Oi!!!
Hoje a gente vai dar uma olhada numa produção dos anos 60: o filme The Time Machine (lançado no Brasil com o título traduzido de A Máquina do Tempo).
O filme foi inspirado no livro The Time Machine (1895), do H. G. Wells. E por isso mesmo, o título inteiro deveria ser H. G. Wells’ The Time Machine. Mas depois abreviaram pra The Time Machine.
A direção e produção ficaram por conta do hoje falecido George Pal. Ele sempre quis fazer uma continuação pra esse filme, mas acabou não saindo. Aliás, como vocês vão ver, o filme acaba dando a entender que a história vai continuar.
The Time Machine foi todo gravado entre Maio de Junho de 1959, na Califórnia. E a história se passa na Inglaterra, entre os anos de 1899 e 802701.
O herói da história, interpretado pelo ator Rod Taylor, recebeu o nome de H. George Wells, em homenagem ao autor do livro.
Os efeitos especiais são muito bons pra época. Mas a história, apesar de interessante, tem um desenrolar muito parado. E as poucas cenas de luta, todas já no final, não chegam a ser tããããão excitantes assim.
O diretor se preocupou mais em filosofar sobre o que a guerras podem fazer com o Mundo ao longo dos séculos do que em criar uma história mais movimentada.
Tudo bem: pode ser classificado como um filme de horror. Afinal, mostra monstros subterrâneos que raptam e devoram jovens humanos. Mas até as ossadas dos humanos devorados são mostradas muito rapidamente. Então, é um filme de terror light.
The Time Machine foi lançado nos Estados Unidos em Agosto de 1960. E no ano seguinte, ganharia o Oscar de Melhores Efeitos Especiais.
Pra quem quiser ver, o filme tá todo no YT (em Inglês). Lá vai o link:
http://www.youtube.com/watch?v=rcziOmxNuus
O filme começa mostrando um grupo de 4 homens que chegam pra jantar na casa de um cientista amigo, o Dr. H. George Wells, como tinham combinado na véspera do Ano Novo. Aqui, eles tão em 05 de Janeiro de 1900.
Como a empregada não sabe dizer onde o George tá e já passou da hora que eles tinham combinado, os 4 se sentam pra jantar sem ele.
Aliás, uma coisa bem desnecessária é o excesso de personagens nesse jantar: 2 aí já dariam conta do recado, pois, como a gente já vai ver, só 1 deles, chamado David, se destaca.
Mas enfim: logo depois que eles se sentam, o George entra por uma porta. E todos se assustam, pois ele tá todo suado e com a roupa toda desalinhada, além de demonstrar uma clara exaustão.
Ele começa a explicar o que aconteceu, mas diz que tudo começou na última reunião que eles tiveram antes do Ano Novo, ali mesmo na casa dele, quando ele apresentou a eles uma pequena máquina do tempo que tinha construído...
Aí entram as cenas que ele tá descrevendo:
Depois de muito blá blá blá (essa parte do filme realmente é bem sem ação), o George explica também que a máquina viaja apenas no tempo, mas não no espaço, ou seja, se ela for programada pra viajar pra 1 ano no futuro, ela vai desaparecer agora e reaparecer daqui a 1 ano no futuro, mas vai reaparecer no mesmo lugar onde desapareceu.
Apesar de botar a máquina do tempo pra funcionar, fazendo com que ela desapareça na frente dos amigos, ele não consegue convencer ninguém de que aquilo é real: todos pensam que é um truque de mágica que ele fez.
O único que bota uma certa fé no que viu é o David. Mas mesmo ele, acha aquilo meio estranho.
Depois que todos vão embora, o George vai pro laboratório dele, num dos salões da casa, onde vemos que ele construiu uma máquina igual à que mostrou aos amigos, só que bem maior. E aí, ele se senta e aciona a máquina, começando a viajar no tempo pro futuro.
Detalhe: é a 1ª viagem no tempo que ele tá fazendo. Então, óbvio que ele ainda não sabe pilotar a engenhoca direito.
