavori che non possono essere registrati, perché sono stati fatti dal vivo in TV). E lui ha un saco di premi per questi lavori. Lo vedono come una delle persone più tranquille ed educate allo show business brasiliano. Non ha mai avuto nessun disaccordo serio con qualsiasi altra persona famosa. Nonostante sia cattolico, Tony ha sempre avuto molti amici gay e ha già detto in delle interviste che non si mette d’accordo con alcuni punti di vista della sua chiesa su questo tema.

Até mais!

sexta-feira, 11 de maio de 2012

ENTRE A ATUAÇÃO E A QUIROPRAXIA

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no médico, roteirista e ator estadunidense Paul Kratka.
Paul Charles Kratka nasceu na Califórnia, em 23 de Dezembro de 1955.
Criado nas praias da Califórnia, ele sempre cuidou do lado físico. E mais especificamente a partir dos 18 anos, quando teve acesso aos livros da nutricionista Adelle Davis, o Paul passou a se interessar pela manutenção da boa forma e da saúde através da alimentação.
No final dos anos 70, ele fez alguns cursos de interpretação e pensou em seguir a carreira de ator, chegando a trabalhar em algumas peças de teatro e assumindo o nome artístico simplificado de Paul Kratka.
Na época, o Paul soube que tava acontecendo a seleção de atores com menos de 30 anos prum filme que ia ser gravado e, ainda sem saber bem do que se tratava (até porque nem tava sendo muito divulgado), ele decidiu se inscrever... Se tratava de Friday the 13th Part III (conhecido em terras brasucas como Sexta-Feira 13: parte 3), o 3º filme da saga do Jason, que seria lançado em 1982.
Ao longo da infância e adolescência, o Paul nunca ligou pra filmes de terror. E nem tinha visto os 2 primeiros filmes da história do Jason. Mas isso não incomodou nem um pouco ao diretor.
O personagem dele, chamado Rick, é o herói masculino principal da vez, embora só apareça nesse filme...
Na verdade esse é um dos filmes com menos contexto na saga do Jason.
Pode clicar aqui pra ver um post sobre os filmes dessa série:

http://centrogb.blogspot.com.br/2008/04/jason-voorhees-quem-ou-o-qu-ele-era.html

O Paul diz que a parte mais difícil foi gravar algumas cenas noturnas, que foram feitas de madrugada (por volta das 3h da manhã). Então, o ambiente era totalmente frio e totalmente escuro.
Depois do filme, ele decidiu deixar de lado a carreira de ator e pensou em se formar em Biologia Marinha (a carreira de ator parecia ter um futuro muito incerto). Mas, na faculdade, ele conheceu um quiroprático. E esse sugeriu que ele fizesse o curso de Quiropraxia... Ele aceitou a sugestão e se formou nessa área pelo Life Chiropractic College West.
Depois de ter deixado a carreira de ator de lado por mais de 20 anos, o Paul decidiu retomar essa função, voltando com o curta-metragem de terror The Day They Came Back (2006).
Ele teve até agora em 5 filmes. E tá gravando outro, que deve ser lançado em 2013.
A estreia dele como roteirista foi em 2007, no curta-metragem Illuminated. Mas até hoje, ele só teve 2 trabalhos nessa área.
Às vésperas de completar 57 anos, o Paul ainda tá com um corpo muito bem cuidado pra idade dele, né?
Sobre a vida pessoal dele existem poucas informações na Internet. Mas se sabe que ele tem 4 filhos e a esposa dele se chama Chanya.

Hoy hablaremos un poquito del médico, guionista y actor estadounidense Paul Kratka.
Paul Charles Kratka nació en California, el 23 de Diciembre de 1955.
Puesto que vivió su niñez en las playas de California, él siempre tuvo cuidados con su parte física. Y más concretamente desde la edad de 18 años, duespués de haber conocido los libros de la nutricionista Adelle Davis, Paul pasó a interesarse por el mantenimiento de la condición física y salud a través de la dieta.
En el final de los años 70, él estuvo en algunos cursos de actuación y pensó en seguir la carrera de actor, trabajando en algunos shows teatrales y pasando a usar el nombre artístico de Paul Kratka.