Mas, nessas condições, ele não deveria pelo menos levar uma arma com ele, nem que fosse só um canivete? Afinal, viajando prum futuro desconhecido, ele poderia ir parar literalmente em qualquer situação.
Bom, ele chega ao dia 13 de Setembro de 1917. E como ele explicou, a máquina não saiu do lugar: reapareceu no laboratório da casa dele, que tá abandonada (afinal, ele ‘desapareceu’ há 18 anos).
Saindo pra rua, ele encontra um homem que ele confunde com o David. Mas o cara explica que é o filho do David. E que o pai morreu na guerra contra a Alemanha, começada em 1914 (a 1ª Guerra Mundial).
Tanto o David quanto o filho dele são interpretados pelo ator Alan Young.
O George volta pra máquina do tempo e agora viaja pra 19 de Junho de 1940, mas decide sair dali, quando vê que outra guerra tá em curso (a 2ª Guerra Mundial).
Dessa vez, ele vai pra 18 de Agosto de 1966. Mas se depara com uma situação que não consegue entender o que é...
Sirenes de alerta tocam enquanto a população em pânico corre pra abrigos subterrâneos. E o George encontra o filho do David, já velho, que fica um tanto surpreso ao ver o George com o mesmo tipo físico e a mesma roupa depois de 39 anos. Mas não tem tempo pra conversar, pois precisa correr pro abrigo, apenas falando alguma coisa sobre se proteger dos “cogumelos”.
Como o filme foi lançado em 1960, aparentemente o diretor supôs que a 3ª Guerra Mundial começaria em 1966. E o George teria chegado durante um dos grandes ataques dessa guerra (os “cogumelos” mencionados são de bombas atômicas).
Logo depois, o George mal tem tempo de escapar vivo, enquanto a cidade é bombardeada. E o bombardeio atômico faz um vulcão entrar em erupção... Engraçado: não tem vulcões na Inglaterra! Mas vamos supor que as explosões atômicas criaram uma pressão tão grande ali que fizeram um vulcão irromper na hora. Pelo menos é o que faria sentido, né?rs
Pra fazer a lava nessa cena, o diretor usou suco de laranja misturado com aveia.
O George volta correndo pra máquina do tempo, acelerando a máquina pro futuro mais distante possível, pra que a lava vire pedra e não destrua a máquina. Só que, por causa disso, ele acaba ficando preso no meio de uma crosta de pedra. E é obrigado a avançar mais ainda o máximo que puder pro futuro, até que a erosão natural destrua a pedra e libere a máquina. E depois de avançar mais de 800 milênios no futuro, ele chega ao dia 12 de Outubro de 802701.
Ele vê que a máquina parou ao lado de uma espécie de esfinge, que tem uma entrada trancada por espessas portas de metal.
No chão, perto da esfinge, existem alguns dutos de ventilação que saem do subterrâneo, e que, a princípio, ele não entende o que são.
O George salta da máquina e deixa ela ali. E logo percebe que a esfinge parece ser o único vestígio de civilização nas redondezas, já que ao redor dela só se vê uma vasta floresta cheia de frutas enormes penduradas nas árvores.
Depois de andar mais um pouco, ele encontra um grupo de jovens se refrescando junto a um rio.
A princípio, ele entende que aquilo é simplesmente o futuro da Humanidade e, concluindo que finalmente se chegou a uma época de paz depois de tantas guerras e catástrofes, manifesta uma certa satisfação em ver aquilo. Até que ele vê uma garota se afogando no rio e pula na água pra salvar ela.
O George salva a garota, mas se surpreende com a indiferença dela em relação ao fato de quase ter morrido e de ter sido salva, assim como com a indiferença de todos ali em relação à situação.
Depois disso, aquela gente estranha vai andando pra longe dali, chegando a uma espécie de museu em ruínas no meio da floresta.
O George segue eles e tenta falar com a garota que ele salvou, embora ela não responda nada de muito consistente e só fale coisas completamente vagas sobre todos os assuntos. Mas ela diz que se chama Weena e que ela e os outros jovens ali são conhecidos como elois. E logo o George vê que o elois não têm líderes, não seguem leis e possuem uma extrema indiferença em relação a tudo!