In the early 80s, Paul knew that there would be the selection of under-30-year-old actors for a movie that would be filmed soon. And he applied for it... It was Friday the 13th Part III, the 3rd film about Jason Voorhees. And it was released in 1982.
Before that, Paul had never cared so much about horror films. He hadn’t even watched the 2 1st films about Jason. But the director didn’t think it was a problem.
His character was Rick and he was the main male hero of this film (by the way, he was never shown or mentioned in other films)... Actually, this is one of the films about Jason which have less connection to the rest of the saga.
You can click on the link above to see a post about this saga.
Paul says that the most difficult part was filming some night scenes (they were filmed about 3h A.M. in a very dark and cold forest!).

Dopo Friday the 13th Part III (Venerdì 13 parte III), Paul ha deciso di mettere da parte la sua carriera di attore e avere una laurea in Biologia Marina (la carriera di attore sembrava avere un futuro molto incerto). Ma, all’università, ha incontrato un chiropratico, che gli ha suggerito di fare il corso di Chiropratica... Lui ha accettato il suggerimento e si è laureato presso il Life Chiropractic College West.
Lui è tornato alla sua carriera di attore dopo più di 20 anni, con The Day They Came Back (2006).
Paul ha già 5 film al curriculum. E adesso lavora in un altro, che sarà messo in circolazione nel 2013.
Lui ha avuto fino adesso solo 2 lavori come soggettista (il primo è stato Illuminated, nel 2007).
Come si può vedere sopra, Paul ha ancora un bel corpo, nonostante abbia quasi 57 anni.
Si parla poco della sua vita personale sull’Internet. Mas si sa che ha 4 figli e che sua moglie si chiama Chanya. 

Até mais!

quarta-feira, 9 de maio de 2012

ELE NÃO CONFIRMA NEM NEGA

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no engenheiro civil, dublê e ator mexicano Fernando Colunga.
No CECG&B tem um post que eu fiz sobre ele. Mas como o SBT tá reprisando pela milionésima vez a novela María, la del Barrio, na qual ele é o herói masculino principal, achei interessante mandar um post novo sobre ele com algumas atualizações.
Bom, Fernando Colunga Olivares nasceu em Ciudad de México, em 03 de Março de 1966.
O pai dele se chama Fernando Colunga (nome artístico que ele adotaria) e a mãe se chama Margarita Olivares. E ele não tem irmãos.
Apesar de ter sido criado sempre muito próximo dos pais, o Fernando garante que os pais respeitam a individualidade dele e ele respeita a deles.
Com 9 anos, ele começou a praticar artes marciais, e nunca mais parou.
Ainda criança, o Fernando já pensava em ser ator. Mas, mesmo assim, não foi pra isso que ele se voltou no início... Ele se formou em Engenharia Civil, pela Universidad de México.
Depois disso, o Fernando também fez o curso de dublê (com esse corpão musculoso de 1, 87 m...
...ele tinha tudo pra isso, né?), indo trabalhar na Televisa.
Lá, ele fez o Curso de Arte Dramática do Centro de Educación Artística de Televisa. E lá também ele conseguiu entrar pro elenco de apoio, até que, em 1992, escalaram ele pra novela Maria Mercedes, na qual ele interpretaria um personagem que apareceria só nos 10 primeiros capítulos. Mas, como o personagem chamou muito a atenção do público, a direção da novela decidiu deixar ele na história até o capítulo 90.
Depois disso, nas novelas seguintes, os personagens dele foram ganhando mais e mais destaque. E a fama de símbolo sexual também não demorou.
Olhem o volume na sunga dele!
Em 1995, o Fernando estreou no cinema, com o filme Esclavos de La Pasión.
No ano seguinte, ele interpretou o já referido herói principal da novela María, la del Barrio (Maria do Bairro), chamado Luis Fernando de la Vega. E aí começou a ser visto saindo junto com a atriz e cantora Thalía. Mas quando o namoro deles se tornou realmente público, ela foi dar uma entrevista num programa de fofoca lá no México e... Terminou com ele no ar! Disse que ele era muito ciumento, que ela merecia coisa melhor e que ela não queria mais saber dele! Bom, o Fernando se limitou a não responder que o relacionamento dele com a Thalia foi o pior que ele já teve na vida dele. Mas, a despeito da lavagem de roupa suja em público, eles não voltaram mais a tocar no assunto.
Em 1997, ele interpretou outro herói principal, na novela Esmeralda, que foi exibida em 170 países. E isso fez do Fernando, talvez, o ator mexicano mais famoso do Mundo.
No ano seguinte, ele protagonizou mais uma novela que foi exibida em vários países: La Usurpadora. 
Pra dizer a verdade, eu acho que todas essas novelas foram exibidas aqui no Brasil, pelo SBT, né?rs
Bom, no tempo livre, o Fernando gosta de passear de moto e mergulhar no Mar do Caribe.
Apesar de já ter 46 anos, Fernando nunca se casou nem teve filhos. E é claro que, por causa disso, muita gente supõe que ele é gay e que o namoro dele com a Thalía teria sido uma farsa. Mas ele diz que continua solteiro e sem filhos porque filhos não tão muito nos planos dele e casamento só vai rolar quando ele encontrar alguém com quem tenha certeza de que vai ficar pra sempre... Bom, se for isso, aí eu diria que ele já tá delirando, né? Como é que alguém pode ter certeza se um casamento vai durar pra sempre?
Quando alguém pergunta numa entrevista ou adjacências sobre a sexualidade dele, ele costuma responder simplesmente que não fala sobre isso em público. Aliás, rarissimamente ele fala sobre qualquer coisa da vida pessoal em público.
Mas enfim: o Fernando teve até hoje 26 trabalhos como ator na televisão e no cinema.