A única ‘casa’ que eles têm é aquele museu em ruínas. E eles nem sequer conhecem a produção de nenhum tipo de comida ou bebida: bebem água e comem as frutas que colhem na floresta.
Ao anoitecer, quando pergunta a um dos elois se eles têm livros, a resposta é positiva. Então, ele pede pra ver os livros, mas percebe que, ao longo dos séculos, os poucos livros que existem ali se reduziram a pó e a pedaços de papel esburacados e ilegíveis.
Furioso com o descaso e o relaxamento patológicos dos elois em relação a tudo o que existe, e em crise ao constatar o futuro que aguarda a Humanidade (parece que toda a evolução humana conquistada ao longo dos milênios vai simplesmente ser esquecida na época dos elois), o George resolve pegar a máquina do tempo e voltar pra época dele. Mas, ao chegar diante da esfinge, já de noite, percebe que a máquina do tempo foi arrastada lá pra dentro através da porta, que agora tá novamente trancada.
A Weena chega e diz a ele pra voltar pro museu, mencionando que tem alguma coisa perigosa chamada “morlocks” por ali. E ela também explica que é essa coisa chamada “morlocks” que produz as roupas dos elois e, aparentemente, deixa lá pra eles pegarem. Mas, com a sua forma vaga de falar, ela mesma não consegue explicar o que seria “morlocks”.
Momentos depois, um vulto peludo sai de trás de um arbusto e ataca a Weena. E o George, apesar de não conseguir ver direito o que era a criatura, conclui que aquilo deve ser um morlock e afugenta o bicho.
O espanto da Weena mostra que o medo dos morlocks foi a única reação significativa que restou nos elois em relação ao que quer que seja.
O George e a Weena voltam pro museu e, no dia seguinte, parece que ela consegue pelo menos entender que ele tem um conhecimento melhor do que os elois sobre o Mundo. E aí ela mostra a ele, numa das salas do museu, uma mesa sobre a qual ficam exóticos aneis falantes...
É! Aneis que, se forem girados sobre a mesa, começam a tocar uma gravação, contando trechos da História da Humanidade.
Os elois já tinham tocado as mensagens daqueles aneis antes. Só que, com a mente bestializada que tinham, não conseguiam entender nem a 10ª parte do que as gravações diziam. Mas, pelo menos, antes da civilização se perder, os antepassados dos elois construíram alguma coisa que prestasse, né?
O George gira alguns desses aneis e eles tocam gravações, contando, de forma muito vaga, que uma grande guerra devastou o planeta todo. E os poucos sobreviventes foram os que conseguiram se esconder em abrigos subterrâneos. Até que, alguns séculos depois, alguns decidiram subir de volta pra superfície da Terra, enquanto outros permaneceram lá embaixo.
Não é preciso muita imaginação pra saber o que aconteceu, né? Os elois são os descendentes dos humanos que subiram pra superfície e os morlocks são os descendentes dos que ficaram no subsolo.
Pouco depois que o George ouve as gravações, ele pensa em descer ao subterrâneo por um dos dutos de ventilação que viu perto da esfinge, pois conclui que os morlocks pegaram a máquina do tempo e levaram pro subsolo. Mas algumas sirenes aparecem no alto da esfinge e começam a tocar um som igual ao das sirenes que o George ouviu em 1966. E os elois, sem manifestar reação, começam a andar na direção da esfinge, que agora tá com as portas abertas.
Vários elois, inclusive a Weena, entram na esfinge, que logo depois fecha as portas, ao mesmo tempo em que as sirenes param de tocar.
Bom, se lembrarmos que, em 1966, as pessoas tavam fugindo pra abrigos subterrâneos pra escapar de uma guerra que tava causando uma grande devastação, podemos concluir que foi ali que tudo começou. E como os elois eram descendentes dos humanos que desceram ao subsolo naquela época, deve ter ficado no inconsciente coletivo deles procurar abrigo toda vez que ouviam aquela sirene.
Mas enfim: o George desce por um dos dutos de ventilação e vê que o subterrâneo é um labirinto de cavernas cheio de máquinas movidas a vapor e pressão e, em algumas partes, cheio de ossos humanos espalhados pelo chão. E aí, ele entende o que tá acontecendo: os morlocks criam os elois como gado e, de vez em quando, ‘hipnotizam’ eles tocando aquela sirene e fazem eles descerem através da esfinge pra serem abatidos e usados como comida.
Ele encontra os elois, ao mesmo tempo em que os morlocks começam a atacar. Aliás, é a 1ª vez em que a gente vê eles com clareza.

Por uma curiosa ironia, embora tenham TODA a tecnologia da época à disposição deles e sejam bem mais inteligentes do que os elois, os morlocks parecem ter voltado à estrutura física de homens das cavernas, só que mais monstruosos e descorados.
O George tenta defender os elois com tochas acesas, pois já percebeu que os morlocks têm medo de fogo e de luz (afinal, eles já vivem no subterrâneo há milênios e só saem de lá de noite). Mas, com a personalidade bestializada dos elois, eles nem ligam muito pro que tá acontecendo ali. Só manifestam medo dos morlocks. Até que um deles ‘acorda’ e começa a lutar contra os morlocks pra ajudar o George.
Pra surpresa geral, os morlocks são bem mais frágeis do que parecem e vão sendo mortos com uns poucos socos, ao mesmo tempo em que o eloi que ‘acordou’ guia os outros até o duto de ventilação por onde o George desceu pra que eles fujam por ali. E o George, antes de seguir eles, incendeia tudo lá, aparentemente matando os morlocks queimados e destruindo as máquinas deles.
Na manhã seguinte, eles percebem que a esfinge começou a desabar, devido ao incêndio no subsolo. E aparentemente por causa disso, as portas ficaram escancaradas, permitindo que o George entre e pegue a máquina do tempo.
Mas, logo depois que ele entra, a porta se fecha e os morlocks sobreviventes atacam. Mas ele consegue se defender e pega a máquina do tempo.
Apesar de perder o controle da máquina por alguns segundos, depois ele consegue voltar pra 05 de Janeiro de 1900.
Quando termina de contar essa história, o único que acredita é o David. E com exceção dele e da empregada, todos vão embora, achando que ele tá debochando deles ao contar aquilo.
Pouco depois, o George vai pro laboratório dele e, antes que o David e a empregada percebam, ele vai de volta pro futuro com a máquina do tempo.
Eles notam que, antes de ir embora, o George arrastou a máquina do tempo pra alguns metros fora do lugar onde tava. Provavelmente, pra ela não se materializar perto da esfinge dos morlocks no ano 802701.
A empregada olha pra estante de livros dele e vê que tão faltando 3 livros. E o David supõe que o George levou os livros pra ajudar os elois a reerguerem a civilização.
O filme termina com eles na dúvida se vão voltar ou não a ver o George algum dia. Mas, como ele tem todo o tempo do Mundo nas mãos, nada é impossível pra ele nesse sentido.
Em 2002, foi lançado um remake do filme, dirigido pelo Simon Wells.
Hoy hablaremos un poco de una producción de los años 60: la película The Time Machine (conocida en algunos países de Lengua Española como El Tiempo En Sus Manos y en otros como La Máquina del Tiempo).
La cinta fue inspirada en el libro The Time Machine (1895), de H. G. Wells. Y por eso, se pensó inicialmente en darle el título de H. G. Wells’ The Time Machine.
El director y productor de esta película fue George Pal. El siempre pensó en rodar una segunda parte para la cinta, pero eso nunca ocurrió. Y a propósito, la última escena de la película nos hacer creer que la historia continuará.
The Time Machine fue toda rodada entre Mayo y Junio de 1959, en California. Y la historia ocurre en Inglaterra, entre los años de 1899 y 802701.
El héroe principal se llama H. George Wells, en honor al autor del libro. Y fue un personaje del actor Rod Taylor.
Los efectos especiales son muy buenos para los años 60. Mas la historia, aunque sea interesante, no es muy llena de acción. Hay pocas luchas, todas ya en el final, y no son tan impresionantes.