Fernando Colunga Olivares è nato nella Città del Messico, il 3 Marzo del 1966.
Lui è sempre stato molto legato ai suoi genitori.
Quando aveva 9 anni, lui ha cominciato a studiare delle arti marziali, quello che fà fino adesso.
Da bambino, Fernando pensava già di essere un attore. Ma lui è laureato in Ingegneria Civile presso l’Universidad de México.
Dopo questo, lui ha fatto il corso di stuntman e ha cominciato a lavorare in Televisa, dove ha fatto il corso per attori del Centro de Educación Artística de Televisa.
Nel 1992, Fernando era uno degli attori della telenovela María Mercedes. Ed il suo personaggio dovrebbe essere solo nei 10 primi episodi. Ma è voluto tanto bene per i fan della telenovela che è rimasto per altri 80 episodi.
Lui ha cominciato la sua carriera d’attore con il nome artistico di Fernando Colunga, lo stesso nome di suo padre.

Después de María Mercedes, Fernando tuvo personajes cada vez mejores. Y su fama de símbolo sexual también creció.
En 1995, él tuvo su primera película: Esclavos de La Pasión.
En el otro año, Fernando fue el protagonista masculino de María, La del Barrio. Y también comenzó a ser visto junto a la actriz y cantante Thalía. Pero ella dio fin a la relación en un show de chismes de México, en vivo...
Fernando dijo solamente que su relación con Thalía fue la peor que ya ha tenido en su vida. Y después no habló de nuevo de ese asunto.
En 1997, él tuvo otro personaje principal, entonces en la telenovela Esmeralda. Y esa estuvo en 170 paises, haciendo Fernando uno de los actores mexicanos más conocidos en el Mundo. O, tal vez, el más conocido.
Otra telenovela suya muy conocida es La Usurpadora (1998), que lo tuvo también como personaje masculino principal.