El director estaba más preocupado en filosofar sobre lo que las guerras podrían hacer contra el Mundo a lo largo de los siglos que en hacer una historia más viva.
Se puede decir que es una película de horror, puesto que hay monstruos subterráneos que secuestran y devoran a un grupo de jóvenes humanos. Pero hasta mismo los huesos de los humanos devorados son vistos muy rápidamente. Así, es por lo máximo una cinta de horror light.
The Time Machine fue estrenada en los Estados Unidos en Agosto de 1960. Y 1 año después, recibió el Oscar de Mejores Efectos Especiales.
La película empieza el 5 de Enero de 1900, mostrando un grupo de 4 hombres que llegan para cenar en la casa de un amigo, un científico llamado H. George Wells, como estaba decidio desde la víspera de Año Nuevo.
La criada de George no sabe de él y ya se pasó la hora de la cena. Así, los 4 se sientan para comer sin él.
Dicho sea de paso, no había necesidad de poner todos esos personajes en esta escena: 2 ya serían todo lo que la escena necesita, puesto que 1 solo, llamado David, se destaca en esa ocasión.
Como sea, poco después que ellos llegan a la mesa para cenar, George entra en la sala. Todos se quedan asustados, puesto que él está todo sudado y con las ropas arrugadas. Y también está agotado.
El empieza a decirles lo que le ocurrió, pero dice que todo empezó en la última reunión que tuvieron antes del Año Nuevo, cuando les mostró una pequeña máquina del tiempo que había construido...
Ahora empezamos a ver las escenas de que él habla:
En aquella misma casa y con aquellos mismos hombres, después de hablar mucho, George les dice que la máquina se va por el tiempo, pero no por el espacio, o sea, puede desaparecer ahora y aparecer otra vez en 1 año, mas reaparecerá en el mismo lugar donde estaba.
El les muestra como la máquina trabaja, haciéndola desaparecer delante de sus amigos. Pero ellos no le hacen caso: creen que toda aquella cosa no es real y que él se les está mostrando un truco de magia.
El único que cree más o menos en lo que George dice y muestra es David.
Después que todos se van, George se va a su laboratorio, en otra sala de la casa, donde vemos que él tiene otra máquina del tiempo en el mismo formato de la pequeñita, pero muy mayor. Así, él se sienta en la máquina y la hace empezar a trabajar, comenzando un viaje al futuro.
Es necesario decir que es su primer viaje en el tiempo. Así, es claro que él todavía no sabe utilizar la cosa muy bien.
Sin embargo, en tales condiciones, debería al menos tener un arma con él, aunque fuera solamente un cuchillo, ¿no? Viajando a un futuro desconocido, él podría terminar en cualquier situación.
Bueno, él llega al día 13 de Septiembre de 1917. Y como dijo a sus amigos, la máquina está en el mismo lugar: el laboratorio de su casa, que está abandonada (vamos a recordar que él “se fue” 18 años antes).
El deja la máquina y se va por las calles, donde encuentra un hombre que cree que es David. Pero el tipo dice que es el hijo de David. Y que su padre fue muerto en la guerra contra Alemania, empezada en 1914 (la Primera Guerra Mundial).
Tanto David como su hijo son personajes del actor Alan Young.
George regresa a la máquina y ahora se va al día 19 de Junio de 1940. Pero decide irse de allá cuando ve que ahora hay otra guerra (la Segunda Guerra Mundial).
Llegando al día 18 de Agosto de 1966, él encuentra nada menos que la Tercera Guerra Mundial, que cambiará terriblemente el futuro, incluso por muchos miles de años después de eso...
Nel film The Time Machine (L’Uomo che Visse Nel Futuro), lo scienziato George arriva con la sua macchina del tempo al 18 Agosto del 1966, dove vede una guerra cominciando a distruggere una città inglese. E lui trova un amico suo, che gli dice che non ha tempo per parlare perché ha bisogno di proteggersi dal “fungo”.
Il film è stato messo in circolazione nel 1960. Così, il direttore apparentemente supponeva che la Terza Guerra Mondiale sarebbe iniziata nel 1966. E George sarebbe arrivato al primo giorno della guerra (il “fungo” citato è un fungo atomico).
Poco dopo, George ha appena il tempo di scappare vivo, mentre la città viene bombardata. E il bombardamento atomico fa un vulcano eruttare... Bene, non ci sono vulcani in Inghilterra! Ma supponiamo che le esplosioni atomiche hanno creato una pressione così grande che ha fatto un vulcano eruttare al momento. Almeno questa è l’unica cosa che avrebbe senso, vero?rs
Per fare la lava di questa scena, il direttore ha utilizzato succo d’arancia mescolato con avena.
George corre alla macchina del tempo, accelerando la macchina al futuro il massimo possibile, per trasformare la lava in pietra. Così, lui sopravvive. Ma a causa di ciò, lui rimane bloccato in mezzo ad una crosta di roccia. Ed è forzato a muoversi a un futuro ancora più lontano, fino a quando l’erosione naturale distruggerà la roccia che prende la macchina. E dopo aver avanzato più di 800 millenni nel futuro, lui arriva al 12 Ottobre del 802701.
Lui vede che la macchina si è fermata accanto ad una sorta di sfinge, che ha un buco bloccato da spesse porte di metallo.
George lascia la macchina lì. E presto vede che la sfinge è l’unica costruzione che c’è nelle vicinanze. Intorno a essa, si vede solamente una vasta foresta piena di frutti enormi appesi attorno agli alberi.
Dopo aver camminato ancora un po’, lui trova un gruppo di giovani insieme ad un fiume.
In un primo momento, lui esprime una certa soddisfazione nel vederlo. Oramai, finalmente gli umani hanno raggiunto un tempo di pace, dopo tante guerre e disastri. Ma improvvisamente, lui vede una ragazza annegando nel fiume e salta in acqua per salvarla.
George la salva, ma è sorpreso per l’indifferenza di lei per il fatto di esser stata quasi morta e di esser stata salvata. E c’è anche l’indifferenza di tutti lì per quella situazione.
Dopo questo, quella gente strana si alza e comincia a camminare verso un museo in rovine in mezzo agli alberi.
George li segue e cerca di parlare con la ragazza che ha salvato, anche se lei non parli nulla molto consistente. Ma lei dice che si chiama Weena e che lei e quegli altri giovani sono conosciuti come eloi. E George subito vede che gli eloi non seguono nessuna legge e hanno un’estrema indifferenza a veramente tutto!
L’unica “casa” che hanno è quel museo in rovine. E non conoscono nemmeno la produzione di cibo o bevande: bevono acqua e mangiano i frutti che raccolgono nella foresta.
Di sera, quando George chiede a uno degli eloi se loro hanno libri, la risposta è sì. Così, lui chiede di vedere i libri. Ma vede che, nel corso dei secoli, i pochi libri che gli eloi hanno sono stati cambiati in polvere e pezzi di carta illeggibili e pieni di fori.
Lui diventa furioso con l’abbandono e il rilassamento patologico che gli eloi hanno a tutto ciò che esiste. Questo è il futuro che aspetta l’Umanità: l’evoluzione umana tutta quanta conquistata nel corso dei millenni sarà semplicemente dimenticata! E per questo, George decide di prendere la macchina del tempo e tornare alla sua epoca. Ma quando arriva alla sfinge, vede che la macchina è stata trascinata in essa attraverso il buco, che adesso è nuovamente bloccato.
Weena arriva e dice a George che hanno bisogno di tornare al museo, perché c’è una cosa pericolosa chiamata “morlock” nella foresta. E secondo lei, è questa cosa che da agli eloi i loro vestiti. Ma lei spiega le cose così vagamente che lui non riesce a capire cosa sarebbe un morlock.
Pochi minuti dopo, una cosa pelosa esce da dietro un cespuglio e attacca Weena, volendo trascinarla via. George non riesce a guardare bene la creatura, ma la fa lasciare la ragazza e andare via... Sì: era un morlock.
Lo stupore di Weena mostra che la paura dei morlock è l’unica reazione significativa che gli eloi ancora hanno.