In his free time, Fernando likes riding his moto and diving in the Caribbean Sea.
He talks very rarely about his personal life. But he’s always been a single and childless man. And because of that some people suppose he’s gay and his relationship to Thalía was only a kind of a beard.
When somebody asks him about his sexuality he just replies he doesn’t talk about it in public.
Anyway, Fernando says children aren’t in his plans. And he explains he’s never got married because he’ll do that only if it’ll be possible to meet a person who’ll be married to him forever.
Well, I see it as a hallucination: if you marry a person, it’s impossible knowing before if you’ll be with him to the end of your life.
Fernando’s worked as a Cinema and TV actor for 26 times to now.

Até!

domingo, 6 de maio de 2012

SER PADRINHO DE UM CASAMENTO CATÓLICO...

Oi!!!

Aproveitando que Maio é considerado pelos héteros o mês das noivas, vou falar aqui sobre uma questão que, pra quem é católico, provavelmente não é problema nenhum, mas pra quem é ateu ou é membro de outro grupo religioso, aí pode ser.
Aos olhos de um católico, ser convidado pra ser padrinho num casamento católico é uma grande honra. Aliás, eles dão sempre aquelas justificativas:

“Se um católico convidou você pra ser padrinho do casamento dele é porque ele vê você como um grande amigo, é porque ele respeita muito você, é porque ele tem muita consideração por você...”

Tudo bem. Que seja tudo isso. Mas isso não muda o fato de aquilo ser um casamento CATÓLICO, muda?
Então, se um católico me fizesse esse convite, eu poderia até agradecer a aparente consideração que ele tem por mim, mas eu recusaria, porque eu não sou católico. E eu também lembraria a ele:

Não seria no mínimo mais coerente e mais lógico (pra não dizer mais inteligente) que você convidasse um católico pra desempenhar essa função? Afinal, se você é católico e a cerimônia em si é católica, o que EU tenho a ver com isso?

Nas outras vezes em que eu me posicionei dessa forma, sempre veio alguém correndo e disse:

“Mas o casamento não é dirigido a você, e sim ao homem e à mulher que estão pedindo as bênçãos católicas pra união deles. E você vai estar lá homenageando esse homem e essa mulher, e não homenageando a igreja deles.”

Bom, obviamente que a cerimônia de casamento não é dirigida a mim. Mas se querem que eu esteja presente como padrinho, ela vai me incluir. E eu não quero ser incluído numa cerimônia católica. Nada contra quem é católico e gosta de ser incluído nisso, mas não esperem que eu faça o mesmo.
E se eu estou dentro de uma igreja católica, cercado de católicos por todos os lados, aceitando receber as bênçãos católicas que o padre católico ali presente vai soltar na hora e concordando com a cerimônia católica realizada ali na hora, SIM, eu estou homenageando a igreja deles.
Bom, além de não ser católico, eu também não aceitaria fazer parte disso porque eu sou gay. Eu sei que pros gays católicos isso não mudaria nada de nada. Afinal, se eles encontram explicações alternativas pra permanência deles no Catolicismo e pra participação deles nas demais cerimônias dessa igreja, por que eles pensariam diferente na hora de participar de um casamento católico, né?
Mas a mentalidade oficial do Catolicismo Romano (ou seja, a mentalidade do Vaticano) sobre a homossexualidade ainda é aquela:

“A Igreja Católica acredita que não há nada pecaminoso em ser homossexual. Mas homossexuais, assim como todas as pessoas que não são casadas, devem ser convencidas a fingir que não têm nada entre as pernas.”
Eu não concordo com isso. Eu tenho e quero continuar tendo vida sexual ativa e não é a opinião de nenhuma igreja que vai me fazer mudar de ideia.
Então, se eu não concordo com as opiniões que essa igreja tem sobre a minha vida sexual ou, mais especificamente, com as opiniões do Vaticano sobre isso (e essa igreja tem por ética o ROMA LOCUTA, CAUSA FINITA), por que eu aceitaria tomar parte em cerimônias dessa igreja?
Então, eu vejo 2 bons motivos pra que eu rejeite esse tipo de convite. Mas se tem gente que aceitaria, isso vai da consciência de cada um.
Não vou traduzir esse post pra outras línguas, porque ficaria meio confuso.

Até mais!