Let’s see the end of The Time Machine (1960):
The English scientist George travels through time from 1899 to 802701, when he meets a group of people called eloi. And a female eloi named Weena shows him some talking rings...
Yes. They’re rings which play a recording. And it tells passages of the Human History.
Members of the eloi people had played the messages of those rings before. But as they have a completely bestialized mind, they could understand basically nothing.
Anyway, George listens to one of the massages and is able to understand (very loosely) that a great war has devastated the entire planet. The few survivors were those who managed to hide in underground shelters. Then, a few centuries later, some decided to go back to the Earth’s surface, while others remained at the underground.
The descendants of the humans who came back to the surface evolved to the eloi civilization (actually it’s not a civilization, but a group of mindless creatures who spend their days lying in the sun on a river beach). And the descendants of the other humans created an underworld and now they’re known as morlocks. But everything that is known about them is that they built a sphinx in the middle of a forest in some moment of their history.
Hours after George’s arrival, his time machine was stolen by an unseen thief. But now he understands the morlocks did that and dragged the machine into their sphinx.
He thinks about going to the underworld through another way to get the machine back. But suddenly some sirens appear at the top of the sphinx and start ringing a sound. And each eloi starts walking toward the sphinx showing no other reaction to the sound. Many of them (Weena included) cross the sphinx’s doors. And the doors close behind them while the sirens stop ringing.
Well, before arriving to 802701, George gave a quick glance at 1966. And then he saw people fleeing to underground shelters to escape a war that was causing a mega devastation, while sirens of that same kind were ringing. Then, we can understand everything started at that moment. And as the eloi people were descendants of the humans who went down at that time, looking for shelter every time they hear that siren is probably in their collective unconscious.
Anyway, George arrives to the underworld climbing down a ventilation duct. And he finds a cave labyrinth full of huge machines. And there are also some human bones spread on the ground. Now everything is clear: the morlocks raise the eloi people as cattle. From time to time, they “hypnotize” them ringing those sirens and make them go to the underworld to be slaughtered and used as food.
George meets the eloi group which is just arrived there. But at the same time the morlocks leave the shadows and attack him. By the way, it’s the 1st time we see them clearly.
As a curious irony, the morlocks have ALL that extreme advanced technology available to them and are far more intelligent than any other living being of their time, but their physical structure is similar to cavemen’s (in spite of being more monstrous and discolored).
George tries to protect the eloi group with flaming torches (he can see shining things annoy the morlocks due to all their millennia in the darkness). Anyway, the members of the eloi group do really nothing while he fights, in spite of being afraid of the morlocks. But suddenly one of them “awakes” and starts helping George.
Then, we see the morlocks are much more fragile than they were supposed to be: a few punches can kill them easily.
The “awaken” eloi leads his friends to a ventilation duct and they climb it up to freedom. And before following them, George puts fire on everything at the underworld. So the machines are destroyed and the morlocks presumably die among the fire.
Next morning, we see the fire at the underworld isn’t ceased yet. And it’s destroying the morlock sphinx now. Then, George can see it’s possible to enter the sphinx and look for his time machine: the fire (presumably) has opened the sphinx doors.
But as soon as he enters, the doors close behind him. The remaining morlocks attack him and he barely is able to get the machine and escape from them.
After a quick lack of control, George can go back to his own time (January 5, 1900).
He meets some friends who had gone his home to have a dinner with him. And then he tells them what happened to him. But only 1 of them named David believes him. The others go out thinking he’s making fun of them.
After that, George goes to his laboratory (it’s one of the rooms of his house) and goes back to the future with his machine.
David and George’s housekeeper arrive at the lab seconds later and they see George dragged the machine for some meters before going... We can understand he didn’t want the machine to appear again inside the morlock sphinx in 802701.
The housekeeper sees there are 3 books missing at George’s bookcase. And David supposes he carried the books with him to the future in order to help the eloi people to give birth to a new civilization.
While the film ends, David and the housekeeper ask themselves if they’ll see George again. Anyway, he has all the time in the World.
You can click on the link above to watch the film.
Simon Wells released a remake of this film in 2002.
Até mais!